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Prévia de Spurs x Grizzlies – Final do Oeste

Hora de Splitter tentar segurar Gasol (Jerry Lara/San Antonio Express-News)
Está na hora da revanche! Eliminado pelo Memphis Grizzlies na primeira rodada dos playoffs de 2011, o San Antonio Spurs agora terá a chance de dar o troco na final da Conferência Oeste deste ano, que começará a ser disputada no domingo (19). Antes de chegar a essa fase, a franquia texana venceu o Los Angeles Lakers por 4 a 0 e, em seguida, o Golden State Warriors por 4 a 2. A equipe do Tennessee, por sua vez, eliminou Los Angeles Clippers em seis jogos e Oklahoma City Thunder em cinco.
Na temporada regular, o Spurs terminou em segundo e o Grizzlies em quinto. Por isso, a equipe alvinegra começa a série com a vantagem do mando de quadra em mãos. Isso pode fazer a diferença, já que, até aqui, quem atuou em seus domínios venceu. Foram quatro jogos no campeonato, com dois triunfos para cada lado. Relembre as partidas a seguir:
01/12/2012 – Spurs 99 x 95 Grizzlies
Após a polêmica multa imposta por David Stern ao Spurs, que havia poupado seus titulares no jogo anterior, contra o Miami Heat, o time texano respondeu dentro de quadra e, em casa, venceu o Grizzlies na prorrogação. O destaque do alvinegro naquela noite foi Tony Parker, com 30 pontos, seis assistências e quatro rebotes.
11/01/2013 – Spurs 98 @ 101 Grizzlies
Pela segunda vez em dois jogos, Spurs e Grizzlies decidiram o jogo na prorrogação. Porém, na primeira visita à casa do rival, o Spurs foi derrotado pelo adversário pela primeira vez na temporada. Mais uma vez Tony Parker, com 22 pontos, sete assistências e três roubadas de bola, acabou como o cestinha da equipe.
16/01/2013 – Spurs 103 x 82 Grizzlies
Com grande atuação no terceiro período, o Spurs impôs ao Grizzlies a maior vitória sobre o adversário na temporada. Tim Duncan liderou o time de San Antonio naquela noite com 19 pontos, oito rebotes, cinco tocos e quatro assistências.
01/04/2013 – Spurs 90 @ 92 Grizzlies
Mais uma viagem do Spurs a Memphis e mais uma derrota diante do Grizzlies. Apesar do resultado negativo, Tony Parker, com 25 pontos e quatro assistências, foi o cestinha da noite. Manu Ginobili, Kawhi Leonard e Tim Duncan não atuaram naquela partida.
E agora? Será que o mando de quadra continuará sendo tão importante assim na pré-temporada? A seguir, os blogueiros do Spurs Brasil respondem a essa e a outras perguntas e dão seus palpites para a série. Confira:
Bruno Alves
Palpite: Spurs 4 a 3
Só de pensar no Grizzlies, o torcedor do Spurs já tem calafrios, fruto das memórias reminiscentes dos playoffs de 2011. O garrafão do time de Memphis, com Zach Randolpg e Marc Casol, talvez seja o mais forte da NBA, e vai conseguir muitos rebotes ofensivos em cima da nossa rotação de pivôs, que, embora tenha melhorado de 2011 pra cá, continua não sendo o ponto forte do elenco. Além disso, Mike Conley e Tony Allen são dois excepcionais defensores, e vão complicar e muito a vida de Tony Parker e Manu Ginobili, que já mostraram não estar com a mão totalmente calibrada nestes playoffs. Os texanos vão precisar usar sua perfeição tática e uma defesa muito forte para superar a equipe adversária.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Grizzlies: Marc Gasol
Leonardo Sacco
Palpite: Grizzlies 4 a 2
Fim da linha para o Spurs. O time pegará a melhor defesa da liga, com uma dupla de pivôs bastante sólida e uma marcação de perímetro boa. O Grizzlies não conta com um destaque individual como Stephen Curry, mas tem Marc Gasol em fase exuberante, seguido ainda de boas atuações de Mike Conley e Zach Randolph. A chance do time texano estará em uma melhora significativa de Tony Parker, que deverá melhorar seu arremesso de média distância e tentar menos infiltrações, já que o garrafão adversário é muito bem fechado.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Grizzlies: Marc Gasol
Lucas Pastore
Palpite: Grizzlies 4 a 2
Na temporada, o Grizzlies foi o 11º time que mais pegou rebotes na NBA, enquanto o Spurs foi apenas o 21º. No número de rebotes ofensivos, mais uma vez vantagem para a franquia de Memphis, que ficou em terceiro, enquanto os texanos foram os penúltimos. Além disso, o time de San Antonio foi o 13º que mais cedeu segundas chances para os oponentes, enquanto o rival foi quem menos ofereceu em toda a liga. Foi assim que a equipe do Tennessee venceu a do Texas nos playoffs de 2011… Até acho que o alvinegro está mais forte com Danny Green, Kawhi Leonard, Boris Diaw e Tiago Splitter ocupando os minutos que eram de George Hill, Richard Jefferson, Antonio McDyess e DeJuan Blair. Mas o mesmo pode ser dito do outro lado, principalmente com Tayshaun Prince, Quincy Pondexter e Jerryd Bayless assumindo as funções que eram de Shane Battier, Sam Young e O.J. Mayo. Espero estar errado.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Warriors: Mike Conley
Sergio Neto
Palpite: Spurs 4 a 3
Será a melhor série dos playoffs, tudo o que se espera de um Spurs x Grizziles. O time de Memphis virá com um fortíssimo garrafão com Marc Gasol e Zach Randolph, que será o maior problema da equipe texana. Pelo lado do alvinegro, acredito que o diferencial será a rotatividade do perímetro com Tony Parker, Danny Green, Kawhi Leonard, Manu Ginobili, Cory Joseph… O Memphis não será páreo, apesar de boas atuações de Mike Conley e Tayshaun Prince. A defesa e a experiencia da franquia de San Antonio serão o diferencial.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Grizzlies: Zach Randolph
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 a 2
O Grizzlies chega na final do Oeste em um momento mais favorável e jogando com mais regularidade que o Spurs. O ponto forte, todos sabem, é o poderoso garrafão formado por Zach Randolph e Marc Gasol, que deve impor um jogo físico desde o primeiro segundo em quadra. Mas vale lembrar que este time terminou apenas em quinto na temporada regular, e a equipe texana leva vantagem em dois aspectos: banco de reservas e mando de quadra (nos confrontos diretos na temporada, cada equipe venceu seus dois jogos em casa). Olho no trabalho de Tiago Splitter, hoje muito mais ambientado que na série em 2011, e em Boris Diaw, que sequer fazia parte do elenco naquela ocasião. A presença de ambos deve dar um upgrade defensivo para a franquia texana.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Grizzlies: Zach Randolph
Vinicius Esperança
Palpite: Spurs 4 a 3
Revivendo um dos piores momentos da historia do Spurs, o time enfrentará o forte Grizzlies, tendo uma lembrança dos playoffs de 2011, quando o alvinegro texano foi desclassificado após ter feito a melhor campanha da Conferência Oeste na temporada regular. A equipe de Memphis tem um garrafão muito forte, que sempre cresce durante as finais, além do defensor do ano, o pivô Marc Gasol. Porém, diferentemente de 2011, a rotação da franquia texana conta agora com um Tim Duncan jogando como garoto, e com um Tiago Splitter cada vez melhor na defesa, sendo capaz, assim, de frear o ímpeto ofensivo do adversário.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Memphis: Marc Gasol
Olho neles!


Entre os seis blogueiros do Spurs Brasil que participaram da prévia, dois optaram por destacar Tony Parker e dois escolheram Tiago Splitter. O pivô brasileiro deverá ajudar Tim Duncan a combater o imponente garrafão adversário, enquanto o armador francês será importante para levar o foco do confronto para o perímetro.


Dos seis blogueiros do Spurs Brasil que opinaram, três apontaram Marc Gasol como peça-chave do Grizzlies na série. No ataque, o espanhol pode causar estragos com passes e arremessos de média distância e, do outro lado da quadra, o pivô, que foi eleito o melhor defensor da temporada, terá a missão de conter Tim Duncan.
Prévia de Spurs x Warriors – Semifinal do Oeste

Hora de fazer Stephen Curry suar (Carlos Avila Gonzalez/The Chronicle)
Finalmente o San Antonio Spurs voltará a entrar em quadra nos playoffs! Oito dias depois de completar a varrida sobre o Los Angeles Lakers, em série válida pela primeira rodada, a equipe texana retornará às atividades na segunda-feira (6), em casa, para enfrentar o Golden State Warriors, no primeiro jogo do confronto, pela semifinal da Conferência Oeste. Para chegar a essa fase, o time de Oakland, sexto colocado na temporada regular, surpreendeu ao eliminar o Denver Nuggets, terceiro, vencendo por 4 a 2.
Se quiser manter o status de zebra na série, o Warriors terá de colocar fim a um tabu que já dura 16 anos. Além disso, o time texano disputará quatro das sete partidas em casa (clique aqui e acompanhe a agenda do confronto) – o que foi muito importante durante a temporada regular, quando cada equipe ganhou os duelos que fez em seus domínios. Relembre:
18/01/2013 – Spurs 95 x 88 Warriors
Mesmo diante de um Warriors que não tinha Stephen Curry e Andrew Bogut, o Spurs, jogando em casa e desfalcado de Manu Ginobili, teve dificuldades para vencer. O comandante do triunfo texano foi Tony Parker, com 25 pontos e oito assistências.
22/02/2013 – Spurs 101 @ 107 Warriors
Fora de casa, o Spurs conseguiu empatar o jogo nos segundos finais com uma cesta de Manu Ginobili, mas acabou sucumbindo ao Warriors na prorrogação. O cestinha do time texano na partida foi Danny Green, que obteve 20 pontos e quatro rebotes.
20/03/2013 – Spurs 104 x 93 Warriors
Sem contar com Tony Parker, lesionado, o Spurs, atuando em San Antonio, abusou do jogo de garrafão e venceu o Warriors graças às boas atuações de Tim Duncan, que anotou 25 pontos, 13 rebotes, seis assistências e quatro tocos, e de Tiago Splitter, que deixou a quadra com 17 pontos, sete rebotes e quatro assistências.
15/04/2013 – Spurs 106 @ 116 Warriors
Sem Tony Parker, Kawhi Leonard e Tim Duncan, poupados, e Manu Ginobili e Boris Diaw, machucados, o Spurs até conseguiu fazer jogo duro com o Warriors, mesmo atuando fora de casa, mas acabou derrotado. O destaque do time alvinegro na partida foi Gary Neal, com 25 pontos, oito assistências e seis rebotes.
Será que o equilíbrio será mantido nos playoffs? A seguir, os blogueiros do Spurs Brasil fazem suas análises dao confronto, apontam quais jogadores poderão fazer a diferença nas partidas e dão seus palpites de placar para a série. Confira:
Bruno Alves
Palpite: Spurs 4 a 0
Durante a temporada regular, o Spurs mostrou que tem certas dificuldades ao enfrentar o Warriors. Nos playoffs, a franquia de Golden State mostrou que é perigosíssima ao vencer surpreendentemente o forte Nuggets. Mas, como estamos falando de pós-temporada, e nesse assunto Gregg Popovich e seus comandados esbanjam experiência, prevejo mais uma varrida do time texano. A equipe de Oakland não é nenhum ferrolho defensivo, e será facilmente envolvida nos pick-and-rolls do alvinegro, que, com Manu Ginobili recuperado, já se mostrou ser o mesmo esquadrão dinâmico de sempre.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Warriors: Stephen Curry
Leonardo Sacco
Palpite: Spurs 4 a 2
Depois de enfrentar destroços de um time e passar com facilidade, o Spurs finalmente terá um grande desafio. O surpreendente Warriors vem para a segunda rodada com aquele bom ar que toma conta do ambiente quando a zebra dá as caras e o time pior classificado bate o melhor. Atenção, claro, com as bolas mortais de Stephen Curry, que caminha a passos tranquilos para ser um dos maiores (e melhores) arremessadores de três pontos da história. Se contra o Lakers o problema seria o garrafão, contra a equipe de Golden State será o perímetro (mas é bom pensar bem no outro setor, porque Andrew Bogut tem dado trabalho). Se quiser vencer a série e chegar à grande final do Oeste, o time texano terá de defender muito bem. A missão é bastante possível quando se tem um Kawhi Leonard cada vez melhor na função.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Warriors: Stephen Curry
Lucas Pastore
Palpite: Spurs 4 a 2
A precisão nos tiros de longa distância do Warriors durante a série contra o Nuggets assustou. Porém, não deve ser suficiente para que a equipe derrote o Spurs. Primeiro porque é muito difícil manter um alto nível nos tiros de três pontos. Segundo porque a defesa do time texano foi mais eficiente do que a da franquia do Colorado ao longo da temporada regular e deve achar um antídoto para isso. E, por fim, porque o alvinegro não vai bobear como os comandados de George Karl fizeram nos momentos de fraqueza do adversário. Stephen Curry e companhia devem até vencer alguns jogos quando estiverem arremessando no modo NBA Jam, mas dificilmente se classificam.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Warriors: Stephen Curry
Pedro Suaide
Palpite: Spurs 4 a 3
Muitos acham que, após varrer time de tanta tradição como o Lakers, mesmo com o adversário desfalcado, o Spurs vai atropelar o Warriors. Não é bem assim. A dificuldade para conter o jovem e bom time da Califórnia será grande. Tony Parker terá um desafio grande: marcar Stephen Curry, que, ao meu ver, foi o melhor armador da primeira rodada dos playoffs, além de ter batido o recorde de mais cestas de três pontos convertidas em uma temporada regular. Serão jogos decididos nos detalhes, como uma bola de três do time de Oakland não cair, ou Tim Duncan se cansar e sair um pouco. Tende a ser o grande desafio do alvinegro na temporada: encarar um time que usa muito o arremesso de fora, com Stephen Curry, Klay Thompson, Jarrett Jack e companhia. Apesar de tudo isso, o time de San Antonio ainda é favorito, pela tradição e pela experiencia, e, para chegar à final do Oeste, vai precisar de um jogo muito focado no garrafão, já que o adversário perdeu David Lee e ficou mais frágil. Portanto, é a hora de Tim Duncan e Tiago Splitter brilharem.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Warriors: Stephen Curry
Sergio Neto
Palpite: Spurs 4 a 2
Série acirrada, com um Warriors embalado com a classificação. O diferencial do Spurs será a defesa. Acredito que o jogo dos texanos será concentrado mais no garrafão do que de fora, mesmo com a possível ausência de Tiago Splitter no primeiro jogo. A equipe californiana vai engrossar, principalmente com Stephen Curry, e vai colocar duas vitórias no bolso, mas não vai ser o suficiente para segurar o elenco forte do time alvinegro. Tony Parker e Tim Duncan serão decisivos e importantes por conta da vasta experiência dos dois nos playoffs, liderando a equipe nos momentos mais críticos.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Warriors: Stephen Curry
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 a 1
O Warriors deve dar mais trabalho que o adversário anterior, o Lakers. É uma equipe melhor organizada, veloz e perigosa na linha dos três pontos. O principal responsável por guiar a equipe até aqui é Stephen Curry, que promete dar muita dor de cabeça para o Spurs na defesa, principalmente para Tony Parker. Eventualmente, o armador do time de Oakland pode ser decisivo e arrancar uma vitória para sua franquia, mas no fim a gigantesca experiência em playoffs do alvinegro deve pesar contra a jovem equipe rival. Olho também em Andrew Bogut, que voltou a jogar a bem e, com David Lee machucado, se torna a principal referência no garrafão californiano. Frear Curry é uma tarefa quase impossível, e se o pivô australiano também desequilibrar a missão ficará muito mais dura.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Warriors: Andrew Bogut
Vinicius Esperança
Palpite: Spurs 4 a 1
O bom time do Warriors vem motivado depois de uma série fantástica contra um forte Nuggets, que era cotado como um dos favoritos ao título do Oeste. Com um bom ataque e um Stephen Curry tendo atuações de MVP, a equipe vai ser uma pedreira para o time texano, mas não acredito que os californianos consigam manter seu ritmo intenso durante os 48 minutos de cada partida. O Spurs volta a ter todos os seus jogadores à disposição, com um elenco super equilibrado e, mesmo que não venha realizando partidas de encher os olhos como nos últimos playoffs, é uma esquadra consistente e não deve ter tantos problemas.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Warriors: Stephen Curry
Olho neles!


Quatro dos sete blogueiros do Spurs Brasil destacaram a importância de Tony Parker na série. Além de defender Stephen Curry, o francês terá de fazer o adversário trabalhar e se desgastar na defesa – e, quem sabe, ter problema com faltas. Kawhi Leonard, com dois votos, e Tiago Splitter, com um, também foram lembrados.


Seis dos sete blogueiros do Spurs Brasil elegeram Stephen Curry como peça-chave do Warriors no confronto. Mortal contra o Nuggets, o armador pode causar estragos, principalmente se Gregg Popovich demorar para achar seu marcador – é Tony Parker, Danny Green ou Kawhi Leonard? Andrew Bogut recebeu o outro voto.
Prévia de Spurs x Lakers – Primeira rodada dos playoffs

Duelo de gerações (Mark J. Terrill/AP)
Enfim, está chegando a hora! Depois de intermináveis 82 jogos na temporada regular, vão começar os playoffs da NBA. O San Antonio Spurs, que terminou o campeonato na vice-liderança da Conferência Oeste, com 58 vitórias e 24 derrotas, vai enfrentar o Los Angeles Lakers, com recorde de 45-37. O time angelino venceu o Houston Rockets na quarta-feira (17) e passou o adversário, assumindo o sétimo lugar e entrando no caminho do alvinegro texano.
A série Spurs x Lakers começará a ser disputada no domingo (clique aqui e confira a agenda completa do confronto). Ao longo da temporada, as equipes se enfrentaram três vezes, com os texanos vencendo dois jogos e os angelinos vencendo a partida mais recente. Relembre:
13/11/2012 – Spurs 84 @ 82 Lakers
No primeiro duelo entre as equipes na temporada, o Spurs foi até Los Angeles e venceu graças a uma cesta de três pontos de Danny Green no fim do jogo. O comandante texano naquela noite foi Tony Parker, que deixou a quadra com 19 pontos, sete assistências e quatro rebotes.
09/01/2013 – Spurs 108 vs 105 Lakers
Mesmo sem contar com Pau Gasol e Dwight Howard, o Lakers deu trabalho na única partida da temporada em que os dois times mediram forças no Texas. No entanto, os angelinos acabaram derrotados pelo Spurs, que mais uma vez foi comandado por Tony Parker – o armador francês anotou 24 pontos e seis assistências.
14/04/2013 – Spurs 86 @ 91 Lakers
Tim Duncan foi bem, com 23 pontos, dez rebotes, quatro assistências e três tocos, mas recebeu pouca ajuda na única derrota do Spurs para o Lakers na temporada. Já sem Kobe Bryant, machucado, os angelinos apostaram em Dwight Howard, que correspondeu ao conseguir 26 pontos e 17 rebotes.
Agora, chegou a hora do Spurs medir forças com o rival nos playoffs. A seguir, os blogueiros do Spurs Brasil contam o que esperam da série e dos jogadores que poderão ajudar a decidi-la. Confira as análises abaixo:
Leonardo Sacco
Palpite: Spurs 4 a 2
Enfrentar o Lakers poderia ser a pior das hipóteses para qualquer time da parte de cima da tabela. Deixou de ser com a lesão de Kobe Bryant. Para o Spurs, a missão de vencer a tradicional franquia californiana parece ainda mais simples. Sem o veneno do Black Mamba vindo do perímetro, “sobram” os pivôs Pau Gasol e Dwight Howard, notavelmente melhores após a contusão do ala-armador. Mas o time texano tem Tim Duncan em uma das melhores fases dos últimos anos. Nenhum atleta de garrafão fez frente a The Big Fundamental nesta temporada. Eis a chave para a vitória. Aos californianos, resta que D12 faça como já fez com o Orlando Magic, quando levou o time da Flórida à final: muitos rebotes, muitos pontos e algumas assistências ao afunilar o jogo no garrafão e achar os chutadores livres – no caso, Steve Nash e Steve Blake. E é sempre bom lembrar o quanto Tony Parker costuma se sobressair ao encontrar o armador canadense na pós-temporada. Dá Spurs, sem muitos problemas.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Lucas Pastore
Palpite: Spurs 4 a 2
Abril talvez tenha sido o pior mês para o Spurs na temporada regular. Com Tony Parker e Manu Ginobili baleados, o time teve dificuldades para manter o basquete vistoso apresentado entre o começo e o meio do campeonato. Agora, a franquia texana enfrentará um time que conta com Dwight Howard, peça ideal para fechar a porta para as infiltrações do francês e do argentino e para dominar fisicamente o garrafão do alvinegro. Mas não custa lembrar que os adversários estarão sem Kobe Bryant – acho difícil que Mike D’Antoni consiga reformular o ataque sem sua principal referência em tão pouco tempo. Por isso, aposto em vitória da equipe de San Antonio, mas sem moleza.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Pedro Suaide
Palpite: Spurs 4 a 1
O Spurs vem de mais uma ótima temporada, terminando em segundo na Conferência Oeste, e vai pegar o forte time do Lakers, que não convenceu ao longo do campeonato – e ainda por cima sem Kobe Bryant. Não acredito que os californianos serão varridos, pois têm um elenco forte, mesmo indo mal na primeira fase, mas o time texano é mais experiente, mais entrosado, está com mais moral e não terá de marcar o Black Mamba, que consegue ficar melhor ainda nos playoffs. Agora sim, separaremos meninos de homens, Duncans de Howards, Parkers de Nashs e assim por diante.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Sergio Neto
Palpite: Spurs 4 a 1
Eu acho que o Lakers tenta, mas não para o Spurs nos playoffs. Os jogos serão acirrados, com nenhum resultado apresentando mais de 15 pontos de diferença. O Lakers sentirá falta de uma liderança e Howard não conseguirá suprir tal necessidade.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 a 2
Apesar de ter garantido vaga nos playoffs apenas na última partida da temporada, o Los Angeles Lakers possui tradição vencedora e um elenco com talentos individuais que não podem ser desprezados – mesmo com a ausência de Kobe Bryant. Dwight Howard e Pau Gasol causarão problemas no garrafão, principalmente nos rebotes. No perímetro, Tony Parker pode tirar vantagem da fragilidade defensiva de Steve Nash e Steve Blake e dominar partidas, mas vale também ficar de olho em como atuarão Manu Ginobili, voltando de lesão, e o recém-chegado Tracy McGrady.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Vinicius Esperança
Palpite: Spurs 4 a 3
O Spurs não vem mostrando seu melhor basquete e, com Manu Ginobili voltando de lesão, Tony Parker ainda não engrenando e Tracy McGrady chegando somente agora à franquia, o time pode se complicar. Jogar contra uma equipe com Dwight Howard e Pau Gasol não vai ser fácil. Minha teoria é de um jogo centralizado em Steve Nash, passando a bola para os dois pivôs pontuaram com facilidade.
Peça-chave do Spurs: Manu Ginobili
Peça-chave do Lakers: Steve Nash
Olho neles!


Três dos seis blogueiros do Spurs Brasil que participaram da prévia apontaram Tim Duncan como o cara mais importante do time texano na série contra o Lakers. Com Tony Parker e Manu Ginobili ainda baleados, o ala-pivô deverá ser a principal referência da equipe. Além disso, The Big Fundamental terá a responsabilidade de tentar conter Dwight Howard no garrafão.


Quase que por unanimidade, Dwight Howard foi apontado por nós como maior ameaça do Lakers na série. O pivô da franquia angelina se transformou na principal referência do time no ataque e na defesa após a contusão de Kobe Bryant, e será importante para fechar o garrafão contra as infiltrações de Tony Parker e Manu Ginobili e para combater Tim Duncan no garrafão.
A nova era por trás do uniforme do Spurs

Li diversas reações de torcedores aos novos uniformes do San Antonio Spurs, lançados na quarta-feira (19) e que servirão como vestimenta alternativa, uma espécie de terceiro uniforme, para o time. Muitos acharam legal a iniciativa, outros não gostaram e acharam bem feia a nova camisa da equipe. Mas foi no site americano Spurs Nation que li a opinião mais legal sobre o lançamento até agora.
Os novos uniformes do Spurs têm um detalhe especial: não possuem o nome da equipe, como é comum em todas as camisas da NBA. Há apenas a espora, símbolo da franquia. O espaço em cinza e vazio é grande. E pode ser um indicativo do que espera a liga em um futuro bastante próximo.

Muita gente não gostou. E pode piorar… (D. Clarke Evans/NBAE/Getty)
Não é novidade que o basquete norte-americano – assim como os Estados Unidos como um todo – passa por uma grande recessão. O dinheiro que entra é menor e o que sai é cada vez maior, com altos salários para jogadores que, em certas vezes, sequer estariam na NBA fosse uma época onde houvesse mais qualidade técnica, como foi a década de 1990, por exemplo. O apelo com o público, desde a aposentadoria de Michael Jordan, também é decadente. Falta um ídolo coletivo.
LeBron James, o mais apto a assumir esse papel, caiu em desgraça popular quando decidiu trocar o Cleveland Cavaliers pelo Miami Heat usando um programa de TV em rede nacional para fazê-lo. Perdeu, aí, a chance de ser a estrela da companhia toda. E a NBA perdeu a chance de impulsionar seu negócio de novo. E onde entra o novo uniforme do Spurs nisso tudo? Justamente na criação de uma nova fonte de renda, os patrocínios.
Em meio ao mercado de transações desse ano, o comissário David Stern fez história ao abrir brecha para que os times, a partir da temporada 2013/2014, pudessem começar a usar camisetas com patrocínios embaixo do braço, na região da axila. Levou pedradas. Os mais tradicionais não enxergam como ‘sujar’ os uniformes da NBA com patrocinadores. Mas isso deverá ser apenas o começo. Stern e as franquias precisam de dinheiro. E uma transação em especial os fez crescer os olhos para a oportunidade.
Quando o Manchester United, do futebol inglês, anunciou patrocínio de R$ 90 milhões anuais com a Chevrolet, Stern e os donos de franquia pararam para pensar e concluíram – o óbvio – que a NBA tem força de mercado suficiente para fazer dos patrocínios uma fonte de renda sólida e confiável. E a o uniforme do Spurs pode ser uma prévia disso. Tem espaço suficiente para um patrocinador no peito. Ao invés do nome do time, apenas seu símbolo. E, abaixo, o patrocínio. Tem quem goste. E tem quem odeie.
Tradições existem e geralmente, quando são quebradas, causam comoção. Principalmente porque quase sempre são quebradas pelo dinheiro, pelo avanço tecnológico ou pelos dois aliados. O caminho da NBA parece sem volta. Se faz necessário achar uma fonte de renda que saia do lugar comum consagrado na liga já há seis décadas. O uniforme novo do Spurs pode ter sido muito mais do que simplesmente inovador em seu estilo. Pode ter sido a porta de entrada para uma nova era na NBA: a era dos patrocínios.
Os Lakers voltam ao seu usual favoritismo

O Los Angeles Lakers, segunda franquia que mais coleciona anéis na história da NBA, está de volta para disputar o título mais uma vez, logo após um ano de altos e baixos e uma eliminação na segunda fase dos playoffs.

Após ser eliminado pelo Oklahoma City Thunder por 4 a 1 nas semifinais da Conferência Oeste, o time angelino parece muito disposto a retomar seu status de favorito na liga.
Dois anos depois das trocas do Miami Heat que pararam os espectadores da liga, virando todos os olhares para a equipe, o time mais tradicional da Califórnia repete esse feito, trazendo dois ótimos jogadores, assim como a franquia da Flórida em 2010.
O time que já teve duplas de armadores e pivôs como Jerry West e Wilt Chamberlain, Magic Johnson e Kareen Abdul-Jabbar e Derek Fisher e Shaquile O’Neal, agora conta com outro dueto que promete fazer historia e comemorar títulos: Steve Nash e Dwight Howard.

Steve Nash virou free-agent ao final da última temporada e assim se juntou aos Lakers, caindo como uma luva no time que havia perdido Derek Fisher no fim da última temporada para a equipe de Oklahoma.
Já Dwight vinha de uma novela interminável. Após muito tempo de especulações envolvendo para outros times, como o Brooklyn Nets, o Super Homem decidiu se juntar a um time de estrelas e ter grandes chances de fazer história na franquia de maior tradição no garrafão.
Com essas duas aquisições, os “primos ricos” de Los Angeles ficaram com um quinteto titular de dar inveja a qualquer um: Steve Nash na armação; nas alas, Kobe Bryant e Metta World Peace (antigo Ron Artest); e no garrafão, nada mais nada menos que o espanhol Pau Gasol e Dwight Howard.
Os Lakers são os segundos maiores vencedores da liga, tendo 11 títulos em Los Angeles e mais cinco em Minneapolis, assim somando 16, um a menos que o maior campeão, o Boston Celtics. Seu último título foi em 2010, justamente em cima da equipe que mais vezes comemorou a conquista da NBA.
Com esse super time, os Lakers são os maiores candidatos a parar o Miami Heat, atual campeão da liga, que reforçou mais ainda seu time de estrelas com os alas Ray Allen e Rashard Lewis.
Façam suas apostas: Quem leva o título esse ano?





