Arquivo diário: 20/11/2008

All-Star Game 2009

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All Star Game 2009

Local: US Airways Center – Phoenix – Arizona

Data: 15 de fevereiro de 2009 (domingo)

Evento: 58º jogo das estrelas

Como votar:

  1. Acesse o site em português: http://www.nba.com/allstar2009/asb/por/landing.jsp
  2. Caso ainda não tenha um cadastro fixo no site, clique no botão
  3. Será solicitado nome, sobrenome e e-mail. Após preencher os dados, clique novamente no botão usado no passo anterior.
  4. Selecione dois alas de cada conferência (Leste e Oeste). Obviamente, você irá escolher Tim Duncan e Bruce Bowen pelo lado Oeste, hehe.
  5. Clique na aba ‘armadores’, e faça o mesmo para Manu Ginóbili e Tony Parker :D
  6. Clique na aba ‘centers’ e escolha o pivô de sua preferência. Até agora não conseguimos votar em um jogador que não esteja listado, dessa forma, sugiro NÃO usar o menu ‘drop-down’.
  7. Digite o código de validação (levando em consideração minúsculas e maiúsculas) e clique no botão ‘ENVIAR SUAS ESCOLHAS’.

Detalhe: as votações podem ser feitas todos os dias (uma a cada 24h).

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Interativo – Nuggets @ Spurs – Temporada Regular

Melhores Momentos de Nuggets @ Spurs – 19/11/2008

Top 10 da Rodada de 19/11/2008


Vejam nossa sessão de fotos do jogo clicando aqui

Curtinhas do Spurs – Parker, Manu e McDyess

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Parker e Manu podem voltar antes do previsto

Boa notícia para o torcedor do San Antonio Spurs: Manu Ginobili e Tony Parker estão em franca recuperação e devem voltar antes do previsto pela comissão técnica do Spurs. A boa nova vem do técnico Gregg Popovich, que, após o treino de quarta, disse que ambos estão se recuperando mais rápido do que o esperado.

Tony Parker e Manu Ginobili assistem à derrota do Spurs para o Denver Nuggets (Photo by D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)
Tony Parker e Manu Ginobili assistem à derrota do Spurs para o Denver Nuggets (Photo by D. Clarke Evans/NBAE via Getty Images)

Manu Ginobili agravou sua contusão nos jogos olímpicos de Beijing. De lá pra cá, foi operado e já voltou aos treinamentos leves. Primeiramente, apenas arremessos, e, na última semana, jogos de dois contra dois – um deles, inclusive, com a ex-estrela do Spurs, Sean Elliott.

“Vejo que ele está se recuperando antes do previsto”, disse Gregg Popovich, “Ele tem jogado dois contra dois. O próximo passo será integrá-lo nos jogos cinco contra cinco; isso deverá acontecer nas próximas semanas”, completou o treinador.

Popovich evitou criar perspectivas quanto à volta do ala, mas especulações dão conta de que ele poderá voltar antes mesmo do final do mês. Inicialmente, o período de recuperação previsto ia até meados de Dezembro.

O caso de Parker parece mais simples. O armador – que já ficou de fora de sete jogos após a contusão – vem treinando duramente com o preparador físico Mike Brungardt. Inclusive, na noite de ontem, ele treinou alguns arremessos antes do início da partida entre San Antonio Spurs e Denver Nuggets. “Ainda levará algum tempo, mas ambos (Parker e Manu) voltarão antes do previsto”, finalizou um otimista Gregg Popovich.

McDyess ainda pode chegar

McDyess continua indeciso sobre seu futuro
McDyess continua indeciso sobre seu futuro

Após se desligar do Denver Nuggets, o ala-pivô Antonio McDyess espera fechar com alguma equipe o mais breve possível. Cleveland Cavaliers, Boston Celtics, San Antonio Spurs e seu antigo time, o Detroit Pistons, estão na lista dos possíveis destinos de McDyess.

“Há três possibilidades que estamos estudando”, disse Andy Miller, agente do atleta. “Se formos fechar pela oferta mínima, isso acontecerá em Detroit. Não há nenhuma outra possibilidade de ele deixar a cidade pela menor oferta. Há muitos fatores que fariam ele querer voltar à equipe”, finalizou o agente.

Um bom futuro pela frente?

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Quando recebi o convite para integrar o Spurs Brasil, também fui automaticamente convidado para escrever o Na linha dos 3. O objetivo da coluna é escrever sobre basquete, independente se for masculino, feminino, NBA, basquete europeu, sub-20, sub-15 ou fraldinha.

Desta maneira, gostaria de falar de um time que é pouco citado e muitas vezes subestimado por estar deveras distante dos grandes centros do basquete. Trata-se do Memphis Grizzlies.

Primeiramente, acho interessante fazer um comparativo entre Pau Gasol (Ex-Memphis e atual Lakers) e Marc Gasol (Novato do Grizzlies). É indiscutível que o irmão mais velho é mais talentoso – inclusive, na minha modesta opinião, figura entre os melhores ala-pivôs da liga – mas me lembro bem de quando o Gasol mais novo entrou para o draft e foi escolhido no meio do segundo round. Muita gente (Muita mesmo) falou mal dele, falaram que era ruim de bola, que só tinha tamanho, grande e bobo, isso e aquilo.

Bem, é claro, qualquer um falaria mal se levarmos em conta que Pau Gasol foi escolhido em terceiro lugar no draft de 2001 – ah, antes que eu me esqueça, dou um prêmio para quem lembrar qual foi o time que o selecionou. Sim, caros leitores, foi o Atlanta Hawks. Voltando ao grau comparativo, Marc Gasol, como já citado, foi selecionado no meio da segunda rodada, mais especificamente na 18ª posição. Essa disparidade entre escolhas envolvendo os dois jogadores dá margem a interpretações – que muitas vezes são errôneas e impensadas.

Aposto que essas pessoas que esculacharam o Gasolzinho nunca tinham visto, sequer, 15 minutos de seu basquete. Logo que entrou na NBA, Pau Gasol causou um grande impacto. Suas médias na primeira temporada foram de 17.6 pontos e 8.6 rebotes, o que lhe rendeu o prêmio de novato do ano – merecido, diga-se de passagem. Marc Gasol, mesmo cercado de desconfianças, também começou sua temporada de novato com o pé direito. Seu jogo confirmou que o talento não se compara ao do seu irmão, mas suas boas médias de 12.4 pontos e 7.2 rebotes em menos de 30 minutos por jogo o tornam um achado do segundo round.

Chega de Gasois! Como o objetivo é falar da equipe do Memphis Grizzlies, lá vou eu. Sinceramente, acho que o Memphis tem um bom time. Podem me taxar de louco ou o que quer que seja, mas realmente gosto de alguns dos jogadores da equipe do Tennessee. Um exemplo é o ala Rudy Gay. Apesar do nome suspeito, que já foi alvo de muitas piadinhas infames, Gay, na minha opinião, é o melhor jogador do draft de 2006. Sim, acho ele melhor que o Brandon Roy, LaMarcus Aldridge, Andrea Bargnani, enfim. E o incrível é que ele foi selecionado apenas na 8ª posição, o que comprova a incompetência de muitos dirigentes da NBA.

Outro jogador que vem me surpreendendo é o tal do O.J. Mayo. Aliás, talvez surpreendendo não seja a palavra certa, tendo em vista que muito se esperava do garoto. O que importa é que ele vem confirmando as expectativas em cima do seu basquete. Bom chutador dos três pontos, sabe pegar rebotes, ou seja, um atleta que chegará forte na briga para ser o novato do ano.

É claro que, entre alguns jovens talentos, sempre aparecem aquelas piadas de mal gosto. Um exemplo disso é o sérvio Darko Milicic. Cara, até hoje fico impressionado só de pensar que o Detroit poderia contar com Dwyane Wade, Carmelo Anthony ou um Chris Bosh da vida. Escolher Milicic em segundo no draft, está, sem dúvidas, nas Top-3 piores escolhas da história. Outra piada de péssimo gosto é o veterano Antoine Walker. Confesso que um dia até simpatizei com o Walker; ele tem uma cara de feliz e parece ser daqueles caras agradáveis, que faz um churrascão pra confraternizar o time e tudo mais. Mas seu basquete, há um bom tempo, tem deixado muito a desejar.

Entre futuros promissores e fracassos em potencial, ainda vejo mais alguns bons jogadores no Grizzlies. Mike Conley não apresentou muita coisa até aqui, mas assisti alguns jogos do Memphis e me pareceu ser um jogador interessante. Hakim Warrick é bom e Kyle Lowry me parece um reserva competente.

Trocado em miúdos: Todos nós sabemos que o Memphis mais uma vez ficará de fora dos playoffs; mas, quem sabe daqui a dois ou três anos esse time possa figurar entre os oito que se classificam para a pós-temporada. Se o Grizzlies não é daquelas equipes que enchem os olhos e dá gosto de ver jogar, pelo menos é um time simpático que merece ser acompanhado com mais cuidado.

Nuggets (8-4) @ Spurs (5-6) – Apagado, Spurs é derrotado em casa

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Na tentativa de conquistar sua quarta vitória consecutiva, o San Antonio Spurs recebeu ontem o Denver Nuggets. Mesmo embalado com as últimas vitórias, a equipe texana voltou a apresentar problemas; com Tim Duncan em noite apagada, o Spurs foi presa fácil para o Denver – que foi comandado pelo armador Chauncey Billups.

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O primeiro quarto foi bastante equilibrado; as duas equipes mantiveram um bom padrão de jogo e desperdiçaram poucas jogadas – ao final do período, 22 a 21 para os visitantes. No entanto, foi a partir do segundo quarto de jogo que o Denver Nuggets começou a impor seu ritmo. Com boas atuações do já citado Chauncey Billups e também do brasileiro Nenê Hilário, a equipe do Colorado foi para o descanso com uma folgada vantagem de dez pontos.

O novato Hill foi destaque mais uma vez (AP Photo/Eric Gay)

O novato Hill foi destaque mais uma vez (AP Photo/Eric Gay)

Parece que no intervalo o técnico Gregg Popovich não conseguiu dar um jeito nos seus comandados; com a mesma apatia com a qual terminou o segundo quarto, o Spurs voltou à quadra e continuou sem saber o que fazer nem como reagir. Dessa maneira, levou uma surra de 11 pontos no quarto.

O período final começou com um quadro praticamente irreversível – 21 pontos de vantagens para o Nuggets. Mesmo assim, o Spurs finalmente resolveu jogar alguma coisa. O novato George Hill chamou o jogo para si e conseguiu diminuir a vantagem, mas, sem apoio, foi difícil reverter o resultado final.

O próximo jogo de San Antonio, apesar de ser em casa, será pedreira; pega o Utah Jazz na sexta-feira. Já o Denver vai até Los Angeles para enfrentar o badalado Lakers – o embate também acontece na sexta.

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

George Hill – 20 pontos e 2 roubos de bola

Michael Finley – 13 pontos e 2 roubos de bola

Tim Duncan – 12 pontos, 11 rebotes e 6 assistências

Denver Nuggets

Chauncey Billups – 22 pontos, 5 rebotes e 6 assistências

Carmelo Anthony – 21 pontos, 9 rebotes e 7 assistências

Kenyon Martin – 18 pontos e 7 rebotes

Nenê Hilário – 16 pontos e 9 rebotes