Arquivo diário: 26/02/2010

Spurs (32-23) @ Rockets (28-28) – Temporada Regular

San Antonio Spurs @ Houston Rockets – Temporada Regular

Data: 26/02/2010

Horário: 22:30 (Horário de Brasília)

Local: Toyota Center

Situação do Jogo

Após retornar para casa com uma boa vitória sobre o Oklahoma City Thunder, o San Antonio Spurs volta a jogar fora de sua arena contra um grande rival, o Houston Rockets. O San Antonio busca uma vitória para poder subir na tabela, já que está apenas na sétima posição da conferência Oeste, com o risco de talvez cair para a oitava posição no final dessa noite caso seja derrotado. O maior problema para o técnico Gregg Popovich é decidir se o armador francês Tony Parker, com um estiramento no músculo do ombro esquerdo, participará do jogo. O Rockets quer se recuperar das três derrotas consecutivas, mas não contará com sua estrela Trevor Ariza, com uma lesão no ombro esquerdo, e  com o armador reserva Kyle Lowry, com um problemas no tornozelo esquerdo.

Confrontos na temporada (1-1)

27/11/2009 – Spurs 92 @ 84 Rockets

O Spurs conquistou a sua primeira vitória fora de casa, e parecia ter encontrado o caminho das pedras. Além de Duncan e Parker, McDyess foi destaque com 15 pontos e 14 rebotes.

22/01/2010 – Spurs 109 vs. 116 Rockets

O Spurs começou muito bem a partida. Contudo, fez um péssimo segundo tempo, permitindo a virada de seu rival, e acabou derrotado dentro de casa pelo Rockets.
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San Antonio Spurs

PG – George Hill

SG – Roger Mason Jr./Manu Ginobili

SF – Keith Bogans

PF – Tim Duncan

C – Antonio McDyess

Fique de olho – O argentino Ginobili continuando tentando mostrar que pode jogar no nível de antigamente. Na última partida contra o Thunder, ele segurou Kevin Durant e anotou ainda 26 pontos e nove rebotes. Na temporada, ele tem médias de 14.4 pontos, 3.6 rebotes e 4.6 assistências por jogo.
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PG – Aaron Brooks

SG – Kevin Martin

SF – Shane Battier

PF – Luis Scola

C – Chuck Hayes

Fique de olho – Martin foi do Kings ao Rockets envolvido na troca de nove jogadores que enviou Tracy McGrady ao Knicks. Ele chegou na equipe para ser o “novo” McGrady, o pontuador da equipe. Com a lesão de Ariza, ele será titular pela primeira vez em seu novo time. Em três partidas pelo Houston, ele tem médias de 15.3 pontos, 3.7 rebotes, 3 assistências e 1.7 roubos de bola por jogo.

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Caso Ilgauskas nos faz pensar

Big Z foi injustiçado...

Brasil… o país do futebol!

É assim mesmo que nos classificamos quando o assunto é esporte.

Assim, com o fut sendo a prática mais querida entre nós, já nos acostumamos com a falta de amor à camisa.

Ver atletas como Oscar e Diogo recentemente no São Paulo ficou cada vez mais comum. Ninguém se identifica mais com o clube. O desejo é mesmo jogar na Europa e ganhar caminhões de dinheiro.

Se é assim aqui no Brasil, no basquete norte-americano a coisa muda um pouco de figura.

É óbvio que lá as pessoas pensam em dinheiro… todo mundo pensa, afinal.

Mas na NBA ainda existe uma coisa que deveríamos valorizar: amor à camisa!

Tenho dois casos bem frescos na memória que gostaria de dividir com vocês, caros leitores.

O primeiro é do nosso Manu Ginobili. O argentino é ídolo, adora San Antonio, queria continuar na cidade… contudo, por causa de um problema físico, os dirigentes preferiram nem procurá-lo para renovar o contrato.

Resultado? Mágoa… como se esperaria de qualquer ser humano, ainda mais com alguém que é ídolo em seu espaço.

Será que é demasiadamente romântico pensar nisso?

Talvez sim… tudo bem que o dinheiro é importante, e que há todo um planejamento por trás disso… o que acontece é que ninguém tem o direito de fazer com um ídolo o que foi feito com Ginobili.

O mesmo vale para a troca mais recente da liga. Sai Ilgauskas e entra Jamison no Cavs. Sai Jamison e entra Ilgauskas no Wizards.

Onde no mundo poderíamos imaginar um jogador decepcionado porque saiu de um time horrendo para ser franco favorito ao anel? Pois foi assim que Antawn Jamison se sentiu ao sair de Washington. “Acho que eu gostava mais deles do que eles de mim”, lamentou o jogador ao ser negociado.

E o que dizer do Big Z? O cara fez história em Cleveland, é um jogador útil, um líder nato… aí descartam ele como se descarta um Mark Madsen da vida? Mas e o amor à camisa?

Será que alguém tem moral para reclamar dos jogadores que trocam suas equipes para ganhar mais, ou para vencer um título, ou para o que quer que seja?

É sempre bom refletir acerca de nossos valores. Que comecemos já…

Bom, só para mostrar que o velho Manu voltou, vejam esse vídeo. Depois dessa ele merece um novo contrato.