Pequim 2008 – Austrália

Austrália

Os Boomers, como é conhecida a seleção masculina australiana de basquete, dominam o basquetebol da Oceania, mas jamais conseguiram se estabelecer como potência internacional. Aos poucos, a seleção vem passando por um processo de internacionalização, e já temos jogadores australianos atuando na Europa, na NCAA e até na NBA. Quem sabe essa experiência internacional possa fazer com que a Austrália, presente em todas as olimpíadas desde 1972, cave um lugarzinho no cenário mundial.

Participações em Olimpíadas: 1956, 1964, 1972, 1976, 1980, 1984, 1988, 1992, 1996, 2000, 2004 e 2008

Melhor participação: quarto lugar em 1988, 1996 e 2000

Grandes feitos no basquete: são nada menos que 17 títulos do campeonato da Oceania de basquete: 1971, 1973, 1975, 1977, 1979, 1981, 1983, 1985, 1987, 1989, 1991, 1993, 1995, 1997, 2003, 2005 e 2007

Participações em Mundiais: 1970, 1974, 1978, 1982, 1986, 1990, 1994, 1998 e 2006

Melhor participação: quinto lugar em 1982 e 1994

Os convocados

Pivô – Chris Anstey (Melbourne Tigers – AUS)

Pivô – Andrew Bogut (Milwaukee Bucks – EUA)

Ala-pivô – David Andersen (FC Barcelona – ESP)

Ala – Matthew Nielsen (Lietuvos Rytas – LIT)

Ala – Shawn Redhage (Perth Wildcats – AUS)

Ala – Mark Worthington (South Dragons – AUS)

Ala-armador – David Barlow (Melbourne Tigers – AUS)

Ala-armador – Joe Ingles (South Dragons – AUS)

Ala-armador – Glen Saville (Wollongong Hawks – AUS)

Armador – C. J. Burton (NZ Breakers – AUS)

Armador – Patrick Mills (Saint Mary’s College of California – EUA)

Armador – Brad Newley (Panellinios BC – GRE)

Onde a Austrália pode chegar?

Tentar igualar os quartos lugares, melhor campanha australiana até aqui, já é um objetivo ousado demais. No momento, o importante para a Austrália é dar rodagem aos seus jovens jogadores que já atuam no exterior para, quem sabe, com um pouco de sorte na próxima geração, começar a incomodar as grandes potências internacionais.

A caminhada da Austrália

Nem é preciso dizer que, na disputa da vaga a que a Oceania tem direito, a Austrália sobrou. A seleção leva vantagem por já estar se preparando para as Olimpíadas há mais tempo que Grécia, Croácia e Alemanha, por exemplo, últimas seleções a carimbarem passaporte para Pequim.

Destaque

O pivô Andrew Bugot, de 2,13 metros de altura e 23 anos, é a principal esperança de cestas dessa seleção. O jovem atua no Milwaukee Bucks, time da NBA, há três temporadas, e lá obteve médias de 14,3 pontos, 9,8 rebotes, 2,6 assistências, 1,7 tocos e 0,8 roubadas de bola em 34,9 minutos por jogo na última temporada. Se tiver ajuda dos companheiros, tem tudo para fazer uma boa Olimpíada.

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Sobre Lucas Pastore

Um dos fundadores do Spurs Brasil, seu maior orgulho na carreira jornalística. Formado em Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2010, é redator do UOL. Cobriu o basquete olímpico na Olimpíada de 2016 pelo LANCE!. Trabalhou também para Basketeria e mob36.

Publicado em 26/07/2008, em Pequim 2008. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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