Arquivo do autor:Equipe Spurs Brasil

Stashes do Spurs #1 – Adam Hanga

Por Gabriel Andrade*

Assim como na temporada passada, voltamos aqui para falar sobre os jogadores que o San Antonio Spurs drafta e deixa em desenvolvimento na Europa. O objetivo é fazer uma análise contextual, sobre sua situação em seu clube, as habilidades que oferecem e seu provável encaixe como jogador da franquia texana. Para começar a série de matérias, o primeiro escolhido é Adam Hanga, considerando o principal stash do alvinegro no Velho Continente.

ADAM HANGA

Altura: 1,99 metros

Envergadura: 2,02 metros

Idade: 28 anos

Posição listada: Ala

Clube: Baskonia

Situação contratual: Agente Livre nesta offseason

Médias na Liga ACB: 11,9 pontos, 4,0 rebotes, 2,4 assistências, 1,3 roubos, 0,6 tocos, 47.2% FG, 32,5% 3PT e 78% FT em 28,2 minutos por compromisso.

Médias na Euroliga: 10,5 pontos, 4,4 rebotes, 2,4 assistências, 1,3 roubos, 0,7 tocos, 44.9% FG, 33,6% 3PT e 66,7% FT em 28 minutos por compromisso.

Adam Hanga, ao centro, em meio à defesa adversária (Reprodução/eurohoops.net)

Contexto profissional

Adam Hanga vem fazendo sua segunda temporada como ala titular do Baskonia, um dos três principais clubes da Espanha, semifinalista de Euroliga na temporada 2015/2016 e que caiu nas quartas de finais da atual temporada. Na liga nacional, vai se encaminhando para segunda semifinal seguida, tido como favorito para avançar para a final do torneio.

Na equipe, Hanga é o segundo com mais minutos, atrás só do armador ex-Brooklyn Nets Shane Larkin e bem à frente de outros ex-NBA com Tornike Shengelia (ex-Chicago Bulls e Brooklyn Nets), Rodrigue Beaubois (Ex-Dallas Mavericks), Chase Budinger (Ex-Minnesota Timberwolves e Brooklyn Nets), Andre Bargnani (Ex-Toronto, Brooklyn Nets e New York Knicks) e Nicolas Laprovíttola, que jogou parte da temporada pelo Spurs e, a fim de informação, registra 12 minutos por jogo, chegando a ficar atrás do brasileiro Rafa Luz na rotação.

Em termos de concorrência na posição em que joga, Hanga divide minutos com Chase Budinger, Jaka Blazic e o jovem lituano Tadas Sederkerskis, podendo atuar ao mesmo tempo em quadra que ambos. No geral, tem grande vantagem em minutos.

Em termos de impacto, quando Hanga sai de quadra, o Baskonia é pior em oito pontos por 100 posses de bola no Net Rating (saldo de cesta por 100 posses), liderando a equipe.

Sua função no clube é geralmente a de defender o ala mais perigoso adversário, fazer a defesa de cobertura (e por isso marca pouco armadores), correr em transição, cortar sem a bola, ser criador secundário e eventualmente arremessar de três pontos.

Perfil físico

Em termos de altura e envergadura, o húngaro não possui medidas lá muito chamativas, mas são o suficiente para jogar como ala e ala-armador na NBA, as posições em que mais atua. Considerando seu físico, o que mais impressiona é sua capacidade atlética. Supera sua envergadura mediana com um conjunto explosão, agilidade lateral, capacidade de salto e primeiro passo de elite. Não existe jogador mais atlético que Hanga na Europa. Por conta de sua velocidade em quadra aberta, explosão, passada larga e instintos, é bastante usado em transição, seja ele mesmo carregando a bola do ataque para a defesa com finalizações rápidas ou enterradas, seja sem a bola para receber um passe:

Também por conta da capacidade atlética acima da média, o ala húngaro é usado em cortes sem a bola. Além do físico, é bastante inteligente lendo movimentações e enxergando espaços na defesa adversária para conseguir bandejas ou enterradas livres:

Por ser um jogador explosivo e de grande alcance vertical, possui jogadas desenhadas para que receba passes por cima do aro para finalizar com enterradas ou bandejas. Ajuda o fato de que Hanga não é apenas bom fisicamente, como também possui ótimas mãos para completar bandejas no ar caso o passe não seja executado com a precisão ideal:

Defesa

Após ser o favorito para ganhar o prêmio de melhor defensor da Euroliga na temporada 2015/2016 e acabar não recebendo, Hanga garantiu o prêmio na atual temporada, mesmo sem ser o favorito desta vez. Sua defesa de perímetro é destaque na Europa e muito tem a ver com seu físico, claro, mas também com disciplina.

Possui instintos de antecipação aguçados para atacar linhas de passe ou fazer eventuais coberturas nas jogadas de garrafão antes que recebam uma assistência ao redor do aro. Feita a roubada, Hanga já acelera em transição e conquista pontos fáceis daí:

Sem a bola, o jogador usa de seus pés rápidos e de sua ótima movimentação por entre bloqueios para contestar chutadores puros, que possuem bastante dificuldade em saírem livres de suas movimentações. Por vezes, pode faltar uma envergadura mais chamativa para contestar adversários que conseguem arremessar em movimento com maior facilidade, embora normalmente o stash do Spurs compense com seu atleticismo:

Além do mais, seus pés rápidos e força corporal fazem com que seja difícil atacá-lo em infiltrações. O mais comum é que Hanga force um contestado chute de meia distância ou dê um toco lá no alto. Além disso, é um defensor de cobertura fantástico, com ótimo raciocínio e QI para rotacionar, caso outros jogadores façam dobras, e contestar pivôs.

Em termos de versatilidade defensiva, sua capacidade atlética e tamanho permitem que marque qualquer posição do perímetro, de armadores a alas. Para jogadores de garrafão, pode ficar encarregado de stretch-fours puros por ser ágil o suficiente para defender o pick and pop, dobrar e recuperar, mas não tem tamanho e envergadura para contestar alguns mais altos (como Kristaps Porzingis e Channing Frye), e o mesmo vale para jogadores com ataque orientado para o poste baixo. Até faz bom trabalho usando de força e fundamentos para tentar ceder o mínimo de espaço, mas precisaria ser mais longo para contestar alas-pivôs e pivôs de costas para a cesta. No geral, seu arsenal deve ser traduzido em trocas no perímetro.

No mais, joga com energia, se esforça em bolas perdidas e não foge de rebotes no tráfego.

Ataque em meia quadra

Fora das ações em transição e em cortes, Hanga é um atleta bastante limitado em meia quadra, ainda que tenha expandido seu jogo recentemente. Nesta temporada, vem sendo usado cada vez mais como criador secundário e atingiu seu melhor número da carreira em assistências. Graças a seu atleticismo, consegue ganhar vantagem em bloqueios e situações de pick and roll. Também dá bastante passes decisivos em contra-ataque e não é alguém que prende a bola, sabendo executar o passe extra assim como Greg Popovich gosta. Na NBA, é provável que não domine muito a bola por conta do controle de bola rudimentar, que não tem jogo de meia distância ou dribles avançados de mudanças de direção. Assim, acaba cometendo erros de execução e não tem uma taxa de assistências por desperdício chamativa.

Em todos os jogos de Hanga que vi para fazer análise, apenas um lance seu em jogadas de pick and roll terminou em cesta que não fosse bandeja ou enterrada – este floater:

No geral, quando recebe a bola em mãos para atacar, geralmente é após um handoff ou pick and roll secundário, em que se aproveita de bloqueio antecipado para usar de seu atleticismo como vantagem para atacar a cesta, utilizando sua ótima capacidade de finalizar ao redor do aro para fazer pontos fáceis, embora pouco use a mão esquerda. Em caso de jogadas isoladas, Hanga só é acionado caso for atacar pivôs que caíram nas trocas de marcação, já que é muito mais veloz que a maioria dos que encontra na Europa.

Seu ponto fraco está no arremesso. Hanga atingiu sua melhor marca em bolas tentadas nesta temporada (cinco por jogo), mas seu aproveitamento é nada mais que medíocre. O ponto de lançamento é baixo e a mecânica é relativamente lenta. Também possui uma tendência de jogar seu corpo para trás em certas tentativas e não mostrou muito alcance para a linha da NBA. Existe uma evolução constante, mas não é um chutador dinâmico, capaz de pontuar após o drible com consistência ou arremessar em movimento. Por vezes até hesita. Pode converter, ao menos, bolas livres da zona morta, sempre comuns para alas do Spurs.

Encaixe

Ala-armador/ala atlético, enérgico, bom defensor, bom infiltrador e com flashes de criador secundário. Podemos falar de Hanga, mas é basicamente o que temos sobre Jonathon Simmons. Aos 28 anos, é difícil dizer que o baskonista vá evoluir muito. Suas habilidades são mais condizentes com a de role player enérgico, para fazer um banco atlético ao lado de Simmons, Davis Bertans e quem mais seguir no Spurs, caso não apostem logo em Dejounte Murray para vaga de armador reserva se não renovarem com Patty Mills.

Contratualmente, sua situação é perfeita: agente livre nesta temporada e com declarado interesse em assinar nesta offseason com Spurs, algo que parece ser mútuo. Caso a franquia texana consiga desenvolver seu arremesso, algo que ajudaria bem na NBA do espaçamento de quadra, é bem capaz de conseguir um papel até maior com o tempo na rotação de Popovich. Se não, é plenamente visto como uma peça útil de toda forma.

* Gabriel Andrade é um blogueiro de basquete que tenta a vida como scout. Me siga no Twitter para análises sobre Basquete Europeu, NBA e Prospectos de draft e acompanhe meu blog no Medium, onde falo bastante de prospectos internacionais, Euroliga, NBA e de vez em quando Mock Drafts com Pokemons e poemas com o pivô Nikola Jokic.

Anúncios

Prévia de Warriors x Spurs – Final do Oeste

Spurs terá de vencer na Califórnia (Reprodução/nba.com/spurs)

Depois de vencer o Houston Rockets por 4 a 2 pelas semifinais da Conferência Oeste, o San Antonio Spurs continua sua trajetória na pós-temporada contra o Golden State Warriors, que vem de varrida sobre o Utah Jazz. O alvinegro começa a série com Tony Parker como baixa e Kawhi Leonard como dúvida, enquanto os californianos têm Kevon Looney como desfalque.

Spurs e Warriors começam a se enfrentar neste sábado, na Oracle Arena, casa do adversário. Ao longo da temporada regular, as duas equipes mediram forças três vezes, com duas vitórias a favor do alvinegro de San Antonio. Relembre como foram todos estes confrontos a seguir:

Confrontos na temporada (2-1):

25/10/2016 – Spurs 129 @ 100 Warriors

Em partida perfeita da equipe, o Spurs, jogando fora de casa, massacrou os atuais campeões da Conferência Oeste com ótimas atuações de LaMarcus Aldridge e Kawhi Leonard.

12/03/2017 – Spurs 107 x 85 Warriors

No segundo duelo entre as melhores equipes da temporada, o que se viu foi um confronto entre os reservas. Por parte do Spurs, Kawhi Leonard, LaMarcus Aldridge, Tony Parker e Dejounte Murray se recuperavam de lesões. Além disso, do lado do time californiano, o técnico Steve Kerr decidiu poupar seus comandados, já que a equipe havia atuado na noite anterior. O jogo foi tranquilo para o alvinegro, que mostrou que seu banco de reservas é bem superior ao do adversário. Patty Mills foi o destaque com 21 pontos e quatro assistências.

29/03/2017 – Spurs 98 x 110 Warriors

Depois de abrir 15 a 0, o Spurs foi derrotado em casa pelo Warriors e praticamente deu adeus à chance de terminar a temporada como o time de melhor campanha. Na ocasião, Kawhi Leonard deixou a quadra com 19 pontos, sete rebotes e cinco assistências e se destacou.

Agora, chegou a hora do Spurs medir forças com o time californiano na série válida pela final da Conferência Oeste. A seguir, blogueiros do Spurs Brasil contam o que esperam do confronto e dos jogadores que poderão ajudar a decidi-lo. Confira abaixo:

Cássio Cutulli

Palpite: Spurs 4 a 3
O medo de protagonizar um fiasco após lavada no primeiro jogo contra o Rockets ficou para trás com ótimas exibições, mesmo com os desfalques de Tony Parker e Kawhi Leonard, que ficou fora do fim do jogo 5 e de todo o jogo 6. Com isso, o Spurs avançou para a final do Oeste para enfrentar o tão temido Warriors. Ao contrário do armador, o ala estará de volta já para o primeiro duelo, e espera-se que consiga impor sua forte defesa junto com Danny Green e Jonathon Simmons, que fizeram ótimos jogos contra a equipe de Houston. Com seu adversário sendo dono de um perímetro destruidor, que dificilmente será completamente anulado, a chance do alvinegro está no garrafão e em LaMarcus Aldridge, que provou que ainda pode ser a peça fundamental que o time precisa, mostrando confiança e agressividade. As chances dos texanos se concentram em suas atuações. Pelo lado californiano, são muitas opções de ataque. Porém, anular Draymond Green e dificultar suas ações na defesa podem ser as chaves para os comandados de Gregg Popovich.
Peça-chave do Spurs: LaMarcus Aldridge
Peça-chave do Warriors: Draymond Green

Lucas Pastore

Palpite: Warriors 4 a 1
Em uma NBA que usa cada vez mais armadores e alas velozes no lugar de jogadores pesados no garrafão, o Spurs me surpreendeu ao conseguir impor o jogo de seus pivôs contra o Rockets, especialmente quando não teve Tony Parker e Kawhi Leonard. Mas a dificuldade de repetir o feito contra o Warriors é muito maior. Isso porque o adversário conta com Stephen Curry, Klay Thompson, Andre Iguodala e Kevin Durant, quatro jogadores que são ameaça tanto no perímetro quando infiltrando, enquanto o time de Houston usava Patrick Beverley e Trevor Ariza quase exclusivamente de modo estático na linha dos três pontos. Some a isso a estranha opção de Gregg Popovich, que prefere dar minutos a David Lee do que a Dewayne Dedmon, e a defesa do alvinegro, carente de proteção de aro quando LaMarcus Aldridge não estiver em quadra. pode virar um cobertor curto. Para poder sonhar com a vitória e com a vaga na final, os texanos vão precisar que Kawhi Leonard esteja 100%, que seu ala-pivô titular jogue como nos tempos de Portland TrailBlazers, que Patty Mills, Manu Ginobili, Jonathon Simmons e Pau Gasol contribuam em alto nível com frequência dos dos lados da quadra e que duas ou três coisas deem errado para o oponente. Parece ser pedir demais…
Peça-chave do Spurs:
 Kawhi Leonard
Peça-chave do Warriors:
 Kevin Durant

Vinicius Esperança

Palpite: Warriors 4 a 2
Estamos na final de conferência novamente! Após dois anos amargando eliminações precoces – para o Los Angeles Clippers, na primeira rodada dos playoffs de 2015, e para o Oklahoma City Thunder, nas semifinais do Oeste de 2016 -, o Spurs, após vencer Grizzlies e Rockets por 4 a 2, enfrenta o Warriors, atual vice-campeão da NBA. O duelo tem tudo para ser parecido com o contra o time de Houston: muitas bolas de três por parte do adversário, mas com movimentação de bola de muito mais qualidade, quatro All-Stars e uma defesa mais sufocante do que a montada por Mike D’Antoni. O poder de fogo do time comandado por Kevin Durant é muito maior do que o regido por James Harden e deve dar mais trabalho ainda. Além do mais, com Kawhi Leonard talvez não jogando 100%, a equipe de Gregg Popovich pode ter problemas para defender no perímetro e para pontuar. LaMarcus Aldridge será peça importante dentro do garrafão ao lado de Pau Gasol. Os oponentes irão muito provavelmente usar em grande parte do tempo sua formação de small-ball, com Stephen Curry, Klay Thompson, Andre Iguodala, Kevin Durant e Draymond Green. Esse tipo de estratégia foi dominada pelo alvinegro em sua última partida, com seu ala-pivô titular enfim se destacando. Agora, usar jogadores mais baixos não será uma boa, então a questão será defender bem no perímetro contra os armadores e alas do líder do Oeste. O banco texano pode desequilibrar caso Manu Ginobili e Jonathon Simmons continuem jogando em alto nível.
Peça-chave do Spurs:
 LaMarcus Aldridge
Peça-chave do Warriors:
 Kevin Durant

Olho neles!

Para ter alguma chance de vencer o Warriors, o Spurs vai precisar de grande contribuição de LaMarcus Aldridge. O astro deve ter alto volume de produção ofensiva para castigar as formações mais baixas do adversário e ainda ter competência e paciência para marcar no perímetro quando trocas o deixarem com Stephen Curry, Klay Thompson ou Kevin Durant. Até aqui, nos playoffs, o ala-pivô titular do Spurs apresenta médias de 16,8 pontos e oito rebotes em 35 minutos por exibição, com 47,5% de aproveitamento nos arremessos tentados.

Mesmo se conseguir equilibrar os jogos e levá-los com o placar apertado até os instantes finais, o Spurs pode ver Kevin Durant assumir controle e matar um jogo. Pontuador de elite e marcador competente, cada vez usando melhor seu tamanho para defender, o ala do Warriors talvez seja quem tem mais condições de machucar Kawhi Leonard na NBA hoje em dia. Se vencer o duelo individual contra o astro do alvinegro, o craque dos californianos, que tem médias de 23,3 pontos, 8,2 rebotes e 3,7 assistências em 32 minutos por jogo nos playoffs, deixa seu time com um pé na final.

Prévia de Spurs x Rockets – Semifinal do Oeste

Garrafão será decisivo na série (Mark Sobhani/nba.com/spurs)

Depois de vencer o Memphis Grizzlies por 4 a 2 na primeira fase dos playoffs, o San Antonio Spurs continua sua trajetória na pós-temporada contra o Houston Rockets, que aplicou 4 a 1 sobre o Oklahoma City Thunder. A série promete, principalmente por conta da saúde dos elencos: o único desfalque deve ser o lesionado Sam Dekker, ala adversário.

Spurs e Rockets começam a se enfrentar neste sábado, no AT&T Center. Ao longo da temporada regular, as duas equipes mediram forças quatro vezes, com três vitórias para o alvinegro. Relembre como foram todos estes confrontos a seguir:

Confrontos na temporada (3-1):

09/11/2016 – Spurs 99 x 101 Rockets

Logo no início da temporada, Rockets e Spurs realizaram o primeiro clássico texano de quatro previstos. Abusando dos erros, o time de Gregg Popovich perdeu sua terceira partida em casa em apenas oito jogos realizados até então. Destaques para Kawhi Leonard, com 34 pontos e sete rebotes, e James Harden, com 24 pontos, 15 assistências e 12 rebotes.

12/11/2016 – Spurs 106 @ 100 Rockets

Três dias após perder em casa, o Spurs visitou o Rockets e pagou o adversário na mesma moeda. Do lado do alvinegro, Kawhi Leonard brilhou com 20 pontos e três roubos de bola. Enquanto isso, pelos mandantes, Eric Gordon teve 27 pontos e cinco rebotes.

20/12/2016 – Spurs 102 @ 100 Rockets

Para desempatar a série, o Spurs novamente foi até a casa do Rockets e venceu a partida com placar apertado. Mais uma vez, o nome do alvinegro foi Kawhi Leonard, que deixou a quadra com 21 pontos, cinco rebotes, cinco roubadas de bola e quatro assistências.

06/03/2017 – Spurs x 112 x 110 Rockets

No primeiro duelo no ano, o Spurs conseguiu sua única vitória sobre o Rockets em casa na temporada após toco decisivo de Kawhi Leonard, que concorre a melhor bloqueio do ano. O ala se destacou ao registrar 39 pontos, seis rebotes e cinco assistências.

Agora, chegou a hora do Spurs medir forças com o rival texano na série válida pela semifinal da Conferência Oeste. A seguir, blogueiros do Spurs Brasil e convidados contam o que esperam do confronto e dos jogadores que poderão ajudar a decidi-la. Confira abaixo:

Cássio Cutulli

Palpite: Spurs 4 a 2
Memphis é passado, e agora o foco vai pra Houston. Os playoffs vão afunilando, e a tendência é a dificuldade só aumentar. Se contra o Grizzlies o jogo era físico e truncado, contra o Rockets o estilo será de intensidade e velocidade, com muita correria imposta pelo time de Mike D’Antoni e com chuva de bolas de três. A chave será a surpresa da série anterior e atende pelo nome de Tony Parker. Caso o francês consiga atuar da mesma forma, as coisas serão muito mais fáceis para o Spurs, que terá um perímetro forte. Com Kawhi Leonard puxando o ataque e com um garrafão brigando e mostrando energia pelos rebotes, a chance de sucesso aumenta bastante. Resta conseguir conter o Barba e companhia, que terão muito foco nos pick and rolls com Clint Capela e Nenê, assim como nas bolas pra três, que podem mudar rapidamente o andamento da partida caso o rival esteja em uma noite inspirada.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Rockets: James Harden

Lucas Pastore

Palpite: Rockets 4 a 2
Apesar da melhor campanha do Spurs na temporada regular e das três vitórias em quatro jogos contra o Rockets, vejo o adversário com armas demais para se ajustar durante uma série de sete jogos. Ryan Anderson, Clint Capela e Nenê parecem uma combinação perigosa demais para LaMarcus Aldridge, David Lee e Pau Gasol defenderem. Dewayne Dedmon pode até voltar a ser titular diante do rival texano para ajudar no setor, mas tende a ficar sobrecarregado na defesa e se carregar em faltas. O pivô francês, aliás, pode ajudar Trevor Ariza, provável responsável por marcar Kawhi Leonard, fechando as rotas de infiltração do ala alvinegro. O astro do time texano deve fazer boa defesa sobre James Harden, revezando-se com Danny Green, mas o craque da equipe de Houston é esperto o bastante para não tentar pontuar na marra e envolver seus colegas ofensivamente. A chave para o time de San Antonio seria LaMarcus Aldridge se mostrar um defensor versátil o bastante para defender Anderson no perímetro quando estiver em quadra com Dedmon ou Gasol e para combater Capela e Nenê embaixo da cesta quando jogar ao lado de Lee. Além disso, precisa estar calibrado no ataque para desafogar Leonard. Mas, a julgar por suas recentes, resta pouca esperança.
Peça-chave do Spurs:
 LaMarcus Aldridge
Peça-chave do Rockets:
 Trevor Ariza

Sergio Neto

Palpite: Spurs 4 a 3
Não tem como fugir. É clássico texano. O Rockets vem pra cima com seu forte ataque, enquanto o Spurs aposta na defesa e no jogo coletivo. O que me preocupa um pouco é o jogo de garrafão. Aldridge ainda precisa de um parceiro mais estável. Gasol e Green precisam acordar, e Parker precisa repetir a boa série que fez diante do Grizzlies. Olho bem aberto quando o assunto é James Harden. Acredito que cada time vai faturar os jogos em casa. Me preocupo também com alguns problemas evitáveis, como erros de passes em bolas cruzadas. A equipe de San Antonio também precisa pontuar mais da área pintada.
Peça-chave do Spurs:
 Kawhi Leonard
Peça-chave do Rockets:
 James Harden

Vinicius Esperança

Palpite: Spurs 4 a 3
Após sofrer contra o físico Grizzlies, o Spurs enfrenta agora o Rockets, rival texano. Se por um lado Zach Randolph e Marc Gasol fizeram a equipe alvinegra penar embaixo da cesta, o mesmo provavelmente não acontecerá contra o time de vermelho. O de James Harden e companhia baseia-se muito em bolas de três e infiltrações do própria Barba, estilo que o alvinegro tem capacidade de defender muito bem com Kawhi Leonard e Danny Green. O garrafão, comandado por LaMarcus Aldridge, pode ser vantagem, principalmente ofensivamente. Os bancos de reserva, principalmente para o oponente, podem ser decisivos. Eric Gordon vem tendo boa temporada, assim como Lou Williams, dois arremessadores do perímetro que podem complicar a segunda unidade do time de San Antonio, que não tem defensores com a qualidade dos titulares. Leonard e Harden com certeza serão os principais jogadores de cada equipe, mas aposto em Gordon e Parker, como as peças chave dos times. O ala-armador deve vir forte do banco, enquanto o armador francês deve, novamente, ser bem acionado, uma vez que o camisa #2 sofrerá forte marcação do ótimo Patrick Beverly. Imagino a série sendo vencida por qualquer um – até mesmo uma varrida pode ocorrer por ambas as partes -, mas acredito mais em sete jogos, com um roubo de mando para cada lado, e, no fim, os comandados de Gregg Popovich avançam para a final da Conferência Oeste.
Peça-chave do Spurs:
 Tony Parker
Peça-chave do Rockets:
 Eric Gordon

Olho neles!

Após apresentar médias de 10,1 pontos e 4,5 assistências em 25,2 minutos por exibição na temporada regular e arrancar críticas, Tony Parker sustentou 16,3 pontos e três assistências em 27,1 minutos por partida na série contra o Grizzlies e mostrou que valeu à pena ter tirado o pé durante a fase de classificação. Se mantiver o bom desempenho, o armador francês tem tudo para ser a peça mais importante do Spurs contra o Rockets. Por isso, o astro foi eleito por dois blogueiros do Spurs Brasil a peça chave da equipe no confronto.

Favorito ao prêmio de MVP da temporada, James Harden apresentou médias de 29,1 pontos, 11,2 assistências e 8,1 rebotes em 36,4 minutos por exibição durante a fase de classificação e 33,2 pontos, sete assistências e 6,4 rebotes em 37,4 minutos por partida na série contra o Thunder. Por isso, foi eleito por dois blogueiros do Spurs Brasil como a peça chave do Rockets na série. Será que Kawhi Leonard conseguirá defendê-lo bem sem se carregar em faltas e poupando energia para o ataque? Danny Green vai ajudar?

Análise do convidado

Matheus Prá, do @blockpartty

Projeção: Spurs em 7

1º: As bolas de três de Danny Green serão importantes, pois provavelmente James Harden irá marcá-lo. Espero que o ala-armador corra bastante no ataque, passando por bloqueios, tendo de fazer o Barba gastar energia, ajudando assim a cansá-lo. Do outro lado, o camisa #14 deverá marcar por boa parte do tempo o astro, dando uma folga para Kawhi Leonard.

2º: Tony Parker será importante. Ele precisa ser agressivo para Patrick Beverley marcá-lo.

3º: A marcação no perímetro terá de ser impecável. O Rockets, além de Harden, tem Lou Williams, Eric Gordon, Trevor Ariza, Patrick Beverley e Ryan Anderson, todos podendo arremessar de três. Acho que é aí que entra Jonathon Simmons, que pode ter minutos. Atlético, ele seria importante na defesa junto, claro, de Kawhi e Green.

4º: Eu adoraria ver Davis Bertans ganhando minutos. Ele poderia muito bem marcar Anderson caso LaMarcus Aldridge não se mostre capaz. O letão é mais móvel e poderia ajudar mais na defesa do pick-and-roll. Com ele na 4, colocaria LMA como pivô e veria no que dava.

5º O Spurs pode tanto ir de Bertans na 4 e jogar de igual para igual com Houston quanto poderia punir o rival por jogar com Anderson. Se LMA entrar agressivo na série, eles terão de usar Capela ou Nene defendendo-o. E quem marcaria o outro Big do Spurs? Aí Pau Gasol e David Lee ganhariam minutos e teriam que ir para dentro do garrafão do Rockets.

Prévia de Spurs x Grizzlies – Primeira rodada dos playoffs

Irmãos Gasol vão duelar nos playoffs (Mark Sobhani/nba.com/spurs)

Depois de terminar a temporada regular com 61 vitórias e 21 derrotas e garantir a segunda posição da Conferência Oeste, o San Antonio Spurs enfrenta o Memphis Grizzlies, sétimo colocado, na primeira rodada dos playoffs de 2017. Enquanto o alvinegro chega com todo o elenco à disposição para o começo do mata-mata, a equipe do Tennessee inicia a série com Chandler Parsons como baixa e Tony Allen e James Ennis III como dúvidas.

Spurs e Grizzlies começam a se enfrentar neste sábado (15), no AT&T Center. Ao longo da temporada regular, as duas equipes da Divisão Sudoeste mediram forças quatro vezes, com duas vitórias para cada lado. Relembre como foram todos estes confrontos a seguir:

06/02/2017 – Spurs 74 @ 89 Grizzlies

No primeiro duelo entre as duas equipes, o Spurs começou a edição de 2017 da Rodeo Road Trip com derrota para o Grizzlies. David Lee, com 14 pontos, foi o cestinha do time na ocasião.

18/03/2017 – Spurs 96 @ 104 Grizzlies

Após perder o primeiro confronto contra o Grizzlies, o Spurs foi novamente até Memphis para tentar buscar sua primeira vitória contra o time do Tennessee na temporada. Não foi o que ocorreu. Novamente mostrando uma ótima defesa e um jogo lento, a equipe de casa se impôs e triunfou. Destaque para Kawhi Leonard, com 22 pontos, e LaMarcus Aldridge, com 21.

23/03/2017 – Spurs 97 x 90 Grizzlies

No primeiro duelo entre as equipes disputado no AT&T Center na temporada, o Spurs conseguiu sua primeira vitória sobre o Grizzlies no campeonato. O destaque foi o ala-pivô LaMarcus Aldridge, que deixou a quadra com 23 pontos, oito rebotes e três tocos.

04/04/2017 – Spurs 95 x 89 Grizzlies

No último confronto, o Spurs venceu o Grizzlies na prorrogação e garantiu o empate no confronto com o rival de Divisão Sudoeste na temporada. Destaque para Kawhi Leonard, com 32 pontos, 12 rebotes, quatro assistências e duas roubadas de bola.

Agora, chegou a hora do Spurs medir forças com o adversário na série válida pela primeira rodada da Conferência Oeste. A seguir, blogueiros do Spurs Brasil contam o que esperam do confronto e dos jogadores que poderão ajudar a decidi-la. Confira as análises abaixo:

Cássio Cutulli

Palpite: Spurs 4 a 2
Finalmente os playoffs vão começar. O Spurs conta com todo o elenco saudável após a volta de Dejounte Murray, que havia ficado fora por quatro semanas. Pelo Grizzlies, a única baixa deve ser Chandler Parsons, fora da temporada. Os confrontos entre os rivais de divisão na primeira fase foram muito físicos, com o mandante sempre levando a melhor. Dessa forma, o que irá ditar o duelo serão os sistemas defensivos sufocantes e o desempenho na estrada. O alvinegro tem um time superior e demonstrou nos últimos duelos que está sabendo lidar com as trocas de marcação do adversário, que conta com Tony Allen, um leão na defesa e que, se estiver em um dia bom, acaba contagiando os colegas e dificultando as infiltrações. Dessa forma, como o perímetro dos texanos é inconsistente contra quem aperta muito a marcação, a chave deve ser LaMarcus Aldridge, que, apesar de enfrentar um garrafão muito bom, pode aumentar as chances de vitória se consiguir se sobressair. O foco é proteger a área pintada e, do outro lado, pontuar dentro dela, claro que com o apoio de Kawhi Leonard e de quem mais vier de fora. Caso a ameaça interior seja grande, serão abertas brechas para os arremessos de três, o que dará um respiro aos comandados de Gregg Popovich.
Peça-chave do Spurs:
 LaMarcus Aldridge
Peça-chave do Grizzlies:
 Tony Allen

Lucas Pastore

Palpite: Spurs 4 a 2
O Grizzlies é um dos adversários que mais sabe explorar as deficiências do Spurs: tem ótimos jogadores de garrafão para atacar a deficitária defesa de Pau Gasol e David Lee e uma marcação sufocante o bastante para atrapalhar Kawhi Leonard, conseguindo, assim, estagnar o ataque do alvinegro. Por isso, apesar da teórica diferença de qualidade dos dois elencos, a série pode se tornar uma das mais equilibradas da primeira fase dos playoffs. Para triunfar sem dificuldades, o time texano precisa que LaMarcus Aldridge esteja bem dos dois lados da quadra, desafogando o principal astro do time ofensivamente e combatendo JaMychal Green e Marc Gasol na área pintada. O problema é que o rival deve trazer do banco Zach Randolph, um dos maiores carrascos do alvinegro, para enfrentar a segunda unidade, que tem proteção interior deficitária. Resolver o matchup será a chave do duelo.
Peça-chave do Spurs:
 LaMarcus Aldridge
Peça-chave do Grizzlies:
 Zach Randolph

Sergio Neto

Palpite: Spurs 4 a 2
O Grizzlies é, historicamente, uma pedra no sapato do Spurs. E, sinceramente, a equipe que eu menos gosto de enfrentar, principalmente nos playoffs. Neste ano, eles vêm bem, mesmo sem destaque por parte da mídia. Zach Randolph deixou o time titular para se tornar um dos reservas de maior destaque da liga. Mike Conley, para mim leva vantagem sobre Tony Parker, o que pode desequilibrar o duelo em determinado momento, obrigando a Greeg Popovich a recorrer a Patty Mills. Imagino que, assim como foi na temporada, o termômetro texano tem nomes e sobrenomes: Kawhi Leonard e LaMarcus Aldridge.
Peça-chave do Spurs:
 Kawhi Leonard
Peça-chave do Grizzlies:
 Marc Gasol

Vinicius Esperança

Palpite: Spurs 4 a 2
Não há como não se lembrar dos playoffs de 2011, quando o Spurs, que chegava como franco favorito, foi atropelado pelo Grizzlies em seis jogos e deu adeus à chance de título. Aquela eliminação, uma das mais doídas dos últimos anos, ficou para história: Zach Randolph, no auge físico e técnico, e Marc Gasol, evoluindo de maneira avassaladora, encarando veteranos decadentes, com Tim Duncan e Antonio McDyess praticamente dando adeus à NBA. Passou-se o tempo, e as coisas mudaram (mas nem tanto). O alvinegro não tem mais The Big Fundamental, mas conta com LaMarcus Aldridge e Pau Gasol, dois dos melhores pivôs da liga. Os rivais possuem as mesmas ameaças na área pintada, mais velhas e com o espanhol em seus melhores anos. Some a isso a dificuldade que o time texano tem ao enfrentar rivais físicos, principalmente perto da cesta, e você terá algumas derrotas no caminho. Mas nada que faça tirar o sono. No fim, os comandados de Gregg Popovich devem perder de um a dois jogos, mas têm muito mais talento e um banco mais profundo.
Peça-chave do Spurs:
 Kawhi Leonard
Peça-chave do Grizzlies:
 Marc Gasol

Olho neles!


LaMarcus Aldridge foi eleito, ao lado de Kawhi Leonard a peça-chave do Spurs na série pelos blogueiros do Spurs Brasil. Isso porque o ala-pivô terá de desafogar o ala no ataque ao mesmo tempo em que lida com Marc Gasol, Zach Randolph e JaMychal Green na defesa. Na temporada, o jogador teve médias de 17,3 pontos e 7,3 rebotes em 32,4 minutos por exibição. Considerando apenas os quatro duelos com o Grizzlies, esses números sobem para 18 pontos e oito rebotes em 36,1 minutos por partida.

Duas vezes votado, Marc Gasol foi eleito a peça-chave do Grizzlies no confronto pelos blogueiros do Spurs Brasil. O pivô espanhol é a âncora da defesa do time, podendo ajudar a fechar a porta de Kawhi Leonard nas infiltrações, e ainda pode atacar Pau Gasol e David Lee, que têm marcação deficitária. Na temporada, o astro tem médias de 19,5 pontos, 6,3 rebotes e 4,6 assistências em 34,2 minutos por partida. Nos quatro duelos que fez com o Spurs, esses números vão para 13,8 pontos, 7,3 rebotes e 4,5 assistências em 35,5 minutos por jogo.

Spurs Brasil tem novo parceiro

R$ 10 grátis para apostar em Basquete:

Embora as Apostas Esportivas ainda não estejam regulamentadas no Brasil, há no país hoje uma grande variedade de casas de apostas online atuando por aqui.

Você que é fã dos Spurs provavelmente já viu na TV propagandas de casas onde é possível lucrar com seus conhecimentos sobre basquete.

Porém, como isso é algo novo no Brasil, muitos tem receio de fazer um depósito e dar os seus palpites.

Por conta disso, a nova campanha da Betn1, que oferece R$ 10 grátis sem depósito para novos usuários, é prato cheio para quebrar essa desconfiança e atrair novos usuários.

Com ela basta apenas que registre-se no site, e assim terá R$ 10 para fazer apostas esportivas não só em basquete, mas em qualquer esporte que quiser.

Se não conhece nada sobre apostas em basquete, aqui vão dicas dos mercados mais comuns:

1) Resultado, Moneyline, ou 1×2:

Esse é o mercado mais comum, e significa apostar no vencedor da partida. Por não termos empate na NBA, as suas chances de acerto são sempre maiores, e incluem a prorrogação.

2) Handicap:

Aqui apostamos na diferença de pontos entre os times na partida.

Quando uma equipe é muito favorita, as suas cotações são muito baixas, e por isso adicionamos um handicap para que essas cotações sejam aumentadas.

Da mesma forma, se a equipe é zebra, o handicap é positivo para que tenha uma margem para cumprir, ficando mais fácil ganhar com ela.

3) Total de pontos

Quando dois é muito difícil apontar o vencedor numa partida, surgem mercados alternativos, e o mais comum deles é o de total de pontos.

Aqui basicamente apostamos se um jogo terá muito ou poucos pontos.

Se dois ataques são fortes, é de se esperar muitos pontos, agora se temos uma ótima defesa de um lado, as cestas não serão tão comuns. Em todos os jogos você pode apostar se o número de pontos do jogo será maior ou menor do que uma quantia determinada pela casa.

Especias:

Há ainda mercados especiais como Performance de um jogador, quando apostamos no desempenho de um atleta, ou outros como 1ª equipe a marcar 20 pontos.

No começo não é mesmo fácil, mas existem sites especializados em prognósticos esportivos que dão dicas de apostas

Ficou com vontade de apostar? Então registre-se agora na Betn1 e ganhe R$ 10 grátis sem precisar depositar: