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Spurs (20-5) @ Suns (14-10) – Passa para o argentino

108x101

Jogando fora de casa, o San Antonio Spurs alcançou sua vigésima vitória na temporada 2013/2014 ao bater o Phoenix Suns por 108 a 101 na noite de quarta-feira (18). O resultado interrompeu uma sequência de cinco triunfos consecutivos dos mandantes. Já do lado texano, foi o quinto resultado positivo nas últimas seis partidas. O alvinegro já volta à quadra nesta quinta-feira, contra o Golden State Warriors, enquanto a equipe do Arizona tem um descanso maior, encarando o Oklahoma City Thunder no sábado.

Minha bola! Manu liderou a equipe texana nos minutos finais (NBAE/Getty Images)

Assumiu o comando

Sem Tony Parker, machucado, Manu Ginobili assumiu a responsabilidade de decidir o jogo. Nos minutos finais, o argentino foi responsável por importantes pontos que definiram a partida. O ala-armador teve sua melhor pontuação na temporada, com 24 pontos. Tim Duncan, por sua vez, conseguiu mais um duplo-duplo, com 17 pontos e 13 rebotes.

Duncan conseguiu mais um duplo-duplo (NBAE/Getty Images)

A dupla jovem de armadores do Suns tem chamado atenção. No entanto, o Spurs conseguiu frear o ímpeto de Goran Dragic e Eric Bledsoe, que, juntos, acertaram 12 de 33 arremessos de quadra. Os dois são a cara do time, que tem bastante jogadores novos. Um dado assustador que o site da NBA levantou é que Tim Duncan jogou 37 minutos a mais em sua carreira que todo o quinteto titular da equipe do Arizona combinado: 42,064 a 42,027.

“Não houve nenhuma defesa especial diferente dos outros. Foi apenas muito esforço e foco. Nós de fato fizemos várias trocas para diminuir o ritmo deles. Além disso, foi apenas esforço”, disse Gregg Popovich, sobre a marcação nos armadores.

Sabendo fechar o jogo

É muito comum a crítica de que o time de preto e prata não sabe voltar do intervalo com bom desempenho. O jogo de quarta atesta contra isso. O Spurs limitou o Suns a um aproveitamento de 36% nos arremessos na segunda metade do jogo.

O time do Arizona conseguiu marcar apenas 43 pontos nesse período. Nos quatro minutos finais, os comandados de Gregg Popovich marcaram 11 pontos.

Banco bom 

Liderado por Manu, o banco do Spurs é o segundo melhor da NBA, com 46,1 pontos por jogo. E isso foi provado em quadra, já que os reservas texanos venceram por 58 a 29 os do Suns.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Manu Ginobili –  24 pontos, 7 assistências e 6 rebotes

Tim Duncan – 17 pontos e 13 rebotes

Kahwi Leonard – 14 pontos e 6 rebotes

Patty Mills – 12 pontos e 6 assistências

Phoenix Suns

Channing Frye – 22 pontos e 5 rebotes

Goran Dragic – 18 pontos e 4 assistências

Erick Bledsoe – 15 pontos e 7 assistências

Miles Plumlee – 13 pontos e 13 rebotes

Markieff Morris – 12 pontos e 6 rebotes

O triste fim de Leandrinho Barbosa

Uma das mais sérias dificuldades que pode afetar um atleta é o crescimento indiscriminado de seu ego. Milhões na conta, fama, mulheres; tudo isso colabora para que o salto cresça e a distância para o chão e a realidade também, criando um espaço no qual cair é muito perigoso. Leandrinho Barbosa parece estar cada vez mais desequilibrado no salto em que subiu após ter tido duas ou três temporadas significativas na NBA.

Barbosa já foi o melhor jogador que o Brasil produziu na entressafra olímpica entre 1996 e 2012. Chegou com méritos à NBA e ficou conhecido logo de cara pela história de simplicidade, resumida na ida aos treinos de bicicleta – ganhou inclusive um carro do astro Steve Nash. Vieram as boas partidas no Phoenix Suns, quando vinha do banco para colocar fogo nos jogos com sua velocidade e pontaria até que bem afiada. Nesse período, foi nomeado o melhor sexto homem da liga e viu sua desgraça começar junto com seu auge.

Os bons tempos de Leandrinho no Phoenix Suns são um passado cada vez mais distante

Os bons tempos de Leandrinho no Suns são um passado cada vez mais distante

Os tempos de boas temporadas regulares e playoffs dignos do Suns acabou e o conto de fadas de Leandrinho também. Algumas lesões não muito significantes e o ala-armador já não via em suas mãos o poder de incendiar partidas. Nash continuou, Amare Stoudemire saiu, o técnico Mike D’Antoni também e a magia daquela equipe que só atacava e não ganhou nada de significativo já não existia mais. Mas o ego do brasileiro já estava inflado.

Paralelamente à ascensão e à queda de Leandrinho em Phoenix, a seleção brasileira começava um trabalho de reestruturação. Uma obra na qual o coordenador – ou técnico – Rubén Magnano deixou clara sua intenção de formar um grupo e esquecer os dogmas brasileiros da individualização do basquete, centralizados na figura de Oscar. E nesse período Barbosa não defendia o Brasil por estar mais preocupado com a NBA, escolha pessoal e que não pode ser questionada. Mas que evidentemente o fez sair perdendo.

Eleito por ele mesmo como “craque” na NBA, Leandrinho chegou à Seleção para assumir, em sua cabeça, um protagonismo que não haveria de ser dele. Em um grupo que se comportava como grupo, Barbosa perdeu espaço e não soube se colocar em seu lugar na equipe. Tentou bolas impossíveis e lembrou os tempos em que o Brasil jogava para que um jogador só decidisse. Tomou bronca pública de Magnano e queimou mais sua imagem.

De volta à realidade da NBA, Leandrinho deixou o Suns antes mesmo de voltar à seleção e foi para o Toronto Raptors. Lá seria mais protagonista. Não conseguiu. Foi mal e não rendeu nada, virou quase que um problema para a franquia canadense. O fundo de seu poço foi o momento em que foi trocado para o Indiana Pacers por uma escolha de segundo round no draft. Mas o poço parecia ter em seu fundo uma mola: em Indianapolis, o brasileiro poderia tentar brilhar de novo.

Mais uma vez, ele não conseguiu. No melhor time do Pacers desde a aposentadoria de Reggie Miller, Leandrinho mais uma vez deixou de brilhar. Fez um jogo ou outro bom, nada que justificasse o investimento na renovação de seu contrato, que expirou ao fim da última temporada. Virou agente livre. Chegamos em setembro e ele ainda não tem um time na NBA. A pré-temporada está batendo na porta. Alguns sites dos Estados Unidos afirmam que o jogador quer ganhar US$ 6 milhões por temporada e gostaria de um contrato de pelo menos três anos.

Será que alguém ainda aposta suas fichas em Leandrinho?

3 pontos

- A presença de Leandrinho na Seleção é quase desnecessária. Muito mais válido ter um norte-americano como Larry focado e fechado com o grupo do que um jogador que quer aparecer mais que todo mundo.

- Scott Machado é um norte-americano com sangue brasileiro. Nasceu e cresceu lá, mas os pais são daqui. Já demonstrou ter talento e vontade de defender o Brasil. Se tiver a cabeça no lugar e aceitar o crescimento gradual na NBA, poderá ser bem importante em 2016.

- Nosso blogueiro Lucas Pastore colocou as possíveis chegadas de mais dois brasileiros à NBA. Um deles é Scott, o outro Rafael Hettsheimeir. Gostaria que o segundo ficasse mais tempo na Europa e amadurecesse seu jogo. Seria importante para ele e para a Seleção.

Spurs (49-16) @ Suns (33-33) – Splitter neles!

San Antonio Spurs110X106Phoenix Suns

Mesmo sem Tony Parker, Manu Ginobili e Tim Duncan, poupados, o San Antonio Spurs foi até o Arizona e bateu o time da casa por 110 a 106 nesta quarta-feira (25), na possível despedida de Steve Nash do Phoenix Suns. Sem me alongar mais, vamos aos destaques.

Splitter bateu seu recorde de pontos na NBA!

Tiago é recorde!

O brasileiro Tiago Splitter fez uma de suas melhores partidas com a camisa do San Antonio Spurs. Em apenas 20 minutos em quadra, o brazuca anotou 26 pontos (seu recorde na NBA) e pegou cinco rebotes. Fiquei impressionado com seu aproveitamento nos tiros de quadra. Splitter arremessou 13 vezes e acertou dez. Ele também foi bem na linha dos lances-livres: seis acertos em sete tentativas.

Patrick Mills também é recorde!

O australiano Patrick Mills também bateu seu recorde de pontos na noite de ontem. Com sinal verde para arremessar, o armador australiano marcou 27 pontos e distribuiu cinco assistências. O camisa 8 teve mais liberdade devido às ausências de Tony Parker (poupado) e de Gary Neal (machucado).

Mills, que também bateu recorde, é observado por Nash

Cory Joseph voltou

O armador Cory Joseph voltou ao San Antonio Spurs após um período no Austin Toros – equipe filiada ao Spurs na D-League. Em seu retorno, o novato até que foi bem: nove pontos, três rebotes e dois roubos de bola em 24 minutos.

Novo reforço?

Gregg Popovich contou com o reforço do ala Derrick Byars no duelo contra o Phoenix Suns. Byars, que é oriundo da Universidade de Vanderbilt, estava no Bakersfield Jam, da NBDL, e ganhou uma chance na NBA nesse finalzinho de temporada regular. Na D-League, o jogador tinha médias de 15,2 pontos e 5,2 rebotes por jogo.

O sufoco acaba hoje!

A desgastante temporada regular acaba nesta quinta-feira (26) – e o Spurs estará em quadra. O oponente da vez será o Golden State Warriors. Muito provavelmente teremos o reencontro com Richard Jefferson. Alguém emocionado?

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Patrick Mills – 27 pontos e cinco assistências

TIago Splitter – 26 pontos e cinco rebotes

DeJuan Blair – Dez pontos e oito rebotes

Kawhi Leonard – Dez pontos

Phoenix Suns

Shannon Brown – 21 pontos

Sebastian Telfair – 20 pontos

Michael Redd – 14 pontos

Spurs (48-16) @ Suns (33-32) – Temporada Regular

San Antonio Spurs @ Phoenix Suns – Temporada Regular

Data: 25/04/2012

Horário: 23h30 (Horário de Brasília)

Local: US Airways Center

Apenas cumprindo tabela, o San Antonio Spurs vai até o Arizona enfrentar o time de Steve Nash. Os texanos ainda disputam com o Chicago Bulls quem fica em primeiro lugar no geral. Para o Phoenix Suns, resta tentar a sorte no próximo Draft, já que a equipe está eliminada da pós-temporada. O aniversariante Tim Duncan pode ganhar como presente um dia de descanso no banco do treinador Gregg Popovich.

Confrontos na temporada (3-0)

16/01/2012 – San Antonio Spurs 102 vs Phoenix Suns 91

Com grande partida de Tim Duncan, que anotou 24 pontos e 11 rebotes, e de Tony Parker, com 17 pontos e nove assistências, o Spurs venceu sua nona partida em casa na temporada e se manteve invicto no AT&T Center.

27/03/2012 – San Antonio Spurs 107 @ Phoenix Suns 100

Liderados mais uma vez por Tim Duncan e Tony Parker, o Spurs conseguiu a quinta vitória seguida, a 14ª fora de casa na temporada. Juntos, os dois astros da equipe texana alcançaram a marca de 50 pontos.

14/04/2012 – San Antonio Spurs 105 vs 91 Phoenix Suns

Os texanos atropelaram o Phoenix. Parecia mais um jogo-treino no AT&T Center. Duncan liderou a equipe com 19 pontos e 11 rebotes e jogou apenas até o intervalo.

San Antonio Spurs

PG – Tony Parker/Gary Neal

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – DeJuan Blair

C – Tim Duncan/Boris Diaw

Fique de Olho – Com a primeira vaga já garantida, o trio de ferro deve ser poupado. Bom para os reservas, como Gary Neal, que podem mostrar mais do seu jogo. O ala-armador tem médias de 9,9 pontos, 2,1 rebotes e 2,1 assistências por jogo na temporada.

PG – Steve Nash

SG – Shannon Brown

SF – Jared Dudley

PF – Markieff Morris

C – Marcin Gortat

Fique de Olho - Pensando apenas no Draft e na próxima temporada, é hora de dar lugar aos novatos e desenvolver seu jogo. O calouro Markieff Morris tem médias de 7,4 pontos e 4,4 rebotes por noite na temporada.

Primeira rodada dos playoffs chegando

koba

Com a vitória em cima do Cleveland Cavaliers, conquistada no último domingo (22), e a derrota do Oklacoma City Thunder sobre o Los Angeles Lakers, o San Antonio Spurs está a apenas uma vitória de garantir o primeiro lugar da Conferência Oeste. Note que temos o desempate a nosso favor, por termos vencido dois dos três embates na temporada regular. Com a baixa do Houston Rockets, já eliminado, apenas Phoenix Suns e Utah Jazz disputam a última vaga para os playoffs. Confira os possíveis adversários do time texano na primeira rodada:

+4
+15
-5
Média: 4,66 pontos
+22
-1
-7
+17
Média: 7,75 pontos
+15
+4
+10
-7
Média: 5,5 pontos

25/04/2012 – Spurs @ Suns (a jogar)

+11
+7
+14
Média: 10,66 pontos

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