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Spurs (2-2) vs Pelicans (2-2) – Temporada Regular

San Antonio Spurs vs New Orleans Pelicans – Temporada Regular

Data: 08/11/2014

Horário: 23h30 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,36 (favorito) vs Pelicans 3,18

Após perder para o Houston Rockets, o San Antonio Spurs tenta se recuperar, em casa, contra o New Orleans Pelicans. Na derrota para o rival texano, em confronto disputado na casa do adversário, o técnico Gregg Popovich poupou Tim Duncan e Manu Ginobili. O retorno dos dois é esperado para o confronto deste sábado. Com uma aparente “ressaca” do título, o alvinegro ainda não apresentou o basquete que o levou ao quinto anel nesta temporada. Com duas derrotas em apenas quatro jogos pela primeira vez desde 2009, o atual campeão vai precisar melhorar se quiser vencer a equipe do astro em ascensão Anthony Davis. Os donos da casa não vão contar com os contundidos Patrick Mills, Marco Belinelli e Tiago Splitter.

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PG – Tony Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – Matt Bonner

C – Tim Duncan

Fique de Olho – Retornando após descansar contra o Rockets, Tim Duncan vai precisar, mais uma vez, enganar o relógio e jogar como se estivesse no auge. Tudo isso para segurar o craque das sobrancelhas juntas do time adversário, Anthony Davis. Nos três jogos que disputou até aqui na temporada, Timmy está com médias de duplo-duplo: são 15,7 pontos e 11,7 rebotes por jogo. O espaço amostral é curto, mas nada mal para um veterano de 38 anos. No campeonato passado, ele obteve 15,1 pontos e 9,7 rebotes por exibição.

PG – Jrue Holiday

SG – Eric Gordon

SF – Tyreke Evans

PF – Anthony Davis

C – Omer Asik

Fique de Olho – Na quinta-feira, Anthony Davis ouviu sua torcida gritar “MVP, MVP, MVP” após sua apresentação de 24 pontos e 13 rebotes na vitória sobre o Charlotte Hornets. O atleta, com certeza, está jogando nesse nível. São 23,8 pontos, 13,3 rebotes e quatro tocos por jogo. Resta a ele provar que sabe jogar bem também em San Antonio. Suas aparições por lá foram discretas, com médias de 12,3 pontos e oito rebotes nos três jogos no AT&T.

Spurs (27-10) @ Hornets (9-25) – Deu zebra

88×95

O San Antonio Spurs enfrenteu o New Orleans Hornets, na noite desta segunda-feira (7), e acabou sofrendo a derrota para o time da casa, que obtém a pior a campanha da Conferência Oeste. Com a derrota –  décima na temporada – o Spurs permanece na terceira colocação de sua Conferência, atrás de Oklahoma City Thunder e Los Angeles Clippers.

Manu tentou, mas não foi páreo (Layne Murdoch/NBAE/Getty)

Manu tentou, mas não foi páreo (Layne Murdoch/NBAE/Getty)

Mão na forma

As bolas de três pontos são uma das grandes armas do Spurs na temporada. A equipe possui o quinto melhor aproveitamento da liga nesse quesito. Entretanto, contra o Hornets a equipe esteve muito mal da linha dos três, acertando apenas 29% de suas tentativas. Danny Green, um dos principais arremessadores de longa distância do elenco, errou todas as 4 tentativas e saiu de quadra zerado.

Duncan não teve vida fácil

Duncan não teve vida fácil

Nem parece lanterna

Apesar da campanha ruim, o Hornets fez uma excelente atuação e obteve todos os méritos pela vitória. Organizados defensivamente, dificilmente davam ao Spurs a oportunidade de fazer um arremesso sem contestação. No ataque, a equipe soube distribuir bem o jogo, liderados pelo armador Greivis Vasquez, que distribuiu um total de 11 assistências. O garrafão da equipe de New Orleans também foi dominante, brigando sempre pelos rebotes e pontuando com facilidade. Além disso, a equipe soube neutralizar Tony Parker e Tim Duncan, principais armas ofensivas da equipe de San Antonio, que anotaram apenas 16 e 13 pontos respectivamente, números muito abaixo de suas médias.

Manu Ginobili

O armador argentino vem tendo uma temporada atípica, longe do seu potencial. Felizmente, Manu parece estar reencontrando seu basquete, e após boa atuação contra o 76ers, onde anotou 19 pontos,   ele repetiu a dose e fez outra excelente atuação, anotando 21 pontos, distribuindo bem o jogo com 4 assistências e sempre alegrando os olhos dos torcedores com suas jogadas “tiradas da cartola”.

Dá uma chance Pop!

Nando De Colo e Patrick Mills são jovens armadores cheios de potencial e que já mostraram ter muito talento nas oportunidades que receberam. Contra o Hornets, ambos não entraram em quadra, e o reserva de Tony Parker na armação foi o contestado Gary Neal, que joga improvisado na função. Será que não tá na hora de deixar os garotos jogarem?

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Manu Ginobili – 21 pontos e 4 assistências

Tony Parker – 16 pontos e 3 assistências

Tim Duncan – 13 pontos e 8 rebotes

Kawhi Leonard – 10 pontos

New Orleans Hornets

Eric Gordon – 21 pontos e sete rebotes

Anthony Davis – 17 pontos e 9 rebotes

Greivis Vasquez – 14 pontos e 11 assistências

A nova potência da Conferência Oeste

Você ainda verá muito essa dupla durante a temporada…

O New Orleans Hornets é o time do futuro na NBA. É também o time do momento, o time da moda, ou como vocês quiserem chamar.

Digo isso por vários motivos. O primeiro deles é até meio óbvio e tem nome e sobrenome: Anthony Davis. O ala-pivô, que ajudou a Kentucky University a conquistar o título da NCAA, foi a primeira escolha do último Draft e caiu de bandeja em New Orleans.

Davis é tido por muitos como um defensor de elite, muito atlético e capaz de marcar pontos embaixo da cesta. Trata-se de um talento daqueles que aparecem uma vez a cada cinco anos (ou mais) no Draft. Ele será o pilar principal desse novo Hornets e tem tudo para ser o grande líder da equipe nos próximos anos – algo que vem sendo muito sentido depois da saída de Chris Paul.

Através do recrutamento, a franquia também pôde sanar uma de suas principais carências: a falta de um armador principal. Quando Chris Paul saiu, uma grande lacuna foi aberta. O comando do time acabou ficando com Jarrett Jack, que até é bom jogador, mas está uns dois ou três níveis abaixo de atletas como Deron Williams, Tony Parker, Derrick Rose e do próprio Paul.

Dupla dinâmica?

Com a décima escolha, o General Manager Dell Demps selecionou o badalado Austin Rivers, que, como vocês já devem saber, é filho de Doc Rivers, técnico do Boston Celtics.

Austin ainda é uma joia a ser lapidada. Apesar de pontuar com facilidade e possuir ótima velocidade, o garoto ainda precisa melhorar em alguns aspectos, principalmente no passe e na defesa. Mesmo assim, Demps acertou em cheio. Rivers é o tradicional combo guard, que pode servir tanto de armador, quanto de ala-armador.

Além dessas promessas, o Hornets ainda tem espaço salarial para fazer estrago nesta offseason. Dê uma olhada nos contratos vigentes:

  • Jarrett Jack – US$ 5,5 mi (contrato se encerra em 2013)
  • Al-Farouq Aminu – US$ 2,9 mi (team option em 2013)
  • Jason Smith – US$ 2,5 mi (contrato se encerra em 2014)
  • Xavier Henry – US$ 2,3 mi (team option em 2013)
  • Gustavo Ayon – US$ 1,5 mi (team option em 2013)
  • Greivis Vasquez – US$ 1,1 mi (team option em 2013)

Como é possível perceber, apenas seis atletas têm vínculo com o New Orleans Hornets. Nesse bolo ainda está Eric Gordon, que pode estar se despachando para o Phoenix Suns. Gordon tem uma qualifying offer e teria recebido uma proposta total de US$ 58 mi em quatro temporadas para atuar no Arizona. A franquia da Louisiana ainda pode fazer uma contra-proposta pelo jogador, mas, ao que tudo indica, ele deseja mudar de ares – o que é uma pena, porque o ala-armador cairia como uma luva nessa jovem equipe.

Se Eric Gordon realmente partir, Dell Demps, que é cria do San Antonio Spurs, terá muito dinheiro disponível para trabalhar. Para isso, será preciso analisar as necessidades do elenco, que, para mim, seriam um pivô, um ala-pivô, um ala e um armador (ou ala-armador, dependendo de como Austin Rivers irá se adaptar à NBA). Mas o que o mercado de free agents pode oferecer ao New Orleans Hornets? Há alternativas para todos os gostos – reproduzo algumas abaixo (me avisem se algum dos nomes citados já tiver um novo contrato):

Gordon jogou pouco, mas fará falta se for embora

  • Armadores – Kirk Hinrich, Andre Miller, Goran Dragic, Chauncey Billups, Ramon Sessions, Jeremy Lin, Jameer Nelson, Aaron Brooks, Raymond Felton.
  • Alas-armadores –  Ray Allen, Jason Terry, Randy Foye, Nick Young, O.J. Mayo, Louis Williams, Jamal Crawford, Danny Green, Sonny Weems, Shannon Brown, Mickael Pietrus.
  • Alas – Jeff Green, Landry Fields, Nicolas Batum.
  • Pivôs e alas-pivôs – Brandon Bass, Kris Humphries, Brook Lopez, Ian Mahinmi, JaVale McGee, Ben Wallace, Marcus Camby, Roy Hibbert, Kenyon Martin, Ersan Ilyasova, J.J. Hickson, Boris Diaw.

Além dos atletas citados, o Hornets também tem seus agentes livres. Entre eles, seria importantíssimo renovar com Chris Kaman e Carl Landry. Apesar de ser um dos melhores amigos do departamento médico, Kaman é um pivô muito habilidoso, que pode trazer qualidade de passe e arremessos de longa distância para quadra. Landry, por sua vez, é um ala-pivô baixo, mas razoavelmente bom nos rebotes e eficiente embaixo da cesta.

Anthony Davis trará uma presença defensiva melhor para essa linha de frente, mas seria interessante se Dell Demps conseguisse um jogador com o estilo de Marcus Camby: bom na retaguarda e também nos ressaltos. Disponíveis no mercado, vejo com essas mesmas características o veteraníssimo Ben Wallace e o versátil Ersan Ilyasova.

Resumo: o New Orleans Hornets tem tudo para ser uma das forças da Conferência Oeste nos próximos anos. Será preciso, no entanto, municiar os jovens recém-recrutados com atletas competentes e com relativa experiência. Acredito no bom trabalho do General Manager Dell Demps e também no técnico Monty Williams, que é um dos melhores treinadores dessa nova safra.

Jovem e competente, Monty Williams será o responsável por tentar formar uma dinastia

Pesa contra a franquia, contudo, o fato dela estar posicionada num dos chamados small markets, ou mercados pequenos se traduzirmos ao pé da letra. Mas por que? Simplesmente porque boa parte dos jogadores prefere deixar as cidades menores rumo a grandes centros, como Los Angeles e Nova York, por exemplo. Foi o que aconteceu com Chris Paul, que cansou de perder, arrumou as malas e foi para a Califórnia.

Os torcedores do Hornets têm de torcer para que essas jovens promessas tenham paciência, pois será normal ver o time perdendo nas primeiras temporadas até finalmente se acertar. Lembram do antigo Seattle SuperSonics, que depois virou Oklahoma City Thunder? Pois é, lá também foi assim. Eles começaram draftando Kevin Durant e, aos poucos, construíram uma máquina de vitórias.

O New Orleans Hornets pode ser o novo Oklahoma City Thunder, mas, volto a dizer, tem de ter muita calma e fazer o trabalho bem feito.

Spurs teria interesse em Rashard Lewis, diz jornalista

Em Orlando, Lewis teve seu último grande momento na NBA

O ala-pivô Rashard Lewis vem decaindo desde que perdeu a final da NBA para o Los Angeles Lakers, em 2009. De lá para cá, o jogador, de 32 anos, viu sua média despencar de 17,7 pontos por jogo na temporada 2008/2009 para apenas 7,8 pontos em 2011/2012.

Apesar da decadência evidente, Lewis, que recentemente foi trocado do Washington Wizards para o New Orleans Hornets e depois dispensado de seu contrato, ainda pode ser útil dentro de um contexto – principalmente com sua pontaria calibrada nos arremessos de longa distância.

De acordo com o jornalista Marc Berman, do New York Post, o atleta tem uma pequena lista de equipes prioritárias. Uma delas, segundo ele, é o San Antonio Spurs. Além dos texanos, New York Knicks, Miami Heat, Los Angeles Lakers e Atlanta Hawks também poderiam ser o próximo destino de Rashard Lewis.

A pergunta que fica, no entanto, é quanto ele aceitaria ganhar para jogar em San Antonio? Que Lewis tem talento todos nós estamos cansados de saber, mas será que ele quer encerrar a carreira ganhando o mínimo para veteranos? Será que ele vai se contentar com 0 papel de reserva? Nessa altura, até acredito que sim, mas prefiro esperar as cenas dos próximos capítulos.

Leia mais: veja quem pode chegar e quem pode deixar o San Antonio Spurs

Spurs (11-7) @ Hornets (3-14) – Timmy for the win!

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O San Antonio Spurs foi até New Orleans encarar o Hornets, lanterninha do Oeste, nesta segunda-feira (23). E quem esperava um jogo fácil viu os texanos sofrerem para conseguir a vitória, que só veio a 1,4 segundo do final, com um gancho de Tim Duncan sobre Emeka Okafor, que deu números finais à partida, 104 a 102.

De fôlego novo, Duncan foi o nome do jogo (Layne Murdoch/Getty Images)

Veterano novo em folha

O descanso dado por Popovich na partida anterior contra o Rockets parece ter feito muito bem ao veterano Tim Duncan. Com 28 pontos, The Big Fundamental desfilou toda sua categoria na New Orleans Arena. Pontuou de todos os jeitos, desde jogadas próximas ao aro, passando por arremessos da cabeça do garrafão e até fadeaways de média distância. Mas foi com um gancho em movimentação e praticamente da linha do lance livre que Timmy matou o jogo, a 1,4 segundo do estouro do cronômetro. Nem mesmo a marcação colada de Emeka Okafor o intimidou.

Noite de recorde

28 pontos: essa foi a maior marca do pivô na atual na temporada, mas o recorde que mais chamou a atenção na noite foi o de Tony Parker. O francês também esteve exuberante no ataque e distribuiu 17 assistências, maior marca na carreira. Muitas delas vieram em jogadas de pick-and-roll com Duncan, Splitter e Blair. O armador ainda completou a noite com 20 pontos.

Torres Gêmeas de volta?

Com certeza é cedo para tirar conclusões, mas ver Duncan e Splitter em quadra ao mesmo tempo me agradou muito. Esta formação foi pouquíssimo usada por Popovich na temporada passada e agora parece agradar mais ao treinador que, nos cinco minutos finais, optou por deixar os dois gigantes atuando juntos. Ter dois jogadores da altura e do porte de Splitter e Duncan pode ser uma arma interessantíssima em várias partidas, e a boa fase do brasileiro ajuda. Contra o Hornets, foram 12 pontos e seis rebotes em 23 minutos.

Nada é perfeito

Vocês devem estar se perguntando como o Spurs precisou de uma última bola a um segundo do fim para vencer o frágil Hornets, mesmo com ótimas partidas de Parker e Duncan… O problema esteve na defesa. No primeiro tempo, a equipe encontrou dificuldade para frear Carl Landry, que fez o que quis com DeJuan Blair. E durante toda a partida, o Spurs não teve resposta para Jarrett Jack. Como sabemos, Parker não é um grande defensor e não havia outro jogador com características para marcá-lo. Danny Green bem que tentou em determinados momentos, porém sofreu com a velocidade do armador e não conseguiu acompanhá-lo. Foi a primeira vez, inclusive, que a equipe da Lousianna alcançou a contagem centenária na temporada. É nessas horas que George Hill faz mais falta…

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 28 pontos e sete rebotes

Tony Parker – 20 pontos e 17 assistências

Richard Jefferson – 14 pontos (4-7 3 PT)

Tiago Splitter – 12 pontos e seis rebotes

New Orleans Hornets

Jarrett Jack – 26 pontos, seis rebotes e nove assistências

Carl Landry – 18 pontos e oito rebotes

Trevor Ariza – 18 pontos, seis rebotes e cinco assistências