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Spurs (40-16) vs Grizzlies (34-23) – Temporada Regular

San Antonio Spurs vs Memphis Grizzlies – Temporada Regular

Data: 12/02/2012

Horário: 21h30 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Depois da sequência de 11 vitórias consecutivas, o Spurs agora acumula duas derrotas seguidas com o revés de ontem contra o Los Angeles Lakers, em casa. Para evitar que a sequência negativa aumente, a equipe não terá descanso e nesta quinta recebe o Memphis Grizzlies, novamente no AT&T Center. Para nossa sorte, nossos rivais também estão em um back-to-back (partidas em dois dias seguidos), mas vêm de uma vitória sobre o Phoenix Suns e acumulam quatro vitórias seguidas.

Confrontos na Temporada (3-0)

26/12/2011 – Spurs 95 vs 82 Grizzlies

Na estreia do San Antonio Spurs na temporada, a equipe texana, jogando em casa, contou com Manu Ginobili (24 pontos, cinco rebotes e quatro assistências) e Tony Parker (15 pontos, sete assistências e quatro rebotes) para espantar o fantasma dos últimos playoffs.

30/01/2012 – Spurs 83 @ 73 Grizzlies

Com um jogo coletivo, o Spurs contou com bom desempenho da dupla Matt Bonner (15 pontos e três rebotes) e Tim Duncan (14 pontos, seis rebotes e quatro assistências) para triunfar em Memphis.

06/02/2012 – Spurs 89 @ 84 Grizzlies

Na abertura da Rodeo Road Trip, o San Antonio Spurs foi até Memphis e arrancou a vitória fora de casa diante do Grizzlies. A noite foi de festa para Tim Duncan, que, com os 17 rebotes coletados na partida se tornou o 20º maior reboteiro da história da NBA.

Tiago Splitter

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PG – Tonny Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – DeJuan Blair/Tiago Splitter

C – Tim Duncan

Fique de Olho – Depois de sofrer com Andrew Bynum na última partida, o Spurs pode precisar de um “reforço” que garanta alguns centímetros a mais na luta pelos rebotes. Usar Tiago Splitter ao lado de Tim Duncan por mais tempo é uma das alternativas que Gregg Popovich pode utilizar.

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PG – Mike Conley

SG – Quincy Pondexter

SF – Rudy Gay

PF – Marreese Speights/Zach Randolph

C –Marc Gasol

Fique de Olho – Só de lembrar do nome de Zach Randolph já me dá alguns calafrios… Impossível esquecer a traumática derrota nos playoffs da última temproada após conquistar o primeiro lugar do Oeste. Na oportunidade, Zach Randolph foi o grande nome do Grizzlies e deitou e rolou sobre nós. Sempre é bom redobrar as atenções com ele.

Spurs (2) vs Grizzlies (4) – O fim

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O torcedor do San Antonio Spurs esperava um final diferente para a temporada, um final muito diferente desse adeus precoce. A campanha de 61 vitórias na fase regular e a liderança do Oeste deixaram um sabor doce, mas que logo azedou. Cair diante do Memphis Grizzlies, na primeira rodada dos playoffs, estava longe dos planos.

As férias chegaram antes que o planejado (AP Photo)

Mas o que aconteceu na última sexta-feira foi apenas uma morte anunciada desde o jogo 1. Pode-se dizer que o Spurs entrou na partida desta sexta-feira apenas respirando por aparelhos, após ser reanimado por Manu Ginobili e Gary Neal no jogo 5. Ah sim, o placar de ontem? 99 a 91, mas isso é o que menos importa.

O Spurs lutou, é bem verdade. Vendeu caro o revés. Mas fracassou. Depois de entrar muito mal no primeiro quarto e equilibrar a partida no segundo e terceiro períodos, o time texano ainda deu esperanças ao seu torcedor quando buscou a virada e chegou a marcar 80 a 79. Mas foi apenas o último suspiro.

Randolph: O algoz (Photo Andy Lyons/Getty Images)

Zach Randolph, sim, ele mesmo, fez aquilo que poucos podiam imaginar que o ala-pivô seria capaz alguns anos atrás. Talento ele sempre teve, todos sabem, mas o que vimos em quadra foi um verdadeiro líder.

Randolph colocou a bola embaixo do braço e resolveu. Já vinha em uma grande noite, mas coroou a partida com um final impecável, que entrará para a ainda curta história do Grizzlies. Pontuou de todas as formas, com arremessos, ganchos e até contra-ataques. Fez o que quis e como quis, sem se importar com quem estava em seu encalço.

Dessa vez, sem brincadeiras infames, sem tempo para um novo milagre. Sucumbiu um gigante, mas diante de outro gigante, que foi Zach Randolph. Vitória merecida.

Memphis dominou toda a série. Mesmo quando perdeu, foi apenas por um acaso. Parabéns a Lionel Hollins, técnico da equipe. Dizer que deu um nó tático em Gregg Popovich soa como exagero, mas soube, sem dúvida, explorar as deficiências e fraquezas de um adversário teóricamente mais forte.

Ao Spurs, este ainda é um assunto longo e que terá consequências além daquilo que podemos analisar no momento. Ao Spurs, resta levantar a cabeça e já começar a pensar na temporada 2011/2012, provavelmente a última de Tim Duncan.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 23 pontos

Manu Ginobili – 16 pontos

Tim Duncan – 12 pontos, dez rebotes e três bloqueios

Memphis Grizzlies

Zach Randolph – 31 pontos e 11 rebotes

Marc Gasol – 12 pontos e 13 rebotes

Tony Allen – 11 pontos e quatro roubos de bola

Defense!

Durante os playoffs do ano passado, fiz uma pequena série de posts chamada “Defense!”. As postagens foram elaboradas antes de cada série do San Antonio Spurs na pós temporada, e falam sobre quais jogadores adversários cada atleta da equipe texana deveria marcar. Como achei que ficou bem legal (para quem quiser ver, a parte 1 é sobre o duelo contra o Dallas Mavericks, e a parte 2 sobre o confronto com o Phoenox Suns), resolvi retomar o projeto em 2011.

Primeiro adversário do Spurs nos playoffs deste ano, o Memphis Grizzlies é diferente do Mavs e do Suns de 2010. A equipe, que está sem o lesionado Rudy Gay, sequer tem grandes destaques individuais e conta com o coletivo para vencer. Por isso, a defesa da equipe texana – principalmente a de perímetro – terá de ser bem versátil para marcar os adversários e não deixar nenhum gostar muito do jogo. Vamos ao papel que cada jogador do elenco do Spurs terá na defesa durante esta série:

Eis o homem a ser marcado

Os titulares

Tony Parker – O francês nem é um grande marcador, e no começo das partidas ficará encarregado do armador Mike Conley, principal pontuador do perímetro do Grizzlies (sem contar o machucado Rudy Gay). Caso o adversário esteja levando muita vantagem sobre Parker, Gregg Popovich deverá rapidamente promover a entrada de George Hill, sacando o francês ou deslocando-o para outro adversário, como Tony Allen ou os reservas Ish Smith, Jason Williams e Greivis Vasquez.

Manu Ginobili – O argentino começará os jogos tomando conta de Tony Allen. O ala-armador adversário gastará a maioria de suas energias na defesa para tentar limitar o próprio Manu. Mesmo assim, Allen tem capacidade para deixar seus pontinhos, e, em uma série de playoff, todo cuidado é pouco. Além disso, Ginobili tem de estar atento a uma possível entrada de O. J. Mayo na partida. O jovem é irregular, mas tem boa capacidade para pontuar, e o argentino tem de evitar que o rival comece a gostar do jogo.

Richard Jefferson – Se comparado à última temporada, o ala melhorou muito na defesa. Está longe de ser um especialista, o que não será um problema nesta série, já que nenhum ala do Grizzlies é um grande pontuador. Assim, Jefferson poderá sempre tomar conta do mais alto jogador de perímetro adversário, papel geralmente ocupado por Sam Young ou Shane Battier. Tony Allen também pode ser deslocado para a três caso o time de Memphis queira apostar num quinteto mais baixo.

Antonio McDyess – No meu ponto de vista, Dice será, defensivamente, o jogador mais importante do Spurs nos playoffs. Caberá ao veterano ala-pivô marcar Zach Randolph, que lidera o Grizzlies não só em pontos por jogo (20,1) como também em rebotes: 12,2 por partida, sendo que impressionantes 4,3 ofensivos. McDyess será fundamental para limitar seu número de pontos e para tirá-lo de perto da tabela quando outros jogadores do time de Memphis arremessarem, evitando rebotes ofensivos do adversário e consequentes segundas chances para o rival marcar cestas.

Tim DuncanThe Big Fundamental fará um duelo de gigantes contra o espanhol Marc Gasol nos dois lados da quadra. Duncan não apresenta mais a mesma forma de antigamente e leva desvantagem no lado físico, o que pode ser compensado com sua experiência de pós-temporada infinitamente superior. Na ausência do pivô adversário, o lendário ala-pivô pode ficar de olho nos reservas Leon Powe ou Hamed Haddadi.

Os principais reservas

George Hill – Pra é o melhor defensor de perímetro do Spurs, e sempre deve ficar encarregado do mais perigoso pontuador adversário. Contra o Grizzlies, este homem seria Rudy Gay, que está lesionado. Sem o ala, a principal ameaça passa a ser Mike Conley – melhor para Hill, que não levará mais desvantagem no tamanho. Porém, o armador do Spurs também pode ser usado para limitar o irregular O. J. Mayo no caso de o ala-armador de Memphis estar em um dia inspirado.

Gary Neal – Dentre todos os jogadores de perímetro citados nesta coluna, da primeira à última linha, Neal é o que tem a pior defesa. Por isso, deve sempre ficar encarregado de um dos reservas que pouco produzem ofensivamente do Grizzlies, como Ish Smith, Jason Williams, Greivis Vasquez ou até mesmo Shane Battier. Dos titulares, pode até ficar de olho em Tony Allen ou Sam Young, desde que seu alvo não esteja em dia inspirado.

Matt BonnerThe Red Rocket está longe de ser um bom defensor. Colocá-lo para marcar um dos titulares do Grizzlies significaria machucar demais o Spurs debaixo da cesta. Por isso, o Coach B tem de sempre tomar conta de um dos reservas da equipe de Memphis, como Darrell Arthur, Leon Powe ou Hammed Haddadi.

DeJuan Blair – O que escrevi para Neal no perímetro serve para Blair na área pintada. O segundanista é o pior defensor do Spurs debaixo da cesta – talvez até pior do que Bonner – e deve sempre ficar a cargo do menos perigos adversário. Darrell Arthur, Leon Powe e Hammed Haddadi figuram como candidatos a este posto.

Outras alternativas

Danny Green – Especialista em defesa, o ala-armador é mais alto e mais pesado do que George Hill. Por isso, pode dar uma força caso um dos alas mais fortes fisicamente do Grizzlies – como Tony Allen, Sam Young ou Shanne Battier – estiverem em uma noite inspirada.

James Anderson – O novato se encaixa no texto que dei a Richard Jefferson – está longe de ser um especialista em defesa, mas também não passa vergonha. Assim como o citado ala, pode ficar encarregado dos alas mais altos do time de Memphis, como Sam Young, Shanne Battier e até Tony Allen, dependendo do quinteto adversário.

Tiago Splitter – Dos reservas do Spurs, é aquele que, de longe, tem a melhor capacidade defensiva. Pode ser alternativa para marcar Zach Randolph ou Marc Gasol nos minutos de descanso de Antonio McDyess e Tim Duncan – ou caso um dos veteranos esteja com problemas de faltas. Também pode ser acionado caso um dos reservas do Grizzlies, como Darrell Arthur, Leon Powe e Hammed Haddadi, estiver em noite inspirada.

Anunciado os reservas para o All-Star Game

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Depois de eleitos os titulares no último dia 22, a NBA anunciou nesta quinta-feira os jogadores escolhidos para serem os reservas no Jogo das Estrelas de 2010. A votação foi realizada entre os técnicos de todas as franquias da liga e leva em conta, principalmente, o rendimento dos jogadores na atual temporada.

Entre os selecionados, serão sete estreantes. Al Horford, Gerald Wallace, Rajon Rondo e Derrick Rose, pelo Leste, e Zach Randolph, Kevin Durant e Deron Williams pelo Oeste.

O All-Star Game acontece no próximo dia 14 de fevereiro, na cidade de Dallas. Os treinadores das equipes serão os técnicos dos times de melhor campanha em cada conferência, exceto Phil Jackson, do Los Angeles Lakers, e Mike Brown, do Cleveland Cavaliers, treinadores em 2009.

Confira a lista dos reservas do Jogo das Estrelas 2010:

Leste: Derrick Rose (Bulls), Rajon Rondo (Celtics), Joe Johnson (Hawks), Paul Pierce (Celtics), Gerald Wallace (Bobcats), Chris Bosh (Raptors) e Al Horford (Hawks)

Oeste: Chris Paul (Hornets), Deron Williams (Jazz), Brandon Roy (Blazers), Kevin Durant (Thunder), Dirk Nowitzki (Mavericks), Zach Randolph (Grizzlies) e Pau Gasol (Lakers)