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Spurs (2) vs Clippers (1) – 39 anos, vitória e festa

100×73

Não deu para o Los Angeles Clippers. No primeiro jogo entre a equipe da Califórnia e o San Antonio Spurs no Texas nesta pós-temporada, os comandados de Gregg Popovich deram um show e massacraram o adversário, vencendo pelo placar de 100 a 73 e assumindo a liderança da série, disputada em melhor de sete jogos e válida pela primeira rodada dos playoffs da Conferência Oeste. Vamos ao que de melhor aconteceu na partida.

Aniversariante Tim Duncan fez a festa (Reprodução/nba.com/spurs)

39? Parece 29!

O jogo ocorreu na sexta-feira, mas aqui no Brasil terminou no sábado, então vale. O mito-ala-pivô Tim Duncan completa 39 anos de idade nesta data. Quase quatro décadas nas costas e ainda é âncora defensiva de um time que atropela adversários e se coloca sempre entre os favoritos. Na vitória sobre o Clippers, foram apenas quatro pontos, mas colaboração essencial com quatro assistências, além de ótimo posicionamento defensivo que rendeu sete rebotes e três tocos. Vida longa ao histórico craque da franquia de San Antonio!

Leonard se destacou de novo (Reprodução/nba.com/spurs)

39? O futuro já está aí!

Se Duncan está mais perto de sua aposentadoria a cada jogo que passa, o Spurs já sabe quem irá carregar o bastão. Foram 32 pontos (13-18 FG), três roubos de bola e dois bloqueios, além de quatro rebotes. Com você, o futuro. Com vocês, o atual MVP das Finais e Jogador de Defesa do Ano. Com vocês, Kawhi Leonard. Mais uma vez, o ala mostrou toda sua versatilidade ao variar a defesa em diversos adversários, além de assumir papel decisivo no ataque diante de uma atuação ofensiva abaixo da média do resto da equipe. O futuro, amigos, já chegou.

39? Não, só 12 mesmo. Preocupante…

Duncan foi ótimo na defesa, mas foi pouco acionado no ataque, com apenas seis arremessos tentados. Ok, trata-se da estratégia para não esbarrar em DeAndre Jordan, como ocorreu no primeiro jogo. Mas preocupa o fato de Tony Parker e Manu Ginobili terem somado somente oito pontos na partida desta sexta.

O francês foi bem mal, com 11 arremessos tentados e apenas três convertidos ao longo da partida contra o Clippers. Já o argentino atuou pouco tempo e fez apenas dois pontos no confronto, mas colaborou bem com seis rebotes, seis assistências e dois tocos. De qualquer modo, as estrelas – principalmente o armador – precisam entrar mais no jogo.

39? Queremos só 3, vai…

Com a vitória, o Spurs assume a liderança na série, abrindo 2 a 1 sobre os californianos. Fator ótimo, já que o Clippers terá que se jogar ao ataque para recuperar o mando de quadra roubado pelo alvinegro em Los Angeles. Se mantiver a intensidade defensiva da terceira partida, o time texano fecha a série facilmente. Com outra vitória, será só focar no próximo adversário, basicamente. E tem cheiro de foguete decolando rumo a San Antonio…

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Kawhi Leonard – 32 pontos, 4 rebotes, 3 roubos de bola e 2 bloqueios

Boris Diaw – 15 pontos

Danny Green – 11 pontos

Los Angeles Clippers

Blake Griffin – 14 pontos, 10 rebotes e 5 assistências

Spurs (1) @ Clippers (1) – Tem que ter coração forte

111×107

Placar apertado, viradas espetáculares, acertos e erros em momentos cruciais e emoções à flor da pele! O embate entre San Antonio Spurs e Los Angeles Clippers, disputado na última quarta-feira (22), na Califórnia, teve tudo o que se espera de um confronto de playoff. Tim Duncan colocou a bola embaixo do braço e comandou a equipe texana na vitória suada pelo placar de 111 a 107 que veio na prorrogação. Patrick Mills apareceu na hora certa e, mesmo com os esforços de Blake Griffin e companhia, o alvinegro saiu de quadra com o triunfo, empatando a série e fazendo com que o duelo seja o único entre todos os jogos da primeira rodada deste ano que não ficou 2 a 0. Confira, abaixo, os destaques da partida:

Duncan e Mills foram fundamentais nos momentos mais difíceis (Reprodução/nba.com/spurs)

Defesa e passes

A partida começou equilibrada, com ambas as equipes fazendo seus pontos, mas, dessa vez, vimos um Spurs completamente diferente do que no Jogo 1. Um desses fatores foi a volta aparentemente definitiva de Tiago Splitter, que vem de lesão na panturrilha direita. O brasileiro começou no quinteto titular e jogou o dobro de minutos do que no primeiro duelo. A troca de passes foi eficiente entre Tim Duncan, Kawhi Leonard e o pivô no ataque, e com Tony Parker, Danny Green e o ala concentrados no perímetro. Além disso, a dupla titular fechando o garrafão e dificultando a vida de Chris Paul e Blake Griffin foi outro ponto que ajudou o time preto e prata a encerrar o primeiro quarto vencendo pelo placar de 28 a 24.

Parker saiu com dores (Reprodução/nba.com/spurs)

Equilíbrio 

O Spurs saiu na frente dos mandantes nos dois quartos iniciais do confronto e chegou a abrir dez pontos de vantagem em determinado ponto do terceiro período, mas o Clippers soube responder à altura as investidas por meio das cravadas de Blake Griffin e da força de DeAndre Jordan, vencendo os dois últimos quartos por 27 a 25 e 20 a 17, respectivamente. No minuto final, após Mills converter seu lance livre, o jogo ficou empatado em 94 a 94 faltando 8,6 segundos para o fim e com o Clippers tendo a posse de bola. Porém, Chris Paul errou o arremesso, e o jogo seguiu para a prorrogação.

Coração forte

Parecia que um desastre iria acontecer entre os minutos finais do último quarto e a prorrogação. Isso porque tudo começou a dar errado para o time de San Antonio.

Com a partida apertada nos cinco minutos finais do tempo normal, Gregg Popovich orientou seus comandados a fazerem o Hack-a-Jordan, mas a equipe parou de fazer pontos e foi surpreendida quando o Clippers apertou no placar e o pivô adversário acertou seus lances livres em momentos cruciais. Para piorar, Manu Ginobili, que nessa altura da partida já contabilizava cinco faltas, foi expulso após chegar à sexta. Tony Parker sentiu o tornozelo, foi mancando para o vestiário e não voltou mais para a partida. O Big Three se resumiu a The Big Fundamental, que já jogara mais de 40 minutos. O que seria do alvinegro no tempo extra? Felizmente, Patty Mills entrou em quadra e respondeu essa pergunta.

Com habilidade e sintonia fantástica entre Mills, Leonard e Duncan, o Spurs foi para a prorrogação com fome de bola. O armador foi crucial acertando uma cesta de três logo nos segundos iniciais da etapa complementar. O ala-pivô fechou o garrafão e, após pegar um rebote na área pintada adversária, chegou a mais um duplo-duplo na carreira, terminando o jogo com 28 pontos e 11 ressaltos. Com o confronto empatado em 101 a 101, O australiano acelerou o ritmo após erro de Matt Barnes, pontuou e em seguida fez um passe perfeito para que o ala deixasse o alvinegro na frente por seis pontos. O Clippers voltou a reagir, mas a frieza da equipe de San Antonio na defesa somado com os erros de Griffin garantiram a vitória por 111 a 107. Com o triunfo, o alvinegro roubou o mando de quadra.

Na história

Nesta partida, Tim Duncan ultrapassou a marca de 5.000 pontos nos playoffs, se tornando o quinto jogador na história a conseguir este feito, atrás apenas de Michael Jordan, Kareem Abdul-Jabbar, Kobe Bryant e Shaquille O’Neal. Tornou-se também o terceiro jogador mais velho na história da liga a fazer mais de 20 pontos e pegar mais de dez rebotes em um jogo de pós-temporada. Os únicos que atingiram esta marca com idade superior à do camisa 21 na história da liga profissional americana foram Karl Malone e Kareem Abdul-Jabbar.

Um fato curioso: desde que Gregg Popovich assumiu o Spurs, o time texano nunca começou uma série de primeira rodada dos playoffs perdendo de 2 a 0.

 Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 28 pontos e 11 rebotes

Kawhi Leonard – 23 pontos e 9 rebotes

Patty Mills – 18 pontos

Boris Diaw – 12 pontos e 9 rebotes

Los Angeles Clippers

Blake Griffin – 29 pontos, 12 rebotes e 11 assistências

Chris Paul – 21 pontos, 8 rebotes e 7 assistências

DeAndre Jordan – 20 pontos e 15 rebotes

J. J. Redick – 16 pontos

Jamal Crawford – 11 pontos

Spurs (0) @ Clippers (1) – Engolidos

92×107

O San Antonio Spurs enfrentou, na noite deste domingo (19), o Los Angeles Clippers, no Staples Center, casa do adversário, e saiu de quadra derrotado. Com grande atuação de seus astros, o time da Califórnia não tomou conhecimento dos atuais campeões da NBA e impôs uma dolorosa derrota na primeira partida da série, válida pela primeira fase dos playoffs da Conferência Oeste. Confira, a seguir, aos principais pontos deste confronto:

Bóris Diaw teve noite apagada (Reprodução/nba.com/spurs)

Bóris Diaw teve noite apagada (Reprodução/nba.com/spurs)

Atropelo

Não houve perdão e não houve chance. Após fraco primeiro quarto, o Spurs até que chegou perto de uma possível vitória. Começou a segunda parcial muito bem e se aproximou, ficando na frente do placar na metade do mesmo período. Entretando, a partir desse momento, os texanos começaram a jogar mal novamente, sendo essa atuação extendida até o fim da partida. Chris Paul e Blake Griffin dominaram no ataque, e DeAndre Jordan foi um defensor incasável. Até mesmo a tática do hack-a-Jordan não teve efeito. Com a partida deste domingo, fica a interrogação sobre a capacidade dos alvinegros conseguirem alguma vitória fora de casa, já que o Staples Center parecia um inferno durante o primeiro confronto dos playoffs.

Duncan anotou mais um double-double em playoffs (Reprodução/nba.com/spurs)

Sem perímetro, sem vitória

Não desmerecendo o time adversário e a partida impecável que realizaram. Muito da falta de atitude do perímetro foi por contra da defesa californiana. Porém, o time texano deixou muito a desejar na área que mais domina: o toque de bola. O resultado: arremessos totalmente desequilibrados e marcados, bolas mal passadas e uma mira muito aquém do que pode ser feito. O alvinegro teve somente dez acertos de bolas de três em 33 tentativas. Muito pouco para uma equipe que sabe como ninguém utilizar o perímetro para marcar uma grande parcela dos seus pontos.

Faltou um brasileiro

A defesa, dentro do garrafão, foi um ponto fraco. Com Aron Baynes dentro da área pintada, Blake Griffin deitou e rolou, conseguindo até duas cravadas espetaculares sobre o australiano. O pivô é um ótimo reserva para Tiago Splitter, entretando, em uma partida como essas, contra um garrafão poderoso no ataque, a má condição física do brasileiro foi sentida.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Kawhi Leonard – 18 pontos e 6 rebotes

Tim Duncan – 11 pontos e 11 rebotes

Marco Belinelli – 11 pontos

Manu Ginobili – 10 pontos e 6 assistências

Tony Parker – 10 pontos

Los Angeles Clippers

Chris Paul – 32 pontos, 7 rebotes e 6 assistências

Blake Griffin – 26 pontos, 12 rebotes e 6 assistências

Jamal Crawford – 17 pontos

J.J. Redick – 10 pontos

DeAndre Jordan – 9 pontos e 14 rebotes

Spurs (55-26) vs Suns (39-42) – Segundo lugar

107×91

O San Antonio Spurs está mais vivo do que nunca na disputa pela segunda colocação da Conferência Oeste. Neste domingo (12), a equipe texana recebeu o Phoenix Suns no AT&T Center e venceu o adversário por 107 a 91, resultado que enfim a colocou na vice-liderança. Agora, caso supere o New Orleans Pelicans, fora de casa, na quarta-feira, em seu último compromisso na temporada regular, o alvinegro tem grandes chances de terminar sua campanha nesta posição. Vamos, a seguir, aos destaques do confronto.

Tim Duncan fez história mais uma vez (Reprodução/nba.com/spurs)

Fazendo história – I

Nas incansáveis e pouco produtivas discussões para escolher o melhor ala-pivô de todos os tempos, Tim Duncan e Kevin Garnett têm suas legiões de defensores ferrenhos. Pois bem; os que argumentam a favor de The Big Fundamental ganharam mais um trunfo nesta segunda-feira. O astro do Spurs deixou a quadra com 22 pontos (7-11 FG, 8-9 FT), dez pontos, quatro assistências, dois tocos e duas roubadas de bola em 25:51 minutos e chegou à marca de 25.955 pontos na carreira, ultrapassando o ídolo do Minnesota Timberwolves e assumindo a 14ª colocação geral na história da NBA. Uma verdadeira lenda!

Danny Green bateu recorde (Reprodução/nba.com/spurs)

Fazendo história – II

Depois de deixar a quadra zerado na vitória sobre o Houston Rockets, na sexta-feira, Danny Green anotou 12 pontos (3-7 FG, 3-6 3 PT, 3-3 FT) e três assistências em 30:56 minutos no triunfo sobre o Suns. Com as três bolas de longa distância convertidas no confronto, o ala-armador atingiu a marca de 191 neste campeonato, recorde da franquia texana. Boa, garoto!

Voltem, titulares!

Uma das poucas preocupações dos torcedores do Spurs em meio à recente boa fase da equipe em quadra diz respeito à saúde de dois de seus titulares. Tony Parker voltou a ter atuação abaixo do que se espera dele, anotando somente dez pontos (5-10 FG, 0-1 3 PT) e cinco assistências em 26:10 minutos. Tiago Splitter, por sua vez, perdeu seu quinto jogo consecutivo por conta de uma lesão na panturrilha.

O show tem que continuar

Dono da melhor sequência da NBA com vantagem – são 11 triunfos consecutivos, contra cinco de Indiana Pacers e Los Angeles Clippers, vice-líderes na estatística – e vencedor de 21 dos seus últimos 24 compromissos. Mesmo com a grande fase, o Spurs precisa vencer sua partida na quarta-feira, contra o Pelicans, fora de casa, para ter chances de terminar a temporada com a segunda colocação na Conferência Oeste. Terá pernas para isso?

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 22 pontos,10 rebotes, 4 assistências, 2 tocos e 2 roubos de bola

Kawhi Leonard – 18 pontos e 9 rebotes

Cory Joseph – 13 pontos, 4 assistências e 4 rebotes

Marco Belinelli – 13 pontos e 4 rebotes

Danny Green – 12 pontos e 3 assistências

Tony Parker – 10 pontos e 5 assistências

Phoenix Suns

Gerald Green – 23 pontos e 4 rebotes

Eric Bledsoe – 20 pontos, 10 assistências e 4 rebotes

Markieff Morris – 12 pontos e 5 rebotes

Archie Goodwin – 11 pontos e 4 rebotes

Spurs (54-26) @ Rockets (53-26) – Vingança nunca é plena

104×103 

Sedento pela vingança após ser superado pelo San Antonio Spurs na última quarta-feira (9), o Houston Rockets levou um balde de água fria ao novamente sucumbir diante do embalado alvinegro, nesta sexta-feira (11), pelo placar de 104 a 103. Com uma atuação soberba de Tim Duncan, a equipe comandada pelo técnico Gregg Popovich não se intimidou com os mais de 18 mil torcedores presentes no Toyota Center, casa do rival, e repetiu o triunfo sobre um adversário direto na tabela de classificação. Vamos aos principais pontos do duelo.

Mão direita de Duncan selou o resultado final da partida em Houston (Reprodução/nba.com/spurs)

Como o vinho

A duas semanas de completar 39 anos de idade – e em sua 18ª temporada na NBA -, Tim Duncan segue atuando em alto nível, aliando técnica refinada e presença em momentos fundamentais. O ala-pivô acertou 12 dos 15 arremessos de quadra que tentou, contabilizou 29 pontos e dez rebotes, e coroou a atuação de gala com um toco determinante em James Harden no último lance da partida. O barbudo poderia ter dado a vitória ao time da casa, mas viu sua bandeja ser interrompida pela mão direita do camisa 21, em jogada que pode ter mudado os rumos da temporada de ambas as equipes.

Subindo e subindo

Spurs at Rockets 4/10/15

Lenda em ação (Reprodução/nba.com/spurs)

O triunfo desta sexta foi o décimo seguido do Spurs, que, depois de passar quase toda a temporada rodando a sétima colocação da Conferência Oeste, agora aparece em terceiro lugar, com apenas meio jogo de desvantagem para o vice-líder Memphis Grizzlies. Já o Rockets, após duas derrotas seguidas, caiu para uma indigesta sexta posição e hoje seria os adversário de Duncan e companhia na primeira rodada dos playoffs. Está equilibrado ou não está?

O hack voltou

A estratégia de Popovich era bem clara: deixar James Harden fora do jogo. Para, isso o treinador não poupou estratégias, recorrendo até mesmo ao polêmico hack durante o segundo tempo. A tática de cometer faltas intencionais para levar um jogador de mau aproveitamento para a linha de lance livre, comumente usada nos anos 2000 contra Shaquille O’Neal, teve como vítima o ala-pivô adversário Josh Smith, que ostenta um aproveitamento nada positivo de 49,5% neste fundamento na temporada.

Os resultados foram 26 tiros livres cobrados pelo ala, com apenas 12 convertidos – 46,2% de acerto – e um Harden longe da bola como arquitetou o treinador.

Muitos discutem sobre a moralidade do uso do hack na NBA, alegando que o artifício é antidesportivo e deixa a partida feia e monótona. Fato é que as regras não proíbem a ação, e ela segue sendo utilizada com muita destreza por Popovich e sua trupe. Não se espantem se vermos mais disso ao longo dos playoffs, especialmente em caso de possíveis confrontos contra o próprio Rockets ou contra o Los Angeles Clippers (DeAndre Jordan sustenta medonhos 39,3% de aproveitamento nos lances livres).

Na hora certa

Depois de perder o início da temporada se recuperando de lesão, Patty Mills ainda sofre com a irregularidade no ano, mas nesta sexta ele fez aquilo que se espera dele. Em apenas 11 minutos de ação, registrou 14 pontos, colocando fogo no jogo com suas bolas de três. Foram três arremessos certeiros de longa distância em momentos cruciais do duelo. Com as atuações tímidas de Tony Parker, atormentado por lesões, ao longo dos últimos confrontos, ter o australiano em boa forma será ainda mais importante no mata-mata.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 29 pontos, 10 rebotes e 3 bloqueios

Kawhi Leonard – 18 pontos, 9 rebotes e 4 roubos de bola

Patty Mills – 14 pontos

Houston Rockets

Josh Smith – 20 pontos e 6 rebotes

Trevos Ariza – 19 pontos

James Harden – 16 pontos e 10 assistências

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