Análise das estatísticas do selecionado brasileiro

Brazil vs Greece

No “Passando a Limpo” dessa semana, vamos analisar os números da seleção brasileira na Pré-Olímpico que foi disputado na Grécia, para assim descobrir quais as causas da não classificação às Olimpíadas.

No quesito pontos por jogo, o Brasil ficou em sétimo lugar, com 76 em cada partida de média, sendo o último entre os times de alto nível e ficando atrás até da Coréia do Sul, que não foi para as quartas-de-final e que teve 76,5 de média. Individualmente, nosso cestinha foi Tiago Splitter, com 15 pontos por partida, ficando atrás, contando apenas as seleções de alto nível, apenas de Dirk Nowitzki, da Alemanha, com 25,3, Marko Tomas,  da Croácia, com 17, e Radoslav Nesterovic, da Eslovênia, com 16,7. Em segundo pela seleção temos Marcelinho Huertas, com 13,3, e Alex Garcia, com 10 pontos de média. J.P. Batista é o pior da seleção nesse quesito, levando em conta o número de jogos e as médias de tempo em quadra, com 4 pontos em cada jogo.

Brazil vs GermanyNa porcentagem de acerto dos arremessos, com 48,3%, o Brasil ficou na quinta posição; dos times de ponta, ficou na frente apenas de Porto Rico, com 41,5%, na sétima posição. Nos arremessos de dois pontos, o Brasil ficou na terceira posição, com 59%, mas nos arremessos de três pontos, com 25,5%, e nos lances livres, com 66,7%, ficou à frente apenas de Cabo Verde, com 23% e 64,9%, respectivamente.

Nos rebotes, O Brasil, com média de 29 por jogo, ficou apenas na frente da Coréia do Sul e do Líbano, com 22 e 19,5, respectivamente. Nos rebotes ofensivos, ficou em sexto com 8 rebotes por jogo, e nos defensivos, ficou na nona posição, com 21 rebotes. Nos bloqueios, o Brasil ficou com 1,7 por jogo, na frente apenas da Nova Zelândia, com 1,3.

Nas assistências, o time brasileiro teve 14 de média, ficando na quinta posição. Roubos de bola foi o único quesito em que os brasileiros foram os primeiros, com 11,3 por jogo. Nos erros de ataque, o selecionado amarelinho foi o quinto colocado, com 13,3 por partida.

Esses números mostram uma evolução defensiva da seleção brasileira, já que defensivamente vem se portando bem, mas ainda continuam os desperdícios de arremessos de três e nos lances livres; na linha dos três, esse erros mostram um certo afobamento no ataque, e na linha de falta, mostra falta de treino nesse fundamento. A seleção tem bons jogadores individualmente, mas precisa melhorar muito ainda coletivamente.

Sobre Glauber da Rocha

Estudante de Direito e torcedor do San Antonio Spurs desde 2007

Publicado em 20/07/2008, em Passando a limpo. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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