Arquivo diário: 04/05/2014

Spurs (4) vs Mavericks (3) – Que venham as semifinais!

119×96

A primeira série do time neste ano durou mais do que todos esperavam, mas, enfim, deu San Antonio Spurs. Neste domingo (4), disputando o jogo 7 em casa, a equipe texana venceu o Dallas Mavericks por 119 a 97 e finalmente fechou o confronto, válido pela primeira rodada dos playoffs da Conferência Oeste, se classificando para enfrentar o Portland TrailBlazers na próxima fase. Confira, a seguir, os principais pontos da partida decisiva.

Parker foi o destaque da partida (NBAE/Getty Images)

Mercy, Parker!

O Spurs, que não teve facilidade em nenhum outro jogo da série, conseguiu atropelar o Mavs no duelo derradeiro. O que mudou? A princípio, a postura de Tony Parker neste domingo. Agressivo desde o princípio, o armador não deu chances para os jogadores mais pesados da equipe de Dallas quando aconteciam trocas na marcação e abusou as infiltrações, batendo Samuel Dalembert e Dirk Nowitzki no drible e até mesmo discutindo com o ex-companheiro DeJuan Blair após converter uma cesta. O francês deixou a quadra como cestinha da partida ao marcar 32 pontos, além de ter anotado quatro assistências e quatro rebotes.

Caçado próximo à cesta, Manu foi bem (NBAE/Getty Images)

O Big Three vive

Boa parte da estratégia relativamente bem sucedida do Mavs na série se concentrava em tirar os arremessos de três pontos dos coadjuvantes do Spurs e fazer com que os astros da equipe texana se virassem no mano a mano contra bons defensores, como Shawn Marion e Samuel Dalembert. Deu certo em algumas partidas, mas não na deste domingo. Além de Tony Parker, cestinha do embate, Manu Ginobili obteve 20 pontos, seis roubos de bola, cinco assistências e três rebotes, e Tim Duncan deixou a quadra com 15 pontos, oito rebotes e dois tocos.

Os coadjuvantes

Se nos seis primeiros jogos o sofrimento do Big Three do Spurs se deu por falta de ajuda dos coadjuvantes, dessa vez não há do que reclamar. Ao menos três tiveram desempenho importante na partida deste domingo. Kawhi Leonard foi bem no terceiro quarto, quando o Mavs ameaçava reagir, e deixou a quadra com 15 pontos e seis rebotes.

Danny Green, enfim calibrado, converteu quatro das seis bolas de três que tentou ao longo da partida, anotando 16 pontos e três rebotes. E Boris Diaw teve atuação completa, com oito pontos, sete rebotes e cinco assistências e boa defesa sobre Nowitzki. Aí sim!

Sem respirar

A fácil vitória deste domingo sobre o Mavs fez com que Gregg Popovich  pudesse descansar o elenco, terminando o jogo com quinteto formado por Cory Joseph, Marco Belinelli, Matt Bonner, Jeff Ayres e Aron Baynes. Ação importante do técnico, já que o Spurs começa a enfrentar o Blazers, pela semifinal da Conferência Oeste, já na terça-feira, em San Antonio.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 32 pontos, 4 assistências e 4 rebotes

Manu Ginobili – 20 pontos, 6 roubos de bola, 5 assistências e 3 rebotes

Danny Green – 16 pontos e 3 rebotes

Tim Duncan – 15 pontos, 8 rebotes e 2 tocos

Kawhi Leonard – 15 pontos e 6 rebotes

Dallas Mavericks

Dirk Nowitzki – 22 pontos e 9 rebotes

Devin Harris – 17 pontos e 3 assistências

Monta Ellis – 12 pontos

Vince Carter – 10 pontos, 4 assistências e 4 rebotes

Com a palavra, o técnico

Vestiario Feminino

Em duas semanas, ao fim do dia, todos os times da WNBA já terão entrado em quadra para jogar as suas primeiras partidas de 2014. Com data marcada para o dia 16 de maio, o início da nova temporada da liga nacional de basquete feminino norte-americana contará com jogos importantes – e até polêmicos. O San Antonio Stars está entre os que puxam o trem deste ano e enfrenta o Atlanta Dream na sexta-feira de inauguração.

Novos uniformes para a temporada 2014 (Divulgação)

Novos uniformes para a temporada 2014 (Divulgação)

2013 foi um ano difícil para o Stars. Muitas jogadoras se contundiram no campeonato, a ponto de em alguns duelos o time ter apenas três atletas no banco. A ausência em tempo integral de Becky Hammon e Sophia Young, por lesões graves, interferiu completamente no desenvolvimento de uma boa temporada. Agora, porém, as peças se unem novamente.

Todas as jogadoras estão saudáveis e, para ajudar, o Stars teve uma boa posição no Draft e pôde escolher uma universitária de peso: Kayla McBride, vice-campeã da NCAA com Notre Dame. Uma armadora de muita habilidade e bastante pontuadora.

A offseason teve algumas novidades importantes, mais concernentes à estrutura da franquia. A começar pelo nome: de San Antonio Silver Stars, as texanas agora serão chamadas apenas por San Antonio Stars, uma alteração que deixa a nomenclatura mais semelhante à de seu respectivo coirmão masculino, o San Antonio Spurs (conhecem esse time?). Além disso, foi anunciada uma parceria oficial com a empresa H-E-B, cuja marca será estampada na área nobre da camisa da equipe. Inclusive, os uniformes também mudaram. Estão mais bonitos e personalizados do que os utilizados nas últimas temporadas.

A parte mais importante, porém, é que o Vestiário Feminino, coluna dominical do Spurs Brasil, voltou. Há três anos, esse espaço é reservado para a cobertura do San Antonio Stars e é com muita alegria que cada texto publicado aqui é feito. Quem acompanha o basquete feminino com seriedade sabe a importância dessa exposição de um time da modalidade. Então, muito obrigada novamente ao Lucas Pastore e a todos os outros membros deste site tão respeitado.

Dan Hughes, técnico do San Antonio Stars (Divulgação)

Dan Hughes, técnico do San Antonio Stars (Divulgação)

Para dar início aos trabalhos desta temporada, o Vestiário Feminino traz até vocês uma entrevista exclusiva com o Dan Hughes, comandante do San Antonio Stars há dez temporadas. Neste período, levou a equipe a praticamente todos os playoffs que pôde, ganhou uma final de conferência e conquistou o vice-campeonato da WNBA, em 2008. Em duas oportunidades, foi escolhido o técnico do ano como reconhecimento de suas ações à frente do time. A chegada de Becky Hammon foi fruto de uma movimentação dele, assim como a de Sophia Young.

Seu trabalho com as novas jogadoras é bem conhecido, tanto que Sophia Young, Danielle Robinson e Danielle Adams são frutos de seus “olhos para os rejeitados”. Apesar de algumas atitudes polêmicas e uma certa rejeição de torcedores ingratos (como todo torcedor, em algum momento, inevitavelmente é), Hughes deixou de ser apenas técnico e virou também gerente geral.

Ele é daqueles comandantes que não conseguem ficar parados no banco: fala com o árbitro incessantemente, até levar a segunda ou terceira falta técnica. Com suas atletas, funciona como um pai. Com suas gravatas… bom, é divertido, digamos.

Nesta entrevista, sua primeira para um veículo brasileiro na história, Hughes se mostra um cara político – no bom sentido –, sempre valorizando o coletivo acima de tudo. Ninguém passa despercebido, desde as principais jogadoras às novatas que ainda lutam por espaço e seus assistentes. Evita polêmicas, como a permanecia de Jayne Appel e as manifestações anticasamento gay de Sophia Young no ano passado, mas rasga o coração quando pensa – ou melhor, diz que prefere não pensar – em Becky Hammon aposentada.

Então, aproveitem este domingo de muito basquete, e muita torcida pelo San Antonio Spurs contra o Dallas Mavericks, para ler o que esse técnico muito inteligente tem a falar.

Até a próxima semana!

Vestiário Feminino: Você poderia comentar as mudanças estruturais que aconteceram no San Antonio Stars para a temporada 2014? Temos novas camisas, uma nova maneira de interagir com o torcedor (conta no snapchat, por exemplo), uma estratégia de mídias sociais diferente (#RiseAsOne) e mais frequente. Enfim, qual é o objetivo da organização como franquia para 2014?

Dan Hughes: Acho que tivemos um passado muito bom como Silver Stars. Foi muito divertido ver o crescimento da franquia nos dez anos em que estou aqui. Acho que estamos tão animados quanto ou mais animados em relação ao futuro. O mundo no qual vivemos agora: o Stars e ser parte desse grupo seguindo em frente, significa que existe uma previsão muito boa para nós. Assim como prezamos muito pelo nosso passado, acho que temos expectativas ainda maiores em relação ao futuro. Esse é o modo pelo qual movemos o Stars para a frente e nos dá oportunidade de crescimento.

Apresentação da nova camisa do San Antonio Stars para 2014, com a marca H-E-B estampada (Kin Man Hui/San Antonio Express-News)

Apresentação da nova camisa do San Antonio Stars para 2014, com a marca H-E-B estampada (Kin Man Hui/San Antonio Express-News)

VF: Como você vê essa novidade de colocar os nomes de patrocinadores nas camisas dos times da WNBA? O Stars acabou de inserir a do H-E-B, mas outras franquias já o haviam feito há algumas temporadas. O time demorou mais para aderir a essa prática pois tem mais tranquilidade em finanças por ser gerido pela Spurs Sports & Entertainment?

DH: Estou muito animado com a parceria. Na nossa comunidade, o Spurs e a H-E-B têm sido parceiros por muitos anos e nós assistimos os benefícios recebidos por ambas as partes. Agora, o Stars e a H-E-B se unindo de uma maneira parecida faz dessa uma parceria que é bem empolgante de se ver para o time e analisar onde esse duo vai nos levar. Nós fomos uma das últimas equipes a ter um patrocinador estampado, então o fato de que nos unimos à H-E-B é uma união perfeita em San Antonio e algo que estou muito empolgado para ver rolar nos próximos anos.

VF: Agora, em relação ao elenco. No ano passado o time teve muitos desfalques, principalmente com Becky Hammon e Sophia Young afastadas. Para este temporada, todas estão de volta, saudáveis e ainda encontram uma excelente escolha do Draft: Kayla McBride. Como está o ânimo para os jogos que estão por vir?

DH: Estou muito feliz por juntarmos as peças novamente. A chegada de Kayla e outras jogadoras nos permite ser muito otimistas em relação às oportunidades que temos aqui em San Antonio. Apesar de no último ano termos enfrentado muitas lesões, acredito que as jogadoras fizeram muito para se desenvolver neste período. As que estavam machucadas fizeram grandes esforços para se recuperar na offseason. Algumas adições, como Kayla, estão aqui para se incorporarem ao time. Acho que isso nos permite uma nova profundidade e nos dá oportunidades de um jogo coletivo único na WNBA, então estamos animados para ver essa mistura em quadra.

No ano passado, Dan Hughes conquistou sua 200ª vitória na WNBA, contra o New York Liberty de Bill Laimbeer. Lesionadas, Sophia Young e Becky Hammon prestigiaram o comandante na oportunidade (Carmen Santiago)

No ano passado, Dan Hughes conquistou sua 200ª vitória na WNBA, contra o New York Liberty de Bill Laimbeer. Lesionadas, Sophia Young e Becky Hammon prestigiaram o comandante na oportunidade (Carmen Santiago)

VF: Gostaria que você comentasse sobre as novatas, que hoje não são tão novas assim. Danielle Adams e Danielle Robinson entraram na WNBA em 2011, pelo Silver Stars, e continuam até hoje. De novatas passaram a jogadoras de grande responsabilidade e, inclusive, no ano passado tiveram de assumir posição de liderança diante da ausência das franchise players. Como avalia a evolução dessas duas jogadoras?

DH: Acredito ser correto afirmar que elas seguiram com suas carreiras à medida em que o tempo passou. Melhoraram ano após ano e chegaram à sua quarta temporada na WNBA. Muitas vezes eu acredito que esse é um período no qual as jogadoras podem dar um outro passo adiante para chegar a uma posição de liderança. Elas se tornaram atletas que podem jogar em momentos cruciais e que ao mesmo tempo são boas o suficiente para ajudar a desenvolver outros elementos do nosso time. Esse é o próximo passo natural para essas jogadoras. Se elas são líderes dentro do nosso estilo de jogo? Sim.

VF: A propósito, o Stars tem quatro importantes jogadoras que começaram sua carreira na franquia e estão nela até hoje: Sophia Young, Jayne Appel, Danielle Robinson e Danielle Adams. Todas essas apresentam crescimento a cada temporada. Como é o trabalho da franquia com suas novatas?

DH: Isso tem muito a ver com os meus assistentes e a cultura que temos aqui. Somos muito acolhedores com jogadoras que querem desenvolver o seu jogo e estão interessadas em melhorar. Trabalhamos muito com o desenvolvimento das atletas e acho que isso se deve muito aos meus assistentes. Essas pessoas têm feito uma quantidade absurda de trabalho individual. Dedicamos nosso tempo a esse propósito com afinco e acreditamos nisso. Essas jogadoras e esses técnicos que estão ao meu lado investem muito no crescimento. Nós damos valor a isso na nossa agenda.

Kayla McBride, terceira escolha do draft de 2014 da WNBA pelo San Antonio Stars (NBAE/Getty Images)

Kayla McBride, terceira escolha do draft de 2014 da WNBA pelo San Antonio Stars (NBAE/Getty Images)

VF: Pode-se dizer que Kayla McBride foi selecionada para ser uma aprendiz de Becky Hammon e substitui-la em um futuro breve?

DH: Honestamente, ela foi escolhida como uma maneira de honrarmos Becky neste momento de sua carreira. Por favor, me perdoe, mas eu realmente não gosto muito de pensar sobre o momento em que Becky não estiver mais aqui no Stars. Eu acho que o fato de Kayla jogar ao lado dela foi algo que se encaixou perfeitamente. Nova aqui, ela disse muitas vezes que quer aprender, e vai aprender muito com Hammon. Mas, de verdade, a decisão foi feita para deixar a Becky confortável porque eu não gosto de pensar como vai ser quando ela não estiver no Stars.

VF: Falar sobre a aposentadoria de Becky Hammon é um assunto triste para qualquer um que acompanha o Stars e o basquete feminino. É possível dizer que a lesão da última temporada pode ter sido um fator determinante para a jogadora pensar mais seriamente o seu adeus às quadras? E sobre seus planos de ser técnica? Ela tem espaço reservado no Stars?

DH: Não sei se teve muito a ver com a lesão do ano passado. É uma fase da vida. A Becky é bem mente aberta em todas as fases de sua vida e ela vai trabalhar bastante para se preparar da maneira correta. A lesão pode ter dado mais tempo para que ela visualizasse seu futuro, mas acho que esse é um progresso natural para uma jogadora de seu calibre, o de se tornar uma técnica. Acredito que ela terá muitas opções em sua vida depois de sair das quadras. Acho que qualquer um receberia Becky mais do que bem como parte da equipe técnica, e isso inclui nós, do Stars.

 

Spurs (3) vs Mavericks (3) – Primeira rodada dos playoffs

San Antonio Spurs vs Dallas Mavericks – Primeira rodada dos playoffs

Data: 04/05/2014

Horário: 16h30 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Na TV: SPORTS+

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,35 (favorito) vs Mavericks 3,20

É vencer ou vencer! Tudo o que aconteceu até aqui na série entre San Antonio Spurs e Dallas Mavericks, pela primeira rodada dos playoffs da Conferência Oeste, não importa. Quem triunfar neste domingo, no AT&T Center – casa do alvinegro – se classifica para pegar o Portland TrailBlazers na próxima fase. Será que os donos da casa confirmam o favoritismo? Ou os visitantes se eternizam como zebra? Vale lembrar que, na prévia feita pelo Spurs Brasil, nenhum blogueiro achou que o confronto duraria mais de cinco jogos. Mea culpa

Confrontos na série (3-3)

20/04/2014 – Spurs 90 vs 85 Mavericks

O Spurs começou muito bem o jogo e parecia que venceria facilmente, mas se complicou e chegou a estar perdendo por dígitos duplos no quarto período. Felizmente, contou com boas atuações de Tim Duncan, que anotou 27 pontos e sete rebotes, e de Tony Parker, que deixou a quadra com 26 pontos, seis assistências e quatro rebotes, para virar e vencer.

23/04/2014 – Spurs 92 vs 113 Mavericks

No jogo menos equilibrado da série, o Mavs passeou em pleno AT&T Center e não teve dificuldades para vencer, roubando o mando de quadra do Spurs. O destaque do alvinegro de San Antonio foi Manu Ginobili, que anotou 27 pontos e quatro assistências.

26/04/2014 – Spurs 108 @ 109 Mavericks

Quando Manu Ginobili converteu arremesso faltando 1,8s para o fim, parecia que o Spurs recuperaria o mando de quadra. Mas Vince Carter acertou bola de três pontos da zona morta e deu vitória ao Mavs. Tim Duncan, com 22 pontos, foi o cestinha da equipe de San Antonio.

29/04/2014 – Spurs 93 @ 89 Mavericks

Em um jogo cheio de alternativas, os dois times se alternaram em corridas em diferentes momentos do jogo. O Spurs recuperou a liderança graças ao destempero de DeJuan Blair, excluído após acertar um chute na cabeça de Tiago Splitter, e contou com cesta de três pontos decisiva de Boris Diaw nos instantes finais para retomar o mando de quadra. Manu Ginobili, com 23 pontos e cinco assistências, se destacou novamente.

30/04/2014 – Spurs 109 vs 103 Mavericks

Jogando em casa, o Spurs conseguiu controlar toda a partida, coisa que ainda não havia feito na série, e confirmou a virada para cima do Mavs em sua vitória mais tranquila sobre o rival. Tony Parker, com 23 pontos e cinco assistências, se destacou. Tiago Splitter, com 17 pontos, 12 rebotes e cinco assistências, fez seu melhor jogo de playoff até aqui.

02/05/2014 – Spurs 111 @ Mavericks 113

Na primeira oportunidade que teve para fechar o confronto, o Spurs visitou o Mavericks e, após obter a liderança no terceiro período, viu o adversário reagir no fim para vencer e se manter vivo na série. Tony Parker, com 22 pontos e seis assistências, foi o destaque do alvinegro.

PG – Tony Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – Tim Duncan

C – Tiago Splitter

Fique de Olho – Não é exagero dizer que Tiago Splitter é o melhor jogador do Spurs na série. Com 12,3 pontos e 10,2 rebotes em 29,5 minutos por exibição, o pivô é o quarto melhor em produção ofensiva e o melhor na coleta de ressaltos de todo o elenco alvinegro nos playoffs. Mesmo assim, sua maior contribuição está na defesa: com ele em quadra, Dirk Nowitzki anota 17,3 pontos a cada 36 minutos. Sem o brasileiro, esse número sobe para 18,9.

PG – José Calderón

SG – Monta Ellis

SF – Shawn Marion

PF – Dirk Nowitzki

C – Samuel Dalembert

Fique de Olho – É inevitável olhar para Dirk Nowitzki como o destaque deste elenco do Mavericks. Por isso, é surpreendente ver que Monta Ellis é o cestinha da equipe nesta série. Com a defesa do Spurs focada no ala-pivô alemão, o ala-armador tem batido bons defensores, como Danny Green e Kawhi Leonard, no um contra um e apresenta médias de 21,8 pontos e três assistências nestes seis jogos disputados no mata-mata.