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Green admite possibilidade de jogar pelo Celtics

Fica ou sai?

O ala-armador Danny Green vem sendo cobiçado por Boston Celtics e Utah Jazz. Em entrevista ao site Red’s Army, que cobre o time de Massachusetts, ele disse que jogaria em Boston sem nenhum problema.

“O Celtics é uma franquia vencedora e eu atuaria por outra equipe assim”, disse. “É claro que San Antonio é a minha primeira alternativa e espero que consigamos um acordo”, completou.

Há algumas semanas, o camisa 4 foi entrevistado pelo site Project Spurs e manifestou o desejo de continuar no Texas. Na oportunidade, contudo, Green deixou em aberto a possibilidade de atuar por outro time.

“Gostaria de continuar, mas negócio é negócio. Você nunca sabe o que vai acontecer e eu tenho que fazer o que for melhor para mim e para a minha família”, explicou o ala-armador, durante o bate-papo.

E mais…

Parker usará óculos especial para proteger olho machucado

O armador Tony Parker machucou o olho esquerdo durante uma briga de bar em Nova York há quase um mês atrás. O entreveiro quase tirou o francês dos Jogos Olímpicos de Londres, mas, agora que ele foi liberado para disputar o torneio, o francês publicou uma foto em seu Twitter com um novo estilo.

Para proteger o olho lesionado, TP usará um óculos especial durante o campeonato. E aí, ele ficou melhor com ou sem óculos? 

Leia mais: veja quem pode chegar e quem pode deixar o San Antonio Spurs

Spurs procura pivô antes de fechar com Lorbek

Lorbek é um dos principais nomes do basquete europeu

Parece que teremos mais alguns capítulos antes do desfecho da novela Erazem Lorbek com o San Antonio Spurs. De acordo com o site Project Spurs, que cita como fonte a emissora espanhola ESport3.cat, o alvo principal da diretoria texana no momento é assinar com um pivô de forte presença física antes de continuar as conversas com o ala-pivô esloveno.

“A prioridade do Spurs no momento é encontrar um pivô de ofício”, teria dito o jogador, que tem proposta para renovar com o Barcelona, da Espanha, e para assinar com o CSKA Moscow, da Rússia.

Pelo que temos visto dos rumores nos últimos dias, os nomes do momento em San Antonio parecem ser Marcus Camby, do Houston Rockets, e Chris Kaman, do New Orleans Hornets. Pergunta: quem vocês queriam: Lorbek, Kaman ou Camby? Opinem! 

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Spurs está atrás de Chris Kaman, diz jornalista

Olha como Kaman ficou feliz quando chegou em New Orleans

Depois do rumor envolvendo o ala-pivô Brandon Bass, do Boston Celtics, a bola da vez na imprensa americana parece ser o pivô Chris Kaman, do New Orleans Hornets.

De acordo com o jornalista Rich Bucher, da ESPN, cinco times ainda têm chances de contratar o jogador – e um deles é o San Antonio Spurs. Como concorrentes, R.C. Buford e companhia têm Dallas Mavericks, Indiana Pacers, Sacramento Kings e Utah Jazz.

Segundo o Project Spurs, das equipes citadas, a única que já chegou a se reunir com o pivô foi o Indiana Pacers, que corre o risco de perder Roy Hibbert para o Portland TrailBlazers.

Aos 30 anos, Kaman vem de uma temporada de altos e baixos em New Orleans. Em 2011/2012, o atleta, que começou o ano ao lado de Blake Griffin no Los Angeles Clippers e posteriormente foi trocado junto com Eric Gordon por Chris Paul, registrou médias de 13,1 pontos e 7,7 rebotes em 47 partidas disputadas.

Vale lembrar que Chris Kaman é um sonho antigo da diretoria texana, que tentou contratá-lo durante a última temporada. E você, leitor, gostaria de tê-lo conosco? 

E mais…

Enigmático, De Colo indica no Facebook que jogará em San Antonio

O armador francês Nando De Colo tem tudo para ser o primeiro reforço do San Antonio Spurs para a próxima temporada. Na tarde desta quinta-feira (5), o jogador postou uma foto em sua página oficial no Facebook que é no mínimo sugestiva (veja abaixo!). Deixo que vocês interpretem como quiserem.

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Spurs teria interesse no ala-pivô Brandon Bass, diz site

Bass é versátil, mas seria mais do mesmo em San Antonio

De acordo com a Fox San Antonio, o San Antonio Spurs estaria interessado na contratação do ala-pivô Brandon Bass, que disputou a última temporada pelo Boston Celtics e é agente livre.

Bass, de 27 anos, é considerado pequeno para jogar embaixo da cesta (apenas 2,03m), mas tem um arremesso de média distância consistente (49% de aproveitamento em 2011/2012). Na última temporada, com a camisa do Celtics, o jogador registrou médias de 12,5 pontos e 6,2 rebotes por noite.

Nota do blogueiro: até acho Bass bom jogador, mas, sinceramente, creio que ele seria meio obsoleto no esquema de Gregg Popovich, principalmente se a franquia conseguir renovar com o francês Boris Diaw e trazer o esloveno Erazem Lorbek.

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A nova potência da Conferência Oeste

Você ainda verá muito essa dupla durante a temporada…

O New Orleans Hornets é o time do futuro na NBA. É também o time do momento, o time da moda, ou como vocês quiserem chamar.

Digo isso por vários motivos. O primeiro deles é até meio óbvio e tem nome e sobrenome: Anthony Davis. O ala-pivô, que ajudou a Kentucky University a conquistar o título da NCAA, foi a primeira escolha do último Draft e caiu de bandeja em New Orleans.

Davis é tido por muitos como um defensor de elite, muito atlético e capaz de marcar pontos embaixo da cesta. Trata-se de um talento daqueles que aparecem uma vez a cada cinco anos (ou mais) no Draft. Ele será o pilar principal desse novo Hornets e tem tudo para ser o grande líder da equipe nos próximos anos – algo que vem sendo muito sentido depois da saída de Chris Paul.

Através do recrutamento, a franquia também pôde sanar uma de suas principais carências: a falta de um armador principal. Quando Chris Paul saiu, uma grande lacuna foi aberta. O comando do time acabou ficando com Jarrett Jack, que até é bom jogador, mas está uns dois ou três níveis abaixo de atletas como Deron Williams, Tony Parker, Derrick Rose e do próprio Paul.

Dupla dinâmica?

Com a décima escolha, o General Manager Dell Demps selecionou o badalado Austin Rivers, que, como vocês já devem saber, é filho de Doc Rivers, técnico do Boston Celtics.

Austin ainda é uma joia a ser lapidada. Apesar de pontuar com facilidade e possuir ótima velocidade, o garoto ainda precisa melhorar em alguns aspectos, principalmente no passe e na defesa. Mesmo assim, Demps acertou em cheio. Rivers é o tradicional combo guard, que pode servir tanto de armador, quanto de ala-armador.

Além dessas promessas, o Hornets ainda tem espaço salarial para fazer estrago nesta offseason. Dê uma olhada nos contratos vigentes:

  • Jarrett Jack – US$ 5,5 mi (contrato se encerra em 2013)
  • Al-Farouq Aminu – US$ 2,9 mi (team option em 2013)
  • Jason Smith – US$ 2,5 mi (contrato se encerra em 2014)
  • Xavier Henry – US$ 2,3 mi (team option em 2013)
  • Gustavo Ayon – US$ 1,5 mi (team option em 2013)
  • Greivis Vasquez – US$ 1,1 mi (team option em 2013)

Como é possível perceber, apenas seis atletas têm vínculo com o New Orleans Hornets. Nesse bolo ainda está Eric Gordon, que pode estar se despachando para o Phoenix Suns. Gordon tem uma qualifying offer e teria recebido uma proposta total de US$ 58 mi em quatro temporadas para atuar no Arizona. A franquia da Louisiana ainda pode fazer uma contra-proposta pelo jogador, mas, ao que tudo indica, ele deseja mudar de ares – o que é uma pena, porque o ala-armador cairia como uma luva nessa jovem equipe.

Se Eric Gordon realmente partir, Dell Demps, que é cria do San Antonio Spurs, terá muito dinheiro disponível para trabalhar. Para isso, será preciso analisar as necessidades do elenco, que, para mim, seriam um pivô, um ala-pivô, um ala e um armador (ou ala-armador, dependendo de como Austin Rivers irá se adaptar à NBA). Mas o que o mercado de free agents pode oferecer ao New Orleans Hornets? Há alternativas para todos os gostos – reproduzo algumas abaixo (me avisem se algum dos nomes citados já tiver um novo contrato):

Gordon jogou pouco, mas fará falta se for embora

  • Armadores – Kirk Hinrich, Andre Miller, Goran Dragic, Chauncey Billups, Ramon Sessions, Jeremy Lin, Jameer Nelson, Aaron Brooks, Raymond Felton.
  • Alas-armadores –  Ray Allen, Jason Terry, Randy Foye, Nick Young, O.J. Mayo, Louis Williams, Jamal Crawford, Danny Green, Sonny Weems, Shannon Brown, Mickael Pietrus.
  • Alas – Jeff Green, Landry Fields, Nicolas Batum.
  • Pivôs e alas-pivôs – Brandon Bass, Kris Humphries, Brook Lopez, Ian Mahinmi, JaVale McGee, Ben Wallace, Marcus Camby, Roy Hibbert, Kenyon Martin, Ersan Ilyasova, J.J. Hickson, Boris Diaw.

Além dos atletas citados, o Hornets também tem seus agentes livres. Entre eles, seria importantíssimo renovar com Chris Kaman e Carl Landry. Apesar de ser um dos melhores amigos do departamento médico, Kaman é um pivô muito habilidoso, que pode trazer qualidade de passe e arremessos de longa distância para quadra. Landry, por sua vez, é um ala-pivô baixo, mas razoavelmente bom nos rebotes e eficiente embaixo da cesta.

Anthony Davis trará uma presença defensiva melhor para essa linha de frente, mas seria interessante se Dell Demps conseguisse um jogador com o estilo de Marcus Camby: bom na retaguarda e também nos ressaltos. Disponíveis no mercado, vejo com essas mesmas características o veteraníssimo Ben Wallace e o versátil Ersan Ilyasova.

Resumo: o New Orleans Hornets tem tudo para ser uma das forças da Conferência Oeste nos próximos anos. Será preciso, no entanto, municiar os jovens recém-recrutados com atletas competentes e com relativa experiência. Acredito no bom trabalho do General Manager Dell Demps e também no técnico Monty Williams, que é um dos melhores treinadores dessa nova safra.

Jovem e competente, Monty Williams será o responsável por tentar formar uma dinastia

Pesa contra a franquia, contudo, o fato dela estar posicionada num dos chamados small markets, ou mercados pequenos se traduzirmos ao pé da letra. Mas por que? Simplesmente porque boa parte dos jogadores prefere deixar as cidades menores rumo a grandes centros, como Los Angeles e Nova York, por exemplo. Foi o que aconteceu com Chris Paul, que cansou de perder, arrumou as malas e foi para a Califórnia.

Os torcedores do Hornets têm de torcer para que essas jovens promessas tenham paciência, pois será normal ver o time perdendo nas primeiras temporadas até finalmente se acertar. Lembram do antigo Seattle SuperSonics, que depois virou Oklahoma City Thunder? Pois é, lá também foi assim. Eles começaram draftando Kevin Durant e, aos poucos, construíram uma máquina de vitórias.

O New Orleans Hornets pode ser o novo Oklahoma City Thunder, mas, volto a dizer, tem de ter muita calma e fazer o trabalho bem feito.