Arquivo diário: 11/07/2009

RC Buford se empolga ao comentar futuro do Spurs

Principal arquiteto das movimentações do San Antonio Spurs no mercado da NBA ao lado do treinador Gregg Popovich, o general manager RC Buford está esperançoso para as próximas temporadas da liga norte-americana de basquete. O dirigente concedeu entrevista neste sábado, e afirmou que vê com ótimos olhos o futuro de seu time, que recentemente adquiriu o ala Richard Jefferson e os alas-pivôs Antonio McDyess e Marcus Haislip. Buford falou sobre a renovação da equipe, clamada por torcedores e analistas e que, segundo ele mesmo, já está avançada.

Buford está satisfeito com as recentes movimentações do Spurs.

“Estou realmente empolgado com tudo que vem acontecendo aqui nos últimos dias, nas últimas semanas. Nosso projeto tem dado certo e em breve teremos um time totalmente renovado. E estamos conseguindo isso sem perder a força que nos foi tradicional na última década”, afirmou Buford. “Nossa base é, sem dúvidas, uma das melhores da NBA. Ao passo que conseguimos adicionar Richard e Antonio ao elenco, ficamos ainda mais fortes. Aviso os torcedores do time: comprem todos os ingressos possíveis, a próxima temporada será demais para o Spurs!”.

A empolgação do general manager passa também pela principal escolha do Spurs no último recrutamento de calouros, o ala-pivô DeJuan Blair. Cotado para ser uma das 20 primeiras escolhas do evento, o jogador acabou caindo e foi selecionado pela franquia de San Antonio apenas na segunda rodada. Considerado um dos bons reboteiros da leva que ingressou neste ano na NBA, Blair conta com total confiança da diretoria e da comissão técnica.

“Realmente a queda do Blair para o segundo round foi impressionante, não esperávamos”, comentou Buford. “Quando percebemos que teríamos a chance de recrutá-lo, não pensamos duas vezes. É um jovem com valor especial, que deve crescer muito na liga. Um reboteiro que poderá ser muito útil hoje e nos próximos anos”.

O único momento da conversa com os jornalistas no qual o dirigente se fechou foi quando o tema abordado passou a ser as futuras negociações que a franquia pode se envolver.

“Prefiro não comentar esse assunto”, afirmou. “Acho que podemos sim nos envolver em negociações, mas queremos primeiro tratar de assuntos pendentes, como sacramentar os contratos dos novos jogadores. Preferimos fazer um passo de cada vez, não queremos nos precipitar”.

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Splitter, ídolo para o Brasil. E para o Spurs?

Ontem, o pivô brasileiro Tiago Splitter esteve na sede da CBB, onde atendeu a imprensa em uma entrevista coletiva. Falou sobre suas expectativas para a Copa América e para o futuro de sua carreira.

O principal assunto, é claro, foi a seleção brasileira. E Splitter é um exemplo para ela. O pivô atendeu a todas as convocações que recebeu desde que entrou para a seleção adulta, com 17 anos. Não deixou de defender o Brasil quando foi para a Europa, nem quando tornou-se o principal jogador de seu time, nem quando ganhou status sendo draftado pelo San Antonio Spurs.

Splitter disse entender os motivos que levaram seus amigos a priorizarem outras coisas, usando suas palavras. Foi elegante na crítica. E ainda disse que, para uma seleção sair-se vitoriosa, é necessário saber como cada jogador dorme, come, anda, respira. Só assim, depois de anos de trabalho, acredita que o Brasil possa dar bons frutos.

Assino embaixo das centradas declarações do jogador. Acredito que falta comprometimento para nossos astros, e, que nesse vai-não-vai, fica difícil criar um padrão, uma escola, uma filosofia na seleção. Mas é bom ver que enquanto Leandrinho, Varejão e Nenê têm dúvidas em relação à participação na seleção, jovens como Tavernari e Paulão chamam a responsabilidade em Portugal e nos enchem de esperanças em relação ao futuro.

O que me deixou reticente, apenas, foi a falta de entusiamo com que Splitter tratou seu ingresso na NBA, mais especificamente no meu time de coração, o San Antonio Spurs. Disse que pretende, a princípio, cumprir seu ano de contrato com o TAU Cerámica pra depois ver o que acontece com a franquia texana.

Mas essa reticência, quem faz é o torcedor. Porque o brasileiro enche os olhos e o peito com a coletiva de Tiago Splitter.

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Carreira de Oberto corre riscos reais

Envolvido pelo San Antonio Spurs na troca que trouxe do Milwakee Bucks o ala Richard Jefferson para o Texas, o pivô argentino Fabricio Oberto espera retornar ao time que defendeu nas últimas quatro temporadas – suas únicas na NBA – como agente livre. A proposta, no entanto, ainda não aconteceu, e tem chances cada vez menores de aparecer. E o problema cardíaco diagnosticado no jogador na temporada passada pode acabar não só com as esperanças de retorno ao Texas, mas também com a carreira do argentino. De férias em sua terra natal, Oberto conversa pouco com a imprensa, e deve realizar exames mais profundos na próxima semana.

Com problemas cardíacos, Oberto pode deixar o basquete

A arritmia cardíaca diagnosticada no jogador não implica sérios riscos à saúde, mas pode ser prejuducial caso não seja tratada devidamente. Caso os exames a serem realizados apontem o pior no quadro médico de Oberto, o mesmo será obrigado a se retirar do basquete profissional. Caso possa voltar a atuar e não seja contratado pelo Spurs, o argentino afirma para pessoas próximas que pode retornar ao basquete europeu, no qual se destacou antes de ingressar na NBA.

Oberto nunca apresentou números brilhantes atuando pelo Spurs, mas sempre foi o encarregado de fazer o chamado trabalho sujo no garrafão. Experiente, o jogador entrava em quadra mais com o intuito de fazer faltas e provocar infrações adversárias do que atacar a cesta. Até por isso, suas médias de 3.6 pontos e 3.9 rebotes em 15.1 minutos por partida em toda sua carreira na NBA não são de impressionar adversários, torcedores do Spurs e especialistas em basquete norte-americano. Oberto completou 34 anos em março de 2009.