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Spurs (3-0) vs Jazz (1-2) – Complicou mas ganhou

110×100

O San Antonio Spurs recebeu o Utah Jazz na noite deste sábado (3) e conseguiu sua terceira vitória em três partidas disputadas na temporada. A equipe voltou a mostrar um jogo consistente e, apesar de ter vacilado e deixado o jogo mais difícil do que ele caminhava para ser, venceu o adversário com certa tranquilidade pelo placar de 110 a 100. Contando com a volta de Manu Ginobili e mais tempo de quadra para jogadores do banco, o time texano promoveu a estreia do novato Nando de Colo, que ficou apenas três minutos em quadra. Veja o que de melhor aconteceu no duelo.

É tóis, Green! (D. Clarke Evans/NBAE/Getty)

Repetitivo, mas a gente gosta

Está até cansando falar, mas novamente Tim Duncan foi o melhor jogador do Spurs em quadra – novamente ao lado do armador Tony Parker. O veterano parece fisicamente muito melhor do que esteve na última temporada e, bem utilizado por Gregg Popovich e bem auxiliado pelos jogadores de rotação, tem rendindo o suficiente para ser decisivo para o time. Mesmo em uma partida na qual não teve tantos minutos por conta do rodízio de atletas implantado pelo treinador, o ala-pivô conseguiu pontuar bem e pegar rebotes, além de, novamente, colaborar bem para trancar o garrafão com seus tocos – que têm aparecido em maior abundância nesse começo de temporada.

Olha quem voltou!

O retorno! (D. Clarke Evans/NBAE/Getty)

O retorno de Manu Ginobili ao time deve ser comemorada e, ao mesmo tempo, vista com cautela. O argentino voltou apresentando o bom e velho arsenal ofensivo e também colaborou na defesa, mas sem o mesmo destaque de outrora. O jogador, porém, será claramente poupado por Popovich ao longo do campeonato. Sua forma física parece apresentar leve melhora, mas está longe de ser ideal para aguentar o ritmo intenso de partidas que a NBA oferece na temporada regular. Será guardado para os playoffs e quando entrar, como fez hoje, será referência principalmente nos momentos em que as partidas apertarem – como foi o caso do duelo.

Acorda, Spurs!

O time apresentou no duelo contra o Jazz uma característica que foi bastante vista na temporada regular passada e preocupou bastante, chegando, por exemplo, à série decisiva em que foi eliminado pelo Oklahoma City Thunder: abrir boa vantagem no primeiro tempo, cochilar e tomar pressão no segundo.

Os dois primeiros períodos foram quase perfeitos, mas a volta do intervalo foi alarmante. O time dormiu e, quando se deu conta, o Jazz havia diminuído toda a vantagem que o Spurs construiu ao longo da partida.

Muito disso, é claro, se deve ao rodízio de jogadores que Popovich implantou, dando ao banco de reservas a maior utilização nas três partidas disputadas na temporada até o momento. Colaborou também a ótima partida de Mo Williams, armador adversário, que aproveitou a marcação frouxa nele e pontuou a torto e a direito. Fica o exemplo para que o time conserte esse tipo de erro e evite complicar jogos que caminhavam para ser mais fáceis. No final das contas, com o choque da complicação, o Spurs dominou amplamente o último quarto e obteve a vitória. Mas não precisamos de emoções desnecessárias, não é mesmo?

Bowen, é você?

Chama a atenção de qualquer um a maneira como Kawhi Leonard se comporta em quadra. Esforçado ao extremo, tem se mostrado um defensor ainda melhor do que o da última temporada, quando era novato. Sua sensatez na marcação também é aplicada nos arremessos, escolhidos a dedo pelo ala, que fez outra ótima partida. Pode não ter pontuado muito, mas foi fundamental para brecar a reação do Jazz nos momentos mais críticos, sendo o mais lúcido do time na defesa de perímetro. Cada vez mais, Leonard vai mostrando que a troca por George Hill valeu muito a pena.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 24 pontos e dez assistências

Tim Duncan – 19 pontos, 11 rebotes e 7-14 nos arremessos de quadra

Kawhi Leonard – 13 pontos, cinco rebotes, três assistências e 5-5 nos arremessos de quadra

Manu Ginobili – Oito pontos e 4-7 nos arremessos de quadra

Tiago Splitter – Cinco pontos e cinco rebotes

Utah Jazz

Mo Williams – 29 pontos e nove assistências

Paul Millsap – 17 pontos e dez rebotes

Spurs (2-0) @ Jazz (1-1) – Temporada Regular

San Antonio Spurs vs Utah Jazz – Temporada Regular

Data: 03/11/2012

Horário: 22h30 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,29 (favorito) x Jazz 3,66

Após dois jogos e duas vitórias em seu começo de temporada 2012/2013 na NBA, o San Antonio Spurs volta a jogar diante da sua torcida para tentar se manter com 100% de aproveitamento na competição. O adversário da vez é o Utah Jazz, franquia que vem de revés diante do New Orleans Hornets, franquia derrotada pelo time texano em sua estreia na liga. Sem fazer surpresas, o técnico do time da casa, Gregg Popovich, deverá manter a escalação e a rotação da maneira como fez nas vitórias sobre Oklahoma City Thunder e o próprio Hornets.

PG – Tony Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – Boris Diaw

C – Tim Duncan

Fique de Olho - Avassalador na vitória sobre o Thunder, o armador francês Tony Parker assume cada vez mais o posto de principal atleta do elenco. Sua velocidade continua sendo a característica ofensiva mais efetiva, mas o jogador tem apresentado um cartel de arremessos mais vasto do que nos últimos anos, o que só aumenta sua colaboração ofensiva.

PG – Mo Williams

SG - Gordon Hayward/Randy Foye

SF – Marvin Williams

PF – Paul Millsap

C – Al Jefferson

Fique de Olho  - Em um time ofensivamente bastante limitado, o ala-armador Randy Foye assume a responsabilidade de vir do banco e incomodar a defesa adversária com seus arremessos de média e longa distância. Na derrota para o Hornets foram suas bolas – e seus 20 pontos – que mantiveram o Jazz na disputa até os segundos finais.

O que temos a oferecer

R.C. Buford (esq.) é conhecido por fazer bons negócios. Será que ele tirará mais um coelho da cartola nessa intertemporada?

Mais uma offseason se inicia, e, como sempre, surgem muitos boatos da excessivamente especulativa imprensa norte-americana, mas nada de concreto até agora pelo lado de San Antonio. E é de se esperar que provavelmente não tenhamos nenhuma grande novidade, principalmente com os agentes livres, já que o Spurs tem pouco espaço na folha salarial para trazer um jogador de impacto. O que talvez possa se concretizar seja a vinda de Nando de Colo e Erazem Lorbek, que têm os direitos vinculados à nossa franquia e vêm sendo especulados para vestirem o uniforme preto e prata na temporada vindoura.

E uma grande troca, será? É sempre bom sonhar. É fato que temos poucas alternativas atrativas para uma troca, mas quem sabe nossos dirigentes não saem com uma solução criativa e vantajosa para a equipe?

Abaixo, temos uma tabela com todos os jogadores sob contrato do Spurs e seus respectivos salários. Vale lembrar que Danny Green e Patrick Mills são agente livres restritos, ou seja, o Spurs pode cobrir qualquer proposta feita por eles, e a lista não conta com Boris Diaw e Tim Duncan – ambos agentes livres irrestritos e incertezas para a próxima temporada, embora Duncan já esteja com sua renovação contratual bem encaminhada.

Manu Ginobili dificilmente serviria como moeda de troca. Apesar de ser gênio, o veterano tem um contrato salgado e uma grande identificação com o San Antonio Spurs, e provavelmente esteja nos seus planos e nos planos dos dirigentes da franquia que o jogador encerre sua carreira por lá.

Tony Parker foi envolvido em diversos rumores de troca na última temporada, mas acabou ficando. Na noite do Draft, chegou a cogitar-se a possibilidade de o armador ser trocado, devido à lesão no olho que adquiriu numa briga de bar, mas novamente era pura especulação. O armador vem de uma temporada de nível All Star e ficou bem claro que o Spurs depende muito dele, que é o jogador mais novo do Big Three, com 30 anos, para atingir suas pretensões. Por isso, dificilmente o time estará disposto a envolvê-lo em alguma negociação. Outro que não deve ser usado como moeda de troca é Stephen Jackson. The Captain tem um contrato expirante de 10 milhões de dólares, e os fatos de já ser um veterano, de ter um alto salário e de ter se readaptado bem a San Antonio devem fazer com que o atleta continue no Texas.

Um atleta do plantel texano que já atraiu interesse de outras equipes, como Utah Jazz e Boston Celtics, é Danny Green. Como dito anteriormente, Green é agente livre restrito, e o Spurs poderia renovar com o jogador e usá-lo como moeda de troca no que chamamos de sign and trade. A equipe de Utah tem quatro jogadores de garrafão de alto nível – Al Jefferson, Paul Millsap, Derrick Favors e Enes Kanter - e poderia estar interessada em negociar um destes. Por Jefferson ser a estrela da equipe e Favors e Kanter serem jovens de futuro promissor, Millsap seria a opção mais possível. O ala-pivô tem um contrato expirante de 7 milhões de dólares, e cairia como uma luva no fraco garrafão texano. Em troca, o Spurs poderia enviar Danny Green, um de seus pivôs (DeJuan Blair, Matt Bonner ou até mesmo Tiago Splitter) e uma futura escolha de Draft.

Com o Boston Celtics, uma troca seria mais inviável. É difícil imaginar a equipe negociando Rajon Rondo, Paul Pierce ou Kevin Garnett, que recentemente renovou seu contrato. Dos outros jogadores que o Celtics possui, o único que talvez poderia ter alguma utilidade no elenco texano seria o pivô Greg Stiemsa, que mesmo longe de ser um grande jogador poderia contribuir com sua capacidade defensiva.

Ainda temos no elenco Kawhi Leonard, que chega ao seu segundo ano de liga não mais como uma promessa, e que, apesar de poder atrair interesse de outras franquias, é quase impossível que os dirigentes texanos estejam dispostos a abrir mão do jogador, que, além de ser formado em casa, preencheu a lacuna da posição 3 deixada por Bruce Bowen.

Se Patrick Mills tiver seu contrato renovado, certamente não será uma moeda de troca atrativa para alguma outra equipe, assim como o armador Cory Joseph, que teve poucas oportunidades na sua temporada de novato.

Gary Neal, jogador no qual o Spurs pode escolher dispensá-lo para ser agente livre ou renovar seu vínculo, poderia atrair a atenção de alguns times. Sendo um pontuador nato e com um excelente arremesso de 3 pontos, Neal poderia ter seu contrato renovado e logo após envolvido em alguma negociação.

E você torcedor, arrisca alguma palpite viável para o San Antonio Spurs?

Spurs (4) @ Jazz (0) – Diga aonde você vai…

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…que eu vou varrendo! Nesta segunda-feira (7), o San Antonio Spurs encerrou a série contra o Utah Jazz em apenas quatro jogos, e garantindo sua vaga para a próxima fase dos playoffs. Agora, o Spurs aguarda o desfecho da série entre Memphis Grizzlies e Los Angeles Clippers, que lidera a série por 3 a 1, para conhecer seu próximo adversário.

Os pivôs do Jazz deram trabalho, mas isso foi insuficiente para evitar a “varrida”

A força vem do banco

Mais uma vez, o banco foi fundamental no triunfo da equipe texana. Em noite pouco destacada do quinteto inicial, os suplentes da equipe de San Antonio anotaram 57 pontos, contra apenas 30 marcados pela equipe titular.

Cara de playoffs

Até aqui, a série entre Utah Jazz e San Antonio Spurs vinha sendo composta de partidas facilmente vencidas pela equipe texana. Desta vez, Tyrone Corbin, técnico do Jazz, promoveu algumas mudanças que alteraram a dinâmica do jogo.

O treinador promoveu a entrada do ala-pivô Derrick Favors ao quinteto titular e a saída do ala Juan Howard. Com isso, o Utah ficou com três big men em quadra: Al Jefferson, Paul Millsap e Favors. O Spurs sentiu o troca-troca e tomou uma surra feia nos rebotes: 57 a 43.

O jogo ficou com mais cara de playoffs, com defesas sufocantes, valendo tudo embaixo da cesta, e com o Jazz diminuindo a diferença para quatro pontos nos instantes finais da partida. Mas a postura tática do Spurs superou a fragilidade na área pintada e, apesar do susto, a vitória foi conquistada.

Ginobili

Manu Ginóbili teve sua primeira grande partida nos playoffs

Desde que se machucou na temporada regular, o argentino vem tendo um retorno vagaroso, sem repetir os jogos brilhantes do começo do ano e de praticamente toda a carreira.

Na série contra o Utah Jazz, Manu registrou médias de 5,7 pontos por jogo, número baixíssimo para um jogador como ele. Nesta última partida, porém, o argentino deu mostras de que está voltando à boa forma, marcando 17 pontos, acertando arremessos decisivos e cavando faltas em momentos importantes.

Torçamos para que ele volte a ser o gênio de sempre, porque, se queremos esse título, precisamos de Manu Ginóbili em sua melhor forma.

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Manu Ginóbili – 17 pontos e quatro rebotes

Tony Parker – 11 pontos e três assistências

Tim Duncan – 11 pontos e cinco rebotes

Gary Neal – 11 pontos

Tiago Splitter – Dez pontos

Utah Jazz

Al Jefferson – 26 pontos e dez rebotes

Devin Harris – 19 pontos e sete assistências

Derrick Favors – 16 pontos e dez rebotes

Paul Millsap – Dez pontos e 19 rebotes

Recuperado, Splitter vive sua melhor fase em San Antonio

Cada vez melhor!

Quando Tiago Splitter caiu de mau jeito no Jogo 1 entre San Antonio Spurs e Utah Jazz, o brasileiro achou que aquela era sua última partida nos playoffs. Tiago ainda tentou permanecer em quadra, mas a entorse no punho esquerdo em decorrência da queda falou mais alto e ele teve de ser encaminhado aos vestiários.

“Achei que aquele seria o final da temporada para mim”, disse o brazuca, em entrevista à mídia texana.

No dia seguinte, o pivô passou por uma ressonância magnética, que felizmente detectou um machucado simples no pulso. Mesmo assim, Splitter ficou de fora do Jogo 2. Na oportunidade, o técnico Gregg Popovich disse que era melhor descansar alguns dias a mais do que sofrer uma nova pancada e voltar à estaca zero.

Coach Pop estava certo, já que o brasileiro voltou muito bem – e sem dores – para o Jogo 3, anotando dez pontos e oito rebotes em pouco mais de 18 minutos. A importância do camisa 22 foi tanta que ele ficou em quadra durante grande parte do último período.

“Ele foi ótimo”, disse Tim Duncan após o duelo. “Tiago trabalhou duro e finalizou algumas jogadas embaixo da cesta. Ele é um carregador de piano e sempre encontra um jeito de marcar seus pontos”, completou o líder da equipe.

Splitter também foi elogiado pelo inimigo. Tyrone Corbin, técnico do Utah Jazz, teceu seus comentários sobre o brazuca. “Splitter é inteligente”, analisou. “Ele é grande e sabe se valer de seu tamanho. É mais um gigante no time deles”, completou.

Nesta segunda-feira (7), Spurs e Jazz voltam a medir forças. Ficamos na torcida para que o nosso camisa 22 seja aprovado mais uma vez na escolinha do professor Popovich. Na terceira partida da série, o Coach Pop foi taxativo quando perguntado sobre o ótimo desempenho de Tiago Splitter:

“Grandioso”, definiu o treinador na oportunidade.

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