Arquivo diário: 24/07/2008

Sky @ Silver Stars – WNBA – Stars voltam a vencer

resumosilverbrunozp31

67X78

O San Antonio Silver Stars enfrentou há pouco o Chicago Sky. A vitória, que já era esperada, veio com certa tranqüilidade. O destaque da equipe foi Sophia Young; a ala anotou 20 pontos e pegou oito rebotes.

Com a vitória, a equipe de San Antonio volta ao primeiro lugar na Conferência Oeste (17-8). O Seattle Storm, que vem logo em seguida na tabela, está com um jogo a menos. Seu próximo jogo será contra o Phoenix Mercury, fora de casa.

Para tentar arrancar de vez para o primeiro lugar no Oeste, as comandadas de Dan Hughes voltam a quadra amanhã, quando enfrentam o Minnesota Lynx, fora de casa.

Destaques da partida

San Antonio Silver Stars

Sophia Young – 20 pontos e 8 rebotes

Becky Hammon – 14 pontos

Erin Buescher – 13 pontos

Edwiges Lawson-Wade – 11 pontos e 3 roubos de bola

Chicago Sky

Candice Dupree – 20 pontos e 10 rebotes

Armintie Price – 14 pontos

Spurs assina com Anthony Tolliver

//www.nba.com/media/act_anthony_tolliver.jpg” contém erros e não pode ser exibida.O San Antonio Spurs anunciou hoje a contratação de Anthony Tolliver, jogador que defendeu a equipe nas ligas de verão esse ano. Os termos do contrato não foram revelados.

Tolliver foi um dos jogadores que mais chamou a atenção durante os jogos na ligas de verão, principalmente por seu eficiente arremesso. O ala de 23 anos, 2,03m e 108 quilos teve médias durante a Summer League de Las Vegas de 12,3 pontos e 5 rebotes em 23 minutos, com aproveitamento de 57,1% (12-21) nos arremessos de quadra e 61,5% (8-13) de 3 pontos em três partidas. Na liga Rocky Mountain Reveu, em quatro partidas, suas médias foram de 11,5 pontos e 3,5 rebotes em 26,5 minutos com aproveitamento de 53,3% (8-15) nos tiros de 3 pontos.

Tolliver passou quatro temporadas na Universidade Creighton, onde obteve médias de 8,1 pontos e 4,9 rebotes na carreira de 124 jogos. Na última temporada, ele jogou pelo Iowa Energy, da liga de desenvolvimento, e em 25 jogos anotou médias de 11,6 pontos e 6,4 rebotes em 27,4 minutos por jogo e 50,9% de acerto nos arremessos. Antes de entrar para a D-League, ele também participou dos campos de treinamento do Cleveland Cavaliers.

Pequim 2008 – Estados Unidos

Estados Unidos

Eles são a seleção mais temida desses Jogos. E quem os teme não teme qualquer um. Formado por jogadores da NBA, principal liga de basquete do mundo, o selecionado dos EUA tem o luxo de escolher os melhores entre os melhores. A infra-estrutura do esporte no país e o fato de sua Liga ser uma das melhores e mais ricas do mundo contribuem em muito para que os estadunidenses sejam tão temidos. A sede com que eles devem vir para conquistarem o ouro deve ser notória, devido aos recentes fracassos olímpicos e mundiais do chamado Dream Team.

Participações em Olimpíadas: 1936, 1948, 1952, 1956, 1960, 1964, 1968, 1972, 1976, 1984, 1988, 1992, 1996, 2000, 2004, 2008

Melhor participação: medalha de ouro em 1936, 1948, 1952, 1956, 1960, 1964, 1968, 1976, 1984, 1988, 1992, 1996, 2000

Grandes feitos no basquete: os Estados Unidos são o país com maior número de medalhas de ouro nos Jogos: 12 em 15 participações (sem contar Pequim-2008)

Participações em Mundiais: 1950, 1954, 1959, 1963, 1967, 1970, 1974, 1978, 1982, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002, 2006

Melhor participação: campeão em 1950, 1954, 1986, 1994

Os convocados

Pivô – Dwight Howard (Orlando Magic – EUA)

Ala-pivô – Chris Bosh (Toronto Raptors – CAN)

Ala-pivô – Carlos Boozer (Utah Jazz – EUA)

Ala – Carmelo Anthony (Denver Nuggets – EUA)

Ala – LeBron James (Cleveland Cavaliers – EUA)

Ala – Tayshaun Prince (Detroit Pistons – EUA)

Ala-armador – Kobe Bryant (Los Angeles Lakers – EUA)

Ala-armador – Michael Redd (Milwaukee Bucks – EUA)

Ala-armador – Dwayne Wade (Miami Heat – EUA)

Armador – Jason Kidd (Dallas Mavericks – EUA)

Armador – Chris Paul (New Orleans Hornets – EUA)

Armador – Deron Williams (Utah Jazz – EUA)

Onde os Estados Unidos podem chegar?

A seleção dos EUA chega como franca favorita à conquista da medalha de ouro. A decepção da perda da medalha em Atenas-2004 e das perdas dos dois últimos mundiais (sendo o de 2002 em solo estadunidense e sem chegada ao pódio) motivam essa seleção, que em questão de talento conta com os melhores jogadores do mundo. Declaradamente, é o time a ser batido.

A caminhada dos Estados Unidos

Os EUA sobraram no Pré-Olímpico das Américas. Atuando em casa, Las Vegas, os jogadores da NBA não deixaram que nenhum adversário atrapalhasse seu objetivo: classificar-se facilmente para os Jogos. Para isso, despacharam Brasil, Porto Rico e Argentina, sendo que apenas a última está nos Jogos desse ano.

Antes de entrarem na disputa pela medalha, fazem amistosos contra combinados de jogadores da NBA que não foram convocados, mas que formam times tão bons quanto os que estão em Pequim.

Destaque

A rotatividade estadunidense é incrível. Se Bryant sair, entra Redd. Se Williams cansar, Paul arma. LeBron já jogou demais? Anthony e Prince estão aptos para substituí-lo. Mesmo assim, o ala LeBron James e o ala-armador Kobe Bryant são os grandes destaques individuais dessa seleção, que é recheada de craques em todas as posições.

Pequim 2008 – Angola

O Spurs Brasil inicia hoje a sua cobertura sobre os Jogos Olímpicos de Pequim, evento esportivo mais esperado do ano. Para tal, iniciaremos com análises sobre as 12 seleções participantes do torneio masculino de basquete, para que você, leitor, não perca um só lance desse tão importante campeonato.

Angola

A seleção angolana é pouco conhecida pela maioria das pessoas que acompanham basquete. Deveras, pois o selecionado angolano disputa apenas competições em seu continente de origem, a África, e raramente obtém destaque no cenário mundial. A falta de apoio para as seleções locais e a miséria que assola o continente também prejudicam o crescimento e a exposição do basquete africano como um todo. Entretanto, Angola participará de sua quinta Olimpíada consecutiva, sendo, nesse ano, o único representante da África.

Participações em Olimpíadas: 1992, 1996, 2000, 2004, 2008

Melhor participação: décimo lugar em 1992

Grandes feitos no basquete: nove títulos de campeão da África obtidos: 1989, 1992, 1993, 1995, 1999, 2001, 2003, 2005, 2007

Participações em Mundiais: 1986, 1990, 1994, 2002, 2006

Melhor participação: décimo lugar em 2006

Posição no Ranking FIBA: décimo quarto lugar

Os convocados

Pivô – Kikas (1º de Agosto – ANG)

Pivô – Abdel Boukar (1º de Agosto – ANG)

Ala-pivô – Eduardo Mingas (Atlético Petróleos Luanda – ANG)

Ala-pivô – Felizardo Ambrósio (1º de Agosto – ANG)

Ala – Vladimir Ricardino (1º de Agosto – ANG)

Ala – Leonel Paulo (Atlético Petróleos Luanda – ANG)

Ala – Olímpio Cipriano (1º de Agosto – ANG)

Ala – Carlos Almeida (1º de Agosto – ANG)

Ala-Armador – Carlos Morais (Atlético Petróleos Luanda – ANG)

Ala-Armador – Luís Costa (Atlético Petróleos Luanda – ANG)

Armador – Armando Costa (1º de Agosto – ANG)

Armador – Milton Barros (Atlético Petróleos Luanda – ANG)

Onde Angola pode chegar?

Apesar da determinação de seus jogadores, Angola não deve passar da primeira fase do torneio Olímpico, visto que a seleção africana se encontra na chave de, entre outros, Espanha, Estados Unidos e Grécia. Uma classificação entre os quatro melhores de seu grupo seria um feito memorável para o basquete local.

A caminhada de Angola

A hegemonia de Angola dentro da África é explícita pela conquista de cinco títulos continentais nos últimos cinco campeonatos disputados. A seleção venceu o Pré-Olímpico local e garantiu a única vaga africana nos Jogos.

Antes de jogar as Olimpíadas, foi campeã da Taça Stankovic, onde venceu seus rivais olímpicos da China. A vitória renovou as esperanças dos angolanos, que, apesar da técnica questionável, demonstraram grande dedicação dentro das quadras.

Destaque

Todo o jogo de Angola é baseado no ala Olímpio Cipriano, jogador do 1º de Agosto, principal equipe angolana. Ágil e habilidoso, o jogador é o principal cestinha de seu país e grande esperança de vôos maiores para o basquete angolano.