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Calendário da Summer League é divulgado

A NBA divulgou o calendário da Summer League 2012 – torneio preparotório para a temporada 2012/2013 que será disputado em Las Vegas, entre os dias 13 e 22 de julho. O San Antonio Spurs possui cinco partidas agendadas na competição e fará sua estreia contra o Atlanta Hawks, no dia 15.

Chance para ver Denmon em quadra

O elenco que disputará o torneio ainda não foi divulgado, mas é possível que possamos ver Marcus Denmon – selecionado pelo Spurs com a 59ª escolha do Draft deste ano – em quadra pela primeira vez com a camisa do time de San Antonio. O armador Cory Joseph também deve acabar atuando.

Abaixo, segue o calendário com todos os jogos do San Antonio Spurs na Summer League 2012.

Domingo, 15 de Julho  – 21:00* San Antonio vs Atlanta

Terça-Feira, 17 de Julho – 19:30* San Antonio vs. LA Lakers

Quarta-Feira, 18 de Julho – 23:00* San Antonio vs LA Clippers

Sexta-Feira, 20 de Julho – 21:00* San Antonio vs Miami

Sábado, 21 de Julho – 19:00* San Antonio vs Dallas

(*Horário de Brasília)

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Reconstruindo o Spurs – As alas

Nesta sexta-feira (6), darei continuidade ao Reconstruindo o Spurs, série especial de colunas que preparei para falar sobre o elenco do San Antonio Spurs e sobre possíveis movimentações da franquia texana nesta offseason. Após analisar os armadores do plantel, chego às posições 2 e 3, as alas.

Neste ano, Gregg Popovich usou dois jovens talentosos como titulares e dois veteranos vindo do banco de reservas, o que, durante a temporada regular, ajudou a equipe a apresentar um bom basquete durante 48 minutos. No entanto, nos playoffs, alguns desses jogadores sentiram a pressão das partidas importantes e caíram de produção. Veja a análise completa deste panorama a seguir.

‘Tios’ em meio à garotada

1) O elenco

Manu Ginobili – Membro do Big Three texano, Ginobili foi prejudicado por contusões e só conseguiu jogar 34 das 66 partidas do Spurs na temporada regular, apresentando médias de 12,9 pontos (52,6% FG, 41,3% 3 PT, 87,1% FT) e 4,4 assistências em 23,3 minutos por exibição. Porém, na final da Conferência Oeste, contra o Oklahoma City Thunder, o ala-armador mostrou sua importância para a equipe e passou a anotar 18,5 pontos (44,8% FG, 33,8% 3 PT, 85,7% FT) por partida. Vale lembrar que o argentino tem contrato válido até o fim da próxima temporada.

Kawhi Leonard – Fazia tempo que um novato não causava impacto tão positivo em San Antonio. Nem mesmo George Hill, queridinho assumido de Gregg Popovich, foi titular nos playoffs em sua primeira temporada com o Spurs. Leonard se destacou por sua habilidade defensiva e ainda por cima foi melhorando seu arremesso até se tornar uma ameaça sólida do perímetro. Na última temporada, o ala assumiu a vaga no quinteto titular após a saída de Richard Jefferson e apresentou médias de 7,9 pontos (49,3% FG, 37,6% 3 PT, 77,3% FT) e 5,1 rebotes em 24 minutos por noite.

Stephen Jackson – É incrível como o Capitão se sente à vontade no Texas. O ala chegou nas últimas semanas da temporada regular na troca que enviou Jefferson para o Golden State Warriors e, aos poucos, foi encontrando seu papel na rotação do Spurs. Até que, nos playoffs, Jackson se tornou um dos principais nomes do time de San Antonio, apresentando médias de 11,8 pontos (65,7% FG, 68,0% 3 PT, 88,9% FT) e dois rebotes em 23,7 minutos por exibição na série contra o Thunder. Ainda tem mais um ano de contrato.

Danny Green – Principal surpresa do elenco texano na última temporada, Green saiu do fim do banco para ganhar a vaga de ala-armador titular após a contusão de Ginobili e tomou conta da posição, apresentando médias de 10,3 pontos (46,3% FG, 46,3% 3 PT, 81,4% FT) e 3,5 rebotes em 24,4 minutos por partida. Por isso, o jogador, que é agente livre restrito neste verão, despertou o interesse de Boston Celtics e Utah Jazz. No entanto, o atleta sentiu o peso dos playoffs, e, na pós-temporada, seus números caíram para 7,4 pontos (41,8% FG, 34,5% 3 PT, 70% FT) e 3,2 rebotes em 20,5 minutos por jogo. Mesmo assim, o Spurs, que tem o direito de igualar qualquer oferta feita pelo camisa 4, afirmou que pretende mantê-lo.

Gary Neal – Após uma animadora temporada de novato, Neal foi, na minha opinião, prejudicado em 2011/2012. Isso porque o atleta teve de ser deslocado para a função de armador reserva depois da aposentadoria de T.J. Ford, já que Cory Joseph se mostrou imaturo para a NBA. Em relação a seu primeiro campeonato na liga profissional americana, os números do camisa 14 sofreram ligeiro aumento: de 9,8 para 9,9 pontos e de 1,2 para 2,1 assistências por partida. Em compensação, o aproveitamento nos arremessos caiu de 45,1% para 43,6% e os rebotes, de 2,5 para 2,1 por jogo. No entanto, Neal segue sendo um jogador barato: o Spurs pode mantê-lo por pouco mais de US$ 850 mil na próxima temporada.

James Anderson – O jovem jogador, que pode atuar nas posições 2 e 3, sempre mostrou potencial na defesa e, principalmente, nos arremessos de três pontos. Porém, quando era novato, foi atrapalhado por uma lesão que o tirou de quase toda a temporada. Em seu segundo campeonato, teve a chance de virar titular após a lesão de Ginobili, mas não correspondeu e acabou no fim do banco em um elenco recheado de alternativas para o perímetro. Agora, provavelmente está de saída – o Spurs tinha a opção de mantê-lo por mais um ano, mas preferiu deixá-lo virar agente livre. Nesta temporada, Anderson disputou 51 das 66 partidas do time de San Antonio e apresentou médias de 3,7 pontos (37,9% FG, 27,9% 3 PT, 75,0% FT) e 1,5 rebotes em 11,8 minutos por exibição.

2) O Draft

Com somente uma escolha no tradicional recrutamento de calouros – que, por sinal, era a 59ª e penúltima – o Spurs selecionou um ala-armador que deve reforçar o elenco para a próxima temporada. Será mais um achado da franquia? Conheça-o melhor a seguir:

Marcus Denmon – Atuando em sua quarta e última temporada no basquete universitário por Missouri, Denmon apresentou médias de de 17,7 pontos (46% FG, 40,7% 3 PT, 89,6% FT) e cinco rebotes em 34,6 minutos por noite. Relatórios de olheiros feitos antes do Draft elogiavam a eficiência para pontuar, a habilidade defensiva e a inteligência do jogador em quadra, mas alertavam para sua baixa estatura para atuar na posição 2. Por isso, seu estilo é comparado ao de Eddie House. O atleta deve formar dupla de armação com Joseph na Summer League, que começa a ser disputada no próximo dia 13.

3) Na Europa

Nos Drafts dos últimos anos, o Spurs adquiriu o direito de três alas que atuam no Velho Continente. No entanto, até aqui, parece que nenhum deles reforçará o elenco já para a próxima temporada. Mesmo assim, conheça-os melhor a seguir:

Adam Hanga – Selecionado pelo Spurs na 59ª escolha do Draft de 2011, Hanga acaba de terminar sua primeira temporada no basquete espanhol atuando no Assignia Manresa. O jogador, que pode atuar nas posições 2 e 3, apresentou médias de 7,8 pontos (39,7% FG, 27,0% 3 PT, 67,0% FT) e 2,4 rebotes em 21 minutos por jogo. Aos 23 anos de idade, o húngaro foi observado pela comissão técnica da franquia texana nesta offseason.

Davis Bertans – Com apenas 19 anos de idade, o letão, que pode atuar nas posições 3 e 4, é uma das principais apostas para o futuro do Spurs. Nesta temporada, o jogador se transferiu para o Partizan, da Sérvia, e atuou em 26 partidas na competitiva Liga Adriática, apresentando médias de 3,6 pontos (41,0% FG, 36,2% 3 PT, 66,7% FT) e 1,3 rebotes em pouco menos de 14 minutos por partida. Assim como Hanga, Bertans também foi observado pela comissão técnica da franquia texana nesta offseason.

Viktor Sanikidze – Selecionado pelo Atlanta Hawks na 42ª escolha do Draft de 2004 e em seguida trocado para o Spurs, o georgiano, que pode atuar nas posições 3 e 4, chegou a despertar, neste ano, o interesse da franquia texana, que mandou uma equipe para observá-lo na Europa. No entanto, o atleta deve ficar ao menos mais uma temporada no Velho Continente. No último Campeonato Italiano, atuando com as cores do Virtus Bologna, Sanikidze apresentou médias de 12 pontos (48,1% FG, 30,4% 3 PT, 63,7% FT) e 10,9 rebotes em 32,4 minutos por exibição.

4) No mercado

Por enquanto, o Spurs foi atrás de três alas nesta offseason: Nicolas Batum, que eu considero uma ótima alternativa, Rashard Lewis, que poderia ser útil se topasse um salário razoável, e Josh Howard, que acho que não tem muito a acrescentar ao time. Confira outros que podem acabar virando opção para o time texano:

Grant Hill – O Spurs já tentou contratá-lo na última offseason. Então, porque não tentar de novo desta vez? Hill é a cara do Spurs – veterano, com bom comportamento, boa defesa e arremesso mortal do perímetro. Pode ser uma excelente reposição caso Green deixe San Antonio. Na última temporada, atuando pelo Phoenix Suns, o ala apresentou médias de 10,2 pontos e 3,5 rebotes por noite. Se tornou agente livre irrestrito no último dia 1º.

Jeff Green -É bem verdade que contratar o jogador seria uma aposta arriscada, já que Green perdeu toda a última temporada por conta de um problema cardíaco. Mas confesso que o jogador é um de meus prediletos desta lista. Sua boa capacidade defensiva e, principalmente, sua precisão nos arremessos de três pontos o tonrariam um bom substituto para Green, com um bônus: ele pode atuar improvisado como ala-pivô, o que daria mais uma alternativa interessante de small-ball para Pop, que já conta com Leonard e Jackson. O ala é agente livre irrestrito.

Shannon Brown – Outro que jogou no Phoenix Suns na última temporada. Brown, que tem uma boa defesa e um atleticismo acima do comum, poderia servir como peça de reposição caso Neal ou Green deixem o time. Na última temporada, o ala-armador, que é agente livre irrestito na offseason, apresentou médias de 11 pontos e 2,7 rebotes por jogo.

Anthony Parker – Mais um com a cara do Spurs. Parker se credencia a ser uma boa contratação para a equipe texana por ser veterano, com bom comportamento, por ter uma boa defesa de perímetro e, principalmente, por ter um arremesso preciso da linha de 3 pontos. Por isso, o jogador, que é agente livre irrestrito nesta offseason, poderia ocupar tanto a vaga de Neal quanto a de Green. Na última temporada, atuando pelo Cleveland Cavaliers, o ala-armador apresentou médias de 7,2 pontos e 2,7 rebotes por exibição.

“Sou melhor que a 59ª escolha”, afirma Denmon

In Denmon we trust. Oh, wait!

Marcus Denmon foi a escolha do San Antonio Spurs no Draft da última quinta-feira (28). Oriundo da Universidade de Missouri, o ala-armador está confiante e acredita que poderá fazer sucesso na NBA.

“Sinto que sou melhor que a 59ª escolha”, disse o jogador, em entrevista ao site Spurs Nation. Denmon realmente parece bom e sua trajetória universitária fala por ele. Em Missouri, ele registrou uma média de 17,7 pontos por jogo na última temporada e liderou sua equipe ao segundo título consecutivo da conferência Big 12.

Destaque nos arremessos de três pontos, o camisa 12 teve um aproveitamento de 40% nos tiros de longa distância em seu último ano universitário. Ainda assim, Denmon, que é considerado baixo (apenas 1,90m), está rodeado de desconfianças.

Ele terá tempo para provar seu valor durante a Summer League de Las Vegas, que começa agora no mês de julho. “Irei faminto e humilde”, disse o atleta, sobre a oportunidade de vestir a camisa preto e prata pela primeira vez.

Para R.C. Buford, o torneio irá medir o quanto Denmon está pronto para a carreira profissional. “Vamos descobrir com o tempo como ele se encaixa ao sistema da NBA”, disse o responsável por recrutar o garoto. “Nós gostamos da escolha e estamos ansiosos para trazê-lo e ver o que ele faz”, completou.

Histórico de raça

Jogador tem o aval do técnico de Missouri

Frank Haith, técnico da Universidade de Missouri, classifica seu ex-atleta como “duro e corajoso”. Para ele, a vontade de Marcus Denmon o colocará em um lugar de destaque em San Antonio. “Ele teve de jogar duro durante toda a carreira. Essa é a sua maquiagem. Para sobreviver, você precisa de vontade. Ele joga com raça”, comentou o treinador.

O ala-armador, que terá de mudar de número caso permaneça na cidade texana (Bruce Bowen teve o número 12 aposentado recentemente), acredita que um dos seus principais pontos fortes é a habilidade de usar os pick-and-rolls a seu favor.

“Acho que essa se tornou uma das minhas grandes forças”, explicou.

Por fim, Frank Haith pediu para que Gregg Popovich olhe com carinho para o seu pupilo. “Muitas pessoas devem falar do que ele é incapaz de fazer, mas cara, ele com certeza faz algo para te ajudar a vencer. Espero que alguém reconheça isso e lhe dê uma chance”, declarou o treinador.

“Nada na minha vida veio de graça. Tive de batalhar por tudo que conquistei. Sem isso, jamais teria chegado aqui”, finalizou o jogador.

Prioridade: Backcourt

Se eu fosse dirigente do San Antonio Spurs, estaria em dúvida sobre qual seria a prioridade da franquia para a próxima temporada: encontrar uma presença física e defensiva para o garrafão ou contratar reservas para as posições 1 e 2 – a chamada backcourt. Agora, com os recentes rumores em torno da equipe e com o Draft do ala-armador Marcus Denmon, é possível ver que a segunda opção é a que está em pauta.

Novo rosto em SA

Ao falar da eliminação do Spurs diante do Oklahoma City Thunder na última temporada, o blog Bola Presa fez uma análise que me pareceu correta ao comparar o atual elenco texano ao Sacramento Kings da era Chris Webber e ao Phoenix Suns da era Steve Nash. Os três times funcionavam bem no ataque e tinham bons defensores de perímetro (Doug Christie, Raja Bell e Kawhi Leonard), mas faltava uma presença ameaçadora no garrafão para proteger o aro, combater infiltrações e evitar cestas fáceis.

No entanto, concordo com os dirigentes texanos que encontrar reservas para as posições 1 e 2 seja uma prioridade mais gritante. A armação se tornou a principal carência do plantel depois da aposentadoria de T.J. FordCory Joseph ainda é imaturo para a NBA e Gary Neal mostrou que não rende bem improvisado na função. Por isso, o técnico Gregg Popovich, que obteve sucesso limitando os minutos de seus astros, não pôde fazer o mesmo com Tony Parker – o francês jogou 60 das 66 partidas da temporada regular, com média de 32 minutos por embate. O segundo colocado na lista foi Tim Duncan, com quase quatro minutos (28,2) e dois jogos a menos.

Além disso, a queda de desempenho de Danny Green nos playoffs fez com que Manu Ginobili tivesse de ficar em quadra por 30 minutos por jogo na série contra o Thunder. Parker, por 37,7. Nos últimos minutos do fatídico Jogo 6, que terminou com eliminação do Spurs, a exaustão era clara. E o primeiro passo para tentar mudar isso foi draftar Denmon.

O ala-armador vem de sua quarta e última temporada no basquete universitário. Atuando por Missouri, apresentou médias de 17,7 pontos (46% FG, 40,7% 3 PT, 89,6% FT) e cinco rebotes em 34,6 minutos por exibição. Especialistas elogiam a eficiência para pontuar e a habilidade defensiva de Denmon, mas alertam para sua baixa estatura. Alguns comparam seu estilo ao de Eddie House.

Olheiros ainda destacam a inteligência do ala-armador e dizem que ele passa bem a bola. Por isso, é possível acreditar que Denmon pode ser improvisado na armação com mais sucesso do que Neal – além de defender melhor. A versatilidade também parece estar na pauta do Spurs, que, nas próximas semanas, deve anunciar a contratação de outro combo guard: o francês Nando De Colo.

Figurinha carimbada nas últimas convocações da seleção francesa, De Colo costuma atuar na posição 2, mas se dá bem quando improvisado na armação. Na quinta-feira, o jornalista Paul Garcia, que trabalha para o site Project Spurs, viu o atleta comandar o ataque de sua equipe nacional em partida contra a Itália. E parece ter gostado:

Claro que, apesar da chegada de Denmon e da possível contratação de De Colo, não é hora de jogar tudo para o alto. Joseph pode muito bem amadurecer comandando a equipe ao lado de seu novo companheiro na Summer League – vale lembrar que ele não teve essa oportunidade no ano passado, já que a competição foi cancelada por conta do locaute. Neal e Green merecem novas chances – o primeiro foi prejudicado na última temporada jogando improvisado, enquanto o segundo é muito útil na defesa. Além disso, Patrick Mills pode ajudar se for efetivado como reserva de Parker. Por isso, é bom ver a franquia trabalhando na renovação dos contratos.

Apesar disso, não custa nada ficar atento ao mercado. A franquia texana parece estar de olho em George Hill e em Adam Hanga. Tudo de acordo com a prioridade dos dirigentes: encontrar reservas confiáveis para que Parker e Ginobili possam aproveitar valiosos minutos de descanso durante as partidas.

No Twitter, Denmon agradece oportunidade em San Antonio

Boa sorte, garoto!

O ala-armador Marcus Denmon, da Universidade do Missouri, foi draftado pelo San Antonio Spurs no recrutamento desta quinta-feira (28), mas quase ficou de fora.

A franquia texana tinha apenas a 59ª e penúltima escolha da noite. Quando as esperanças do jogador estavam acabando, veio o anúncio: Denmon vestiria o manto preto e prata.

No Twitter, o camisa 12 (Denmon terá que mudar, já que o número é aposentado em referência a Bruce Bowen) agradeceu a oportunidade e prometeu trabalhar duro.

“É uma honra!!! #Spurs”, disse ele, em um primeiro momento. Em seguida, o garoto agradeceu o apoio de amigos e familiares (veja abaixo a foto do celular dele com mais de 200 mensagens recebidas). “Orgulhoso de fazer parte de uma grande franquia. Sou abençoado; nem consigo dormir. Estou empolgado com a oportunidade e pronto para trabalhar”, completou.

Apesar da alegria, Denmon terá de dar duro para conseguir espaço em San Antonio. Será que ele tomará o lugar de Gary Neal, que atualmente está em baixa? Primeiramente, vamos ver como ele se sairá na Summer League de Las Vegas, onde poderemos vê-lo atuar com mais calma.

Denmon parece ser bem querido…