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Spurs (11-3) @ Raptors (3-11) – Spurs vence após maratona

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O San Antonio Spurs venceu mais uma fora de casa. A vítima da vez foi Toronto Raptors, em contronto disputado neste domingo (25), no Air Canada Centre. Os donos da casa até que resistiram, mas, na segunda prorrogação, o time texano conseguiu se sobressair e conseguir o triunfo. Os visitantes contaram com mais uma ótima atuação de Tony Parker, que contribuiu para o resultado com 32 pontos. O próximo compromisso do time de preto e prata é contra o Washington Wizards, na segunda-feira.

Tony Parker foi o cestinha da partida (Ron Turenne/NBAE/Getty)

Desfalcado

Ainda sem um ala devido às contusões de Kawhi Leonard e Stephen Jackson, o Spurs jogou durante os 48 minutos com alguém improvisado na função. O jogo começou com Danny Green deslocado para posição 3 e chegou ter até o pivô Boris Diaw ocupando o cargo de lateral.

Duncan fez grande partida (Ron Turenne/NBAE/Getty)

Papéis invertidos

Tim Duncan continua em grande fase. No entanto, dessa vez, ao invés de fazer uma boa dobradinha de pontos e rebotes, o ala-pivô fez um bom número de pontos e assistências. Foram 26 tentos e seis passes decisivos para o camisa 21. Timmy foi o melhor jogador texano no fundamento. Já Danny Green, que é um ala-armador de origem, exerceu a função de pegador de rebotes do time: coletou nove ressaltos durante o duelo, além de ajudar o time com 13 pontos.

De novo, Tony Parker 

O armador Tony Parker mostrou, mais uma vez, porque pode ser chamado de o principal jogador do San Antonio Spurs no momento. O francês completou sua terceira partida seguida com mais de 25 pontos. Foram 32 dessa vez, um a menos do que na vitória sobre o Indiana Pacers.

Ginobili 

Manu demorou para entrar na partida. Mas, quando o fez, realizou jogadas muito importantes para a vitória dos texanos. Em momento decisivos da partida, o argentino foi decisivo, como no final do último quarto, ao empatar o jogo com uma bola de três.

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Tony Parker –  32 pontos, seis rebotes e cinco assistências

Tim Duncan – 26 pontos e seis assistências

Manu Ginobili – 15 pontos e sete rebotes

Danny Green – 13 pontos e nove rebotes

Toronto Raptors

DeMar DeRozan – 29 pontos e sete rebotes

Jonas Valanciunas – 22 pontos e sete rebotes

Kyle Lorwy – 20 pontos e oito rebotes

Ed Davis – 15 pontos e 14 rebotes

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Spurs (10-3) @ Raptors (3-10) – Temporada Regular

San Antonio Spurs @ Toronto Raptors – Temporada Regular

Data: 25/11/2012

Horário: 16h00 (Horário de Brasília)

Local: Air Canada Centre

TV: NBA Pass (Sky Brasil)

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,38 (favorito) x Raptors 3,08

O San Antonio Spurs conseguiu tirar a vantagem do Indiana Pacers e vencer seu último compromisso. Apesar de ainda muito desfalcado, o time texano mostrou sua versatilidade e poder de reação em momentos adversos. Ainda sem Kawhi Leonard e Stephen Jackson, a equipe terá de, mais uma vez, provar a profundidade de seu elenco e jogo coletivo. Já os canadenses, que vêm fazendo uma temporada ruim, sofreram uma dura derrota por apenas um ponto, na sexta, contra o Detroit.

PG – Tony Parker

SG – Garry Neal

SF – Danny Green

PF – DeJuan Blair

C – Tim Duncan

Fique de Olho – O armador francês do Spurs está jogando em altíssimo nível. O técnico Gregg Popovich pediu para Tony Parker ser mais agressivo em quadra, e isso resultou em 59 pontos no último dois jogos, além de uma porcentagem de 67,5% de acerto em arremessos. Contra o time canadense, Parker possui uma média de 17,1 pontos por confronto.

PG – Kye Lorwy

SG – DeMar DeRozan

SF – Dominic McGuire

PF – Andrea Bargnani

C – Jonas Valanciunas

Fique de Olho – Bargnani teve uma atuação incrível na derrota do Raptors para o Pistons. O ala-pivô fez 34 pontos, sendo nove deles vindos de tiros de três. No total, o italiano acertou 13 arremessos de quadra. Em suas três últimas atuações, o italiano soma 81 pontos.

O triste fim de Leandrinho Barbosa

Uma das mais sérias dificuldades que pode afetar um atleta é o crescimento indiscriminado de seu ego. Milhões na conta, fama, mulheres; tudo isso colabora para que o salto cresça e a distância para o chão e a realidade também, criando um espaço no qual cair é muito perigoso. Leandrinho Barbosa parece estar cada vez mais desequilibrado no salto em que subiu após ter tido duas ou três temporadas significativas na NBA.

Barbosa já foi o melhor jogador que o Brasil produziu na entressafra olímpica entre 1996 e 2012. Chegou com méritos à NBA e ficou conhecido logo de cara pela história de simplicidade, resumida na ida aos treinos de bicicleta – ganhou inclusive um carro do astro Steve Nash. Vieram as boas partidas no Phoenix Suns, quando vinha do banco para colocar fogo nos jogos com sua velocidade e pontaria até que bem afiada. Nesse período, foi nomeado o melhor sexto homem da liga e viu sua desgraça começar junto com seu auge.

Os bons tempos de Leandrinho no Phoenix Suns são um passado cada vez mais distante

Os bons tempos de Leandrinho no Suns são um passado cada vez mais distante

Os tempos de boas temporadas regulares e playoffs dignos do Suns acabou e o conto de fadas de Leandrinho também. Algumas lesões não muito significantes e o ala-armador já não via em suas mãos o poder de incendiar partidas. Nash continuou, Amare Stoudemire saiu, o técnico Mike D’Antoni também e a magia daquela equipe que só atacava e não ganhou nada de significativo já não existia mais. Mas o ego do brasileiro já estava inflado.

Paralelamente à ascensão e à queda de Leandrinho em Phoenix, a seleção brasileira começava um trabalho de reestruturação. Uma obra na qual o coordenador – ou técnico – Rubén Magnano deixou clara sua intenção de formar um grupo e esquecer os dogmas brasileiros da individualização do basquete, centralizados na figura de Oscar. E nesse período Barbosa não defendia o Brasil por estar mais preocupado com a NBA, escolha pessoal e que não pode ser questionada. Mas que evidentemente o fez sair perdendo.

Eleito por ele mesmo como “craque” na NBA, Leandrinho chegou à Seleção para assumir, em sua cabeça, um protagonismo que não haveria de ser dele. Em um grupo que se comportava como grupo, Barbosa perdeu espaço e não soube se colocar em seu lugar na equipe. Tentou bolas impossíveis e lembrou os tempos em que o Brasil jogava para que um jogador só decidisse. Tomou bronca pública de Magnano e queimou mais sua imagem.

De volta à realidade da NBA, Leandrinho deixou o Suns antes mesmo de voltar à seleção e foi para o Toronto Raptors. Lá seria mais protagonista. Não conseguiu. Foi mal e não rendeu nada, virou quase que um problema para a franquia canadense. O fundo de seu poço foi o momento em que foi trocado para o Indiana Pacers por uma escolha de segundo round no draft. Mas o poço parecia ter em seu fundo uma mola: em Indianapolis, o brasileiro poderia tentar brilhar de novo.

Mais uma vez, ele não conseguiu. No melhor time do Pacers desde a aposentadoria de Reggie Miller, Leandrinho mais uma vez deixou de brilhar. Fez um jogo ou outro bom, nada que justificasse o investimento na renovação de seu contrato, que expirou ao fim da última temporada. Virou agente livre. Chegamos em setembro e ele ainda não tem um time na NBA. A pré-temporada está batendo na porta. Alguns sites dos Estados Unidos afirmam que o jogador quer ganhar US$ 6 milhões por temporada e gostaria de um contrato de pelo menos três anos.

Será que alguém ainda aposta suas fichas em Leandrinho?

3 pontos

– A presença de Leandrinho na Seleção é quase desnecessária. Muito mais válido ter um norte-americano como Larry focado e fechado com o grupo do que um jogador que quer aparecer mais que todo mundo.

– Scott Machado é um norte-americano com sangue brasileiro. Nasceu e cresceu lá, mas os pais são daqui. Já demonstrou ter talento e vontade de defender o Brasil. Se tiver a cabeça no lugar e aceitar o crescimento gradual na NBA, poderá ser bem importante em 2016.

– Nosso blogueiro Lucas Pastore colocou as possíveis chegadas de mais dois brasileiros à NBA. Um deles é Scott, o outro Rafael Hettsheimeir. Gostaria que o segundo ficasse mais tempo na Europa e amadurecesse seu jogo. Seria importante para ele e para a Seleção.

Calderón no Spurs: seria uma boa?

Calderón está cansado de perder em Toronto

O Toronto Raptors vive a expectativa de contratar o armador Steve Nash. Se isso acontecer, o que fazer com José Calderón? O espanhol tem mais uma temporada de contrato, mas tem um salário pomposo (10,5 mi). Para o time canadense, anistiá-lo seria a alternativa ideal.

Caso isso realmente aconteça, San Antonio Spurs, Los Angeles Lakers e Miami Heat aparecem como possíveis destinos para Calderón, informa o jornalista Marc Stein, da ESPN norte-americana.

Além das três equipes já citadas, a reportagem de Stein também afirma que o espanhol gostaria de se juntar a Luis Scola no Houston Rockets caso tenha a possibilidade de escolher seu destino no próximo ano.

Aos 30 anos, Calderón registrou médias de 10,5 pontos e 8,8 assistências durante a última temporada. No meu ponto de vista, seria um excelente reforço e um ótimo reserva para Tony Parker – que teria a oportunidade de descansar bem mais caso tivesse um suplente desse nível.

Vale lembrar que a Free Agency, período em que as franquias podem ir atrás de atletas disponíveis no mercado, começou neste domingo (1º), ou seja, muitos rumores devem pintar por aí ao longo da semana. É importante ressaltar também que esse jogadores só podem assinar um contrato a partir de 11 de julho.

E mais…

Josh Howard novamente na mira do Spurs?

Josh Howard - Utah JazzO ala Josh Howard, do Utah Jazz, quase foi contratado pelo Spurs na última temporada, mas preferiu jogar em Salt Lake City. Parece, contudo, que os texanos ainda têm interesse no atleta – pelo menos é o que afirma o jornalista Marc J. Spears, do Yahoo! Sports.

“O agente livre Josh Howard é pretendido pelo Dallas Mavericks. Utah, Lakers, Spurs, Nets e Celtics também têm interesse no jogador”, escreveu o repórter.

E Danny Green em Utah?

Danny Green - San Antonio SpursAo passo que a diretoria texana estaria interessada em Josh Howard, o Utah Jazz gostaria de contar com Danny Green. É o que escreve Briant Smith, do Salt Lake Tribune, que classifica o ala-armador como o reforço ideal para o elenco de Tyrone Corbin.

Já escrevi isso aqui no passado e escreverei novamente. Trazer Josh Howard e deixar Danny Green ir embora seria uma burrice sem tamanho. Espero que R.C. Buford abra os olhos e pense muito bem antes de fazer uma besteira dessas.

Spurs (43-8) @ Raptors (14-38) – Temporada Regular

San Antonio Spurs @ Toronto Raptors – Temporada Regular

Data: 09/02/2011

Horário: 22:00 (Horário de Brasília)

Local: Air Canada Centre

Menos de 24 horas depois de vencer o Detroit Pistons, o San Antonio Spurs entra em quadra no Canadá para enfrentar o Toronto Raptors. O time texano alcançou a terceira vitória em quatro jogos e continua com a melhor campanha da NBA. Após o retorno do ala-pivô Matt Bonner, o time texano está sem desfalques. O Raptors é o vice-lanterna da Conferência Leste; apenas à frente do recordista de derrotas consecutivas da história da Liga, o Cleveland Cavaliers.

Confrontos na Temporada (1-0)

19/01/2011 – Spurs 104 vs. 95 Raptors

O Spurs alcançou a 16ª vitória consecutiva em seus domínios, comandado pelo cestinha Manu Ginobili, com 22 pontos, e por um duplo-duplo de DeJuan Blair, 21 pontos e 11 pontos.

Foto em nba.com

San Antonio Spurs

PG – Tony Parker

SG – Manu Ginobili

SF – Richard Jefferson

PF Tim Duncan

C – DeJuan Blair

Fique de Olho Um dos pivôs mais baixos da NBA, DeJuan Blair mostra que altura nem sempre é tudo para se ter sucesso debaixo da cesta. Na partida anterior, contra o Detroit Pistons, anotou 18 pontos e 12 rebotes.

Foto em nba.com

PG – Jose Calderon

SG – DeMar DeRozan/Leandro Barbosa

SF – Sonny Weems

PF – Amir Johnson

C – Andrea Bargnani

Fique de OlhoO ala-armador brasileiro se adaptou bem à sua nova casa, sendo peça importante do time, mas vem tendo alguns problemas físicos. No seu retorno, no último jogo contra o Milwaukee Bucks, Leandrinho fez oito pontos.