WNBA – Hammon fala sobre sua polêmica decisão

Becky Hammon com a camisa da seleção russa (Nicole Noren/ESPN)

Em vários níveis, a jornada no basquete da armadora das Silver Stars, Becky Hammon, teve escrito americana sobre toda ela. Ela não foi fortemente recrutada saindo de uma pequena cidade em South Dakota na high school, mas tornou-se recordista no All-American por Colorado State. Ele não foi draftada pela WNBA, mas na última temporada terminou em segundo lugar na corrida pela MVP, e é uma de apenas duas jogadoras que foram nomeadas titular para o All-Star Game pelas duas conferências.

Contudo, é o último episódio da carreira no basquete de Becky Hammon que vem chamando a atenção de muitos. Hammon anunciou no começo desse ano que ela poderia jogar pela Rússia nas Olimpíadas. Essa decisão vem causando uma série de opiniões, desde questionando o patriotismo de Hammon, até examinando o processo de escolha da seleção americana.

Nesse domingo, ela estará no programa da ESPN americana, “Outside the Lines,” para falar sobre sua decisão controversa. Logo abaixo, vídeos com uma prévia do programa e uma reportagem sobre ela na Rússia.

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Sobre Glauber da Rocha

Estudante de Direito e torcedor do San Antonio Spurs desde 2007

Publicado em 07/06/2008, em Notícias. Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Bruno Pongas

    Olha, eu sou completamente a favor da escolha de Hammon.
    A resposta é simples: Na seleção americana de basquete rola uma baita panelinha, são sempre as mesmas jogadores, e muitas delas já deveriam estar de fora faz tempo. Sim, Hammon não é das mais novas e a nova safra de armadoras americanas parece ser um pouco melhor do que as anteriores. Entretanto, ela ainda é a melhor armadora americana, e mesmo assim nem sequer é chamada para integrar o time. A titular Sue Bird já foi uma ótima jogadora, mas em uma analogia com a NBA, ela me lembra muito o Steve Francis. Porque? Francis entrou na NBA jogando muito, fez excelentes temporadas pelo Houston Rockets, mas ao longo do ano viu sua performance diminuindo gradativamente mesmo que o peso da idade não o afetasse. Com Bird foi a mesma coisa, ela fez três ou quatro temporadas muito boas com o Storm, com direito até à um titulo da liga. Hoje, ainda nova, com 28 anos, ela não é nem sombra da jogadora que foi um dia. Então é inadimissível ver o time americano sem renovação, e já que não renova nunca, eu não entendo porque não levar a Becky.

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