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Spurs (55-27) vs Pelicans (45-37) – Clippers no caminho

103×108 

A temporada regular terminou de maneira amarga para o San Antonio Spurs. A equipe foi derrotada, fora de casa, pelo New Orleans Pelicans, nesta quarta-feira (15), por 108 a 103, e terminou a fase de classificação apenas na sexta posição da Conferência Oeste. Com o resultado, o Los Angeles Clippers será o adversário texano na primeira rodada dos playoffs e terá a vantagem do mando de quadra. Já o time da Luisiana garantiu a oitava colocação e uma vaga nos playoffs – os primeiros da carreira de Anthony Davis.

Decepção foi evidente com a derrota e a queda na tabela (Foto: Layne Murdoch NBAE/Getty)

O pior dos cenários

A vitória do Clippers na terça-feira (14) já havia colocado pressão sobre o Spurs. Para terminar na vice-liderança, triunfar sobre o Pelicans era obrigatório. O revés, porém, representou um enorme prejuízo: queda de quatro posições na tabela e perda do mando de quadra para a primeira rodada dos playoffs. Tudo porque Houston Rockets e Memphis Grizzlies também venceram seus últimos compromissos na temporada, o que trouxe o pior dos cenários possíveis para os texanos. Após ficar perto de assegurar a segunda posição na conferência, os comandados de Gregg Popovich tiveram que se contentar apenas com a sexta colocação.

Traz para o nosso lado, Pop! (Foto: Layne Murdoch NBAE/Getty)

Dormiu no ponto

Depois de um início de jogo equilibrado, o Pelicans disparou no fim do primeiro quarto. Restando pouco menos de três minutos por jogar, o time da casa emplacou uma corrida de 14 a 1 para fechar o período vencendo por 34 a 19. Ainda no meio do segundo período, após sete pontos consecutivos de Norris Cole, a diferença chegou a 23 pontos. O Spurs bem que tentou a reação e, restando 11 segundos para o fim, cortou a defasagem para apenas três pontos, muito graças a boa atuação do australiano Patty Mills. Mas era tarde demais.

O lado bom

Se há um lado positivo na derrota, talvez seja a “fuga” de um confronto contra o líder Golden State Warriors antes das finais do Oeste. Com a sexta posição, o time texano caiu na outra chave e só enfrenta o time de Stephen Curry e Klay Thompson em uma eventual decisão de conferência.

O caminho do hexa

A primeira rodada dos playoffs entre Spurs e Clippers começa com dois jogos na Califórnia, um neste domingo (19) e outro no dia 22/04. A série chega ao AT&T Center em seguida, com duas partidas nos dias 26/04 e 28/04. Em caso de necessidade, os jogos 5 e 7 voltam a ser realizados no Staples Center, dias 28/04 e 02/05, enquanto o jogo 6 será no Texas, no dia 30/04. Quem vencer enfrenta o vencedor da série entre Houston Rockets, segundo colocado, e Dallas Mavericks, sétimo, que fazem o clássico texano desta etapa inicial da pós-temporada.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 23 pontos e 6 assistências

Boris Diaw – 20 pontos, 5 rebotes e 5 assistências

Tim Duncan – 15 pontos, 10 rebotes e 6 assistências

Patty Mills – 15 pontos

New Orleans Pelicans

Anthony Davis – 31 pontos e 13 rebotes

Tyreke Evans – 19 pontos e 11 assistências

Eric Gordon – 14 pontos

Norris Cole – 13 pontos

Spurs (55-26) vs Pelicans (45-37) – Temporada Regular

San Antonio Spurs vs Phoenix Suns – Temporada Regular

Data: 15/04/2015

Horário: 21h00 (Horário de Brasília)

Local: Smoothie King Center

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,44 (favorito) @ Pelicans 2,79

Segundo, terceiro, quinto ou até mesmo sexto. Este são os postos que o San Antonio Spurs pode ocupar na Conferência Oeste após o duelo contra o New Orleans Hornets, nesta quarta-feira, o último da temporada regular. Vencendo, Tim Duncan e companhia asseguram a vice-liderança independentemente de outros resultados. Em caso de derrota, a torcida será por tropeços de Los Angeles Clippers e Houston Rockets, as equipes que ainda podem roubar a posição da equipe preto e prata – o Memphis Grizzlies também pode ultrapassar o texanos, jogando-os para sexto na tabela, porém não luta mais pela segunda colocação. Para o Hornets, o jogo também é decisivo e vale a oitava vaga nos playoffs. Um triunfo garante o retorno do time à pós-temporada pela primeira vez desde 2011, mas uma derrota, aliada a triunfo do Oklahoma City Thunder, significará férias antecipadas para a franquia da Luisiana.

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Confrontos na temporada (1-2)

08/11/2014 – Spurs 99 x 100 Pelicans

Mesmo jogando no AT&T Center, o Spurs foi derrotado pelo Pelicans no primeiro duelo entre as duas equipes na temporada. Tony Parker, com 28 pontos e quatro assistências, e Manu Ginobili, com 17 pontos, foram os destaques do time texano na ocasião.

26/12/2014 – Spurs 90 @ 97 Pelicans

No primeiro confronto entre as duas equipes disputado em Nova Orleans na temporada, mais uma vez o Pelicans levou a melhor sobre o Spurs. Tim Duncan, com 20 pontos, 11 rebotes e quatro assistências, brilhou pela equipe de San Antonio.

31/12/2014 – Spurs 95 vs 93 Pelicans

Na noite de ano novo, o Spurs fechou 2014 com uma vitória, em casa, na prorrogação. A noite foi histórica para Tim Duncan, que, além de ter acertado o tapinha que forçou o tempo-extra, somou 16 pontos e dez rebotes, números que o ajudaram a assumir a décima posição no ranking de maiores reboteiros da história da NBA e a quinta no número de duplos-duplos.

Tim Duncan

PG – Tony Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – Tim Duncan

C – Boris Diaw

Fique de Olho – Perto de completar 39 anos de idade, mas ainda em grande forma, Tim Duncan, um dos maiores ídolos da história do Spurs, terá pela frente aquele que é apontado por muitos como o seu “sucessor” na linhagem de grandes ala-pivôs da NBA, Anthony Davis. Para evitar o desgaste, o veterano não deve ficar encarregado da marcação do jovem durante toda a partida, mas em momentos cruciais deve ser dele a função de frear a principal arma do rival. Vale a pena ficar de olho neste duelo entre a velha e a nova geração.

Jrue Holiday

PG – Jrue Holiday

SG – Eric Gordon

SF – Tyreke Evans

PF – Anthony Davis

C – Omer Asik

Fique de Olho – All-Star na temporada 2012/2013 jogando pela Philadelphia 76ers, Jrue Holiday ainda não emplacou atuando em New Orleans, em grande devido às lesões que sofreu desde que chegou ao time. No atual campeonato, um problema em sua perna direita o afastou de 41 jogos, e seu retorno aconteceu apenas na última sexta-feira (10). O armador deve atuar por minutos limitados diante do Spurs, mas precisa mostrar serviço.

Spurs (54-26) @ Rockets (53-26) – Vingança nunca é plena

104×103 

Sedento pela vingança após ser superado pelo San Antonio Spurs na última quarta-feira (9), o Houston Rockets levou um balde de água fria ao novamente sucumbir diante do embalado alvinegro, nesta sexta-feira (11), pelo placar de 104 a 103. Com uma atuação soberba de Tim Duncan, a equipe comandada pelo técnico Gregg Popovich não se intimidou com os mais de 18 mil torcedores presentes no Toyota Center, casa do rival, e repetiu o triunfo sobre um adversário direto na tabela de classificação. Vamos aos principais pontos do duelo.

Mão direita de Duncan selou o resultado final da partida em Houston (Reprodução/nba.com/spurs)

Como o vinho

A duas semanas de completar 39 anos de idade – e em sua 18ª temporada na NBA -, Tim Duncan segue atuando em alto nível, aliando técnica refinada e presença em momentos fundamentais. O ala-pivô acertou 12 dos 15 arremessos de quadra que tentou, contabilizou 29 pontos e dez rebotes, e coroou a atuação de gala com um toco determinante em James Harden no último lance da partida. O barbudo poderia ter dado a vitória ao time da casa, mas viu sua bandeja ser interrompida pela mão direita do camisa 21, em jogada que pode ter mudado os rumos da temporada de ambas as equipes.

Subindo e subindo

Spurs at Rockets 4/10/15

Lenda em ação (Reprodução/nba.com/spurs)

O triunfo desta sexta foi o décimo seguido do Spurs, que, depois de passar quase toda a temporada rodando a sétima colocação da Conferência Oeste, agora aparece em terceiro lugar, com apenas meio jogo de desvantagem para o vice-líder Memphis Grizzlies. Já o Rockets, após duas derrotas seguidas, caiu para uma indigesta sexta posição e hoje seria os adversário de Duncan e companhia na primeira rodada dos playoffs. Está equilibrado ou não está?

O hack voltou

A estratégia de Popovich era bem clara: deixar James Harden fora do jogo. Para, isso o treinador não poupou estratégias, recorrendo até mesmo ao polêmico hack durante o segundo tempo. A tática de cometer faltas intencionais para levar um jogador de mau aproveitamento para a linha de lance livre, comumente usada nos anos 2000 contra Shaquille O’Neal, teve como vítima o ala-pivô adversário Josh Smith, que ostenta um aproveitamento nada positivo de 49,5% neste fundamento na temporada.

Os resultados foram 26 tiros livres cobrados pelo ala, com apenas 12 convertidos – 46,2% de acerto – e um Harden longe da bola como arquitetou o treinador.

Muitos discutem sobre a moralidade do uso do hack na NBA, alegando que o artifício é antidesportivo e deixa a partida feia e monótona. Fato é que as regras não proíbem a ação, e ela segue sendo utilizada com muita destreza por Popovich e sua trupe. Não se espantem se vermos mais disso ao longo dos playoffs, especialmente em caso de possíveis confrontos contra o próprio Rockets ou contra o Los Angeles Clippers (DeAndre Jordan sustenta medonhos 39,3% de aproveitamento nos lances livres).

Na hora certa

Depois de perder o início da temporada se recuperando de lesão, Patty Mills ainda sofre com a irregularidade no ano, mas nesta sexta ele fez aquilo que se espera dele. Em apenas 11 minutos de ação, registrou 14 pontos, colocando fogo no jogo com suas bolas de três. Foram três arremessos certeiros de longa distância em momentos cruciais do duelo. Com as atuações tímidas de Tony Parker, atormentado por lesões, ao longo dos últimos confrontos, ter o australiano em boa forma será ainda mais importante no mata-mata.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 29 pontos, 10 rebotes e 3 bloqueios

Kawhi Leonard – 18 pontos, 9 rebotes e 4 roubos de bola

Patty Mills – 14 pontos

Houston Rockets

Josh Smith – 20 pontos e 6 rebotes

Trevos Ariza – 19 pontos

James Harden – 16 pontos e 10 assistências

Spurs (1) vs Heat (0) – O inferno é aqui!

110×95

O San Antonio Spurs abriu com vitória a decisão da NBA sobre o Miami Heat, nesta quinta-feira (5), ao impor o placar de 110 a 95. Em partida marcada pelo intenso calor dentro do ginásio, resultado de uma falha no sistema de ar-condicionado do AT&T Center, os texanos abusaram dos erros, mas mesmo assim conseguiram o resultado positivo graças a um desempenho irretocável no último quarto, quando LeBron James sofreu com cãibrãs e não atuou nos minutos finais. Confira, a seguir, o que de mais importante aconteceu no confronto.

Com pontos e assistências, Manu ditou o ritmo do Spurs (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Com pontos e assistências, Manu ditou o ritmo do Spurs (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Pode vir quente…

“Heat”, em inglês, significa calor. Mas, ironicamente, a equipe de Miami acabou sendo vítima do que carrega como nome. Uma falha elétrica no sistema de ar-condicionado do AT&T Center transformou o ginásio em um “inferno”. Se aproximando do verão e localizada em uma região árida, San Antonio apresentava 28ºC de temperatura no momento da partida (iniciada às 20h no horário local). Dentro da arena, que contou com 18.500 torcedores, o termômetro chegou a marcar 32ºC, o que fez com que cartazes e folhetos do público se transformassem em “leques”.

Com a alta temperatura naturalmente provocando um desgaste extra para os jogadores, quem mais sentiu foi LeBron James. Aparentando um cansaço muito maior que o comum, o ala do Heat sentiu-se bastante incomodado no último quarto, ficou sentado boa parte do período decisivo e, quando tentou ir para a quadra, sentiu uma forte câimbra na perna esquerda, desfalcando sua equipe nos quatro minutos finais. Dwyane Wade foi outro que demonstrou desgaste acima do normal na partida, especialmente quarto derradeiro.

Sem desculpas

O calor incomodou torcedores e atletas, mas o Heat não tentou transformar a condição em desculpa” para o revés fora de casa. “Eu tentei jogar, mas qualquer passo que eu dava, piorava. O melhor que eu podia ter feito era não me mexer. Foi frustrante… É horrível estar fora de seu time, justamente nesse momento da temporada. Mas, no fim, não há nenhum descrédito para o que eles fizeram. Ele foram muito bem”, disse LeBron, após o jogo.

Uma possível ação proposital dos texanos também foi descartada pelo técnico Erik Spoelstra: “Teria que ter uma mente incrível para planejar uma coisa dessa”, afirmou.

Green despertou no último quarto (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Green despertou no último quarto (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Mais cuidado!

Apesar da vitória, o Spurs não fez uma de suas melhores exibições na pós-temporada. A equipe abusou dos desperdícios de bola, especialmente no terceiro período, quando errou em oito oportunidades e cedeu a virada ao rival. Ao todo, foram 22 erros, sendo 20 deles nos três primeiros quartos, frutos, principalmente, das dobras de marcação aplicadas pelo Heat, que atrapalharam a troca de passes. Se voltar a errar tanto contra um rival desse porte, provavelmente Tim Duncan (cinco erros), Tony Parker (quatro) e companhia não terão a mesma sorte.

Ufa

O Spurs conseguiu, com relativo sucesso, punir o adversário aproveitando o seu ponto fraco: o garrafão. Duncan, e até mesmo Tiago Splitter, quando conseguiam receber a bola e fugiam da marcação dupla, finalizavam quase sem contestação, resultando em um aproveitamento combinado de 14 acertos em 16 tiros. Mas o placar só deslanchou no último quarto, quando o foco se tornou os arremessos de três.

A desvantagem chegou a sete pontos, restando nove minutos para o fim, mas um velho conhecido do Heat “acordou”. Danny Green, até então com só dois pontos, lembrou o desempenho da decisão de 2013 (na ocasião, bateu o recorde de bolas de três certas em uma série final da NBA, com 25) e converteu três arremessos do perímetro, e mais uma enterrada em contra-ataque, em curto intervalo. O camisa #4 terminou com 13 tentos. Os visitantes tomaram a virada e, sem LeBron, apenas viram a vantagem aumentar.

Só domingo

As equipes, agora, terão dois dias de descanso pela frente e voltam a se enfrentar no domingo (8), de novo no AT&T Center, desta vez com o ar-condicionado funcionando. “Estou certo que as duas equipes estão felizes por termos alguns dias (de descanso), e espero que possamos pagar nossas contas (do ar-condicionado)”, brincou o técnico Gregg Popovich.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 21 pontos (9-10 FG) e 10 rebotes

Tony Parker – 19 pontos e 8 assistências

Manu Ginobili – 16 pontos, 11 assistências, 5 rebotes e 3 roubos

Tiago Splitter – 14 pontos

Miami Heat

LeBron James – 25 pontos e 6 rebotes

Dwyane Wade – 19 pontos

Chris Bosh – 18 pontos e 9 rebotes

Spurs (0) vs Heat (0) – Final da NBA

San Antonio Spurs vs Miami Heat – Final da NBA

Data: 05/06/2014

Horário: 22h00 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Na TV: ESPN

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,53 (favorito) vs Heat 2,51

Um ano depois, o San Antonio Spurs volta à decisão da NBA, contra o mesmo Miami Heat, que em 2013 frustou a festa texana por um título que escorreu pelos dedos literalmente por apenas alguns segundos. Jogando um basquete envolvente – para muitos especialistas o melhor da NBA na atualidade – a equipe comandada pelo técnico Gregg Popovich tem a missão de evitar a terceira conquista seguida do time da Flórida (o chamado Three Peat). Para isso, conta com a boa forma de Manu Ginobili, um Tim Duncan sempre eficiente e um esquema tático com coadjuvantes que cumprem o plano de jogo com maestria. A grande dúvida paira sobre a situação física de Tony Parker, que durante a semana fez tratamento intensivo para se recuperar de dores no tornozelo esquerdo. Já a franquia da Flórida tem em seu Big Three, formado pro LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh, a base para buscar mais um troféu da liga profissional americana, desta vez sem o mando de quadra na decisão.

PG – Tony Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – Tim Duncan

C – Tiago Splitter

Fique de Olho – Eleito peça-chave do Spurs pelos blogueiros do Spurs Brasil, Tony Parker treinou na última quarta-feira (4) e vai para o jogo no AT&T Center. Se estiver em boa condição, pode desequilibrar principalmente com sua habilidade nas infiltrações. Contra uma equipe de garrafão leve como o do Heat, que costuma jogar sem um homem fixo embaixo da cesta, o caminho para as bandejas dos francês estará muito mais tranquilo do que quando teve de enfrentar Serge Ibaka, na série contra o Oklahoma City Thunder.

PG – Mario Chalmers

SG – Dwyane Wade

SF – LeBron James

PF – Rashard Lewis

C – Chris Bosh

Fique de Olho – A posição de ala-pivô é a única dúvida na escalação inicial do quinteto do Heat. Diante do Indiana Pacers, na final da Conferência Leste, Rashard Lewis foi acionado e assumiu a titularidade contra uma equipe de garrafão mais alto, e cumpriu bem o papel de arremessador de longa distância, terminando com 18 e 13 pontos nos jogos 5 e 6 da série. Ambientado em jogar aberto, se continuar com boa pontaria nas bolas de três forçará o Spurs a abdicar da formação com dois pivôs, fazendo Tiago Splitter dar lugar a Boris Diaw ou Matt Bonner. Se a mão estiver descalibrada, ai será o time de Miami quem terá que fazer ajustes, já que o atleta encontrará problemas para lidar com jogadores mais altos e fortes na defesa. Quem fizer a balança pender a seu favor primeiro largará em vantagem. Outras opções que o técnico Erik Spoelstra pode utilizar ao lado de Chris Bosh são Shanne Battier e Udonis Haslem, titulares em outras partidas dos playoffs, e Chris Andersen, que costuma sair do banco.

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