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Spurs (37-14) @ Celtics (30-22) – Temporada Regular

San Antonio Spurs (37-14) @ Boston Celtics (30-22) – Temporada Regular

Data: 04/04/2012

Horário: 20h30 (Horário de Brasília)

Local: TD Garden

Eu e o Lucas Pastore debatemos ontem durante a nossa Twitcam que o San Antonio Spurs só teria boas chances contra o Boston Celtics se conseguisse uma vitória fácil sobre o Cleveland Cavaliers. O triunfo tranquilo aconteceu e Gregg Popovich conseguiu dar um descanso considerável para suas estrelas. Desta maneira, os texanos enfrentam o rival com baterias carregadas e podem brigar de igual para igual com Paul Pierce e companhia.

San Antonio Spurs

PG – Tony Parker/Patrick Mills

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – DeJuan Blair

C – Tim Duncan

Fique de Olho – O australiano Patrick Mills foi um dos destaques do Spurs na vitória sobre o Cleveland Cavaliers. O armador já parece bem à vontade no sistema de jogo de Gregg Popovich e, com 20 pontos, foi o cestinha da partida.

Boston Celtics

PG – Rajon Rondo

SG – Avery Bradley

SF – Paul Pierce

PF – Brandon Bass

C – Kevin Garnett

Fique de Olho – Rajon Rondo tem jogado muito bem e é um dos responsáveis pela arrancada do Boston Celtics nesta reta final de temporada. No domingo (1º), contra o Miami Heat, Rondo anotou um triple-double (16 pontos, 11 rebotes e 14 assistências) e ajudou sua equipe a conquistar o sexto triunfo consecutivo. Olho nele!

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Spurs (57-18) vs Celtics (52-22) – Nem Tim Duncan salva…

97X107

O cenário parecia perfeito para retornar à boa fase. Após quatro derrotas consecutivas, o San Antonio Spurs contava com a volta de Tim Duncan, recuperado de uma entorse no pé esquerdo. Além dele, Manu Ginobili e Tony Parker, que ficaram de fora do último jogo, também voltaram. No entanto, o time completo foi incapaz de derrotar o Boston Celtics – igualmente em má fase.

Foto por Alissa Hollimon/NBAE via Getty Images

O calcanhar de aquiles texano foi o terceiro quarto – como sempre. Depois de fazer um bom primeiro tempo, os comandados de Gregg Popovich cochilaram no terceiro período e cederam a virada aos verdes, que, experientes, souberam muito bem como tirar proveito. O novo revés, de quebra, acendeu o sinal vermelho em San Antonio. Antes líder isolado, o Spurs vem sendo seguido de perto pelo Los Angeles Lakers, que ontem massacrou o Dallas Mavericks e chegou a 54 vitórias em 74 jogos.

O cestinha da noite pelo lado texano na partida de ontem mais uma vez foi Tony Parker: 23 pontos e oito assistências para ele. Tim Duncan também apareceu bem. O Big Fundamental deixou a quadra com 20 pontos e 13 rebotes. Destaque negativo para o argentino Manu Ginobili, que anotou apenas nove pontos em 33 minutos.

Pelo lado do Boston Celtics, o destaque da noite foi Rajon Rondo. O armador deitou e rolou na defesa adversário e, além de marcar 22 pontos, ainda contribuiu com 14 assistências. Paul Pierce também apareceu bem e quase conquistou um triple-double: 21 pontos, 11 rebotes e sete assistências.

O próximo jogo do Spurs é hoje, contra o Houston Rockets, em Houston. Depois disso, Tim Duncan e companhia retornam para San Antonio e medem forças com o Phoenix Suns, no domingo.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 23 pontos, oito assistências, quatro rebotes e duas roubadas de bola

Tim Duncan – 20 pontos, 13 rebotes, três assistências e dois tocos

Richard Jefferson – 14 pontos e três rebotes

Tiago Splitter – Dois rebotes e um toco contra em 4:12 minutos

Boston Celtics

Rajon Rondo – 22 pontos, 14 assistências e cinco rebotes

Paul Pierce – 21 pontos, 11 rebotes e sete assistências

Kevin Garnett – 20 pontos e nove rebotes

Glen Davis – 16 pontos e oito rebotes

Spurs (29-6) @ Celtics (27-7) – Faltou o ‘Hack-a-Shaq’

Robson Kobayashi - Resumo de Jogo

103×105

Em mais uma partida nesta temporada, o Spurs começou com os mesmos titulares (Parker, Ginóbili, Jefferson, Duncan e Blair). Vencemos o bola ao alto, mas foram os donos da casa que abriram o placar com uma cesta de lance livre de Glen Davis. O Celtics manteve a liderança até o finalzinho do período, quando Richard Jefferson empatou o jogo com uma cesta de três pontos. O time de verde retomou a liderança com um arremesso de Jermaine O’neal, deixando o embate em 25×27.

Glen Davis acertou tudo (Foto: Brian Babineau/NBAE via Getty Images)

Nate Robinson abriu o segundo quarto com cinco pontos seguidos. Os texanos apertaram a defesa e conseguiram encostar no placar. Com dois ataques do armador francês Parker, o marcador ficou em 37×34. O Celtics que empatou o jogo, dessa vez a poucos segundos do intervalo. Mas, com uma bela investida de Tony Parker, fomos para os vestiários com 51-49. Foram 12 pontos do camisa 9 no período.

Rondo só faltou fazer chover (AP Photo/Michael Dwyer)

No início da segunda metade, Gregg Popovich mandou os titulares para a quadra. O placar se revezou por algumas vezes, até que o time da casa conseguiu abrir sete pontos de vantagem. Hill diminuiu com uma cesta no estouro do cronômetro, seu único arremesso certeiro na partida.

No período decisivo, os texanos correram atrás do prejuízo e logo empataram o duelo. Novamente houve alternância no placar, até que o nosso time bobeou e o Celtics abriu nove pontos de vantagem. Com 7,4 segundos para o final, Manu teve a última bola, mas foi bloqueado por Paul Pierce, fechando o jogo em 103×105. Essa foi a primeira vez que perdemos duas seguidas.

Rondo ficou a apenas quatro roubadas de bola de se juntar ao seleto grupo de jogadores que anotaram um quadruplo duplo. Na sexta-feira, o Celtics recebe o Toronto Raptors, do brasileiro Leandro Barbosa, enquanto o Spurs viaja até Indianápolis para encarar o Pacers.

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Manu Ginóbili – 24 pontos, oito rebotes e cinco roubadas de bola

Tony Parker – 18 pontos, cinco rebotes e cinco assistências

Tim Duncan – 18 pontos, cinco rebotes e dois bloqueios

Boston Celtics

Ray Allen – 31 pontos e seis assistências

Glen Davis- 23 pontos  (10-18 FG, sendo seis arremessos de fora do garrafão)

Paul Pierce – 18 pontos e sete rebotes

Rajon Rondo – 12 pontos, dez rebotes, 22 assistências e seis roubadas de bola

Anunciado os reservas para o All-Star Game

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Depois de eleitos os titulares no último dia 22, a NBA anunciou nesta quinta-feira os jogadores escolhidos para serem os reservas no Jogo das Estrelas de 2010. A votação foi realizada entre os técnicos de todas as franquias da liga e leva em conta, principalmente, o rendimento dos jogadores na atual temporada.

Entre os selecionados, serão sete estreantes. Al Horford, Gerald Wallace, Rajon Rondo e Derrick Rose, pelo Leste, e Zach Randolph, Kevin Durant e Deron Williams pelo Oeste.

O All-Star Game acontece no próximo dia 14 de fevereiro, na cidade de Dallas. Os treinadores das equipes serão os técnicos dos times de melhor campanha em cada conferência, exceto Phil Jackson, do Los Angeles Lakers, e Mike Brown, do Cleveland Cavaliers, treinadores em 2009.

Confira a lista dos reservas do Jogo das Estrelas 2010:

Leste: Derrick Rose (Bulls), Rajon Rondo (Celtics), Joe Johnson (Hawks), Paul Pierce (Celtics), Gerald Wallace (Bobcats), Chris Bosh (Raptors) e Al Horford (Hawks)

Oeste: Chris Paul (Hornets), Deron Williams (Jazz), Brandon Roy (Blazers), Kevin Durant (Thunder), Dirk Nowitzki (Mavericks), Zach Randolph (Grizzlies) e Pau Gasol (Lakers)

Gilbert Arenas é um infeliz!

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Olha aí o Arenas atirando para todos os lados...

Nenhuma palavra se encaixa melhor a Gilbert Arenas do que ‘Infeliz’! Que ele é polêmico, nós já estamos cansados de saber; que ultimamente ele vem sendo mais notado pelo seu comportamento esdrúxulo fora de quadra do que pelo seu jogo com a camisa do Washington Wizards, também. Arenas é aquele cara que viu a fama aparecer repentinamente e acabou se perdendo nela; afinal, é muito mais fácil sair por aí esbanjando e exibindo armas (?) do que jogar basquete.

Acho que a essa altura todos já devem estar sabendo da sua história envolvendo armas no vestiário do Wizards. Para quem não sabe, no entanto, vou dar uma pequena resumida. Num belo dia, mais especificamente no Natal (olha que data propícia), a NBA tomou conhecimento que o armador guardava armas no seu vestiário do Verizon Center. Como se não bastasse, fontes ligadas à equipe da capital disseram que ele chegou a apontar uma dessas pistolas para o companheiro Javaris Crittenton.

A verdade é que ninguém sabe ao certo o que aconteceu, nem o próprio Arenas. Primeiro, ele disse que o armamento estava ali para ficar longe do alcance de sua filha em casa. Depois, ele se desmentiu e afirmou que tudo era uma grande brincadeira com seus companheiros [roleta russa, será?]. Há quem diga que ele apontou a pistola [sem duplo sentido, por favor] para o Crittenton com objetivo de cobrar uma aposta de 24 mil dólares [super quantia para quem ganha US$ 16 mi por ano]. Ninguém confirmou essa versão, é verdade, mas do jeito que o ‘Agente Zero’ tem um parafuso a menos, eu não duvido nada.

Como já era de se esperar, ele foi ouvido por autoridades de Washington e deve ter levado uma comida daquelas de todo mundo ao seu redor. Assim, ele foi à imprensa e pediu desculpas, como qualquer ser humano em estado normal faria. Todavia, Arenas comprovou a tese de que esportistas em geral [90%] têm m…. na cabeça. Ontem, na vitória de sua equipe diante do Philadelphia 76ers, o jogador comemorou com seus companheiros fazendo gestos como se estivesse atirando [vide foto].

Particularmente, eu não tenho nada contra isso, até acho bem legal quando os jogadores de futebol comemoram de maneiras malucas após marcar um gol. Mas espera um pouco… o cara está sendo julgado pelas autoridades por portar armas dentro do vestiário [o que é ilegal] e sabia que o David Stern estava por um fio de suspendê-lo eternamente da NBA para se ver livre desse Problema [sim, com P maiúsculo]. Mesmo assim ele me faz um gesto desses? Ou ele está pouco se importando em jogar basquete, já que encheu o bolso de dinheiro nos últimos anos, ou simplesmente se injuriou de levar sacolada atrás de sacolada no Wizards.

De qualquer maneira, Arenas foi suspenso hoje pelo David Stern por tempo indeterminado, o que quer dizer que ele provavelmente nem voltará a jogar nessa temporada. Isso, a grosso modo, significa que ele não irá atuar nem pelo Washington Wizards nem por qualquer outra equipe da NBA. Para piorar, o jogador vem se autopromovendo com bastante frequência no twitter – ferramenta mal vista pelos manda-chuvas da liga. Assim, esse montante de coisas me leva a uma única conclusão: além de infeliz, o Arenas é burro!

Clippers vence clássico no Staples Center

Baron Davis está rindo à toa...

Quem esperava uma vitória do Los Angeles Lakers pra cima do ‘primo pobre’ da cidade caiu do cavalo. O Clippers foi bem melhor em quadra e colocou os favoritos ao título para dançar no último período. O placar final foi 102 a 91 para os ‘donos da casa’. A vitória ainda marcou a primeira do Clippers pra cima do Lakers desde o dia 12 de abril de 2007; ou seja, há quase três anos não víamos algo como isso.

O triunfo ainda coroou a boa fase dos comandados de Mike Dunleavy, que venceram quatro dos últimos cinco embates. Como eu chego em casa do trabalho por volta da meia noite, tenho acompanhado muitos jogos do Clippers e posso dizer que a equipe vem me surpreendendo positivamente até aqui. Estou ansioso para a estreia do calouro Blake Griffin, que deverá acontecer provavelmente no final de janeiro.

No jogo de hoje, mais uma vez a dupla Baron Davis e Chris Kaman deitou e rolou. Davis terminou a partida com 25 pontos e dez assistências, e Kaman contribuiu com 21 pontos e 14 rebotes. Quem carregou o piano foi o pivô Craig Smith, que foi fundamental com seus 12 pontos e seis rebotes. Pelo lado do Lakers, é impressionante a falta de padrão de jogo quando uma de suas estrelas está ausente. Sem Pau Gasol [contundido], todas as jogadas no último período foram concentradas em Kobe Bryant, que entrou faltando 6:07 no cronômetro e desperdiçou cinco chances consecutivas, tendo apenas um acerto nos arremessos de quadra – uma bandeja sem nenhum obstáculo.

Bryant fez uma boa partida, é verdade; anotou 33 pontos e distribuiu oito assistências. A derrota, no entanto, expôs mais uma vez as deficiências do Lakers. O banco de reservas é sofrível, o elenco de apoio carece de outro homem que possa decidir os jogos quando Kobe está num mau dia [no caso, num mau quarto]… Gasol faz falta, Artest não é esse homem de decisão e Odom muito menos. O resultado disso é bola na mão do #24 que ele resolve. Nem sempre isso dá certo. Se observarmos atentos o último período, veremos que Kobe Bryant foi isolado na maioria dos lances para decidir sozinho. Essa jogada, claro, é bem óbvia, tanto que foi neutralizada sem dificuldades.

O Clippers, por sua vez, vai de vento em popa em busca do oitavo lugar no oeste. Com a campanha atual, 16 vitórias e 18 derrotas, o time está em 12º na conferência. Os comandados de Mike Dunleavy estão há apenas três jogos atrás do oitavo colocado, o Oklahoma City Thunder (19-16). Contudo, a luta para conseguir um lugar ao sol deverá ser árdua. À frente do Clippers, figuram equipes boas como Memphis Grizzlies (17-17), New Orleans Hornets (17-16) e Utah Jazz (19-16). Atrás, ainda tem o interessante Sacramento Kings (14-20). Detalhe: todos, menos o Kings, estariam hoje classificados para os playoffs caso estivessem na Conferência Leste.

No melhor jogo da noite…

Quem manda comemorar antes da hora?

… o Boston Celtics arrancou uma vitória sensacional do Miami Heat. Num resumo breve, foi assim: O Heat ganhava com ligeira folga [seis pontos pelo que me recordo] até os minutos finais do quarto período. Com uma bolinha aqui e ali, o Boston utilizou sua experiência e acabou virando o jogo.

Bola vai, bola vem, a partida estava empatada com pouco mais de dois segundos no marcador. Na saída de bola, Ray Allen recebeu, mas escorregou ao tentar se livrar de Dwyane Wade. Esperto e veloz, o ala-armador roubou a laranjinha, saiu em disparada e enterrou convicto que tinha dado a vitória ao Heat.

Ledo engano! Com 0.6 no cronômetro, o Celtics pediu tempo. Doc Rivers arranjou uma jogada mirabolante na prancheta e a direcionou para Rajon Rondo. Pois é! O armador abriu espaço com o corta-luz e partiu para a ponte aérea [no melhor estilo Dwight Howard contra o Spurs], convertendo assim a cesta que levou o jogo para o tempo-extra.

No final, Ray Allen e companhia foram superiores e venceram o duelo por 102 a 106. Abaixo, você pode ver os melhores lances da partida. Incrível como a temporada já conseguiu proporcionar ótimos lances em menos de três meses.