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Spurs (1) vs Heat (0) – O inferno é aqui!

110×95

O San Antonio Spurs abriu com vitória a decisão da NBA sobre o Miami Heat, nesta quinta-feira (5), ao impor o placar de 110 a 95. Em partida marcada pelo intenso calor dentro do ginásio, resultado de uma falha no sistema de ar-condicionado do AT&T Center, os texanos abusaram dos erros, mas mesmo assim conseguiram o resultado positivo graças a um desempenho irretocável no último quarto, quando LeBron James sofreu com cãibrãs e não atuou nos minutos finais. Confira, a seguir, o que de mais importante aconteceu no confronto.

Com pontos e assistências, Manu ditou o ritmo do Spurs (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Com pontos e assistências, Manu ditou o ritmo do Spurs (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Pode vir quente…

“Heat”, em inglês, significa calor. Mas, ironicamente, a equipe de Miami acabou sendo vítima do que carrega como nome. Uma falha elétrica no sistema de ar-condicionado do AT&T Center transformou o ginásio em um “inferno”. Se aproximando do verão e localizada em uma região árida, San Antonio apresentava 28ºC de temperatura no momento da partida (iniciada às 20h no horário local). Dentro da arena, que contou com 18.500 torcedores, o termômetro chegou a marcar 32ºC, o que fez com que cartazes e folhetos do público se transformassem em “leques”.

Com a alta temperatura naturalmente provocando um desgaste extra para os jogadores, quem mais sentiu foi LeBron James. Aparentando um cansaço muito maior que o comum, o ala do Heat sentiu-se bastante incomodado no último quarto, ficou sentado boa parte do período decisivo e, quando tentou ir para a quadra, sentiu uma forte câimbra na perna esquerda, desfalcando sua equipe nos quatro minutos finais. Dwyane Wade foi outro que demonstrou desgaste acima do normal na partida, especialmente quarto derradeiro.

Sem desculpas

O calor incomodou torcedores e atletas, mas o Heat não tentou transformar a condição em desculpa” para o revés fora de casa. “Eu tentei jogar, mas qualquer passo que eu dava, piorava. O melhor que eu podia ter feito era não me mexer. Foi frustrante… É horrível estar fora de seu time, justamente nesse momento da temporada. Mas, no fim, não há nenhum descrédito para o que eles fizeram. Ele foram muito bem”, disse LeBron, após o jogo.

Uma possível ação proposital dos texanos também foi descartada pelo técnico Erik Spoelstra: “Teria que ter uma mente incrível para planejar uma coisa dessa”, afirmou.

Green despertou no último quarto (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Green despertou no último quarto (Andrew D Bernstein/NBAE Getty Images)

Mais cuidado!

Apesar da vitória, o Spurs não fez uma de suas melhores exibições na pós-temporada. A equipe abusou dos desperdícios de bola, especialmente no terceiro período, quando errou em oito oportunidades e cedeu a virada ao rival. Ao todo, foram 22 erros, sendo 20 deles nos três primeiros quartos, frutos, principalmente, das dobras de marcação aplicadas pelo Heat, que atrapalharam a troca de passes. Se voltar a errar tanto contra um rival desse porte, provavelmente Tim Duncan (cinco erros), Tony Parker (quatro) e companhia não terão a mesma sorte.

Ufa

O Spurs conseguiu, com relativo sucesso, punir o adversário aproveitando o seu ponto fraco: o garrafão. Duncan, e até mesmo Tiago Splitter, quando conseguiam receber a bola e fugiam da marcação dupla, finalizavam quase sem contestação, resultando em um aproveitamento combinado de 14 acertos em 16 tiros. Mas o placar só deslanchou no último quarto, quando o foco se tornou os arremessos de três.

A desvantagem chegou a sete pontos, restando nove minutos para o fim, mas um velho conhecido do Heat “acordou”. Danny Green, até então com só dois pontos, lembrou o desempenho da decisão de 2013 (na ocasião, bateu o recorde de bolas de três certas em uma série final da NBA, com 25) e converteu três arremessos do perímetro, e mais uma enterrada em contra-ataque, em curto intervalo. O camisa #4 terminou com 13 tentos. Os visitantes tomaram a virada e, sem LeBron, apenas viram a vantagem aumentar.

Só domingo

As equipes, agora, terão dois dias de descanso pela frente e voltam a se enfrentar no domingo (8), de novo no AT&T Center, desta vez com o ar-condicionado funcionando. “Estou certo que as duas equipes estão felizes por termos alguns dias (de descanso), e espero que possamos pagar nossas contas (do ar-condicionado)”, brincou o técnico Gregg Popovich.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 21 pontos (9-10 FG) e 10 rebotes

Tony Parker – 19 pontos e 8 assistências

Manu Ginobili – 16 pontos, 11 assistências, 5 rebotes e 3 roubos

Tiago Splitter – 14 pontos

Miami Heat

LeBron James – 25 pontos e 6 rebotes

Dwyane Wade – 19 pontos

Chris Bosh – 18 pontos e 9 rebotes

Spurs (0) vs Heat (0) – Final da NBA

San Antonio Spurs vs Miami Heat – Final da NBA

Data: 05/06/2014

Horário: 22h00 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Na TV: ESPN

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,53 (favorito) vs Heat 2,51

Um ano depois, o San Antonio Spurs volta à decisão da NBA, contra o mesmo Miami Heat, que em 2013 frustou a festa texana por um título que escorreu pelos dedos literalmente por apenas alguns segundos. Jogando um basquete envolvente – para muitos especialistas o melhor da NBA na atualidade – a equipe comandada pelo técnico Gregg Popovich tem a missão de evitar a terceira conquista seguida do time da Flórida (o chamado Three Peat). Para isso, conta com a boa forma de Manu Ginobili, um Tim Duncan sempre eficiente e um esquema tático com coadjuvantes que cumprem o plano de jogo com maestria. A grande dúvida paira sobre a situação física de Tony Parker, que durante a semana fez tratamento intensivo para se recuperar de dores no tornozelo esquerdo. Já a franquia da Flórida tem em seu Big Three, formado pro LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh, a base para buscar mais um troféu da liga profissional americana, desta vez sem o mando de quadra na decisão.

PG – Tony Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – Tim Duncan

C – Tiago Splitter

Fique de Olho - Eleito peça-chave do Spurs pelos blogueiros do Spurs Brasil, Tony Parker treinou na última quarta-feira (4) e vai para o jogo no AT&T Center. Se estiver em boa condição, pode desequilibrar principalmente com sua habilidade nas infiltrações. Contra uma equipe de garrafão leve como o do Heat, que costuma jogar sem um homem fixo embaixo da cesta, o caminho para as bandejas dos francês estará muito mais tranquilo do que quando teve de enfrentar Serge Ibaka, na série contra o Oklahoma City Thunder.

PG – Mario Chalmers

SG – Dwyane Wade

SF – LeBron James

PF – Rashard Lewis

C – Chris Bosh

Fique de Olho - A posição de ala-pivô é a única dúvida na escalação inicial do quinteto do Heat. Diante do Indiana Pacers, na final da Conferência Leste, Rashard Lewis foi acionado e assumiu a titularidade contra uma equipe de garrafão mais alto, e cumpriu bem o papel de arremessador de longa distância, terminando com 18 e 13 pontos nos jogos 5 e 6 da série. Ambientado em jogar aberto, se continuar com boa pontaria nas bolas de três forçará o Spurs a abdicar da formação com dois pivôs, fazendo Tiago Splitter dar lugar a Boris Diaw ou Matt Bonner. Se a mão estiver descalibrada, ai será o time de Miami quem terá que fazer ajustes, já que o atleta encontrará problemas para lidar com jogadores mais altos e fortes na defesa. Quem fizer a balança pender a seu favor primeiro largará em vantagem. Outras opções que o técnico Erik Spoelstra pode utilizar ao lado de Chris Bosh são Shanne Battier e Udonis Haslem, titulares em outras partidas dos playoffs, e Chris Andersen, que costuma sair do banco.

Spurs (2) vs Thunder (0) – Atropelou!

112×77

35 pontos. Este foi o tamanho da surra que o San Antonio Spurs aplicou sobre o Oklahoma City Thunder, nesta quarta-feira (21), no segundo jogo da final da Conferência Oeste. O amplo domínio sobre o rival garantiu a defesa do mando de quadra, com o time abrindo 2 a 0 no placar da decisão deste lado do país, e deu aos texanos uma importante vantagem na luta para voltar a brigar pelo título da NBA. Vamos, a seguir, aos destaques do confronto.

Parker foi cestinha com 22 pontos e ajudou Spurs a aplicar uma ‘lavada’ (Foto: NBAE/Getty Images)

Passou por cima

Dos 48 minutos de jogo, apenas os 18 iniciais podem ser considerados equilibrados. O Thunder começou bem a partida, igualando as ações, e chegou a encerrar o primeiro quarto na frente, 26 a 24, mas o que se viu a partir da metade do segundo período foi um Spurs simplesmente demolidor. Abrindo vantagem e sem dar a menor chance ao rival, os texanos renderam dois recordes negativos ao adversário: os 35 pontos de diferença igualam a pior derrota já sofrida pela franquia de Russell Westbrook, Kevin Durant e companhia em uma partida de playoffs, enquanto os 77 pontos anotados igualam a menor pontuação registrada em um jogo de mata-mata desde a mudança da franquia de Seattle para Oklahoma City.

Green pôs a mão na forma após início ruim nos playoffs (Foto: NBAE/Getty Images)

Big Three forever

Tony Parker, Manu Ginobili e Tim Duncan formam, há mais de uma década, o vitorioso núcleo do Spurs. E após muitos anos de grandes campanhas chegando longe no campeonato, o trio se tornou o mais vitorioso da história da NBA em partidas de playoffs. Com a vitória desta quarta, a trinca chegou a 111 triunfos em partidas de mata-mata, superando o recorde anterior, que pertencia aos lendários Magic Johnson, Kareem Abdul-Jabbar e Michael Copper, que marcaram época no Los Angeles Lakers nos anos 80 e, juntos, tinham 110.

7×3 = Danny Green

Lá pela primeira ou segunda série do ensino fundamental, você deve ter aprendido e decorado qual era a tabuada do 3. Esta, provavelmente, devia ser a lição preferida de Danny Green, que neste jogo 2 fez sua melhor aparição nos playoffs no quesito bolas de longa distância. Foram sete arremessos certeiros – de um total de nove da equipe -, resultando em um total de 21 pontos.

O ala-armador também ajudou na marcação durante a ausência de Kawhi Leonard, que logo no início do primeiro quarto cometeu duas faltas e atuou por apenas 16 minutos.

Depois de um desempenho bem abaixo da média na série contra o Dallas Mavericks, Green parece ter recuperado o ritmo a confiança em seu arremesso, sem dúvida uma arma fundamental para abrir as defesas. Quando está calibrado, é capaz de desequilibrar com sequências de dois ou até três bolas longas consecutivas – basta lembrar do estrago que o camisa #4 fez durante a final da temporada passada, contra o Miami Heat.

Sem solução

O Thunder sofre para encaixar seu jogo sem Serge Ibaka no garrafão. Mais uma vez, Nick Collison e Kendrick Perkins tiveram atuações pífias – o segundo chamou mais atenção por suas faltas e encontrões propositais. Perry Jones, mais leve e ágil que a dupla, também pouco fez. Só quem conseguiu produzir alguma coisa foi Steven Adams, que deixou a quadra com razoáveis nove pontos e oito rebotes. Os outros três, somados, tiveram seis pontos e dez rebotes. Muito pouco para quem contou com 12,3 pontos e 7,3 rebotes por jogo apenas de Ibaka nas duas séries anteriores. O congolês, naturalizado espanhol, era a terceira via ofensiva e o terceiro maior reboteiro do time do mata-mata, atrás só de Durant e Westbrook.

Sob controle

Na prévia da série, apontei Westbrook como o jogador chave para o Thunder. A lógica é a seguinte. Impedir Durant de marcar pontos é uma missão praticamente impossível, então um caminho a ser seguido é buscar limitar ao máximo a produção do armador, que apesar do potencial físico impressionante não costuma tomar decisões muito inteligentes em quadra. Apesar de já ter alcançado 40 pontos somando os dois jogos da série realizados até agora, o camisa 0 acertou somente 16 de 45 arremessos disparados, um aproveitamento de 35,5%, além de ter desperdiçado a bola em sete ocasiões. Nos tiros de três pontos, apenas dois acertos em nove tentativas. Se a estratégia do Spurs é mesmo manter o jogador sob controle, ela vem sendo seguida a risca e surtindo resultados animadores.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 22 pontos e 5 assistências

Danny Green – 21 pontos

Tim Duncan – 14 pontos e 12 rebotes

Oklahoma City Thunder

Russell Westbrook – 15 pontos, 5 rebotes e 5 assistências

Kevin Durant – 15 pontos

Spurs (1) vs Thunder (0) – Finais de Conferência

San Antonio Spurs vs Oklahoma City Thunder – Finais de COnferência

Data: 21/05/2014

Horário: 22h00 (Horário de Brasília)

Local: AT&T Center

Na TV: Space

Cotação no Apostas Online: Spurs 1,42 (favorito) vs Thunder 2,89

Depois de dominar o primeiro confronto da série, o San Antonio Spurs volta a receber o Oklahoma City Thunder no AT&T Center, tentando cumprir seu dever de casa. Os texanos têm tido atuações convincentes após o sufoco diante do Dallas Mavericks na primeira rodada, e nem mesmo o temido time de Kevin Durant e Russell Westbrook foi capaz de fazer fazer frente no jogo 1. Liderando o confronto por 1 a 0, a equipe busca resguardar o seu mando de quadra e transferir a responsabilidade para o lado do rival, que se veria obrigado a vencer os dois duelos seguintes em seus domínios para não se ver em situação delicada.

Confrontos na série (1-0)

19/05/2014 – Spurs 122 vs 105 Thunder

Tim Duncan começou com tudo, depois Manu Ginobili, Kawhi Leonard e Danny Green esgotaram qualquer esperança de reação do Thunder. Apesar do pequeno aperto sofrido no início do terceiro quarto, os 17 pontos de diferença demonstram a superioridade dos texanos.

Tim Duncan

PG – Tony Parker

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – Tim Duncan

C – Tiago Splitter

Fique de Olho - Sem Serge Ibaka – lesionado – para marcá-lo, Tim Duncan reinou soberano no garrafão no jogo 1, especialmente nos dois primeiros quartos, e somou 27 pontos. Para comparação, os três principais jogadores da rotação interna do adversário, Kendrick Perkins, Nick Collison e Steven Adams, tiveram, juntos, apenas nove tentos. Acionar The Big Fundamental embaixo da cesta pode ser um excelente caminho para pontos fáceis.

Russell Westbrook

PG – Russell Wesbrook

SG – Thabo Sefolosha

SF – Kevin Durant

PF – Nick Collison

C – Kendrick Perkins

Fique de Olho - Tendo de correr atrás do prejuízo quase o jogo todo, o Thunder passou à frente no placar em só uma ocasião, no início do terceiro quarto, justo quando Russell Westbrook “acordou”. Assim que o armador passou a acertar seus arremessos e jogar em velocidade, os visitantes viveram seu melhor momento. Sinal de alerta para a defesa texana!

Spurs (2) vs Blazers (0) – Dever de casa cumprido

114×97

O San Antonio Spurs cumpriu o seu dever de casa e voltou a vencer o Portland Trail Blazers, nesta quinta-feira (8), no AT&T Center, abrindo 2 a 0 na semifinal da Conferência Oeste. Com um segundo quarto arrasador, os texanos abriram ampla vantagem e dominaram a partida até o fim, apesar dos esforços do adversário, que mesmo sem se dar por vencido sofreu nova derrota por placar elástico: 114 a 97. Vamos aos destaques do confronto.

Retrato de uma torcida feliz com o que viu (Foto: NBAE/Getty Images)

Atropelou

No jogo 1, o Spurs mostrou amplo domínio já desde o primeiro quarto. Desta vez, a equipe deslanchou um pouco mais tarde, no início do segundo período. Com o Blazers sem rumo no ataque, os donos da casa encaixaram uma sequência de cestas que resultou em uma corrida de 18 a 2 ainda nos minutos iniciais. Com isso, a equipe venceu o quarto por 41 a 25 e foi para o intervalo com 19 pontos de vantagem no marcador: 70 a 51.

Com a diferença posta no placar, o ritmo caiu e os adversários até ameaçaram uma reação, chegando a reduzir a vantagem para apenas oito pontos após cesta de três pontos de Nicolas Batum, restando 5:37 por jogar. Mas, no lance seguinte, Boris Diaw devolveu na mesma moeda, com outro tiro de longa distância certeiro, e jogou um balde de água fria no oponente.

It’s me, Mario!

Depois de fracassar de maneira retumbante na série contra o Dallas Mavericks, quando chegou a zerar em três das sete partidas (média de 3,1 pontos por jogo no duelo), Marco Belinelli recuperou a pontaria e a confiança. Pela segunda partida consecutiva, ele pontuou em dígitos duplos (foram 19 pontos no jogo 1) ao somar 13 tentos em 22 minutos, convertendo dois dos seus três tiros de longa distância. O Super Mário está de volta!

Kawhi teve atuação quase perfeita (Foto: NBAE/Getty Images)

Kawhi teve atuação quase perfeita (Foto: NBAE/Getty Images)

KaWoW!

O principal nome dos Spurs no confronto desta quinta foi Kawhi Leonard. Iluminado, o jovem – apenas 22 anos de idade, vale salientar – demonstrou frieza e encestou todos os quatro arremessos de três pontos que efetuou, e oito em nove tiros de quadra no geral. Terminou como cestinha texano, com 20 pontos, sendo 12 deles no primeiro quarto, demonstrando que. mais que a fenomenal capacidade defensiva, também é uma arma confiável para o ataque do alvinegro.

Team is Everything

Não é à toa que o basquete jogado pelo Spurs encanta a muitos. O sistema implantado pelo técnico Gregg Popovich privilegia a coletividade de tal forma que sete jogadores somaram dez ou mais pontos. Além dos já citados Kawhi Leonard (20 pontos) e Marco Belinelli (13), Tony Parker (16), Manu Ginobili (16), Boris Diaw (12), Tim Duncan (10) e Tiago Splitter (10) alcançaram a marca no duelo desta quinta-feira.

Além disso, dos 48 arremessos de quadra convertidos, 27 tiveram origem diretamente no passe de um companheiro, um índice de assistências de 56,2%. Para efeito de comparação, os Blazers tiveram 15 assistências em 40 cestas anotadas, 37,5%.

Marcação

Outro ponto importante a se ressaltar foi o grande trabalho defensivo executado, mais uma vez, sobre LaMarcus Aldridge. O ala-pivô até conseguiu a encaixar uma ou duas de suas jogadas típicas sobre Boris Diaw, mas, na batalha contra Tiago Splitter, levou quase sempre a pior. Frustrado, chegou a perder duas enterradas levando o famoso “toco do aro”, e terminou com apenas seis acertos em 23 arremessos disparados ao longo do confronto.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Kawhi Leonard – 20 pontos e 5 rebotes

Tony Parker – 16 pontos e 10 assistências

Manu Ginobili – 16 pontos, 5 rebotes e 4 assistências

Tiago Splitter – 10 pontos e 10 rebotes

Portland Trail Blazers

Nicolas Batum – 21 pontos e 9 rebotes

Damian Lillard – 19 pontos, 5 rebotes e 5 assistências

LaMarcus Aldridge – 16 pontos e 10 rebotes

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