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Ainda dá?

Olá caros leitores! Muitos de vocês já devem me conhecer, desde o início do blog faço parte da equipe, mas já há algum tempo estava ausente devido a alguns compromissos pessoais, que me forçaram a ficar um pouco afastado. Agora, estou de volta e irei ocupar este espaço às quintas-feiras, com uma coluna deixando um pouco da minha visão sobre a NBA e, principalmente, o San Antonio Spurs.

Neste primeiro artigo, o assunto que quero abordar é a Conferência Oeste. Afinal, depois de cair para o Oklahoma City Thunder na final de conferência da última temporada, quais são as chances do Spurs em 2012/2013?

Sabemos que os principais astros do elenco texano já não garotos, mas será que a equipe ainda tem condições de brigar por mais um título da NBA, o quinto da história da franquia? Sou daqueles mais otimistas que acreditam até o fim que a equipe pode, sim, chegar ao título, mas ao mesmo tempo olho para os concorrentes e vejo que não será nada fácil.

Primeiro, claro, o Oklahoma City Thunder está ai, sem grandes novidades no elenco mas com todos aqueles que fizeram parte da campanha no último ano, que resultou no vice-campeonato da liga. E chega a ser assustador imaginar que Kevin Durant, Russell Westbrook, James Harden e Serge Ibaka irão completar a próxima temporada todos com 24 anos ou menos. Ou seja, é uma equipe que já chegou a uma final de NBA, mas que ainda é extremamente jovem e que deve evoluir cada vez mais. Sem dúvida formam um adversário de peso.

Quem também voltou a ganhar força neste cenário é o Los Angeles Lakers. A equipe de Kobe Bryant adicionou nada menos que Steve Nash e Dwight Howard ao seu plantel, tudo isso sem perder o espanhol Paul Gasol. Juntos com Metta World Peace (ex-Ron Artest), vão formar um quinteto titular fortíssimo.

De quebra, os angelinos ainda buscaram o ala-pivô Antawn Jamison para reforçar o banco de reservas, que foi o principal ponto fraco da equipe no último campeonato.

Com muitas peças novas, o entrosamento pode ser um problema no início, mas, com tanto talento reunido, os Lakers se apresentam com força na briga pelo título.

Correndo por fora, o “primo pobre” de Los Angeles, os Clippers, também não pode ser descartado. O time, que manteve uma excelente base formada por Chris Paul, Chauncey Billups, Caron Butler, Blake Griffin e DeAndre Jordan, aposta no reforço do banco de reservas para chegar ao título.

Perderam Kenyon Martin, é verdade, mas adicionaram ótimas peças como o experiente Grant Hill, o pontuador Jamal Crawford e o versátil Lamar Odom, que retorna a Los Angeles, mas agora vestindo branco e vermelho, não mais o amarelo e roxo.

Podendo surpreender, destaco o Minnesota Timberwolves. Com Ricky Rubio voltando de lesão, ao lado do sempre espetacular Kevin Love, a equipe já tinha tudo para voltar aos playoffs – algo que não acontece desde os tempos de Kevin Garnett -, mas a franquia fez algumas apostas ousadas que, se derem certo, farão os “lobos” incomodarem. E muito.

Da Rússia, trouxeram de volta ã NBA o polivalente Andrei Kirilenko e também o novato Alexey Shevd, que com Rubio e Luke Ridnour formará um ótimo trio para as posições de armação. Renascendo das cinzas, quem também está de volta é Brandon Roy, que havia deixado as quadras devido a graves problemas nos joelhos, mas que tenta retornar e mostrar que ainda pode ser útil na NBA.

Provavelmente ainda não é uma equipe pronta para brigar pelo título, mas capaz de supreender algum favorito que entrar de “salto alto”.

E aí, será que o San Antonio Spurs ainda tem chance de conquistar o título? Os texanos também mantiveram praticamente todos os jogadores que fizeram parte do elenco no último campeonato e devem iniciar a temporada sem grandes novidades. Será o suficiente?

Popovich se diz entusiasmado com basquete do Thunder

É Coach Pop, os caras jogam mesmo…

Em entrevista recente, o técnico Gregg Popovich rasgou elogios ao time do Oklahoma City Thunder, que derrotou o San Antonio Spurs na final da Conferência Oeste por 4 a 2.

“Eles se tornaram jogadores de classe e criaram uma unidade – em quadra e também na comunidade. Isso é grandioso”, definiu o treinador.

“Estou entusiasmado com o Oklahoma City Thunder, de verdade. Sei que isso soa um pouco estranho, mas realmente estou empolgado. É um trabalho de respeito e divertido de assistir”, concluiu o técnico do time texano.

Também pudera: Kevin Durant e companhia vêm fazendo uma campanha admirável. Na pós-temporada, os comandados de Scott Brooks eliminaram Dallas Mavericks, Los Angeles Lakers e San Antonio Spurs. Esses três times, juntos, fizeram as 13 últimas finais da NBA contra o ganhador da Conferência Leste e conquistaram dez títulos.

Para Shaquille O’Neal, Spurs fará a final da NBA

Para Shaq, Pop e Duncan (foto) ainda fazem a diferença

Shaquille O’Neal abandonou as quadras e virou comentarista de TV nos Estados Unidos. Sempre cheio de brincadeiras, é difícil levar a sério o que ele fala, mas convenhamos que o cara entende de basquete.

Quando perguntado recentemente sobre os prováveis finalistas da NBA, Shaq foi curto e grosso. “Como muitas pessoas, acredito no Miami Heat e no San Antonio Spurs”, disse o gigante.

“No Oeste, acho que o título fica entre Spurs e Lakers. Los Angeles é o único time que pode desbancar os texanos”, completou o ex-pivô.

O’Neal, que no meio da temporada regular “previu” que o Spurs ganharia seu quinto título, descartou o badalado Oklahoma City Thunder por dois motivos.

“OKC tem grandes jogadores, mas San Antonio conhece o caminho das pedras. Eles têm o maior líder do mundo (Gregg Popovich) e Tim Duncan, que, do jeito que está jogando agora, ainda tem mais dois anos em alto nível”, analisou.

Parker elege rivais prediletos e Toros vai à final da D-League

Parker X Lakers: uma história de amor!

Se depender do armador Tony Parker, o San Antonio Spurs já tem seu caminho traçado nos playoffs desta temporada. Após o triunfo de segunda-feira (23) sobre o Portland TrailBlazers, o francês elegeu Los Angeles Lakers e Dallas Mavericks como seus adversários favoritos.

“As partidas ficam mais intensas nos playoffs. Você precisa comer e descansar para ser o mais competitivo possível dentro de quadra”, disse o camisa 9. “Eu adoro enfrentar o Lakers. Desde meu primeiro dia em San Antonio, o objetivo sempre foi vencê-los. Também gosto de jogar contra o Mavericks; somos realmente detestados em Dallas”, completou.

E para vocês, caros leitores: quem é seu adversário favorito?

E mais…

Toros disputa final da D-League pela primeira vez em sua história

Número sugestivo...

A temporada da D-League (Liga de Desenvolvimento da NBA) está chegando ao fim. A final terá início nesta terça-feira (24) e o torcedor do Spurs tem bons motivos para acompanhar de perto a disputa. Isso porque uma das equipes envolvidas no embate é o Austin Toros – franquia filiada ao time texano.

Será a primeira final do Toros em sua história. O time contará com peças conhecidas – e importantíssimas – para tentar derrotar o Los Angeles D-Fenders na melhor de três jogos: Cory Joseph e Justin Dentmon.

O jovem Joseph, que é armador, foi recrutado pelo San Antonio Spurs no último Draft, mas, por ser muito cru, acabou sendo enviado para a D-League para ganhar experiência e amadurecer seus fundamentos. Em 14 partidas em Austin, Cory tem médias de 13,8 pontos, 5,1 assistências e 5,1 rebotes por noite.

O outro motivo para vermos essa final, que pode ser acompanha gratuitamente através do Futurecast, é o também armador Justin Dentmon, que recentemente ganhou um contrato de dez dias com o Spurs. Dentmon foi eleito o MVP da NBDL e vem com moral para a disputa derradeira. Na pós-temporada, contudo, ele vem jogando abaixo do esperado, com médias de 14,0 pontos e 3,8 assistências.

MVP! MVP! MVP!

Spurs (46-16) vs Lakers (40-24) – Incontestável!

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O San Antonio Spurs recebeu, nesta sexta-feira (20), o Los Angeles Lakers para o terceiro jogo entre as equipes na temporada. E se o último confronto disputado em solo texano deixou uma impressão ruim e uma dúvida pairando no ar, dessa vez Tim Duncan e companhia trataram de acabar com ela e massacraram o rival por 121 a 97. A partida marcou o retorno de Kobe Bryant ao time angelino, após sete partidas fora.

Parker comemora a vitória com sua dancinha francesa (AP Photo)

Restou alguma dúvida?

Se lembram quando o Spurs foi derrotado pelo Lakers, em San Antonio, tomando um verdadeiro “vareio” nos rebotes, sem Kobe Bryant e com show de Andrew Bynum? Nem faz tanto tempo assim, mas o que se viu em quadra foi completamente diferente desta vez. Se naquela derrota o Spurs permitiu 60 rebotes aos angelinos, desta vez os texanos ganharam a briga lá no alto e ficaram com 42 ressaltos, contra 29 do rival. Bynum, que naquele confronto havia coletado, sozinho, 30 rebotes, desta vez pegou apenas dois.

Três quartos foram suficientes para o trio somar 61 pontos (AP Photo)

O Big Three voltou

Que Duncan, Tony Parker e Manu Ginobili ainda são a base do Spurs, todo mundo sabe. Mas há quanto tempo os três não terminavam uma partida com 20 pontos cada? Já se vão mais de um ano desde 1º de abril de 2011. Com 21 pontos de Duncan, 20 de Parker e outros 20 de Manu, ficou difícil para o Lakers. Os números só não foram maiores porque só Ginobili pisou em quadra no último quarto, e por apenas quatro minutos.

Nem parece o Spurs

Ainda estranho quando vejo o San Antonio Spurs ultrapassando a barreira dos cem pontos. Há alguns anos, a equipe não chegaria a 121 tentos nem se houvessem quatro ou cinco prorrogações. Este, aliás, foi um dos assuntos da última coluna Interferência, de Rafael Proença. Contra o Lakers, o Spurs chegou à contagem centenária restando praticamente oito minutos ainda por jogar. Um desempenho ofensivo espetacular, fruto do ótimo aproveitamento de 61% nos tiros de quadra.

O "fortinho" Diaw, aos poucos, ganha mais relevância na equipe (AP Photo)

Que isso, gordinho? Que isso?

Vou analisar aqui o desempenho dos dois “gordinhos” do time de San Antonio, que vivem momentos opostos. O primeiro é Boris Diaw, que parece estar se soltando. O francês saiu do banco e ficou 24 minutos em quadra, anotando oito pontos e cinco rebotes. Mas mais do que os números, o ala-pivô conseguiu exercer ótima marcação sobre Pau Gasol, limitando o espanhol a apenas quatro acertos em dez arremessos tentados, além de ter atormentado o angelino no ataque, se movimentando por toda a quadra.

O outro é DeJuan Blair, o jovem que chegou arrebentando em San Antonio há duas temporadas e agora parece cada vez mais dispensável. Primeiro perdeu o lugar no time titular para Tiago Splitter, que nos dois jogos contra o Lakers começou em quadra. Agora, perdeu espaço até no banco. Nesta sexta, ficou apenas sete minutos em quadra, todos eles quando o confronto já estava decidido.

 Teimosia

Gregg Popovich é um dos melhores – se não o melhor – técnico da NBA, mas algumas pequenas coisas me irritam no treinador. Uma delas é a sua teimosia em escalar Gary Neal como armador principal nos momentos em que Parker descansa. O camisa 14 é um excepcional arremessador, um dos melhores em toda a liga, mas não é muito inteligente com a bola nas mãos. Armando o jogo, é comum vê-lo se enrolando com marcações um pouco mais pressionadas, ou então forçando chutes em momentos inapropriados, ao invés de acionar seus companheiros. Nos playoffs pode ser um problema. Confiar mais em Patrick Mills pode ser uma alternativa melhor.

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 21 pontos e oito rebotes

Tony Parker – 20 pontos e dez assistências

Manu Ginobili – 20 pontos, sete assistências e seis rebotes

Gary Neal – 12 pontos

Los Angeles Lakers

Kobe Bryant – 18 pontos

Andrew Bynum – 17 pontos

Matt Barnes – 14 pontos e cinco rebotes

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