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Jia Perkins, importante desfalque do San Antonio Stars (D. Clarke Evans)

Jia Perkins, importante desfalque do San Antonio Stars (D. Clarke Evans)

Uma notícia ruim acometeu o San Antonio Stars nesta semana. Em uma sequência de jogos que quebrou a série de vitórias emplacada na última rodada, a partida contra o Atlanta Dream marcou o episódio em que Jia Perkins sofreu uma lesão no isquiotibial (músculo atrás da coxa) direito.

Perkins é a segunda maior pontuadora do time na temporada. Com média de 12,7 pontos por jogo, a ala fica atrás apenas de Danielle Robinson (13,9), que é a atual líder do Stars em todos os fundamentos, exceto rebotes (Jayne Appel – 7,30 rebotes por exibição).

Parte do elenco do Stars desde 2011, Perkins se tornou um dos pilares do time. Suas principais contribuições são os arremessos precisos, de curta ou longa distância. Na reformulação do time que começou no ano em que entrara na equipe, conquistou, aos poucos, uma vaga de titular. A consolidação como parte do quinteto que inicia as partidas aconteceu na temporada de 2013, quando começou em 33 dos 34 compromissos.

A jogadora tem papel crucial no plano tático de Dan Hughes. Em um time de jogadores baixas (as mais altas são Jayne Appel e Kayla Alexander, ambas com 1,93m), os Stars conta com boas arremessadores de perímetro. O quinteto titular da atual temporada é fixo: Danielle Robinson e Becky Hammon (armadoras), Jia Perkins e Kayla McBride (alas) e Jayne Appel.

Dessas, a única que não se encontra entre as cinco maiores pontuadoras da equipe é a pivô (sétima – 5,1 pontos por jogo). Por isso, a lesão de Perkins interfere, em muito, no desenrolar do jogo do time texano. Felizmente, o Stars tem uma reserva muito eficiente: Danielle Adams.

Adams não é titular do Stars, mas entra em todos os jogos. Apesar de seu físico robusto, tem uma flexibilidade de muito valor para o time. Quando entrou na WNBA, a ala era mais limitada. Construiu sua função inicial como uma jogadora eficaz em arremessos, mas evoluiu para se transformar em uma presença forte no garrafão.

Becky Hammon, mesmo sentido o efeito de sua última lesão somada à idade, fez valer sua experiência e o seu papel de liderança em quadra contra o Washington Mystics, partida que não contou com a participação de Jia Perkins (D. Clarke Evans)

Se alguém consegue assumir a responsabilidade pela ausência de uma das melhores jogadores da equipe, essa é Becky Hammon (D. Clarke Evans)

Uma jogada básica de Adams é receber a bola perto da cesta e, com um trabalho de pés de grande talento, marcar dois pontos – e ainda cavar uma falta. Saindo sempre do banco e com média de 20,2 minutos por partida e 10,4 pontos por jogo, a jogadora assumiu a posição de Perkins enquanto essa está machucada.

Resultado? Depois de duas derrotas, o Stars venceu o Washington Mystics no domingo, por 73 a 65. Parece que deu certo! Nesse jogo, Becky Hammon assumiu a liderança e marcou 17 pontos. A ala-armadora não tem se destacado muito nessa temporada, mas esse foi mais um exemplo de seu importante papel na equipe e sua capacidade de ser a jogadora que um técnico pode contar.

Na terça-feira (1º), as estrelas texanas já começam as atividades do mês. Até agosto, serão 11 compromissos, sendo seis fora de casa. Atualmente, o Stars se encontra na terceira posição da Conferência Oeste. Com oito vitórias e oito derrotas, a franquia tem 50% de aproveitamento.

Nessa semana, nenhum jogo será no AT&T Center e os adversários serão o Connecticut Sun (dia 1º, às 19h), o Minnesota Lynx (dia 3, às 20h) e o Indiana Fever (dia 5, às 17h).

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Spurs entra na briga por armador

De acordo com reportagem do site americano Project Spurs, o San Antonio Spurs é um dos times interessados na contratação do armador Bryce Cotton. O jogador, de 21 anos de idade, acaba de completar sua quarta e última temporada no basquete universitário americano e passar em branco no Draft deste ano. Com isso, se tornou agente livre para a NBA.

Cotton: alvo do Spurs? (Jim O’Connor/USA Today)

Segundo Shams Charania, jornalista do site americano RealGM, o Dallas Mavericks, rival texano do Spurs, também tem interesse na contratação do atleta.

Na última temporada, Cotton apresentou médias de 21,8 pontos (41,9% FG, 36,7% 3 PT, 85,3% FT), 5,9 assistências e 3,5 rebotes em 39,9 minutos por exibição atuando pelo Providence Friars. Com as 266 bolas de três pontos que acertou em sua carreira, ele é o líder histórico do time de sua universidade no fundamento.

Na última temporada, o Spurs contou com Tony Parker, Patrick Mills e Cory Joseph como opções para a função de armador na sua rotação. O australiano, porém, se tornou agente livre nesta offseason e já despertou o interesse do New York Knicks.

Spurs seleciona Anderson e Dangubic no draft

Na noite desta quinta-feira (26), aconteceu no ginásio do Brooklyn Nets, em Nova York a tão esperada noite do Draft. A princípio, o San Antonio Spurs possuia as escolhas 30, 58 e 60 do recrutamento de calouros, mas acabou trocando as duas últimas pela 54 com o Philadelphia 76ers. Com isso, a franquia texana selecionou os seguintes jogadores:

30ª escolha – Kyle Anderson

Kyle Anderson foi o selecionado do Spurs na primeira rodada (SBNation)

Kyle Anderson foi o selecionado do Spurs na primeira rodada (SBNation)

Vindo da UCLA, o segundanista Kyle Anderson foi um dos prospectos observados pelo treinador Gregg Popovich e sua comissão técnica antes do Draft. Originalmente armador e com tamanho para atuar como ala, chegou a ser comparado a ninguém menos que Magic Johnson por conta de sua altura (2,06 metros). Na última temporada, o atleta nascido em North Bergen, New Jersey, sustentou médias de 14,6 pontos, 8,8 rebotes e 6,5 assistências em 38 partidas realizadas em sua campanha no basquete universitário americano.

Por ter sido escolhido na primeira rodada pelo Spurs, Kyle já tem contrato garantido, desde que seja integrado aos treinos de pré-temporada. Considerado por muitos especialistas o melhor passador do Draft, além de bom reboteiro, vem para suprir a carência de um reserva direto para Kawhi Leornard no elenco do time de San Antonio.

54ª escolha – Nemanja Dangubic

Nemanja Dangubic foi mais uma aposta vindo da europa

Nemanja Dangubic foi mais uma aposta vindo da europa

Nascido na Sérvia, Nemanja Dangubic, ala-armador de 2,03 metros de altura, é mais uma aposta da legião de estrangeiros do Spurs. Com 21 anos, atuou a última temporada na liga Adriática pelo Mega Vizura, disputou 26 partidas e apresentou médias de 9,6 pontos, 3,5 rebotes e duas assistências em 25,2 minutos por exibição.

Duncan exerce opção e renova com o Spurs

Tim Duncan será jogador do San Antonio Spurs por pelo menos mais um ano. Nesta segunda-feira (23), a franquia texana anunciou, por meio de seu site oficial, que o ala-pivô exerceu sua opção unilateral e renovou seu contrato para a temporada 2014/2015.

O campeão voltou! (Reprodução/facebook.com/Spurs)

O contrato de Duncan, firmado em 2012, previa uma Player Option ao jogador para a próxima campanha – ou seja, cabia ao camisa #21 escolher se renovava ou se saía de seu vínculo. Ao exercer a cláusula, o ala-pivô vai receber US$ 10.361.446,00 milhões nos próximos 12 meses, de acordo com o site americano HoopsHype.

Aos 38 anos de idade, Duncan acaba de terminar sua 17ª temporada pelo Spurs. Nela, apresentou médias de 15,1 pontos e 9,7 rebotes em 29,2 minutos por exibição na fase de classificação e 16,3 pontos e 9,2 rebotes em 32,7 minutos por partida nos playoffs.

O Spurs ainda tem seis outros agentes livres cuja situação precisa ser definida antes do início da próxima temporada. Patrick Mills, Damion James, Matt Bonner e Boris Diaw são irrestritos – o australiano está na mira do New York Knicks. Austin Daye tem uma Team Option – ou seja, a decisão unilateral é da franquia -, e Aron Baynes tem uma Qualifying Offer – ou seja, o alvinegro tem o direito de igualar qualquer proposta feita por ele.

O que deu certo?

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Nesta semana, o San Antonio Stars aplacou uma sequência de vitórias que não acontecia desde 2012. Do duelo contra o Los Angeles Sparks, no sábado anterior (14), até o encontro com o mesmo time neste domingo (22), o elenco texano não conheceu o sabor da derrota.

O primeiro compromisso foi o único realizado no AT&T Center, um dia antes de o San Antonio Spurs se sagrar campeão da NBA. Sorte deixada pelas meninas na quadra? Se for em relação à diferença no placar final, até pode ser. Depois de ter perdido dois jogos seguidos dentro de casa, as meninas texanas se redimiram vencendo por 101 a 74 o fortíssimo Sparks.

Na quinta-feira (19), o duelo foi fora de casa. O último encontro contra o Seattle Storm havia sido traumático. Tendo ficado muitos pontos atrás no placar, o Starts fez 28 tentos no quarto derradeiro para encostar e fechar em 79 a 72. A revanche desta semana também foi definida nos momentos finais, mas precisou de uma prorrogação para terminar.

No domingo, um dos momentos mais importantes do jogo entre Stars e Sparks foram três arremessos de 3 pontos seguidos de Becky Hammon (NBAE/Getty Images)

No domingo, um dos momentos mais importantes do jogo entre Stars e Sparks foram três arremessos de 3 pontos seguidos de Becky Hammon (NBAE/Getty Images)

Apesar de ter permanecido na frente na maior parte do duelo, a equipe da casa alncaçou o Stars e até chegou a passar. Mas uma bola de três de Danielle Adams no final do quarto final empatou o jogo. Na prorrogação, as visitantes dominaram e venceram por 87 a 82.

Em mais um compromisso fora de casa, neste domingo, a vitória foi conquistada com suor e equilíbrio. O Sparks e o Stars se encontraram na Califórnia para o terceiro duelo entre as equipes nesta temporada. Dessa vez, novamente as texanas conquistaram o resultado positivo.

Quais foram os principais fatores para que o jogo do Stars finalmente desse certo?

– O grupo, como não acontecia desde 2012, tem uma base forte e consistente. As jogadoras já treinam juntas há pelo menos cinco anos;

– Aquelas que eram novatas hoje assumem papel de liderança: Danielle Adams e Danielle Robinson, principalmente. Jayne Appel com algumas atuações de destaque;

– Melhor aproveitamento nos arremessos. Um pouco de números: Em 2013, o Stars teve um aproveitamento de 40% nas bolas de dois pontos, 31,6% nos triplos e 74,6% em lances livres. Até o momento, em 2014, todos esses índices aumentaram para 42,6%, 39% e 82,3% respectivamente. A justificativa está no poderio ofensivo de cinco jogadoras da equipe: Danielle Robinson, Jia Perkins, Kayla McBride, Danielle Adams e Becky Hammon – que, nessa ordem, estão entre as 50 maiores pontuadoras da atual temporada. Todas essas têm importante arsenal de arremessos, bandejas e jogadas decisivas, cada uma com uma característica específica, o que permite mais oportunidades de pontuação, um defeito em 2013;

– Um exemplo do fator grupo são duas jogadoras que se encontram entre as mais eficientes do campeonato: Jayne Appel e Sophia Young.

O grupo, finalmente, está com as engrenagens funcionando bem (NBAE/Getty Images)

O grupo, finalmente, está com as engrenagens funcionando bem (NBAE/Getty Images)

A verdade é que acompanhar o Stars está muito mais legal em 2014. O time consegue criar oportunidades diferentes e se sobressair em diversos momentos das partidas. Apesar de alguns momentos de apagão, sempre retorna e leva emoção à partida. Essa semana, talvez, tenha sido um ponto inicial de mudança de postura e um reencontro com as sequencias vitoriosas. E há muitos motivos para acreditar nisso.

As comandadas do treinador Dan Hughes têm mais três compromissos pela frente na próxima semana. No dia 24, enfrenta o Washington Mystics no AT&T Center. Depois, no dia 26, têm pela frente o perigoso Atlanta Dream, da brasileira Érika de Souza. No domingo, vão até a capital norte-americana para o reencontro com o Mystics.

Será que emplaca mais importantes vitórias? Na próxima semana espero ter um sim!