Arquivo diário: 27/11/2008

George Hill empolgado com atuação diante do Bulls

O armador novato George Hill do San Antonio Spurs foi um dos grandes nomes da vitória da equipe ante o Chicago Bulls na última quarta-feira. Inspirado no último quarto de jogo, o jogador terminou a partida com um duplo-duplo – o único anotado pelos jogadores do Spurs  – ao anotar 19 pontos e obter 11 rebotes. Surpreendente por chamar a responsabilidade para si e pela frieza com qual atua em momentos de conclusão de jogadas, Hill comentou em entrevista nesta quinta-feira sua atuação contra a franquia de Chicago.
yahoo.com)

George Hill tenta a bandeja em cima de Luol Deng. Armador vem agradando (Foto: yahoo.com)

“Realmente foi um ótimo jogo não só individualmente como no coletivo”, disse o novato. “Eles (Bulls) complicaram as coisas no primeiro tempo e até no terceiro quarto tivemos que lidar com uma bela vantagem deles, mas encaixamos o jogo e saímos com a vitória, que é mais importante do que qualquer atuação minha ou de outro companheiro individualmente. Claro que anotar um duplo-duplo foi especial e agradeço ao Pop (Gregg Popovich, técnico do Spurs), à comissão técnica e aos meus companheiros pela confiança que eles vêm depositando em mim dentro e fora das quadras”.

Essa foi a primeira vez que Hill conseguiu dois dígitos em dois fundamentos desde que estreou pelo Spurs. O novato vem substituindo o lesionado Tony Parker e deve permanecer muito ativo na rotação do time mesmo com a volta do titular absoluto da armação devido às suas grandes apresentações. Até o momento, o jovem tem médias de 11.7 pontos, 3.4 rebotes e 3.2 assistências por partida em sua temporada de estréia entre os profissionais.

Os quinze mais: Enganadores

linha3brunocq82

Começo hoje, aqui no Na Linha dos 3, uma série chamada Os dez mais. Como toda regra tem sua exceção, dou uma aumentadinha na lista, pois o tema dessa semana é bastante amplo. Atletas enganadores… Confesso que tinha uma pré-lista com mais de trinta nomes, mas, como regras existem para serem cumpridas – e já estou excedendo à elas – aí vai a minha lista dos 15 jogadores mais enganadores da NBA. Fiquem a vontade para fazer críticas, divergir e também postar suas listas.

15º Shanne Battier – Houston Rockets

Shane Battier - Houston Rockets

Apesar de começar minha lista com o Shanne Battier, confesso que não tenho nada contra seu jogo e até o acho um bom jogador. Contudo, ele não me engana! Tudo bem que ele é um bom defensor e que no ataque ele até mete suas bolinhas, mas e daí? Hoje em dia, o que mais vemos na NBA são jogadores que sabem fazer isso e somente isso. Battier não é uma excessão à regra; ele faz seu feijão com arroz – bem feito até – contudo, em uma liga que cada vez mais apresenta jogadores médios como estrelas em potencial, creio que muitos desses atletas ficam devendo e são, por muitas vezes, superestimados pela imprensa e pela torcida. Esta é a razão para o Battier levar a 15ª posição.

14º Shawn Marion – Miami Heat

Shawn Marion - Miami Heat

Muita gente vai pensar que eu tenho problemas com o jogo defensivo. Primeiro de tudo, se isso fosse verdade, eu não torceria pro Spurs, e sim pro antigo Phoenix do D’Antoni. O curioso é que eu também acho o Marion bom jogador – apesar de pipoqueiro nas horas vagas. O olhar de peixe morto esconde uma boa defesa e um chute esquisito – porém eficiente. O problema é que, na minha concepção, o Shaw Marion se encaixa no mesmo time do Battier. Ambos são bons jogadores e ambos defendem bem; o problema é que eles são apenas isso; a pergunta que fica é: por que diabos eu idolatraria um jogador comum? – e olha que muita gente acha, ou já achou uma vez na vida, o Marion craque…

13º Boris Diaw – Phoenix Suns

Boris Diaw - Phoenix Suns

Boris Diaw tem mestrado e doutorado em enganação, isso é fato. Acho seu jogo fraco e sem propósito; nada acrescenta à liga. Diaw é daqueles que você tem certeza que vai terminar a carreira com 29 anos no banco de reservas do Charlotte Bobcats e com médias de 0.9 pontos e 1.7 rebotes por partida.

12º Sebastian Telfair – Minnesota Timberwolves

Sebastian Telfair - Minnesota Timberwolves

O sorriso simpático esconde a face de uma das maiores farsas dos últimos anos. Ele mesmo! Sebastian Telfair, primo do não menos encrenqueiro Stephon Marbury. O fato curioso é que ele deu o pulo do gato; saiu direto do colégio para a NBA. Um fenômeno? Com certeza não! Muitos jogadores utilizaram a mesma artimanha do armador do T-Wolves, e o interessante é que a maioria deles conseguiu estourar e fazer grande sucesso na liga; casos de Kevin Garnett, Jermaine O’Neal e Kobe Bryant, entre outros. Bom, se bem que também existem as ovelhas negras. Darius Miles? Pelo amor de Deus; prometo para vocês, leitores, que Darius Miles não integrará essa lista por questão de respeito à você próprio e a mim também; porque  convenhamos, ninguém merece (ele muito menos) Darius Miles em primeiro de alguma lista, nem que ela seja de profissionais enganadores.

11º Tyrus Thomas – Chicago Bulls

Tyrus Thomas - Chicago Bulls

A boa notícia é que Tyrus Thomas é uma pessoa feliz – vide foto. A má é que ele está na frente do Sebastian Telfair nessa lista – isso é um problema. Escolhê-lo na quarta posição do draft foi uma forma de protesto do Portland Trail Blazers (só pode ser), mas, logo em seguida, eles perceberam que protestar não estava com nada e enviaram a bomba para Chicago. Agora, vocês lembram quem o Blazers ganhou de brinde na troca? LaMarcus Aldridge. É, meus amigos, coisas que só acontecem em Chicago… Ah, antes que eu me esqueça, olhem só um pequeno trecho de uma entrevista concedida pelo enganador jogador antes do começo da temporada: “Evoluí muito neste ano, estou na minha melhor forma e mentalmente focado nesta temporada. Estou  mais maduro e estou procurando aprender a superar as situações adversas. Eu amo basquete, jogaria de graça e, como é a minha profissão, tenho que aproveitar”. Como jogador é hipócrita, né? Vocês devem lembrar que o mesmo Thomas, que faria o imenso esforço de jogar de graça, também disse uma vez que participaria do torneio de enterradas APENAS PELO DINHEIRO; bom ele foi multado pela liga, será que agora ele não liga mais para dinheiro? Vai saber…

10º Quentin Richardson – New York Knicks

Quentin Richardson - New York Knicks

Você notou a semelhança entre Quentin Richardson e algum jogador de futebol? Pense um pouco, ele não é a cara do Borges do São Paulo? Pois é, semelhanças à parte, temos um problema. Se você joga na NBA, e, entre tantos jogadores, está no TOP-10 enganadores, é porque há algo errado com você. Há algo muito errado com o Quentin Richardson, simplesmente porque ele é todo errado. Não joga nada, chuta 18 bolas de três por jogo e ainda por cima vive acima do peso – tá mais pra Ronaldo Fenômeno nesse caso. Confira a corpulência da fera; olha o tamanhico do Chris Duhon perto dele… não é assustador?

9º Morris Peterson – New Orleans Hornets

Morris Peterson - New Orleans Hornets

Reparem que todos os atletas anteriores estavam felizes e contentes. Morris Peterson não! Uma hipótese é o fato de ele estar abaixo da casa dos dez enganadores; vai saber. Talvez ele só tenha dormido de calça jeans mesmo; aliás, alguém aqui já dormiu de calça jeans? Se ainda não, nunca passe por essa experiência, pois não é NADA agradável. Voltando ao assunto, Mo Pete (que apelido mais gay) já enganou por muitos lugares onde passou; se bem que nem foram tantos assim, mas ele conseguiu a incrível marca de enganar em dois países diferentes. Quando descobriram a farsa, o Toronto Raptors logo tratou de se desfazer da figura e o mandou para o querido Hornets, o time da abelinha. Um fato interessante: Peterson é primo de segundo grau de Jonathan Bender; realmente a ruindade vem de família…

8º Mike Dunleavy – Indiana Pacers

Mike Dunleavy - Indiana Pacers

Advinhem quem draftou o Mike Dunleavy? Tá, essa tá difícil, vai. Agora tentem advinhar quem draftou o Dunleavy em terceiro lugar? Ficou mais fácil? Que resposta poderia ser se não Golden State Warriors? Tá, eu sei, também podiamos chutar Chicago Bulls, Charlotte Bobcats, Detroit Pistons, Atlanta Hawks, entre outros que jogam no lixo as suas escolhas… Talvez o álibi do Dunleavy seja seu pai, que consegue limpar a barra da família sendo um técnico competente na NBA. Bom, muita gente vai contestar o 8º lugar concedido ao grande Mike, dizendo que temporada passada ele jogou muito. Sim, de fato, pela primeira vez na vida ele jogou alguma coisa; 19.1 pontos de média, nada mal. Contudo, gostaria que alguém me recordasse por qual time ele conseguiu tais feitos… Indiana Pacers? Ah, tá explicado.

7º Joakim Noah – Chicago Bulls

Joakim Noah - Chicago Bulls

Se nossa eleição fosse a do sorriso mais bonito e charmoso da NBA, Joakim Noah ganharia disparado. Sorrisos à parte, Noah tem algo bastante em comum com o Mike Dunleavy. Seu pai, o lendário tenista francês, Yannick Noah, também salva o nome da família. Se levarmos em conta o sucesso que Yannick fez com a bolinha verde e o desastre sucesso que Joakim faz com a bolona laranja, a pergunta que fica é a seguinte: Teria Joakim Noah se dado melhor como tenista profissional? As vezes me pego imaginado ele em duelos magistrais diante de Rafael Nadal e Roger Federer, simplesmente porque não consigo imaginar, de forma alguma, ele cravando uma bola na cabeça do Dwight Howard; por que será? Estranho… Outro fato interessante é a incopetência administrativa do Bulls; por que diabos Joakim Noah? Alguém pode me explicar? Olhem só a lista de jogadores que foram draftados após a fera: Thaddeus Young, Al Thornton, Rodney Stuckey, Wilson Chandler, Rudy Fernandez, Aaron Brooks, Tiago Splitter, Marc Gasol

6º Yi Jianlian – New Jersey Nets

Yi Jianlian - New Jersey Nets

Yi Jianlian é daqueles jogadores nojentos, que ninguém gosta. Como pode alguém se recusar a jogar no Milwaukee Bucks? Tudo bem que é o Bucks e que ele iria ser coadjuvante (caramba, ser coadjuvante no Bucks deve ser dose), mas o cara é novato, vem da inexpressiva China e já quer botar toda essa banca? O pior é que realmente ele deve achar que joga alguma coisa… Sinceramente? Torço pra ele jogar um dia contra o Suns e levar uns belos de uns tabefes do Shaq.

5º Kenyon Martin – Denver Nuggets

Kenyon Martin - Denver Nuggets

Grande Kenyon Martin! Primeira escolha do draft de 2000. Farsante desde os tempos de universidade, Martin enganou muita gente durante um longo período de tempo – confesso que também fui ludibriado por suas artimanhas. Se há alguém no mundo a quem ele deve agradecer por ser o que é hoje em dia, esse alguém é Jason Kidd. Quem se lembra das inúmeras ponte aéreas Kidd-Martin? Ou das fantásticas assistências, que o deixavam cara-a-cara com a cesta para completar jogadas que até o Francisco Elson completaria? Bem, alguns dizem que ele voltou à velha forma nesse ano – coincidentemente quando o Nuggets adquiriu outro grande armador. Será mera coincidência ou esse é o ano do tedioso grandioso K-Mart? Vamos esperar para ver…

4º Kirk Hinrich – Chicago Bulls

Kirk Hinrich - Chicago Bulls

Juro que por alguns instantes pensei em colocar o Kirk Hinrich em primeiro da lista. Parei e refleti por poucos minutos; concluí que há jogadores mais enganadores, por incrível que pareça. Sei que serei muito criticado por colocá-lo em quarto lugar dentre toda a NBA, mas que ele é muito mais superestimado do que realmente joga, isso é fato. Imaginem: lembro-me com extrema lucidez que ouvi gente dizendo que ele seria o novo Stockton. Bom, aos 27 anos de idade, nem sequer lampejos de Stockton ele apresentou; no máximo uma assistência ou outra mais refinada, e só. O interessante é que muitos torcedores do Bulls e da NBA ainda acreditam que Hinrich pode dar mais do que ele já dá. Acho incrível como os especialistas ainda conseguem citá-lo como a mais importante moeda de troca do Bulls… Do jeito que a NBA é maluca, não duvido que um Clippers da vida ofereça o Chris Kaman + Eric Gordon pelos serviços do Capitão Kirk.

3º  Kwame Brown – Detroit Pistons

Kwame Brown - Detroit Pistons

O gênio que selecionou Kwame Brown em primeiro no draft merece um prêmio (Foi o Michael Jordan?). Muitas primeiras escolhas ao longo da história da NBA foram furadas; Joe Smith, Kenyon Martin, Andrew Bogut, Michael Olowokandi… Mas, sem dúvidas, a mais imbecil de todos os tempos foi a feita pelo Washington Wizards quando escolheu o Brown. Coitado, ele até se esforçou; mudou de time, tentou novos ares, e nada; o cara é ruim mesmo! Azar do Wizards, que perdeu a chance de contar com o espanhol Pau Gasol – que viria a ser o novato de 2001-2002. Aos 26 anos de idade, Kwame Brown deixou de ser uma promessa para virar alvo de piada dentro da NBA. Fico me perguntando porque o Detroit Pistons resolveu contar com seus serviços; o pior, porque raios o técnico Michael Curry tem o colocado pra jogar 15 minutos por jogo? Por essas e por outras é que Kwame Brown leva a nossa medalha de bronze.

2º Jamaal Magloire – Miami Heat

Jamaal Magloire - Miami Heat

Sinceramente, eu não consigo me conformar com a mula pessoa que um dia convocou o Jamaal Magloire para disputar um All-Star Game. Essa mula pessoa foi o Rick Carlisle. Advinhem só quem ganhou a partida naquele ano? É óbvio, uma equipe de estrelas que conta com Jamaal Magloire – no caso o Leste – seria incapaz de vencer – apesar dos surpreendentes 19 pontos anotados por ele. O que mais chamou atenção foi a frase proferida pelo comediante atleta após o jogo: “SENTI EM MEU CORAÇÃO QUE SOU UM ALL-STAR; ESSA NÃO SERÁ A ÚLTIMA VEZ QUE PARTICIPAREI DO JOGO DAS ESTRELAS”. Jogador é cara de pau mesmo, né? Depois dessa, não há nem o que comentar, medalha de prata pra ele!

1º J.J. Redick – Orlando Magic

J.J. Redick - Orlando Magic

A cara de mau na foto assusta. Seria J.J. Redick um bad boy? Quem sabe… O que importa é que ele é, de longe, o maior enganador de toda essa lista, quiçá de toda a NBA – já que devo ter deixado escapar alguns nomes pelo caminho. Vamos a um pequeno flashback da carreira de Redick: Quando jogou pela Universidade de Duke, ele foi uma das maiores sensações já vistas na NCAA; suas médias na última temporada foram de 26.8 pontos e mais de 40% de aproveitamento nos tiros de três. Cheio de pompa e cercado de expectativas, Redick foi selecionado na 11ª posição do draft de 2006 pelo Orlando Magic – nesse caso, não culpo o Magic por ter feito essa escolha, já que ele realmente era uma grande promessa. O fato é que Redick foi uma piada dentro da NBA; tudo bem que ele enfrentou algumas contusões que acabaram por atrapalhar seu desempenho, mas nada justifica o fato de ele nunca mais jogar o que jogou na Universidade. Talvez ele faça parte do time de Steve Francis, que esqueceu seu basquete por algum lugar do mundo. Monstrinhos do Space Jam de plantão, por favor, devolvam a habilidade do J.J. Redick! E também do Steve Francis se possível… Sendo assim, a medalha de ouro vai para… J.J. Redick, o grande vencedor da semana.

Bulls (7-9) @ Spurs (8-6) – Derrick Rose? George Hill!

88X98

Jogando diante de sua torcida, o San Antonio Spurs recebeu o Chicago Bulls em busca de sua terceira vitória consecutiva e atingiu seu objetivo com louvor. Com todas as expectativas voltadas para o novato Derrick Rose, primeira escolha do último recrutamento de calouros, o grande nome da partida foi outro jovem: o também novato George Hill, armador do Spurs. Tim Duncan e Manu Ginobili também tiveram boas atuações, e a vitória veio após um massacre texano no segundo tempo de jogo.
Manu Ginobili foi, mais uma vez, um dos melhores jogadores do Spurs (Photo by D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

Manu Ginobili foi, mais uma vez, um dos melhores jogadores do Spurs (Photo by D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

O primeiro quarto da partida foi equilibrado, com ambas as equipes atuando mais retraídas, na espera do erro adversário. Com belíssima atuação do ala-pivô Tim Duncan, que anotou 11 pontos, agarrou três rebotes e ainda converteu quatro de seus seis arremessos tentados, o Spurs acabou com pequena margem de vantagem sobre o Bulls, 25 a 24. Pelo lado dos visitantes ficou neste início de partida o destaque para a atuação do novato armador Derrick Rose, que mesmo quando não pontua participa ativamente das jogadas de ataque do time de Chicago.

Como de costume, Tim Duncan liderou o Spurs (Photo by D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

Como de costume, Tim Duncan liderou o Spurs (Photo by D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

O panorama da partida não mudou muito no segundo quarto. O Spurs continuou dependendo das jogadas ofensivas de Tim Duncan, que anotou mais sete pontos ao decorrer desde período, totalizando 18 feitos. Com a ajuda de Manu Ginobili e de George Hill, os donos da casa mantiveram a vantagem no placar até poucos minutos antes do intervalo, quando viram o placar ser equalizado pelo Bulls, que tinha até o momento como principais destaques o já citado Rose, o ala-pivô Drew Gooden e o ala-armador Ben Gordon – este o único jogador além de Duncan a anotar mais de dez pontos no primeiro tempo, com 13 no total. O placar marcava 45 pontos para cada franquia na ida para o intervalo.

O retorno das equipes à quadra marcou o início de um duelo emocionante, com viradas de placar e o ressurgimento de Manu Ginobili, que após voltar de lesão chamou a responsabilidade no momento crítico do jogo. O Bulls começou o terceiro período com ótima atuação de Drew Gooden, que garantiu vantagem de nove pontos para os visitantes no placar após metade do quarto ter sido jogada. Neste momento, Ginobili passou a ser decisivo, e, com passes para Ime Udoka, que converteu duas cestas de três pontos seguidas, o Spurs passou a liderar a partida novamente. Impondo sua defesa, a equipe de San Antonio tomou apenas dois pontos nos últimos três minutos do terceiro quarto, deixando o placar favorável em 76 a 71 antes do período derradeiro.

Todo o equilibrio dos dois primeiros quarto e que começou a ruir no final do terceiro foi definitivamente por água abaixo nos últimos 12 minutos de jogo. Com o armador novato George Hill inspiradíssimo, o Spurs não deu qualquer chance ao Bulls. Chamando a responsabilidade para si como faz um veterano, Hill comandou a vitória texana no quarto período. Anotando impressionantes dez pontos em questão de apenas oito minutos passados no quarto em questão, Hill tomou o controle da partida, obteve um duplo-duplo ao agarrar dez rebotes – sendo cinco ofensivos – e acabou reverenciado pela torcida local. Após o armador dar seu show, o Spurs encontrava-se com vantagem superior aos 20 pontos e o jogo já estava decidido. Com show de George Hill para cima do badalado Derrick Rose, o Spurs vence mais uma e chega cada vez mais perto dos líderes do Oeste.

83010595DCE_BULLS_SPUR

George Hill passa por marcação de Ben Gordon. Novato foi destaque mais uma vez. (Photo by D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

George Hill – 19 pontos, 11 rebotes, 4 assistências e (7-16) FG

Tim Duncan -21 pontos, 8 rebotes e (8-12) nos arremessos de quadra

Manu Ginobili -15 pontos, 4 assistências e 3 rebotes em 18 minutos

Kurt Thomas – 8 pontos e 9 rebotes

Roger Mason – 9 pontos e (2-12) nos arremessos de quadra

Chicago Bulls

Drew Gooden -20 pontos e 12 rebotes

Ben Gordon -23 pontos e (9-16) nos arremessos de quadra

Derrick Rose – 10 pontos, 6 rebotes e 6 assistências