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Splitter é elogiado por marcação em Nowitzki no jogo 1

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Um dos pontos positivos da vitória do San Antonio Spurs sobre o Dallas Mavericks, no primeiro jogo da série melhor de sete, válida pela primeira rodada dos playoffs da Conferência Oeste, foi o bom trabalho defensivo feito em cima da estrela adversária Dirk Nowitzki, que saiu de quadra com apenas 11 pontos. Segundo reportagem do site americano Project Spurs, para Gregg Popovich e Tim Duncan, uma das principais causas do baixo rendimento do ala-pivô adversário foi a forte marcação imposta pelo pivô brasileiro Tiago Splitter.

Splitter não deu sossego para o alemão (Reprodução/projectspurs.com)

“Como já falamos muitas vezes sobre Nowitzki, precisamos fazer o melhor trabalho que pudermos. E penso que Tiago não poderia ter feito um trabalho melhor. Dirk vai pontuar, não há como parar isso, mas trabalharemos duro. Esse é o objetivo”, destacou Pop.

Marcado boa parte do tempo por Splitter, a principal arma de Dallas esteve em quadra por 42 minutos e converteu apenas quatro arremessos de quadra em 15 tentativas (aproveitamento de 26,6%), terminando com 11 pontos. Números bem abaixo dos 21,7 pontos de média, com aproveitamento de 51% nos chutes, que Nowitzki sustentava desde o All-star break.

(NBAE/ Getty Images)

(NBAE/ Getty Images)

“Eu apenas tento me posicionar na frente dele e não precisar de muita ajuda para isso. Quando você tem que marcá-lo, precisa  ter atenção somente nele e esquecer o resto do jogo”, ressaltou Splitter, que terminou a partida com oito pontos e 11 rebotes em 31 minutos jogados.

Já Tim Duncan elogiou a marcação firme de seu companheiro nas situações de mano a mano, nas quais o alemão quase sempre obtém sucesso, realizando o seu famoso fadeaway.

“Tiago foi muito ativo lá dentro (do garrafão). Ele fez um ótimo trabalho mantendo-se em cima do Dirk, limitando o seu espaço e forçando-o a fazer outras coisas”, elogiou o camisa #21.

Nowitzki, por sua vez, entende que esse tipo de marcação será normal no confronto com o time de San Antonio.

“Durante os jogos, obviamente eles não vão me deixar muito livre. Sabíamos que na série eu não teria uma tonelada de chutes livres. Mas eu tive algumas boas jogadas, só preciso arremessar melhor”, concluiu o camisa #41 da equipe de Dallas.

Spurs e Mavericks voltam à quadra do AT&T Center na próxima quarta-feira, às 21h, para o segundo jogo da série. A partida terá transmissão ao vivo da ESPN para o Brasil.

Splitter se lesiona e perde os dois próximos jogos

Por meio de seu site oficial, o San Antonio Spurs anunciou, nesta segunda-feira (9), que o pivô brasileiro Tiago Splitter ficará fora dos próximos dois jogos da equipe. O camisa #22 do alvinegro texano não participará das partidas contra Toronto Raptors e Milwaukee Bucks, na terça e na quarta, respectivamente, devido a uma na lesão na panturrilha esquerda.

Splitter vai ficar no estaleiro (NBAE/Getty Images)

Splitter sentiu o desconforto pela primeira vez no dia 2 de dezembro, durante a vitória sobre o Atlanta Hawks. O pivô até tentou participar da derrota para o Indiana Pacers, mas só conseguiu se manter em quadra por oito minutos, anotando dois pontos, dois rebotes e uma assistência.

No ano passado, Splitter perdeu o jogo dos novatos no All-Star Weekend por um problema na panturrilha. Na ocasião, a lesão foi na perna direita e o brasileiro ficou duas semanas fora.

Spurs (15-4) vs Bucks (8-9) – Team is everything!

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Mais uma vez, o San Antonio Spurs mostrou a força de seu elenco ao bater o Milwaukee Bucks, em casa, por 110 a 99. Com muitos desfalques, o banco texano foi fundamental na vitória, já que foram os reservas os responsáveis pela virada no último período, após os donos da casa ficarem em desvantagem durante os três primeiros quartos de partida.

Cada vez mais confiante, Splitter tem se tornado arma letal nos finais de partida

O “expressinho” de San Antonio

O Spurs tinha quatro desfalques para a partida desta quarta-feira: Kawhi Leonard, Stephen Jackson, Danny Green e Patrick Mills – todos no departamento médico. Com isso, Popovich teve de improvisar na formação inicial com Boris Diaw atuando na posição 3, completando o perímetro ao lado de Tony Parker e Gary Neal. No garrafão, DeJuan Blair e Tim Duncan começaram a partida.

Mas os titulares encontraram problemas para frear os cortes de Monta Ellis que, apesar da pontaria descalibrada, serviu bem seus companheiros em baixo da cesta, principalmente Ersan Ilyasova. No ataque, os texanos também tiveram problemas para acertar a mão e o aproveitamento ficou abaixo da crítica. A situação só mudou quando Popovich lançou mão de seu banco de reservas. Com Nando De Colo, Gary Neal, James Anderson, Matt Bonner e Tiago Splitter em quadra, o time atravessou seu melhor momento na partida e buscou a virada entre o fim do terceiro e início do quarto períodos.

Pouco a pouco De Colo mostra o seu valor

Novato com moral

Quando a equipe consolidou a virada, Pop retornou com Parker e Ginobili a quadra, mas manteve o novato Nando De Colo ao lado das estrelas no perímetro. E o francês não se intimidou: se movimentou para receber a bola, arriscou dribles e até passes de costas. Impossível não comprá-lo ao estilo do companheiro argentino. Quem também se deu bem com o novato foi Tiago Splitter, que “colocou” Tim Duncan no banco durante todo o último quarto. A dupla franco-brasileira já faz os olhos da torcida brilhar pensando no futuro.

Sobrou… É minha!

O eterno problema dos rebotes não deu a cara desta vez em San Antonio. Diante de um garrafão nem tão poderoso assim formado por Larry Sanders, Ekpe Udoh e Samuel Dalembert, o Spurs levou a melhor nos ressaltos, com 53 contra apenas 36 do rival.

O maior reboteiro da partida foi, acredite se quiser, Matt Bonner, que coletou 12 rebotes em apenas 23 minutos. No tempo em que o “Red Rocket” ficou em quadra, os donos da casa tiveram um saldo positivo de 18 pontos, índice menor apenas que o de James Andersonm que em seus 12 minutos em quadra viu a equipe acumular vantagem de 21 pontos.

Amado e odiado

Por vezes herói, em outras vilão, Gary Neal merece destaque pela grande atuação diante do Bucks. O camisa #14 foi o cestinha da partida, ao lado de Tony Parker, com 22 pontos. Destemido, o ala-armador continuou tentando seus arremessos que parecem improváveis, mas desta vez as bolas caíram e ele foi uma importante válvula de escape quando ninguém do Spurs conseguia pontuar. Ainda cometeu uma ou outra trapalhada quando teve de atuar com a bola nas mãos, mas desta vez saiu de quadra nos braços da torcida.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 22 pontos e dez assistências

Gary Neal – 22 pontos e seis rebotes

Tim Duncan – 17 pontos e dez rebotes

Tiago Splitter – 15 pontos e cinco rebotes

Milwaukee Bucks

Monta Ellis – 21 pontos, 11 assistências e sete rebotes

Ersan Ilyasova – 17 pontos e cinco rebotes

Brandon Jennings – 14 pontos

Spurs não procurou Mickael Pietrus

Diferente do que foi noticiado pela mídia norte-americana, o San Antonio Spurs não chegou a fazer uma proposta para o ala francês Mickael Pietrus, agente livre que defendeu o Boston Celtics na última temporada. De olho no mercado por conta das lesões dos alas Kawhi Leonard e Stephen Jackson, o  time tem sido centro de diversas especulações nos últimos dias.

Fica para a próxima? (David Dow/NBAE/Getty Images)

As especulações eram de que o Spurs teria oferecido um contrato mínimo para o atleta, que prontamente havia negado a proposta por esperar um salário maior. O jornal francês Le Parisien, porém, informa nesta quinta-feira que sequer foi feito qualquer tipo de contato entre a franquia e Pietrus. A falta de confirmação do interesse aconteceu por conta da aposta do Spurs em jogadores que já haviam feito parte do elenco, mas que estavam na D-League: Cory Joseph e James Anderson.

Os dois jogadores estiveram presentes no banco durante a vitória sobre o Boston Celtics, mas não foram acionados por Gregg Popovich. Sem Jackson e Leonard, o treinador optou por colocar Gary Neal como titular e deu mais minutos para os jogadores do banco. O novato armador Nando De Colo e o pivô brasileiro Tiago Splitter estiveram entre os maiores beneficiados pela nova rotação montada pelo técnico.

O que esperar de Tim Duncan?

Tim Duncan é um jogador que dispensa apresentações. Dono de quatro títulos da NBA, dois troféus de MVP e outros três de MVP das Finais, o “Big Fundamental” tem a cara do San Antonio Spurs e é o maior jogador da história da franquia – o que não torna David Robinson ou George Gervin, outras lendas que marcaram época na equipe, menos importantes.

Onde, porém, quero chegar com isso? Bom, todos sabem que as chances de título do San Antonio Spurs na temporada que está para começar passam diretamente pelas mãos de Duncan. Mas, aos 36 anos, será que o veterano ainda tem fôlego para segurar esta responsabilidade? Sim e não… Eu explico.

Peraí… Este é o Duncan sorrindo???

Depois de uma temporada 2009/2010 muito abaixo da média, quando registrou médias de 13,4 pontos e 8,9 rebotes, os piores números da carreira, Timmy se reinventou e no último campeonato apresentou novas armas em seu jogo. O rendimento subiu para 15,4 pontos e nove rebotes. Nada mal para o “velhinho”, que renovou contrato por mais duas temporadas com a equipe – mais uma terceira que será opção do próprio jogador.

Isso quer dizer que Duncan ainda consegue produzir bem dentro de quadra e é uma arma sólida do time texano. Claro que não dá para exigir o mesmo domínio que exercia quando era mais jovem, mas eventualmente o camisa 21 demonstra toda sua técnica e genialidade para cima dos rivais.

Ao mesmo tempo, não dá para jogar toda a responsabilidade sobre os seus ombros. Os joelhos incomodam o veterano há algum tempo e, por conta disso, a tendência é que seu tempo de quadra seja cada vez mais reduzido. Então, não adianta imaginar um Duncan 40 minutos em quadra e vencendo jogos sozinho, como fazia dez anos atrás.

É a sua hora, meninão…

Para que o “vovô” Timmy permaneça inteiro ao longo das 82 partidas da temporada e chegue com gás aos playoffs, os reservas terão papel fundamental. Tiago Splitter, Matt Bonner e DeJuan Blair precisarão mostrar serviço e dar valiosos minutos de descanso ao colega, sem deixar o nível cair.

Neste revezamento, Splitter é o jogador mais importante. Na cabeça de Popovich, o brasileiro é o reserva imediato de Duncan e deve ser o principal “herdeiro” dos minutos do camisa 21. Blair é outro que pode se beneficiar, mas terminou a última temporada contestado e como última opção no banco de reservas. Precisa correr atrás do prejuízo.

Junto com Tony Parker e Manu Ginobili, Duncan forma um poderoso Big Three que ainda é capaz de bater qualquer rival na NBA. Porém, o peso da idade pode atrapalhar até mesmo as lendas.

Para continuar fazendo jus ao apelido de Big Fundamental, o camisa #21 terá de encontrar o meio termo entre desempenho e descanso para se manter saudável sem resultar em prejuízos dentro de quadra para o Spurs.

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