Arquivo diário: 22/01/2011

Spurs (37-6) @ Hornets (28-16) – Temporada Regular

San Antonio Spurs @ New Orleans Hornets – Temporada Regular

Data: 22/01/2011

Horário: 23h00 (Horário de Brasília)

Local: New Orleans Arena

Situação do Jogo

Com oito triunfos consecutivos, o San Antonio Spurs tem a maior sequência de vitórias hoje na NBA e terá um grande desafio pela frente. O New Orleans Hornets vem embalado por triunfos nos últimos sete jogos – segunda maior sequência da NBA – e já ocupa o quinto lugar no Oeste. Depois de um bom início de temporada e de uma ligeira queda após a troca de Peja Stojakovic, a equipe parece ter reencontrado seu caminho rumo aos playoffs.

Confrontos na temporada (2-1)

30/10/2010 – Spurs 90 vs 99 Hornets

No segundo jogo da temporada, primeira derrota do time texano. Faltou resposta para Chris Paul, que terminou com 25 pontos, sete rebotes e cinco assistências. Pelo time da casa, destaque para Manu Ginobili, com 26 pontos e seis assistências.

28/11/2010 – Spurs 109 @ 95 Hornets

Após descer para os vestiários perdendo por 61 a 44, o San Antonio Spurs contou com noites inspiradas de Manu Ginobili (23 pontos, oito assistências e sete rebotes) e Tim Duncan (21 pontos e sete rebotes) para conseguir uma incrível virada.

05/12/2010 – Spurs 109 x 84 Hornets

Jogando em casa, o San Antonio Spurs derrotou o rival com facilidade. Desde o início da partida, os texanos dominaram completamente o adversário e logo abriram larga vantagem. Parker, com 19 pontos, e Matt Bonner, com 14, foram os principais pontuadores do Spurs.

PG – Tony Parker

SG – Manu Ginobili

SF – Richard Jefferson

PF – Tim Duncan

C – DeJuan Blair

Fique de Olho – Richard Jefferson vem de duas partidas muito ruins. Contra o Raptors foram apenas dois pontos, e contra o Knicks somente seis. Mas hoje, contra o Hornets, ele terá um papel fundamental. Em diversos momentos ele deve ser responsável por marcar David West, um dos jogadores que mais causam problemas ao Spurs.

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PG – Chris Paul

SG – Marco Belinelli

SF – Trevor Ariza

PF – David West

C – Emeka Okafor

Fique de Olho – Chris Paul é, sem dúvidas, o grande astro do Hornets. Mas David West é seu fiel e mais talentoso escudeiro. O ala-pivô costuma gerar dificuldades para a defesa do Spurs, pois é ágil e tem um arremesso preciso de média distância. 

Spurs (16-3) vs Hornets (13-6) – Temporada Regular

San Antonio Spurs vs New Orleans Hornets – Temporada Regular

Data: 05/12/2010

Horário: 22:00 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Situação do Jogo

Após perder para o Los Angeles Clippers jogando fora de casa, o Spurs se recuperou na sexta-feira ao vencer o Minnesota Timberwolves no AT&T Center, conseguindo uma excelente virada no último quarto. Agora, a equipe texana, que ainda detém a melhor campanha da NBA, recebe o New Orleans Hornets na segunda partida de uma série de seis que o time fará como mandante. A equipe de Chris Paul começou muito bem a temporada e chegou a liderar a Conferência Oeste, mas perdeu cinco de seus últimos dez compromissos e caiu para a quinta colocação. Do lado do Spurs, James Anderson, machucado, deve ser o único desfalque, enquanto que, pelo Hornets, David West é dúvida por conta de um problema estomacal.

Confrontos na temporada (1-1)

30/10/2010 – Spurs 90 vs 99 Hornets

No segundo jogo da temporada, primeira derrota do time texano. O Spurs não conseguiu resposta para Chris Paul, que terminou com 25 pontos, sete rebotes e cinco assistências. Pelo time da casa, destaque para Manu Ginobili, com 26 pontos e seis assistências.

28/11/2010 – Spurs 109 @ 95 Hornets

Após descer para os vestiários perdendo por 61 a 44, o San Antonio Spurs contou com noites inspiradas de Manu Ginobili (23 pontos, oito assistências e sete rebotes) e Tim Duncan (21 pontos e sete rebotes) para conseguir uma incrível virada.

Spurs (37-6) vs. Knicks (22-20) – Perseguindo outro recorde

101X92

O San Antonio Spurs chegou à oitava vitória consecutiva  ao superar, na sexta-feira, o New York Knicks por 101 a 92. Jogando em casa, esta foi a 17ª vitória consecutiva, a maior sequência desse tipo desde a temporada 1989/90, quando a equipe venceu 20 jogos seguidos como mandante. Na oportunidade, David Robinson e Sean Elliot estavam em suas primeiras temporadas na NBA.

Aprende essa, garoto! (D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

A equipe titular foi a mesma dos outros 42 jogos: Parker, Ginobili, Jefferson, Duncan e Blair. A diferença estava no banco de reservas, que não contava com duas importantes peças. O ala-pivô Matt Bonner e o armador George Hill, lesionados, estavam de fora.

Desta vez, Amar'e não teve vida fácil (D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

A novidade foi a presença do ala James Anderson uniformizado no banco de reservas pela primeira vez desde o dia 10 de novembro, quando se machucou em partida contra o Los Angeles Clippers. Embora estivesse pronto para pisar em quadra, o treinador Gregg Popovich, antes do jogo, já havia explicado que dificilmente o novato teria alguns minutos.

Quando a bola subiu, o que pudemos ver foi uma bela noite da dupla de “gigantes” do Spurs. Tim Duncan e DeJuan Blair limitaram Amar’e Stoudemire a apenas 32% de aproveitamento nos arremessos de quadra. Além disso, juntos, somaram 29 rebotes e oito tocos.

Apesar da noite inspirada da dupla, o San Antonio Spurs pareceu sentir um pouco as ausências de Hill e Bonner e acertou apenas quatro das 17 tentativas de bolas de três pontos. O mau desempenho de longa distância permitiu que o New York Knicks se mantivesse vivo no jogo, mesmo com sua maior estrela sofrendo para pontuar.

Embora o adversário se mantivesse próximo no placar, em nenhum momento o time de Nova Iorque passou à frente no segundo tempo. Administrando a vantagem, os texanos apertaram na defesa e seguraram o Knicks a apenas 92 pontos, 12 abaixo da média da equipe da Big Apple na temporada, e bem diferente dos 128 pontos sofridos no dia 04 de janeiro, no Madison Square Garden.

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 21 pontos, 16 rebotes, oito assistências e cinco bloqueios

Tony Parker – 21 pontos e 13 assistências

DeJuan Blair – 18 pontos, 13 rebotes, quatro roubos de bola e três bloqueios

Manu Ginobili – 16 pontos e seis assistências

New York Knicks

Raymond Felton – 23 pontos e sete assitências

Amar’e Stoudemire – 18 pontos, 15 rebotes e quatro roubos de bola

Danilo Gallinari – 16 pontos

Ronny Turiaf – Dez pontos e dez rebotes

Cobertor curto?

Muitas das 37 vitórias que o San Antonio Spurs conseguiu até aqui nesta temporada da NBA vieram graças ao banco do time. George Hill, Gary Neal e Matt Bonner figuram entre os protagonistas dos reservas da equipe, que, até aqui, vêm dando conta do recado quando os importantíssimos Tony Parker, Manu Ginobili e Tim Duncan jogam mal, ou simplesmente quando precisam descansar. Em termos de qualidade, não se discute o banco do time texano. Mas e em termos de quantidade, será que temos uma jogadores suficientes para suportar os playoffs?

"Se precisar, tamo aê!"

Ontem, na vitória sobre o New York Knicks, o Spurs viu-se desfalcado de três jogadores: além de Bonner, George Hill e James Anderson estiveram indisponíveis. Com isso, o elenco da equipe texana ficou reduzido a apenas dez atletas, e o treinador Gregg Popovich teve de fazer algumas coisas que certamente contrariam seu plano de jogo.

O primeiro grande problema que Pop enfrentou ontem foi na ala. O especialista do elenco, Richard Jefferson, não fez boa partida (seis pontos, 3-4 FG e sete rebotes), e, por isso, ficou em quadra por pouco mais de 25 minutos. Mas o Spurs não contava com o novato Anderson, reserva natural da ala, e nem com Hill, que muitas vezes entra para completar o perímetro ao lado de Parker e Ginobili.

Com isso, o novato Larry Owens, recentemente promovido da D-League, chegou perto dos nove minutos de quadra. Além disso, Neal, acostumado a ser um (ótimo) reserva para a posição dois, teve de quebrar um galho na ala em alguns momentos. Resultado: passou mais de 32 minutos em quadra, quando sua média na temporada é de 19. Ufa!

O outro problema esteve entre os armadores. Sem Hill, Parker teve de jogar mais de 37 minutos – sua média na temporada é de 33. Quem teve de assumir a armação do time reserva foi Chris Quinn, que só costuma entrar no garbage time. Ontem, o ex-jogador do New Jersey Nets chegou perto dos 11 minutos.

Mas o principal problema esteve mesmo debaixo da cesta. Pop não contou com Bonner e ainda reluta em usar o brasileiro Tiago Splitter – ontem, o pivô atuou apenas nos instantes finais da partida, com ela já decidida. Com isso, DeJuan Blair – que mais uma vez fez uma boa partida – foi o jogador do Spurs que mais atuou: 41:34 minutos.

Os experientes Duncan e Antonio McDyess também tiveram de suar a camisa para suprir as ausências. Timmy, que tem média de 29,5 minutos por jogo, atuou ontem por 34,5; Dice, que chegou a ser poupado em algumas partidas nesta temporada, jogou por 18 minutos cravados, pouco mais do que os 17,3 que costuma atuar por partida.

O elenco me parece curto, e acho que não daria trabalho para ser reforçado. O próprio Ime Udoka, por exemplo, não vinha fazendo feio, e poderia ficar até o final da temporada para ser acionado em emergências como as de ontem. Para a área pintada, Marcus Cousin, que se destacou na pré-temporada com os texanos, vem fazendo uma boa D-League pelo Austin Toros: 14,6 pontos, 8,7 rebotes e 1,2 tocos em 28,9 minutos por noite. E vale lembrar que esta equipe implantou, nesta temporada, o mesmo esquema tático do Spurs, para facilitar o trabalho de Pop quando algum jogador precisar ser promovido.

Seriam reforços baratos e simples, que ajudariam o elenco em noites como as de ontem: mesmo com jogadores pouco importantes de fora, as estrelas do plantel não precisariam passar mais tempo em quadra.