Arquivo mensal: julho 2011

Afterparty

Afterparties, aquelas festas depois das festas principais para fechar a noite, têm sido cada vez mais comuns. Como visto no post anterior, o All-Star Game foi uma celebração no AT&T Center, e o time anfitrião continuou comemorando.

Ruth Riley contra Nicky Anosike na terça-feira

Começou na terça-feira, contra o Washington Mystics, na capital norte-americana, com uma vitória de 73 a 67, na qual a equipe visitante apresentou um belo basquetebol, trabalhando em equipe, e mostrando o brilho de Becky Hammon, cestinha da partida, que marcou 22 pontos. Infelizmente, o San Antonio saiu com uma peça a menos nesse dia. Danielle Adams torceu o pé e vai ficar entre quatro e seis semanas fora.

Adams ganhou o prêmio de novata do mês de julho, mas, com a lesão, suas chances de tirar o título mais importante das mãos de Maya Moore ao final da temporada são menores do que o normal. Além de ter sido a primeira escolha do draft e fazer parte do time em primeiro lugar do oeste, Moore foi uma das selecionadas entre as titulares da conferência no All-Star Game e… jogou na Universidade de Connecticut. Tudo isso é atraente para a mídia, e acaba pesando mais na escolha final.

O compromisso seguinte a essa baixa precisava de muita atenção, apesar da fama de freguês do San Antonio (Spurs ou Silver Stars) que esse time tem.

O duelo entre Becky Hammon e Diana Taurasi sempre é interessante. Na quinta-feira, a camisa 25 se saiu melhor

Na quinta-feira, de volta para casa, foi a vez de enfrentar o eterno rival Phoenix Mercury, sem nossa criança de ouro. Os jogos entre essas equipes são imperdíveis. O placar final foi centenário, 102 a 91 (repeti isso para minha mãe, torcedora do Mercury, o dia todo), e mais uma vez ela, Becky Hammon, deixou sua marca: foi a maior pontuadora, com 33 pontos.

O afterparty está muito bom até agora, mas a semana ainda não havia acabado. Lá estava ele, o primeiro lugar do oeste, time da primeira escolha do draft, na ponta da agenda, para dar com o grand finale que a equipe texana queria.

O resultado foi bem apertado e a derrota por 70 a 69 vai completamente contra o 42 a 30 que o Stars tinha de vantagem antes do terceiro quarto. A cestinha, que marcou 23 pontos, foi Lindsay Whalen. Podemos chamá-la de carrasca, pois foi essa jogadora que puxou a corda da guilhotina para cortar a cabeça do time da casa. Faltando 1,5 segundo para o final da partida, a armadora arremessou a bola que colocou o Lynx de volta à liderança. Becky Hammon até tentou acertar antes do soar do alarme, mas não deu.

Dois momentos foram bem estranhos nesse confronto. Um deles foi quando Candice Wiggins (MIN), tentando sair do corta-luz de Jayne Appel (SAS), deu aquilo que conhecemos por “pedala Robinho” na pivô, e ainda achou que nada havia acontecido. No replay, a torcida ficou pasma quando viu a ação na tela. O outro foi com Dan Hughes. O que esperar de um técnico que leva falta técnica em pré-temporada? A mesma coisa aconteceu hoje, mas a reação dele perante uma marcação da arbitragem foi assustadora. O assistente técnico até ficou na frente dele para que não fosse mais perto de quem apitava o jogo. Isso porque uma falta havia sido apontada contra Appel.

Desfecho não muito feliz para o San Antonio Silver Stars nessa semana. O time poderia ter ficado mais próximo da primeira posição do Oeste hoje. Com essa derrota, a busca pela liderança fica ainda mais difícil.

Na terça-feira, os quatro primeiros lugares da conferência se enfrentam. Será San Antonio Silver Stars contra Seattle Storm e Minnesota Lynx contra Phoenix Mercury. Na pior das hipóteses, no caso de vitória do Mercury e do Storm, caímos para a terceira colocação. E na quinta-feira a viagem será para Minneapolis, na busca pela vitória contra o Minnesota. Jogo difícil, mas não impossível. E, para aliviar o caminho cheio de buracos, as meninas voltam para San Antonio e enfrentam o Tulsa Shock, no sábado, o ultimo colocado da tabela.

Agenda lotada, para contrastar as semanas tranquilas da primeira metade da temporada. Não esqueçam que TODOS os jogos, exceto os que passam da ESPN, podem ser assistidos online e de graça no Live Access da WNBA. Demanda cadastro, mas é rápido, e se você já tem um no site da NBA, não precisa fazer outro. No aplicativo para aparelhos móveis, o WNBA Center Court, é possível assistir até mesmo os da ESPN.

Um abraço, e até o próximo domingo!
Roberta, #GoStarsGo

Festa em casa

Como na semana passada a Vestiário Feminino não foi publicada, nessa semana ela terá duas edições: uma hoje (sábado), e outra amanhã, a dominical.

E, como o título desta coluna diz, houve festa lá em casa. Há uma semana, no dia 23 de julho, aconteceu o All-Star Game da WNBA, o marco entre a primeira metade da temporada e sua continuação. O AT&T Center foi o ginásio escolhido para ser palco desse evento tão grandioso.

Elenco do Leste

Apesar de toda a pompa de donas da casa, nenhuma jogadora do San Antonio Silver Stars foi escolhida pelos fãs para ser titular da equipe do oeste. A que ficou mais próximo disso foi Becky Hammon, com o terceiro lugar na votação para armadoras. Ainda assim, Brian Agler selecionou a nossa camisa 25, mais a novata Danielle Adams, para fazerem parte do time reserva da conferência.

Elenco do Oeste, com Becky Hammon e Danielle Adams do San Antonio Silver Stars

Encontro das ex alunas da UConn em quadra.

Por que nenhuma Stars foi escolhida? Das cinco jogadoras selecionadas pelos fãs, quatro eram da Universidade de Connecticut, e a outra era… Candace Parker, que por incrível que pareça ultrapassou Lauren Jackson. Afinal de contas, “CP3” é americana, e da Universidade do Tennessee.

Neste ano, o evento do All-Star Game foi de quebra de tabus. Primeiro: há oito anos o jogo das estrelas acontecia apenas na conferência Leste. Segundo: a mesma conferência Leste ganhou o confronto. Essa foi apenas a terceira vez que isso aconteceu, das dez partidas entre os dois lados.

O placar final foi apertado e centenário: 118 a 113. Os times sempre estiveram perto um do outro, e Katie Douglas, do Indiana Fever, acertou a bola de três pontos que abriu a vantagem da vitória para o Leste. Mas confirmando a soberania do Oeste, Swin Cash foi mais uma vez MVP.

Entre todos os grandes nomes, dois deles, que não estavam no time titular, foram os únicos capazes de levar os gritos e aplausos dos espectadores às alturas mais elevadas do evento: Becky Hammon e Danielle Adams. No momento em que a ala-armadora entrou, a câmera não estava focada nela, e sim no fundo da quadra, com a voz de outra estrela da WNBA dando entrevista, porém os gritos e as palmas foram muito bem ouvidos, e então, ao fim da conversa, o narrador anunciou o óbvio: Hammon estava pronta para entrar em ação. E assim que entrou acertou uma bola de três pontos.

O San Antonio Silver Stars não é um dos times mais populares da WNBA, até por não ter títulos, mas tem uma das torcidas mais fieis, e as estrelas de casa sentiram isso.

Becky Hammon foi a unica jogadora do San Antonio Silver Stars de todos os tempos a ganhar esse título.

Outro momento que deixou o ânimos dos torcedores mais enfervecidos foi durante o intervalo entre o segundo e o terceiro quarto, quando as 15 melhores jogadoras de todos os tempos da WNBA foram anunciadas. Os fãs, jornalistas e especialistas votaram naquelas que melhor representaram a liga em seus 15 anos de existência, e a lista é de deixar qualquer gerente geral com vontade de colocar a mão no bolso. Os nomes delas são: Sue Bird, Tamika Catchings, Cynthia Cooper, Yolanda Griffith, Becky Hammon, Lauren Jackson, Lisa Leslie, Ticha Penicheiro, Cappie Pondexter, Katie Smith, Dawn Staley, Sheryl Swoopes, Diana Taurasi, Tina Thompson e Teresa Weatherspoon.

As 15 melhores jogadoras de todos os tempos da WNBA

Alguns dados sobre elas: cinco delas estão aposentadas (Cooper, Griffith, Leslie, Staley e Weatherspoon); a University of Southern California é a que tem mais representantes (Leslie, Cooper e Thompson); 14 já ganharam medalhas olímpicas (Penicheiro é a única que não ganhou com sua seleção, a de Portugal); apenas duas não são norte-americanas (Jackson e Penicheiro. Hammon tem dupla nacionalidade, mas nasceu nos Estados Unidos); e quatro já ganharam títulos da WNBA, da NCAA e medalhas nas Olimpíadas (Bird, Cooper, Swoopes e Taurasi).

A portuguesa, que apesar de muitos anos nos Estados Unidos não abre mão de sua nacionalidade, foi reconhecida por seu excelente trabalho

Todas elas receberam uma placa de vidro com a grafia da premiação e seu nome das mãos da presidente Laurel Richie. Foram nomeações justas, principalmente para Ticha Penicheiro. A portuguesa, simpaticíssima, já foi campeã com o Sacramento Monarchs, mas não é uma das mais badaladas da liga, mesmo sendo conhecida como “a rainha das assistências”. O que essa mulher faz nesse fundamento é sensacional.

Esse All-Star Game foi muito significativo, pois é o décimo deles (em 2004 e 2010 foram feitos eventos diferentes por causa das Olimpíadas e do Mundial Feminino de Basquete), e essa é a décima-quinta temporada da WNBA.

A festa foi muito boa, e o San Antonio Silver Stars continuou festejando. Confira amanhã como está o time na segunda edição dessa semana da Vestiário Feminino.

Becky Hammon e as super conhecidas torcedoras Blue Sisters na festa VIP em San Antonio

Abraços!
Roberta, #GoStarsGo

Reconstruindo o Spurs – O perímetro

Amigos, excepcionalmente nesta semana, minha coluna Na Linha dos 3, que costuma ir ao ar aos sábados, foi publicada nesta sexta-feira (29). Isso porque, no fim de semana, teremos dobradinha de San Antonio Silver Stars aqui no Spurs Brasil: a nossa blogueira Roberta Rodrigues vai publicar sua excelente coluna Vestiário Feminino no sábado e no domingo.

Por isso, resolvi retomar uma ideia que deu certo na última offseason. Começa hoje uma série de colunas especiais chamada Reconstruindo o Spurs. Nela, vou dissecar o elenco do Spurs em três partes: “O perímetro”, para falar de armadores e alas-armadores; “Posição 3″, para falar dos alas; e “O garrafão”, para falar de alas-pivôs e pivôs.

Cada post terá quatro partes: “O elenco”, para falar sobre a situação dos jogadores que terminaram a última temporada no plantel do Spurs; “O Draft”, para falar sobre como o recrutamento pode ter ajudado a franquia; “Na Europa”, para analisar possíveis reforços que atuam no Velho Continete; e “No Mercado”, para falar sobre possíveis contratações de free agents para a equipe de San Antonio.

Vamos então à primeira parte, “O perímetro”.

Importância cada vez maior

1) O elenco

Vamos então, a seguir, ver a situação de armadores e ala-armadores que terminaram a última temporada com o Spurs, por ordem de importância:

Manu Ginobili - Indiscutível, o ala-armador já deu a entender que quer continuar no Spurs até o fim de sua carreira – tudo indica que isso aconteça ao fim da temporada 2012/2013, sua última de contrato com a equipe texana. Na última campanha da equipe, o argentino voltou ao posto de titular, função que deve ter novamente quando a NBA voltar.

Tony Parker - O armador francês chegou a se envolver em rumores de troca na semana que antecedeu o Draft. Porém, deve começar a temporada como titular absoluto da equipe – principalmente após a saída de George Hill. Até por isso, Parker pode ter sua maior quantidade de minutos da carreira na próxima campanha do Spurs.

Gary Neal - O ala-armador foi a principal surpresa positiva da última temporada. Preciso nos arremessos de longa distância, o jogador foi, aos poucos, ganhando minutos na reserva de Ginobili e até na de Richard Jefferson, e não decepcionou – nos playoffs, acertou, provavelmente, a bola mais importante do Spurs neste ano. Agora, quando a NBA voltar, Neal deve receber uma nova função – com a saída de Hill, Gregg Popovich já demonstrou interesse em usar o segundanista como armador principal.

James Anderson - Na última temporada, Anderson foi atrapalhado por lesões, e jogou apenas 26 das 82 partidas do Spurs no ano. Enquanto o novato estava no estaleiro, viu Neal ganhar espaço nos minutos que poderiam ser seus. Agora, o ala-armador terá de lutar para recuperar terreno – é, no elenco, um dos mais prejudicados pelo cancelamento das Summer Leagues. Na temporada 2010/2011, Anderson foi mais usado na posição 3, mas, com Neal atuando na armação, o jogador deve voltar à sua função de origem.

Chris Quinn - Contratado com a última temporada já em andamento, Quinn é free agent nesta offseason, e tem poucas chances de permanecer no Spurs. Pode acabar ficando apenas por conta da saída de Hill. Enquanto a NBA não volta do locaute, o armador vai atuar no BC Khimki Moscow Region, da Rússia.

2) O Draft

Para a armação, o Spurs selecionou dois armadores no último Draft. Um deve causar impacto imediato, e o outro é uma aposta para o futuro. Vamos à situação da dupla:

Cory Joseph - Com apenas 19 anos, Joseph foi uma das principais apostas do Spurs no último Draft. Na teoria, o armador chega para ser o reserva imediato de Parker. Mas, na prática, vale lembrar que Pop não costuma dar muito tempo de quadra para os novatos – tanto que pretende usar Neal como armador principal. De qualquer maneira, potencial não falta para Joseph, que, na última temporada – sua primeira universitária – disputou 36 jogos pelo Texas Longhorns e apresentou médias de 10,4 pontos (42,2% FG, 41,3% 3 PT, 69,9% FT), 3,6 rebotes, três assistências e uma roubada de bola em 32,4 minutos por jogo.

Adam Hanga - 59ª e penúltima escolha do último Draft, Hanga é provavelmente uma das maiores incógnitas deste recrutamento de calouros. Na última temporada, o ala-armador húngaro disputou 39 jogos pelo Albacomp-UPC Szekesfehervar, equipe de seu país, e apresentou médias de 17,6 pontos, 4,4 rebotes, 3,4 assistências e 2,8 roubos de bola por partida. O jogador, no entanto, deve demorar para vestir a camisa do Spurs – nesta offseason, ele acertou sua transferência para o Assignia Manresa, da Espanha.

3) Na Europa

O Spurs tem os direitos sobre um combo guard francês que, se não chegou à maturidade certa para jogar na NBA, está bem perto disso. Veja sua situação à seguir:

Nando de Colo - Selecionado pelo Spurs na 53ª escolha do Draft de 2009, De Colo atua no Valência, da Espanha, desde então. Na última temporada, disputou 19 partidas na Euroleague, e anotou, em média, 10,1 pontos (33,5% FG, 27,6% 3 PT, 95,7% FT), 2,6 rebotes, 1,6 assistências e 1,4 roubadas de bola por jogo. Nesta offseason, se juntou à seleção francesa para a disputa do Eurobasket, classificatório para a Olimpíada de Londres-2012. Nos dois primeiros amistosos de preparação da seleção, foi titular na armação ao lado de Parker, anotando, em média, 13 pontos (47,6% FG, 25% 3 PT, 80% FT), cinco rebotes, 3,5 roubadas e 2,5 assistências em cerca de 23 minutos por exibição.

4) No Mercado

Com os jogadores acima citados, o Spurs me parece estar em boa situação nas posições 1 e 2. Vale lembrar que a franquia texana já está acima do teto salarial e, salvo qualquer troca, não vai poder gastar muito com reforços. Mesmo assim, existem agentes livres interessantes e acessíveis para a armação disponíveis no mercado. Confira-os a seguir:

Delonte West – Joga nas posições 1 e 2 e defende bem: seria uma boa alternativa para ocupar exatamente o papel de Hill no elenco, enquanto Joseph desenvolve melhor seu jogo. O problema é que West é mentalmente instável e, por isso, pouco confiável.

DeShawn Stevenson - Chegou a ser titular em algumas partidas pelo campeão Dallas Mavericks, mas pode perder espaço para a próxima temporada, já que a equipe contratou Rudy Fernandez e pode manter J.J. Barea e Caron Butler. Especialista em defesa e arremesso de três pontos, Stevenson poderia ganhar uns minutinhos para marcar armadores como Kobe Bryant, Rusell Westbrook e Dwyane Wade.

D.J. Strawberry - Longe da NBA desde a temporada 2007/2008, Strawberry passou pela D-League, pela Itália e pela Lituânia desde então. Segundo especialistas, o Spurs estava interessado em sua contratação antes do locaute.

Earl Boykins - Pouca altura, muito carisma. O baixinho poderia suprir a função de Hill deixada no Spurs, a reserva da armação, deixando o novato Joseph focado em seu desenvolvimento. O problema é que o Spurs ficaria com dois armadores parecidos: Parker e Boykins são mais pontuadores do que passadores.

Sebastian Telfair - O armador chegou a disputar algumas partidas como titular no Minnesota Timberwolves na última temporada – o que, eu sei, não deve dizer muita coisa. Mas, com a chegada de Ricky Rubio, deve perder espaço, e poderia ser uma opção decente para a reserva de Parker quando Pop quiser um jogador mais experiente do que Joseph.

Tracy McGrady - O bom e velho T-Mac – mais velho do que bom, recentemente – se destacou em algumas partidas na última temporada, no Detroit Pistons, como armador principal. Eu aceitaria ele no Spurs, pelo mínimo para veteranos…

Popovich vai ver a Copa América na Argentina

De acordo com o site argentino La Capital, Gregg Popovich, treinador do San Antonio Spurs, vai viajar para Mar del Plata para assistir à Copa América, torneio classificatório para a Olimpíada de Londres-2012. O anúncio foi feito nesta semana por Matías Sejem, diretor executivo do Comitê Organizador do torneio.

Dois comandados de Pop estão confirmados na Copa América, que será disputada entre 30 de agosto e 12 de setembro e dará duas vagas diretas para os Jogos Olímpicos de 2012. Manu Ginobili vai defender a Argentina, enquanto Tiago Splitter jogará pelo Brasil. Além disso, o Canadá tenta agilizar o seguro do armador Cory Joseph e a nacionalidade do ala-pivô Matt Bonner para que os dois possam reforçar a seleção na competição.

Além disso, Alvaro Martin, relator de basquete da ESPN, postou em seu Twitter pessoal que o treinador do time texano participará de uma clínica de basquete na Argentina.

E mais…

Erazem Lorbek vai jogar o Eurobasket pela Eslovênia

O ala-pivô Erazem Lorbek, que recentemente teve os direitos adquiridos pelo San Antonio Spurs, vai defender a Eslovênia no Eurobasket – competição que também vai valer vaga para a Olimpíada de Londres-2012. Os torcedores da franquia texana vão poder ver o big man enfrentando nomes como Dirk Nowitzki e Pau Gasol no torneio.

Parker e De Colo se destacam pela França

Parker se destacou nos amistosos

A seleção francesa de basquete começou bem sua preparação para o Eurobasket, torneio classificatório para a Olimpíada de Londres. Nos dois últimos dias – terça (26) e quarta-feira (27) – a equipe venceu amistosos contra o Canadá: 106 a 44 na primeira partida e 86 a 69 na segunda exibição.

O armador Tony Parker se destacou nos jogos. No primeiro, deixou a quadra com dez pontos (4-7 FG, 0-1 3 PT, 2-3 FT) e oito assistências em cerca de 24 minutos. No segundo embate, foi ainda melhor: anotou 16 pontos (4-11 FG, 0-4 3 PT, 8-13 FT), seis assistências e quatro rebotes em pouco mais de 30 minutos.

Nando De Colo também fez boas partidas. O jogador, que atuou como titular ao lado de Parker na armação, compilou 12 pontos (4-7 FG, 1-3 3 PT, 3-3 FT), quatro rebotes, três robadas de bola e duas assistências em pouco menos de 19 minutos na primeira partida. Na segunda, somou 14 pontos (6-14 FG, 1-5 3 PT, 1-2 FT), seis rebotes, quatro roubadas de bola e três assistências em aproximadamente 28 minutos.

O Canadá não pode contar com Cory Joseph e Matt Bonner. A federação local ainda tenta agilizar o seguro do armador e a nacionalidade do ala-pivô para que os dois possam se juntar à equipe na Copa América, que também vale vaga para a próxima Olimpíada.

E mais…

Richards é convocado para a seleção principal

Depois de se destacar na disputa da Divisão B do Europeu Sub-20, o ala-pivô Ryan Richards foi convocado para a seleção principal da Grã-Bretanha. O jogador, que deixou o torneio de base com médias de 22,3 pontos e 8,1 rebotes por partida, vai passar um período com a equipe adulta e, se agradar, pode acabar disputando o Eurobasket.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 47 outros seguidores