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Spurs (34-23) @ Blazers (37-19) – Luz amarela

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95×111

O San Antonio Spurs continua sem vencer desde o all-star break. Ontem (25), a equipe texana somou seu quarto revés consecutivo ao ser superado pelo Portland Trail Blazers por 111 a 95, no Moda Center. O resultado decretou a primeira Rodeo Road Trip negativa na história da franquia – restando dois jogos , o alvinegro soma cinco derrotas em sete jogos na estrada. O penúltimo jogo da sequência na estrada será na sexta-feira, diante do Sacramento Kings. Vamos aos destaques da partida:

Spurs at Trail Blazers 2/25/15

Tim Duncan foi o único destaque positivo do Spurs (NBAE/Getty Images)

12 minutos de Spurs

Foi por esse o tempo que o Spurs desempenhou um bom papel, lembrando a última temporada. Após um primeiro quarto horrível, com cinco turnovers e com todos os jogadores que não se chamavam Tim Duncan somando três acertos em 15 tentativas de arremesso, o alvinegro perdia por 19 pontos. Na segunda parcial, entretanto, San Antonio finalmente veio para o jogo e inverteu o panorama. Na defesa, uma marcação mais forte limitou o ataque de Portland a apenas 14 pontos. Já no ataque, cometendo menos erros – um turnover contra oito dos donos da casa -, os atuais campeões chutaram 65% nos arremessos de quadra e descontaram a diferença, indo para os vestiários apenas um ponto atrás. Mas parou por aí.

Defesa sonolenta

No terceiro período, os texanos voltaram a amassar o aro (35% FG) e a se perder na defesa. Cedendo muitos rebotes ofensivos e vários tiros do perímetro sem contestação – foram 13 convertidos no jogo inteiro pelo Blazers -,  San Antonio permitiu que os donos da casa abrissem uma margem de nove pontos ao final da parcial. Quem mais se aproveitou da fragilidade defensiva dos visitantes foi Wesley Matthews, terminando como cestinha do jogo com 31 pontos (11/18 FG e 4/10 3pt.).

Spurs at Trail Blazers 2/25/15

Parker teve péssima atuação (NBAE/Getty Images)

No início do quarto derradeiro, San Antonio ainda conseguiu encurtar a diferença para quatro pontos, após duas bolas de três seguidas, mas viu a reação ser brecada com uma corrida de 14 a 2 dos anfitriões em apenas três minutos.

No mundo da lua

Mais uma vez Tony Parker teve uma atuação que nada fez lembrar o jogador que conhecemos. Sem confiança nas infiltrações e errando bisonhamente bandejas fáceis, o armador converteu apenas um arremesso em oito tentativas e ainda cometeu quatro desperdícios de bola nos 27 minutos que esteve em quadra. Na somatória dos últimos três jogos, o francês anotou apenas nove pontos. Manu Ginobili, por sua vez, em apenas 13 minutos igualou o desempenho pífio de Parker nos disparos. Que fase!

Mantendo a pegada

Pelo segundo jogo seguido, o único que jogador que se destacou pelo Spurs foi Tim Duncan. O veterano destoou do resto da equipe desde o princípio, chegando a ir para o intervalo perfeito nos arremessos de quadra, convertendo os sete disparos que tentara. Ele terminou o duelo como o cestinha do alvinegro com 20 pontos e oito rebotes. Após a partida ele lamentou mais um revés.

O campeão não voltou?

Após a partida, o ala/armador Danny Green deu uma declaração para explicar a má fase do time e deixou a torcida do alvinegro mais preocupada. Segundo ele, o elenco não está conseguindo encontrar a fórmula que levou a franquia ao sucesso no último campeonato:

“Ano passado foi um ano completamente diferente. É difícil repetir aquilo. Isto pode não voltar para nós, a forma como estávamos jogando ano passado. Estamos tentando chegar o mais próximo possível. Nós estamos uns com os outros, Pop está junto de nós… É difícil jogar basquete quando não somos o time divertido que éramos no ano passado”, revelou Green.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 20 pontos e 8 rebotes

Danny Green – 17 pontos e 5 rebotes

Kawhi Leonard – 14 pontos, 8 rebotes e três assistências

Portland Trail Blazers

Wesley Matthews – 31 pontos, 5 rebotes e 3 assistências

Damian Lillard – 18 pontos, 7 rebotes e 5 assistências

LaMarcus Aldridge – 11 pontos e 13 rebotes

Spurs (34-22) @ Jazz (21-34) – Para esquecer

81×90

O San Antonio Spurs teve uma atuação horrorosa contra o Utah Jazz, na noite desta segunda-feira (23), e perdeu pela terceira vez seguida após a parada para o All-Star Weekend. O time alvinegro ainda não sabe o que é vencer após o fim de semana festivo. Na quarta-feira, os texanos têm mais um jogo difícil, quando, ainda na estrada, encaram o Portland TrailBlazers. A equipe texana está com duas vitórias e quatro derrotas na Rodeo Road Trip, que neste ano é uma sequência de nove jogos como visitante. Vamos aos destaques do confronto.

Duncan tentou fazer a sua parte (Reprodução/nba.com/spurs)

Jogo horrível 

O Spurs foi pior durante todo o jogo. Sempre atrás no placar, o time em nenhum momento mostrou uma reação capaz de reverter a situação. A equipe simplesmente parecia não ter resposta para Jazz.  O pivô adversário Rudy Gobert deu o tom defensivo logo no primeiro quarto, com dois tocos em Tim Duncan. A dominância do gigante permaneceu durante todo o jogo, com vários jogadores do alvinegro evitando a bandeja com medo do bloqueio. O francês terminou com sete pontos, 14 rebotes, três tocos e dois roubos de bola.

Enquanto isso, o Spurs conseguiu bater o seu recorde de perdas de bola. Foram 22 no jogo, maior marca na temporada atual. Os turnovers geraram 17 pontos do Jazz.

Parker não fez bom jogo (Reprodução/nba.com/spurs)

Que fase

O que está acontecendo com Tony Parker? Após jogar extremamente mal na derrota para o Golden State Warriors, o armador francês teve mais uma atuação para se esquecer. O camisa nove só acertou dois arremessos de quadra em nove tentativas e saiu de quadra com apenas cinco pontos. Foram quatro turnovers só para ele no jogo desta segunda.

Mas ainda mais preocupante que a atuação de Parker foi a do argentino Manu Ginobili. Todos sabemos que o ala-armador é cabeça dura e continua arremessando mesmo quando a bola não está caindo. Esta foi uma dessas noites. Foram quatro tentativas da linha de três sem sucesso. Cada tiro parecia mais complicado de entrar do que o outro. No fim das contas, foram oito pontos para ele no confronto com o time de Utah.

Após o jogo, o argentino afirmou o alvinegro “não era um time de playoff” da forma que está jogando. Atualmente, a equipe de San Antonio ocupa a sétima posição na Conferência Oeste.

Por enquanto, não corre riscos já que a vantagem para o oitavo, Oklahoma City Thunder, é de três jogos, e para o nono, o New Orleans Pelicans, de cinco.

Único

Nenhum jogador do Spurs teve um grande jogo, mas Tim Duncan conseguiu mais uma vez ser o nome de destaque do time. Foram 14 pontos e dez rebotes para ele. Na fase mais complicada da equipe, o atleta mais veterano é o único que está em bom momento.

Splitter? 

Após ficar afastado por contusão, Tiago Splitter perdeu espaço na rotação. Normalmente titular, o pivô agora fica pouco tempo em quadra. Talvez por ainda não estar 100% ou por não ter entrado ainda no ritmo dos jogos. A verdade é que o técnico Gregg Popovich está optando por Aron Baynes nos minutos que eram do brasileiro. No entanto, iniciar o jogo com o australiano ainda não deu muito certo. O Spurs está com uma vitória e quatro derrotas quando inicia com Tony Parker, Danny Green, Kawhi Leonard, Tim Duncan e Aron Baynes.

.Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 14 pontos e 10 rebotes

Boris Diaw – 13 pontos

Cory Joseph – 10 pontos e 4 rebotes

Utah Jazz

Trey Burke – 23 pontos

Gordon Hayward – 18 pontos

Derrick Favors – 14 pontos e 10 rebotes

Joe Ingles – 10 pontos

Spurs (34-21) @ Warriors (43-9) – Sem fôlego

99×110

Após perder para o Los Angeles Clippers um dia antes, o San Antonio Spurs também não conseguiu segurar o melhor time da temporada regular, o Golden State Warriors, nesta quinta-feira (19), em Oakland. Os donos da casa fizeram sua parte e, com um terceiro quarto bem superior, definiram o jogo. O time texano perdeu seus dois jogos após a parada para o All-Star Weekend. A equipe volta à quadra na segunda-feira, contra o Utah Jazz.

Kawhi tentou guiar o Spurs à vitória (Reprodução/nba.com/spurs)

Tempos mudaram

O Spurs possui um retrospecto muito positivo contra o Warriors. Nas últimas duas décadas, o time texano dominou o oponente como nenhum outro. Foram 53 vitórias nos últimos 61 jogos. Na temporada passada, por exemplo, a equipe de San Antonio venceu todos os confrontos. Mas as coisas estão mudando a favor dos californianos. Com o melhor recorde do campeonato, os comandados de Steve Kerr mostraram porque são grandes favoritos ao título.

Baynes anotou um duplo-duplo (Reprodução/nba.com/spurs)

Placar

O Spurs até conseguiu se manter no duelo até o fim do primeiro tempo, indo para os vestiários com derrota parcial por 62 a 55. O Warriors, no entanto, voltou para finalizar o jogo, fazendo os sete primeiros pontos do terceiro quarto. A sequência de boas jogadas do adversário na volta do intervalo deixou o alvinegro 21 pontos atrás no começo da última parcial. Gregg Popovich então decidiu abrir mão do jogo e descansou seus principais jogadores. O Big Three não chegou a amarrar os tênis para os 12 minutos finais.

Sequência dura

O Spurs não teve descanso. Além de estar fazendo a Rodeo Road Trip – sequência de nove jogos fora de casa -, o time voltou da pausa para o All-Star Weekend direto em um back-to-back complicadíssimo, contra Clippers e Warriors. O resultado foi o esperado: duas derrotas. Na estrada, o time venceu duas e perdeu outras três partidas disputadas até aqui.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Kawhi Leonard – 12 pontos e 6 rebotes

Aron Baynes – 12 pontos e 10 rebotes

Boris Diaw – 11 pontos e 5 rebotes

Golden State Warriors

Stephen Curry – 25 pontos e 11 assistências

Klay Thompson – 20 pontos

Harrison Barnes – 16 pontos e 5 rebotes

Andre Iguodala – 14 pontos e 6 rebotes

Draymond Green – 11 pontos e 6 rebotes

David Lee – 11 pontos e 4 rebotes

Spurs (34-20) vs Clippers (36-19) – No final, derrota

115×119

Na madrugada desta quinta para sexta-feira (20), o San Antonio Spurs viajou até a Califórnia, onde sofreu sua vigésima derrota na temporada 2014/2015 da NBA, dessa vez para o Los Angeles Clippers. A equipe angelina estava desfalcada de seu grande astro, o ala-pivô Blake Griffin que está lesionado, mas mesmo assim obteve a vitória em casa em partida que só foi decidida nos instantes finais. Vamos aos principais pontos do embate:

Tim Duncan lutou, mas não conseguiu a vitória (Reprodução/nba.com/spurs)

MVP decepionante

Eleito MVP das finais da última temporada, Kawhi Leonard não fez jus ao status diante do Clippers. No tempo que esteve em quadra, acertou apenas um de 11 arremessos tentados, além de cometer três turnovers. Uma atuação incomum do jovem ala, que já é uma referência no time do Spurs e lidera a equipe em pontos por partida.

Tony Parker foi destaque positivo (Reprodução/nba.com/spurs)

Liderando a equipe

Em uma partida em que o banco não teve boa participação, cometendo 12 dos 17 turnovers da equipe, dois velhos conhecidos tomaram a frente da equipe com atuações de luxo. Tim Duncan, que fez sua primeira cesta de três na temporada, saiu de quadra com 30 pontos e 11 rebotes, convertendo 86% dos seus arremessos. Durante a partida, The Big Fundamental passou Alex English e é o 16º maior pontuador da história da NBA. Tony Parker, que ainda não encontrou seu ritmo na temporada, foi muito bem, orquestrando o ataque com 13 assistências, além de contribuir com consideráveis 21 pontos.

Minutos finais

Durante o jogo, nenhuma das equipes abriu vantagem, e a liderança no placar alternou muito. Gregg Popovich ainda fez uso da polêmica estratégia de fazer falta intencionalmente em um jogador com baixo aproveitamento no lance-livre, caso de DeAndre Jordan, e, embora tenha sido útil, não foi suficiente.

No fim da partida, Chris Paul e Jamal Crawford fizeram jogadas decisivas, mantendo o Clippers na frente do placar. Manu Ginobili teve a chance de empatar ao arremessar três lances livres, mas converteu apenas um, e a vitória foi dos angelinos.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 30 pontos, 11 rebotes

Tony Parker – 21 pontos, 13 assistências e 2 roubos de bola

Aron Baynes – 14 pontos e 5 rebotes

Marco Belinelli – 11 pontos e 3 assistências

Tiago Splitter – 11 pontos e 2 assistências

Manu Ginóbili – 10 pontos e 6 assistências

Los Angeles Clippers

DeAndre Jordan – 26 pontos, 18 rebotes e 3 roubos de bola

Chris Paul – 22 pontos, 16 assistências e 5 rebotes

Jamal Crawford – 26 pontos e 5 assistências

J. J. Redick – 15 pontos e 5 rebotes

No 15º All-Star Game de Duncan, Oeste bate o Leste

Na noite deste domingo (15), aconteceu o último dia de eventos do All-Star Weekend com o tão aguardado All-Star Game, confronto entre jogadores das Conferências Oeste e Leste. O time defendido por Tim Duncan, astro do San Antonio Spurs, venceu a partida por 163 a 158. Com a participação na festividade, o ala chegou à marca de 15 aparições no Jogo das Estrelas, igualando marca de Kevin Garnett e Shaquille O’Neal.

São 15 anos defendendo o Oeste (Foto: Reprodução/ facebook.com/nba)

Com 38 anos de idade de cinco títulos de NBA no currículo, além de inúmeros prêmios individuais, Duncan chegou à marca histórica de 15 participações no Jogo das Estrelas da NBA. O veterano fez sua estreia na edição de 1998, um ano após ser draftado.

Estreante e veterano (Foto: Reprodução/facebook.com/nba)

Duncan começou no banco de reservas e teve pouca participação no jogo. Faltando apenas seis minutos para o encerramento da festa, o veterano era o único que ainda não havia feito nenhuma cesta. Em meio a Russell Westbrook querendo o recorde de Wilt Chamberlain (42 pontos em um All -Star Game) e LeBron James querendo se tornar o maior cestinha da história do evento, o camisa #21 anotou apenas dois pontos restando pouco tempo para o fim. Porém, a cesta foi celebrada como se fosse o ponto da vitória pelos colegas de equipe da Conferência Oeste.

Agora, Tim Duncan, que já está empatado com Shaq e KG, fica atrás apenas de Kobe Bryant, que soma 17 participações, e Kareem Abdul-Jabbar, recordista com 19 edições do All-Star Game.

O jogo dos recordes

Podemos dizer sem nenhum exagero que a partida foi marcada por jogadores atrás de recordes, começando pela nova marca de Duncan.

Também foi a vez dos irmãos Marc e Pau Gasol. No instante em que o confronto foi iniciado, os espanhóis se tornaram os primeiros irmãos a a serem titulares em um Jogo das Estrelas.

Outro recorde: o placar. Somando a pontuação das duas equipes, se chega ao número de 321 pontos, superando o recorde anterior de 318, feito na última edição do Jogo das Estrelas.

Haja ponto! O placar no intervalo estava 83 a 82 para o Oeste. Nunca na história o jogo festivo tinha ido para os vestiários com uma pontuação tão grande somando as duas equipes.

Fominhas? Outro fato inédito foram as bolas de três. Foram 133 arremessos de longa distância, algo inédito no ASG. Além disso, foram 25 chutes certos pelo Oeste, outro recorde.

Quer mais? Westbrook chegou a 27 pontos no primeiro tempo. Recorde, é claro. Mas o armador do Oklahoma City Thunder terminou o jogo com 41 pontos, somente um a menos que o recorde estabelecido por Chamberlain. A marca não foi batida, mas o camisa #0 acabou com o troféu de MVP da festividade. Prêmio de consolação?

Agora chega! LeBron James anotou 30 pontos para o Leste. Isso faz com que o ala ultrapasse Michael Jordan em pontos no Jogo das Estrelas, chegando a 278. Porém, James fica atrás de Kobe Bryant por apenas três como o maior cestinha da história do confronto.

Tim Duncan e o elenco do seu primeiro ASG, em 1998 (Foto: Reprodução/nba.com/media)

Pelo Leste, além dos 30 pontos do ala do Cavs, tivemos Kyle Korver com 21 pontos (mais de 50% nos aproveitamentos em bolas de três), e Pau Gasol, com dez pontos e 12 rebotes, como principais nomes. Pelo Oeste, além do MVP Westbrook, destaque para James Harden, com 29 pontos (sete bolas de três), e Chris Paul, com 12 pontos e 15 assistências.

Confira alguns lances que fizeram com que Duncan chegasse a seu 15º ASG:

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