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“Jogo do finalmente” reacende expectativas do Magic

Arenas brilhou contra o San Antonio Spurs

A noite de quinta-feira será rapidamente esquecida em San Antonio. O San Antonio Spurs, equipe comandada pelo técnico Gregg Popovich, foi derrotado pelo Orlando Magic por 123 a 101.

Um dos destaques da noite, o armador Gilbert Arenas, do Magic, classificou a partida como o “jogo do finalmente”. O polêmico Arenas, que passou parte da última temporada suspenso após carregar armas de fogo no vestiário do Washington Wizards, anotou 14 pontos, pegou seis rebotes e distribuiu nove assistências. Tudo isso em apenas 28 minutos.

“Tenho esperado por isso desde novembro”, declarou o atleta, que se beneficiou do excesso de faltas cometidas por Jameer Nelson, armador titular do Magic. “Ele mudou o cenário do jogo no primeiro tempo”, analisou Gregg Popovich. “Estávamos bem e o duelo estava lá e cá, mas aí ele entrou e fez duas ou três cestas que abriram larga vantagem”, completou o técnico.

Outro que fez a diferença foi Dwight Howard. Soberano em quadra, o Superman marcou 29 pontos e coletou 14 rebotes. O desempenho destacado arrancou elogios do ala-pivô Tim Duncan. “Dwight foi muito consistente ao longo da noite”, observou Timmy. “Ele foi bem debaixo da cesta e nos afetou muito com sua defesa”, pontuou.

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Gilbert Arenas é um infeliz!

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Olha aí o Arenas atirando para todos os lados...

Nenhuma palavra se encaixa melhor a Gilbert Arenas do que ‘Infeliz’! Que ele é polêmico, nós já estamos cansados de saber; que ultimamente ele vem sendo mais notado pelo seu comportamento esdrúxulo fora de quadra do que pelo seu jogo com a camisa do Washington Wizards, também. Arenas é aquele cara que viu a fama aparecer repentinamente e acabou se perdendo nela; afinal, é muito mais fácil sair por aí esbanjando e exibindo armas (?) do que jogar basquete.

Acho que a essa altura todos já devem estar sabendo da sua história envolvendo armas no vestiário do Wizards. Para quem não sabe, no entanto, vou dar uma pequena resumida. Num belo dia, mais especificamente no Natal (olha que data propícia), a NBA tomou conhecimento que o armador guardava armas no seu vestiário do Verizon Center. Como se não bastasse, fontes ligadas à equipe da capital disseram que ele chegou a apontar uma dessas pistolas para o companheiro Javaris Crittenton.

A verdade é que ninguém sabe ao certo o que aconteceu, nem o próprio Arenas. Primeiro, ele disse que o armamento estava ali para ficar longe do alcance de sua filha em casa. Depois, ele se desmentiu e afirmou que tudo era uma grande brincadeira com seus companheiros [roleta russa, será?]. Há quem diga que ele apontou a pistola [sem duplo sentido, por favor] para o Crittenton com objetivo de cobrar uma aposta de 24 mil dólares [super quantia para quem ganha US$ 16 mi por ano]. Ninguém confirmou essa versão, é verdade, mas do jeito que o ‘Agente Zero’ tem um parafuso a menos, eu não duvido nada.

Como já era de se esperar, ele foi ouvido por autoridades de Washington e deve ter levado uma comida daquelas de todo mundo ao seu redor. Assim, ele foi à imprensa e pediu desculpas, como qualquer ser humano em estado normal faria. Todavia, Arenas comprovou a tese de que esportistas em geral [90%] têm m…. na cabeça. Ontem, na vitória de sua equipe diante do Philadelphia 76ers, o jogador comemorou com seus companheiros fazendo gestos como se estivesse atirando [vide foto].

Particularmente, eu não tenho nada contra isso, até acho bem legal quando os jogadores de futebol comemoram de maneiras malucas após marcar um gol. Mas espera um pouco… o cara está sendo julgado pelas autoridades por portar armas dentro do vestiário [o que é ilegal] e sabia que o David Stern estava por um fio de suspendê-lo eternamente da NBA para se ver livre desse Problema [sim, com P maiúsculo]. Mesmo assim ele me faz um gesto desses? Ou ele está pouco se importando em jogar basquete, já que encheu o bolso de dinheiro nos últimos anos, ou simplesmente se injuriou de levar sacolada atrás de sacolada no Wizards.

De qualquer maneira, Arenas foi suspenso hoje pelo David Stern por tempo indeterminado, o que quer dizer que ele provavelmente nem voltará a jogar nessa temporada. Isso, a grosso modo, significa que ele não irá atuar nem pelo Washington Wizards nem por qualquer outra equipe da NBA. Para piorar, o jogador vem se autopromovendo com bastante frequência no twitter – ferramenta mal vista pelos manda-chuvas da liga. Assim, esse montante de coisas me leva a uma única conclusão: além de infeliz, o Arenas é burro!

Clippers vence clássico no Staples Center

Baron Davis está rindo à toa...

Quem esperava uma vitória do Los Angeles Lakers pra cima do ‘primo pobre’ da cidade caiu do cavalo. O Clippers foi bem melhor em quadra e colocou os favoritos ao título para dançar no último período. O placar final foi 102 a 91 para os ‘donos da casa’. A vitória ainda marcou a primeira do Clippers pra cima do Lakers desde o dia 12 de abril de 2007; ou seja, há quase três anos não víamos algo como isso.

O triunfo ainda coroou a boa fase dos comandados de Mike Dunleavy, que venceram quatro dos últimos cinco embates. Como eu chego em casa do trabalho por volta da meia noite, tenho acompanhado muitos jogos do Clippers e posso dizer que a equipe vem me surpreendendo positivamente até aqui. Estou ansioso para a estreia do calouro Blake Griffin, que deverá acontecer provavelmente no final de janeiro.

No jogo de hoje, mais uma vez a dupla Baron Davis e Chris Kaman deitou e rolou. Davis terminou a partida com 25 pontos e dez assistências, e Kaman contribuiu com 21 pontos e 14 rebotes. Quem carregou o piano foi o pivô Craig Smith, que foi fundamental com seus 12 pontos e seis rebotes. Pelo lado do Lakers, é impressionante a falta de padrão de jogo quando uma de suas estrelas está ausente. Sem Pau Gasol [contundido], todas as jogadas no último período foram concentradas em Kobe Bryant, que entrou faltando 6:07 no cronômetro e desperdiçou cinco chances consecutivas, tendo apenas um acerto nos arremessos de quadra – uma bandeja sem nenhum obstáculo.

Bryant fez uma boa partida, é verdade; anotou 33 pontos e distribuiu oito assistências. A derrota, no entanto, expôs mais uma vez as deficiências do Lakers. O banco de reservas é sofrível, o elenco de apoio carece de outro homem que possa decidir os jogos quando Kobe está num mau dia [no caso, num mau quarto]… Gasol faz falta, Artest não é esse homem de decisão e Odom muito menos. O resultado disso é bola na mão do #24 que ele resolve. Nem sempre isso dá certo. Se observarmos atentos o último período, veremos que Kobe Bryant foi isolado na maioria dos lances para decidir sozinho. Essa jogada, claro, é bem óbvia, tanto que foi neutralizada sem dificuldades.

O Clippers, por sua vez, vai de vento em popa em busca do oitavo lugar no oeste. Com a campanha atual, 16 vitórias e 18 derrotas, o time está em 12º na conferência. Os comandados de Mike Dunleavy estão há apenas três jogos atrás do oitavo colocado, o Oklahoma City Thunder (19-16). Contudo, a luta para conseguir um lugar ao sol deverá ser árdua. À frente do Clippers, figuram equipes boas como Memphis Grizzlies (17-17), New Orleans Hornets (17-16) e Utah Jazz (19-16). Atrás, ainda tem o interessante Sacramento Kings (14-20). Detalhe: todos, menos o Kings, estariam hoje classificados para os playoffs caso estivessem na Conferência Leste.

No melhor jogo da noite…

Quem manda comemorar antes da hora?

… o Boston Celtics arrancou uma vitória sensacional do Miami Heat. Num resumo breve, foi assim: O Heat ganhava com ligeira folga [seis pontos pelo que me recordo] até os minutos finais do quarto período. Com uma bolinha aqui e ali, o Boston utilizou sua experiência e acabou virando o jogo.

Bola vai, bola vem, a partida estava empatada com pouco mais de dois segundos no marcador. Na saída de bola, Ray Allen recebeu, mas escorregou ao tentar se livrar de Dwyane Wade. Esperto e veloz, o ala-armador roubou a laranjinha, saiu em disparada e enterrou convicto que tinha dado a vitória ao Heat.

Ledo engano! Com 0.6 no cronômetro, o Celtics pediu tempo. Doc Rivers arranjou uma jogada mirabolante na prancheta e a direcionou para Rajon Rondo. Pois é! O armador abriu espaço com o corta-luz e partiu para a ponte aérea [no melhor estilo Dwight Howard contra o Spurs], convertendo assim a cesta que levou o jogo para o tempo-extra.

No final, Ray Allen e companhia foram superiores e venceram o duelo por 102 a 106. Abaixo, você pode ver os melhores lances da partida. Incrível como a temporada já conseguiu proporcionar ótimos lances em menos de três meses.

Gripe de Ginobili atinge resto do elenco

Gripe pegou Manu Ginobili de jeito... (AP Photo/Ann Heisenfelt)

A gripe que tirou o sono e provocou dores no argentino Manu Ginobili parece que está começando a se espalhar pelo restante do elenco do San Antonio Spurs. Alguns companheiros do ala reclamaram para o departamento médico alegando sintomas parecidos com os sentidos pelo argentino nos últimos dias, como dores de garganta e de cabeça.

Os principais afetados até aqui foram o ala-pivô Matt Bonner, que está machucado, e o ala Marcus Haislip, que pouco entra em quadra. No entanto, os técnicos têm se preocupado porque, além de Ginobili, o armador titular Tony Parker também estava pigarreando e tossindo após a derrota de ontem diante do Toronto Raptors.

“Eu vou descansar bastante e tentar dormir”, afirmou Manu. “Eu preciso dormir. Não sei que diabos está acontecendo, mas eu não tenho conseguido dormir bem”, reclamou. “Devo ver os médicos quando eu voltar para casa. Vai depender de como eu dormir e de como eu vou me sentir amanhã”, completou.

Matt Bonner disse que sua visita a Toronto, onde jogou suas duas primeiras temporadas, foi arruinada pela doença. “Eu tive febre e dor de garganta. Isso estragou minha visita, porque tudo o que fiz foi ficar na cama. É tudo culpa do Manu”, brincou. “Sentei perto dele outro dia e tenho certeza que peguei essa gripe por causa disso”, finalizou.

Essas brincadeiras geram um desconforto no argentino, que sabe que seus companheiros têm ficado doentes por sua causa. “O time basicamente está sofrendo por causa da gripe”, disse. “Todo mundo está me culpando porque eu fui o primeiro [a ficar enfermo]. Todos me culpam, mas nem eu sei como contraí isso”, completou.

Para Mason, conduta de Gilbert Arenas é inaceitável

O ala Roger Mason Jr jogou duas temporadas no Washington Wizards. Esse tempo foi suficiente para conhecer de perto o polêmico Gilbert Arenas.

Para Mason, o caso em que Arenas e o reserva Javaris Crittenton pegaram em armas antes de um treinamento em Washington foi pouco surpreendente. “Infelizmente, não estou surpreso”, disse o jogador. “E mais, estou muito desapontado para dizer a verdade. Por mais que todos sejamos humanos e cometemos erros, existem coisas que são inaceitáveis; essa é uma delas”, completou.

Mason, no entanto, considera o ex-companheiro uma grande pessoa e um legítimo brincalhão. Para ele, “não podemos querer apressar o julgamento. Em primeiro lugar, temos que esperar o processo se desdobrar. Se for comprovado que isso realmente aconteceu, aí eu direi que estou muito decepcionado”, finalizou.